Brasil encerra participação no Mundial de Vôlei dos Surdos com desempenho satisfatório

As seleções masculina e feminina conquistaram resultados positivos diante de adversários qualificados e finalizaram a competição, respectivamente, na quarta e sexta posições

O time masculino foi comandado por Xandó (Divulgação)

O time masculino foi comandado por Xandó (Divulgação)
Alta  | Web

Ivanete foi a técnica da seleção feminina (Divulgação)

Ivanete foi a técnica da seleção feminina (Divulgação)
Alta  | Web

Os homens terminaram na quarta posição no Mundial (Divulgação)

Os homens terminaram na quarta posição no Mundial (Divulgação)
Alta  | Web

As mulheres ficaram na sexta colocação (Divulgação)

As mulheres ficaram na sexta colocação (Divulgação)
Alta  | Web

Seleção masculina foi campeã do Pan-Americano (Divulgação)

Seleção masculina foi campeã do Pan-Americano (Divulgação)
Alta  | Web

A equipe feminina foi medalha de prata no Pan (Divulgação)

A equipe feminina foi medalha de prata no Pan (Divulgação)
Alta  | Web

Natália, do Vôlei Nestlé, disputou o Pan (João Neto/Fotojump)

Natália, do Vôlei Nestlé, disputou o Pan (João Neto/Fotojump)
Alta  | Web

São Paulo (SP) – As seleções masculina e feminina encerraram suas participações no Campeonato Mundial de Vôlei dos Surdos na sexta-feira (15). Em competição realizada em Washington, nos Estados Unidos, o Brasil apresentou desempenho satisfatório com resultados expressivos diante de adversários tradicionais. Na disputa pela medalha de bronze, os homens foram derrotados pela Rússia, por 3 sets a 0, parciais de 25/19, 25/10 e 25/21. Já as mulheres enfrentaram a Polônia na briga pela quinta colocação e perderam por 3 a 1, com séries fechadas em 25/19, 25/17, 23/25 e 25/19. Com isso, os rapazes comandados pelo técnico Xandó finalizam a participação no torneio em quarto lugar, com quatro vitórias e seis derrotas. Já as moças dirigidas pela treinadora Ivanete ficaram em sexto, também com quatro jogos ganhos e seis perdidos. Entre os homens, a Turquia foi a campeã mundial e, entre as mulheres, e medalha de ouro ficou com as americanas.

Xandó analisou as últimas partidas do time feminino e masculino. “No masculino perdemos de 3 a 0 para Rússia na disputa pelo terceiro lugar. No 3° set estivemos à frente do placar, mas cometemos erros de saques e de posicionamento da defesa, deixando escapar a parcial e, consequentemente, o jogo. Já a equipe feminina perdeu para a Polônia, por 3 a 1. Percebemos que nossa equipe estava muito cansada. Cometemos erros de ataque por falta de força nas pernas e braços das atletas. Na nossa avaliação, a seleção chegou no limite física e mental, mas foi um grande passo para as próximas competições. Todas as atletas evoluíram e algumas cresceram durante a competição. Esperamos nos manter entre o grupo das 8 melhores equipes do mundo e ter uma ótima participação nas Surdolimpídas, já que vamos poder contar com a Natália Martins, atleta do Vôlei Nestlé”, avaliou Xandó, técnico do time masculino e coordenador da equipe feminina.

Xandó destacou os pontos positivos que devem contribuir para a preparação das equipes para a disputa das Surdolimpíadas, na Turquia, em 2017. “Amadurecimento dos jogadores, evolução técnica e respeito dos adversários foram as conquistas que tivemos. O Brasil nunca havia jogado no nível que exigimos durante a competição. Está cobrança pelo resultado deixou a equipe mais dura. Alguns jogadores cresceram tecnicamente e isso nos dá mais opções para as próximas convocações e treinamentos. O Brasil passou a ser olhado com mais respeito. Acendeu a luz de alerta para eles, ou seja, cuidado com o Brasil, pois começaram a trabalhar. Este respeito deve-se muito ao trabalho que o Brasil faz com o vôlei Olímpico e Paralímpico. Agora é voltar e começar a fazer o plano de trabalho para 2017, submetê-lo à aprovação da Lei de Incentivo e buscar o parceiro para patrocinar as equipes”, ressaltou Xandó.

O Brasil disputou o Campeonato Mundial de Vôlei dos Surdos por ter sido campeão Sul-Americano masculino e segundo colocado no feminino. Finalistas do Pan, as duas seleções do Brasil garantiram vaga para a Surdolimpíadas da Turquia em 2017. No Pan-Americano, o time masculino conquistou o título derrotando os Estados Unidos na decisão. Já a equipe feminina ficou com a medalha de prata, após ser superada pelas americanas na decisão.

A equipe masculina contou com os apoios do BB Seguridade e da AT&T, entidade da Flórida que se sensibilizou pela causa. Já o time feminino foi patrocinado pela Ellmar Foundation. As duas delegações tiveram também o apoio das prefeituras de Santos e São Bernardo e do Sesc Jundiaí.

Tabela:

07/07 (quinta-feira) – Brasil 0 x 3 Estados Unidos (feminino)
07/07 (quinta-feira) – Brasil 0 x 3 Rússia (masculino)
08/07 (sexta-feira) – Brasil 3 x 1 Turquia (feminino)
08/07 (sexta-feira) – Brasil 3 x 0 Canadá (masculino)
09/07 (sábado) – Brasil 0 x 3 Turquia (masculino)
09/07 (sábado) – Brasil 3 x 0 Canadá (feminino)
09/07 (sábado) – Brasil 0 x 3 Ucrânia (masculino)
10/07 (domingo) – Brasil 3 x 2 Polônia (feminino)
10/07 (domingo) – Brasil 3 x 0 Índia (masculino)
11/07 (segunda-feira) – Brasil 0 x 3 Japão (feminino)
11/07 (segunda-feira) – Brasil 2 x 3 Estados Unidos (masculino)
11/07 (segunda-feira) – Brasil 1 x 3 Ucrânia (feminino)
12/07 (terça-feira) – Brasil 0 x 3 Rússia (feminino)
12/07 (terça-feira) – Brasil 3 x 0 Japão (masculino)
13/07 (quarta-feira) – Quartas de final – Brasil 3 x 0 Japão (masculino)
13/07 (quarta-feira) – Quartas de final – Brasil 1 x 3 Japão (feminino)
14/07 (quinta-feira) – Semifinal – Brasil 0 x 3 Ucrânia (masculino
15/07 (sexta-feira) – Disputa pelo quinto lugar – Brasil 1 x 3 Polônia (feminino)
15/07 (sexta-feira) – Disputa pelo bronze – Brasil 0 x 3 Rússia (masculino)

Mais informações:

ZDL – Rafael Zito
rafaelzito@zdl.com.br
F: 11 991988505

Siga a ZDL no twitter: twitter.com/ZDLcomunica
e no facebook ZDL Comunicação

Deixe uma resposta