Iniciativa da SAP vai capacitar meio milhão de jovens africanos para a economia digital em uma semana

Instrutor mestre principal e Clas
Instrutor mestre principal e Clas

PORT LOUIS, República de Maurício, 22 junho de 2017,-/African Media Agency (AMA)/- A edição de 2017 da Africa Code Week, projeto da SAP que tem por objetivo disseminar informações e conhecimento de programação entre os jovens do continente africanos terá este ano foco especial na formação do grupo feminino. A iniciativa, que está em seu terceiro ano consecutivo, foi lançada oficialmente esta semana em Flic-En-Flac, na República de Maurício, e quer gerar interesse nos estudantes das mais remotas regiões pelas oportunidades que o mundo digital oferece. Este ano, a SAP pretende gerar, com a iniciativa, impacto na vida de 500 mil jovens em 35 países africanos, entre 18 e 25 de outubro (http://africacodeweek.org).

Criada em 2015 pela equipe de Responsabilidade Social Corporativa da SAP EMEA, a Africa Code Week conta com uma rede crescente de parceiros públicos e privados. Entre eles estão a UNESCO, YouthMobile, BMZ, Cape Town Science Centre, Galway Education Centre, Google, ALink Telecom, Foundation Life Builders, DreamOval Foundation, Camara Education e mais dez governos africanos. A meta do Programa é capacitar, a longo prazo, mais de 200 mil professores e gerar impacto positivo na vida de 5 milhões de crianças e jovens nos próximos 10 anos. Em 2016, mais de 426 mil jovens africanos em 30 países aprenderam as noções básicas de programação. “Aprendendo uma nova linguagem de programação em um ambiente aberto e solidário, os jovens africanos serão capazes de aproveitar as imensas oportunidades apresentadas pela revolução digital e se tornarem integrantes ativos da economia global”, afirma Gillisen-Duval.

“A ausência de recursos de educação, amplamente disponíveis nos campos de STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática), pode minar a capacidade da África de proporcionar a essa crescente força de trabalho as habilidades necessárias para prosperar na economia digital”, explica Claire Gillissen-Duval, diretora de Responsabilidade Social Corporativa EMEA da SAP e líder global do projeto Africa Code Week. “Queremos ajudar a despertar o interesse dos jovens africanos para seguirem carreiras que possam promover a transformação digital do continente.

Criada em 2015 pela equipe de Responsabilidade Social Corporativa da SAP EMEA, a Africa Code Week conta com uma rede crescente de parceiros estratégicos, públicos e privados. Entre eles estão a UNESCO, YouthMobile, BMZ, Cape Town Science Centre, Galway Education Centre, Google, ALink Telecom, Foundation Life Builders, DreamOval Foundation, Camara Education e mais dez governos africanos. A meta do Programa é capacitar, a longo prazo, mais de 200 mil professores, e gerar impacto positivo na vida de 5 milhões de crianças e jovens nos próximos 10 anos. Em 2016, mais de 426 mil jovens africanos em 30 países aprenderam as noções básicas de programação. “Aprendendo uma nova linguagem de programação em um ambiente aberto e solidário, os jovens africanos serão capazes de aproveitar as imensas oportunidades apresentadas pela revolução digital e se tornarem integrantes ativos da economia global”, afirma Gillisen-Duval.

Para Brett Parker, presidente da SAP África, a Africa Code Week é um exemplo brilhante de como a parceria público-privada eficaz e a colaboração aberta podem promover uma mudança transformadora da juventude da África. “Com uma riqueza de jovens talentos, uma rede de professores apaixonados e o enorme apoio de nossos parceiros estratégicos, a Africa Code Week tem sido fortalecida e tido um grande alcance e impacto positivo sobre os rumos da juventude do continente. Somos gratos aos nossos parceiros pelo apoio garantido aos nossos esforços para superar os desafios do desenvolvimento de habilidades STEM entre o público feminino por meio da Africa Code Week. Juntos, podemos capacitar uma nova geração de inovadores digitais em todo o continente.”

Plataforma para prestação de serviços digitais na África
Desde sua independência, em 1968, a República de Maurício sofreu uma grande transformação, tornando-se um país diversificado, de renda média-alta, com indústrias em desenvolvimento nos setores de açúcar, turismo, TIC, hospitalidade e imobiliário. Hoje, Maurício é um dos principais países africanos, ocupando o primeiro lugar na África no Índice Global de Competitividade do Fórum Econômico Mundial e no Índice de Desenvolvimento Humano das Nações Unidas. Com o mais alto Índice de Desenvolvimento em TIC de todos os países africanos, também lidera o caminho na integração da TIC como um acelerador do crescimento socioeconômico.

Segundo as últimas estatísticas do governo, quase um terço dos atuais alunos de Maurício estão matriculados em um curso relacionado a STEM. No entanto, de acordo com o presidente do país, H.e. Dr Ameenah Gurib-Fakim, o impacto da força de trabalho desse setor permanece baixo devido à falta de talentos suficientes para elevar o segmento a novos patamares. “Há apenas uma maneira de transformar a ‘pujante juventude’ da África em uma oportunidade sem precedentes para o crescimento e a paz social: educação”, afirma o presidente Gurib-Fakim. “Maurício está empenhado em apoiar e participar da Africa Code Week este ano, e estou ansioso para colaborar com todas as partes envolvidas dos setores público e privado para promover o desenvolvimento de habilidades STEM em todo o país e em todo o continente africano.”

A previsão é a de que a África terá uma população ativa de mais de um bilhão antes de 2040. “Levando em conta a crescente escassez global de habilidades técnicas, a África tem uma oportunidade única para assumir um papel de liderança no fortalecimento da economia global”, destaca Clas Neumann, vice-presidente sênior, líder da estratégia para mercado de rápido crescimento, da SAP.

Chamado para a diversidade
Estereótipos predominantes e barreiras culturais fazem com que as mulheres sejam 1,6 vez mais propensas a relatar falta de habilidades digitais como um impedimento para participar da economia digital. “Se a África quiser realizar seu potencial pleno e prover a força de trabalho que vai impulsionar o motor econômico global no longo prazo, mais deve ser feito para capacitar garotas e mulheres com o desenvolvimento de habilidades digitais e para melhorar suas perspectivas profissionais”, destaca Gillissen-Duval.

O governo de Maurício tomou várias medidas para promover a igualdade de gênero, incluindo a revogação de leis discriminatórias e a nomeação de agentes para impulsionar oportunidades de igualdade nos principais ministérios e para lidar com questões relacionadas à mulher. O Ministério da Igualdade de Gênero, Desenvolvimento Infantil e Bem-Estar Familiar também lançou, recentemente, a segunda Comissão Anual de Modelos sobre o Status da Mulher, uma iniciativa desenvolvida em todo o país para incentivar jovens a promover e refletir sobre os direitos sociais, econômicos e políticos das mulheres. Os esforços para capacitar a próxima geração de mulheres líderes e empreendedoras estão em total sintonia com a missão da #eSkills4Girls, uma iniciativa conjunta do Ministério Federal Alemão para Cooperação e Desenvolvimento Econômicos (BMZ), SAP, Africa Code Week e UNESCO para superar a lacuna digital de gênero e aprimorar as habilidades digitais e oportunidades de emprego para garotas e mulheres em países emergentes e em desenvolvimento.

Distribuído pela African Media Agency (AMA) em nome da SAP África.

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Fonte: Media Agency