ESPECIALISTA ALERTA QUE RADIAÇÃO PRODUZIDA POR CARVÃO, SOLAR E EÓLICA É MAIOR DO QUE A DA FONTE NUCLEAR

10 de junho de 2019 0 Por daniel
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Um dos assuntos que mais repercutiram durante o seminário internacional “The World Nuclear Industry Today”, realizado recentemente em Brasília, foi a informação que as usinas térmicas (a carvão), eólicas e solares produzem mais radiação para o meio ambiente do que as plantas nucleares. O dado faz parte de um estudo feito pela Unscear (comitê científico da ONU para estudo dos efeitos da radiação atômica). Para repercutir o tema, o Petronotícias conversou com o presidente da Sociedade Brasileira de Proteção Radiológica (SBPR), Marcos Amaral. Ele explica que, no caso do carvão, a queima do combustível libera produtos nocivos para a respiração das pessoas, poluindo a atmosfera com particulados radioativos. Já no caso da eólica e da solar, a informação é que as chamadas terras raras (tipo de mineral radioativo) utilizadas para produzir os equipamentos dessas fontes também geram uma quantidade de radiação, desde a sua mineração. Enquanto isso, Amaral afirma que as doses da radiação liberadas por usinas nucleares são insignificantes do ponto de vista de saúde do trabalhador da planta e do restante da sociedade. “Eu mesmo trabalhei com proteção radiológica na Central de Angra. Ao longo de 23 anos na usina, eu recebi 36 milisieverts de dose durante todo o período. O limite para o trabalhador em apenas um ano é de 20 milisieverts”, revela. Ele ainda complementa que “as doses das usinas brasileiras estão entre as menores do mundo”.

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