Instituto Gabriel Medina recebe visita de medalhista olímpico Flávio Canto

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JUDOCA CRIADOR DO INSTITUTO REAÇÃO FOI RECEPCIONADO POR GABRIEL MEDINA

O Instituto Gabriel Medina (IGM) recebeu uma visita mais do que especial, um encontro inspirador de dois grandes ídolos do esporte brasileiro. “Em casa”, Gabriel Medina recepcionou o medalhista olímpico do judô, Flávio Canto, criador do exemplar Instituto Reação, no Rio de Janeiro. Em comum, além de grandes conquistas em suas modalidades, as paixões em ajudar as novas gerações e o surf.

O encontro também contou com o presidente da Cervejaria Ambev, Bernardo Paiva, outro apaixonado por surf e que patrocina o IGM através de Guaraná Antarctica. “Foi um momento muito legal, porque tanto o Flávio Canto quanto o Bernardo contaram histórias de vida muito legais, que nos ajudam a crescer, com certeza”, disse Medina.

Na visita, Flávio e Bernardo conheceram a estrutura do IGM, os treinos, atletas e profissionais que atuam no projeto, e falaram um pouco de suas vivências. “Tem um conceito que é muito importante, que é meritocracia, que diz não importa de onde você veio, não importa para onde você vai. O que vocês fazem aqui é dar oportunidade para as pessoas. Porque meritocracia sem oportunidade não existe. Interessa é ver se tem talento, se quer mudar o mundo e dar oportunidade”, afirmou Bernardo.

Flávio contou a sua vida e sua relação com o surf, iniciada aos 11 anos de idade. “Sou da geração do Tom Curren, Tom Carroll, aí chegou o Fabinho (Gouveia), Teco (Padaratz), Vitinho (Ribas). Primeiros heróis que começaram a desbravar o mundo do surf”, disse, mostrando intimidade com o esporte.

Na mesma época, começou a praticar o judô, mas nunca deixou de lado a paixão pelo surf. “O judô eu gosto para caramba, mas eu sou surfista (risos)”, confessou. “A falta de talento no surf me ajudou. Meu sonho era dar um aéreo. Nunca cheguei nem perto, passei a vida inteira tentando. É difícil demais isso aí”, brincou o atleta que chegou ao ápice, com a medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de Atenas 2004 e um ano antes foi ouro nos Jogos Pan-Americanos de Santo Domingo.

Além de brilhar no esporte, Flávio fez sucesso com seu projeto social, que atua em comunidades de baixa renda no Rio de Janeiro, como Rocinha, Pequena CruzadaCidade de Deus e Tubiacanga. Atende cerca de mil crianças e jovens, entre quatro e 25 anos de idade, e revelou destaques como a campeã olímpica nos Jogos do Rio 2016, Rafaela Silva.

“Estar aqui com vocês é um privilégio. Estou vendo futuros Medinas e está na mão de vocês. A gente tem um projeto no Rio, que agora está crescendo para Cuiabá, para São Paulo. Um projeto que começou há 18 anos com uma vontade muito parecida com essa do Gabriel e da família”, falou Flávio Canto.

“Pô, o Gabriel conquistou o mundo e continua conquistando. Ele podia estar sozinho fazendo aquilo para ele, seguindo a vida dele. Mas acho que chega um momento na vida, para alguns mais cedo, para alguns mais tarde, para o Gabriel bem cedo, de olhar para o lado e falar: Como eu uso isso aqui para fazer alguma coisa legal também para os outros? Então aí surge a ideia do projeto como surgiu lá no Reação”, argumentou.

Em seu testemunho, ele também falou de sua iniciativa. “Aprendi tanto com o judô, que tinha de distribuir um pouquinho. Eu acho que é isso que está acontecendo aqui e acho que a missão de vocês que estão aqui como alunos é lá na frente, fazerem parecido com os outros que estão do seu lado”, complementou.

Depois de falarem com atletas e funcionários, Bernardo, Flávio, acompanhados do diretor de marketing da Refrigerantes da Ambev, Felipe Ghiotto, e do gerente corporativo de Transformação da Ambev, Carlos Pignarati, tiveram o privilégio de surfar ao lado de Medina e ainda de vários atletas do IGM. Flávio mostrou habilidade e estilo nas ondas e foi aprovado pelo bicampeão mundial de surf. “Ele surfa bem mesmo”, elogiou.

Encontro também destacou os benefícios do VOA nas instituições

O encontro de Bernardo Paiva, Flávio Canto, Felipe Ghiotto e Carlos Pignatari com Gabriel Medina no IGM serviu também para fortalecer a participação no VOA, o programa de compartilhamento de conhecimentos em gestão com organizações sociais lançado pela Ambev. A ação é comandada pelo próprio Bernardo Paiva, um grande líder no mundo corporativo, numa das maiores empresas do Mundo, que se dispôs a ajudar e serve de exemplo para os líderes das entidades que “copiam” para o Terceiro Setor o modelo de gestão da Ambev para otimizar o trabalho e gerar resultados.

“A visita aqui é um pouco para aprender e ver como o projeto VOA está ajudando vocês”, falou Bernardo, deixando Flávio Canto contar um pouco da sua experiência na parceria com a Ambev. O Instituto Reação foi uma das entidades pioneiras no desenvolvimento desse programa e agora, com resultados expressivos, serve de inspiração, inclusive para o IGM.

“A gente também teve essa sorte de cruzar o caminho com o pessoal da Ambev, que está revolucionando a nossa história, ajudando nosso programa de gestão. Eles chegaram no Reação com a missão de revolucionar a nossa cabeça e estão fazendo muita diferença”, afirmou Flávio Canto.

O experiente judoca e também líder de um projeto de sucesso relacionou o seu esporte para mostrar o poder da superação. “O judô é um esporte que você vê muita gente caindo. Toda hora tem alguém caindo, derrubando. Mas tem um momento que é o mais bonito para mim, quando o atleta se levanta. Às vezes perde de ippon, se levanta e vai para uma próxima luta. Tem sempre uma próxima luta”, exemplificou.

“E eu acho que a vida é definida pela maneira que a gente se levanta ao longo dela. Quando a gente perde uma competição, quando a gente perde a namorada, tem um problema no trabalho, em casa… como a gente reage às nossas derrotas, que estão sempre acontecendo na vida”, reforçou.

Ele lembrou a filosofia do judô, que entende que a derrota faz parte da vida. “Não tem como você fugir dela. E como você encara ela, eu acho que vai definindo como você está crescendo. Podemos medir o sucesso pela quantidade de vezes que a gente se levanta, como a gente se levantou ao longo da vida”, destacou.

“Eu acho que o sucesso está muito ligado a isso: quantidade e qualidade de reações que a gente tem ao longo da vida. E pensando mais adiante, já podemos começar a botar isso na cabeça também: a quantidade de pessoas que a gente levanta. Quantas vezes a gente se levantou e quantas pessoas a gente levantou? Muito mais do que dinheiro, tudo isso vai vindo junto. Se você faz o bem, você vai crescendo junto. E fazendo o bem, você vai levando os outros também”, finalizou.

IGM – Criado do sonho de Gabriel Medina, o IGM iniciou as suas atividades em fevereiro do ano passado com toda a estrutura para jovens dos 10 aos 17 anos treinarem e se prepararem para o futuro como surfistas, usando o modelo do ídolo. Com recursos da Lei de Incentivo ao Esporte, o projeto oferece gratuitamente o treinamento técnico e físico, retaguarda médica, fisioterápica, psicológica e odontológica, além de vários benefícios como aulas de idiomas, natação, apneia, equipamentos para a prática do surf, como pranchas e roupas de borracha, custeio de viagens para competição e alimentação.

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 FOTOS DIVULGAÇÃO. CRÉDITO: CACO REIS