Sabedoria feminina gera o neofeminino e brilha

Ao citar a mulher contemporânea, doutora em gêneros Alice Schuch explana: “Il sole è mio!”

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O Neofeminino ilustra um momento de empoderamento e de liderança feminina experimentado nas últimas décadas mundialmente. É o brilho da mulher que surge e que, na avaliação da doutora em gêneros Alice Schuch, não convém – sequer aos homens – que se apague.

“Mesmo não possuindo a genialidade dos grandes filósofos, a cada uma de nós é dada a inteligência. Ajudá-la a desabrochar (germinar, brotar, borbulhar) significa encontrar-se com a minha luz, com o meu sol, pois, como cantam os italianos, Il sole è mio”, ilustra Alice Schuch.

Pesquisadores referem que Platão descreveu na Alegoria da Caverna a vida de seu mestre Sócrates que, conseguindo liberar-se das amarras da ignorância e tendo acesso à sabedoria, ao tentar transmiti-la, não foi compreendido. Considerado rebelde e revolucionário, acabou condenado por tentar mostrar um mundo de inteligência, de luz, mais belo.

“Suponhamos que Sócrates depois de encontrar a sapiência tentasse retornar à caverna, não teria ele, advindo da luz os olhos cegados agora pelas trevas?”, indaga a doutora e pesquisadora Schuch. Ela responde: “ainda que Sócrates tenha bebido cicuta, Jesus perecido na cruz e Giordano Bruno ardido na fogueira, suas mentes foram ponta de evolução e, assim sendo, suas ideias permanecem entre nós como fontes de luz. Avante sempre com alegria queridas amigas!”.

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