Crenças ilusórias… mas é Natal!

Por Alice Schuch, escritora, palestrante, doutora e pesquisadora do universo feminino.

Ao pesquisar em grandes autoras e autores para a consecução da minha tese de doutorado apresentada e provada com grau excelente no recente dia 10 de outubro, me deparo com afirmações como: existe uma profunda dicotomia entre ser e fazer, querer e agir que leva as mulheres a um estresse constante e faz com que todas, no fundo de si mesmas, sintam, de alguma medida, frustração, estresse e medo. Em razão do referido temor, muitas cedem espaços, postergam projetos, fazem concessões desnecessárias, toleram dependências, silenciam opiniões e assumem a responsabilidade pela suposta harmonia familiar.

São crenças não verdadeiras fixadas através do tempo que nos iludem, construções históricas, violências simbólicas aceitas e transmitidas, imagens de um passado distante plenamente esclarecido hoje.

A filósofa Ayn Rand estabelece um contraponto retratando mulheres muito fortes e adverte em entrevista que mulheres são seres humanos não intelectualmente inferiores e aconselha: “procurem uma carreira que queiram e lutem por ela”.

Certo Ayn Rand!

É Natal! Avante sempre!