Toda a mulher é uma carta escrita a ser lida, diz Alice Schuch

Toda a mulher é uma carta escrita a ser lida, diz Alice Schuch
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Lê-se na obra Cinelogia Ontopsicológica que o drama de muitas mulheres é ter essa maravilhosa carta escrita e não abri-la, pois: “somente lendo-a com atenção ela dará o grande significado de quem a escreveu, de quem a criou, de quem nos colocou nessa realidade e nos inquieta dentro”.

A doutora e pesquisadora do universo feminino, Alice Schuch, explica que as mulheres são cativantes e como tal responsáveis por si mesmas. Cada mulher é uma carta escrita e, se a carta não é lida, perde-se a oportunidade de viver. “Tenho uma flor que rego todos os dias. Tenho três vulcões que limpo toda a semana. É útil aos meus vulcões e é útil para a minha flor que eu os possua”, lembra citando o Pequeno Príncipe.

De acordo com Alice, estudiosos modernos distinguem a pessoa genial daquela talentosa, porém é necessário recordar que o potencial inicial está presente em ambas. “Como o Pequeno Príncipe, tenhamos a delicadeza de cuidar dos nossos dons, porque se não o fizermos é como se aquela carta repentinamente se apagasse. Uma vez existentes é possível adquirirmos consciência dos nossos talentos no decorrer da história que conduzimos vivendo e convivendo”, ensina.

Alice diz que a genialidade é uma coincidência que surge como uma chispa luminosa e como refere o pensador argentino José Engenieros, a função reclama o órgão. “Gênio é aquele que torna atual aquilo que em si é potencial e ninguém alcança a genialidade enquanto em seu meio se sente exótico ou inoportuno, faz-se necessário buscar condições favoráveis para que sua aptidão se converta em função e marque uma época na história. Deixe-se conquistar pela beleza da carta escrita que você é!”, finaliza Schuch.

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