Em circuito nos CEUs, Cia. Perversos Polimorfos leva “Cansei de ser Sereia” à Zona Norte

Imagem inline 1Com proposta de realizar turnê descentralizada nos CEUs – Centros Educacionais Unificados -, nas quatro zonas regionais da Cidade, a Cia Perversos Polimorfos,  dirigida por Ricardo Gali,  leva seu mais recente trabalho, “Cansei de ser sereia”, nesta sexta-feira, dia 16/3, ao CEU Paz, na Zona Norte, em dois horários: às 10h e às 15h. A entrada é gratuita.

Criado em 2017, com o apoio do 21º Cultura Inglesa Festival , “Cansei de ser Sereia” parte do estudo do ser mitológico sereia para metaforizar questões em torno das transformações corporais e suas adequações e inadequações sociais.

A canção ‘Spectrum’, da banda Florence and the Machine, mixada pelo Dj Calvin Harris, é base para a criação; os intérpretes Carolina Canteli, Danielli Mendes, Gabriel Tolgyesi e Ricardo Gali partem das imagens oferecidas pelo videoclipe da música para criar uma estrutura dramatúrgica de corporeidade cinematográfica.

Na sexta que vem, dia 23, é a vez do CEU Casa Blanca (Zona Sul),também nos dois horários: 10h e 15h.

As apresentações de “Cansei de ser Sereia” fazem parte de projeto contemplado pelo Programa de Fomento à Dança para a Cidade de São Paulo (23º edital).

Serviço:

Cansei de ser Sereia”, Cia Perversos Polimorfos

Classificação indicativa: 14 anos

Duração: 60 minutos

16 de março (sexta), às 10h e às 15h

CEU Paz – Zona Norte

Rua Daniel Cerri, 1549  – Jardim Paraná, São Paulo – SP

Telefone:  (11) 3986-3405 / 3986-3407

23 de março (sexta), às 10h e às 15h

CEU Casa Blanca – Zona Sul

Rua João Damasceno, 85 – Jardim São Luís, São Paulo – SP

Telefone:  (11) 5519-5206 / 5519-5214

Um pouco da Cia.

Dirigida por Ricardo Gali, a Cia. Perversos Polimorfos surgiu com a proposta de reunir artistas /colaboradores para promover um ambiente indisciplinar que propicie discussões e práticas a respeito das artes cênicas contemporâneas e sua interface com outras áreas de conhecimento.

Ao primeiro espetáculo “Proto)Hamletmaschine”, inspirado no texto de Heiner Müller, criado em 2007, seguiram a encenação de “Phaedra’s Love”, de Sarah Kane, e os ‘Ensaios Perversos – Sexta dos Perversos’, um lounge cultural, com o objetivo de proporcionar meios de difusão, discussão e circulação de dramaturgia e performance contemporânea (2008); “Bansky Bang”, com apoio do Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna (2009-10); “ÂNSIA”, realizado em parceria com o projeto “Fora do Palco – Site Specic”, do Sesc Pinheiros (2011), indicado ao 7º Prêmio Bravo! Bradesco Prime de Cultura, como melhor espetáculo nacional de dança do ano; “Imagem-nua e outros contos” (2012), contemplado na 13ª edição do Programa Municipal de Fomento à Dança para a Cidade de São Paulo; em 2014, realizou intensa circulação dos espetáculos “Imagem- nua e outros contos” e “Ânsia”, também dentro de projeto contemplado pelo Programa de Fomento à Dança. Nesse ano, estreou ainda o espetáculo “Bolero”, com apresentações em São Paulo, Medellin e Paris; em 2016, dentro do projeto “Retrovisor’, novamente apoiada pelo 19º Edital do Programa Municipal de Fomento à Dança, a Cia. realizou circulação do espetáculo “Movimento para um homem só”, a segunda edição do evento ‘Ensaios Perversos’ e criação de “Shine”, espetáculo que estreou na Casa do Povo, em 2017, poucos meses antes da estréia de “Cansei de ser Sereia”, trabalho selecionado pelo 21º Cultura Inglesa Festival.

Webpage: http://perversospolimorfos.com.br/

Ficha Técnica

Concepção, Direção e Figurino: Ricardo Gali

Interpretação: Carolina Canteli, Danielli Mendes, Gabriel Tolgyesi e Ricardo Gali

Trilha Sonora: Ricardo Vincenzo

Operação de Som: Rafael Limongelli

Desenho de luz: Aline Santini

Operação de Luz: Clara Caramez

Gestão de Produção: José Renato Fonseca de Almeida – CAIS Produção Cultural

Assistente de Produção: Rafael Limongelli

FnSocial | Elaine Calux