Como descontruir a cultura do masculino? 

 

A diversidade está cada vez mais em pauta, mas um tema importante que muitas vezes é deixado de lado é a cultura do masculino. Esses estereótipos de gênero, pregados há anos na nossa cultura, são prejudiciais para todos e alimentam o machismo.

No vídeo que estreia amanhã, dia 17 de outubro, no Canal Vamos falar de Diversidade, a especialista Cris Kerr, CEO da CKZ Consultoria em Diversidade, empresa que apoia corporações realizando programas e treinamentos de diversidade, vai dar dicas para quem tem filho, sobrinho ou neto, conseguir romper com essa cultura. Confira:

Dica 1 – Descontrua a velha convenção do masculino

Desde pequenos os meninos ouvem frases como:

Seja homem!

Menino não chora!

Isso não é coisa de homem!

Fala que nem homem!

Não seja uma mulherzinha!

Você parece gay!

Reaja! Homem não leva desaforo para casa!

Estas frases têm uma grande influência negativa na vida dos meninos. Elas só servem para alimentar uma convenção masculina que rejeita toda e qualquer coisa que é feminina, e que prega que um homem deve conter suas emoções e sentimentos, além de ter que se virar sozinho quando precisa resolver um problema.

Assim, os meninos deixam de ser carinhosos ou de abraçar os amigos, por exemplo, simplesmente porque podem ser taxados de “menininha” e até humilhados pelos colegas.

 Todas as pessoas têm uma polaridade masculina e uma feminina e da forma que estamos criando os meninos, estamos impedindo que a polaridade feminina seja expressada.

Quem disse que homens não podem ser carinhosos ou que não podem chorar? Precisamos urgentemente de novas referências sobre masculinidade.

A desconstrução começa com simples atitudes no dia a dia que podem gerar frutos promissores no futuro dos nossos meninos. Precisamos incentivá-los a compartilhar seus sentimentos e emoções, mostrando que isto é saudável.

Dica 2 – Cuide dos sentimentos dos meninos 

Um estudo realizado com garotos de 12 a 15 anos nos Estados Unidos, revelou que é nessa faixa etária que a inibição dos sentimentos se dá com maior força: os garotos não expressam seus sentimentos nem para seus amigos próximos, sob a suspeita de serem afeminados.

Eles precisam mostrar que são machos, homens de verdade, para serem aceitos pelo grupo. E, assim, constroem uma figura do homem que deve “pegar todas as mulheres”, tem que gostar e falar de futebol, tem que ser o melhor e o mais forte.

Como não podem mais exteriorizar seus sentimentos e frustrações, acabam ficando com muita raiva e se tornam agressivos e violentos. É nesta fase que os meninos podem ter depressão e ficam mais propensos ao suicídio. Outro escape está na bebida e nas drogas, pois assim eles podem expressar seus sentimentos sem serem taxados de afeminados.

Estas convenções têm de cair de uma vez por todas, e isso ocorre com a mudança da nossa mentalidade e do nosso comportamento. Como você pode contribuir para desconstruir esta cultura do masculino? 

Na próxima semana, o Canal Vamos falar de Diversidade vai tratar sobre as micro agressões e o impacto disso nas empresas. Se inscreva para receber os vídeos toda 3ª feira: goo.gl/QQfxk5

 

Sobre a CKZ Diversidade

 

A CKZ Agência, comandada por sua fundadora, Cristina Kerr, possui três áreas de negócios: aCKZ Diversidade, que promove eventos próprios para transformar conteúdo de alta qualidade em interatividade e troca de experiências: 7º Fórum Mulheres em Destaque e 3º Fórum Gestão da Diversidade e Inclusão, a CKZ Consultoria em Diversidade, que tem como propósito apoiar as corporações com programas de diversidade, treinamento de Viés Inconsciente entre outros, para torná-las mais sustentáveis e responsáveis, e a CKZ Eventos, que planeja e organiza eventos para clientes e parceiros com o propósito de transformar ideias em soluções inovadoras.

 

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