Pelo segundo dia consecutivo, manifestantes de entidades sindicais promovem protestos em São Paulo e na região metropolitana. Eles contestam as reformas da Previdência e de leis trabalhistas, a flexibilização do trabalho terceirizado, entre outras medidas anunciadas pelo governo de Michel Temer (PMDB). Os atos começaram na manhã desta sexta-feira, 31, em três pontos de São Paulo. Um grupo bloqueou o quilômetro 274 da Rodovia Régis Bittencourt no sentido São Paulo, em Taboão da Serra, na Grande São Paulo, por volta das 7 horas. Pneus foram queimados sobre a pista, e o congestionamento chegou a 4 quilômetros. O local foi liberado antes das 8 horas, ainda com filas de trânsito lento. Radares multam a partir de segunda-feira na Régis Bittencourt: A Régis Bittencourt liga São Paulo ao Paraná © TIAGO QUEIROZ/ESTADÃO A Régis Bittencourt liga São Paulo ao Paraná Na divisa entre a capital e o município de Mauá, a Avenida Jacu Pêssego, próxima ao Rodoanel, também teve bloqueio da pista com pneus por volta das 6h30. Eles deixaram o local às 7 horas, segundo a Polícia Militar. Houve registro de protesto, ainda, na Estrada do M’Boi Mirim, na zona sul da capital. A Polícia Militar informou que não havia mais bloqueios na pista às 7 horas. O grupo seria ligado ao Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST). Às 16 horas, a Central Única dos Trabalhadores (CUT) anuncia um protesto maior na Avenida Paulista, em frente ao Museu de Arte de São Paulo (Masp). As manifestações desta sexta-feira foram convocadas por entidades sindicais em preparação para uma paralisação programada para o dia 28 de abril.

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