FPA: Análise de Mídia – 07/02

– Estadão destaca que o projeto de lei para regulamentar a exploração de terras indígenas já divide o Congresso. Ruralistas defendem que a proposta, enviada ontem pelo presidente Jair Bolsonaro, e pedem um debate aprofundado sobre o tema. Com 257 parlamentares, a bancada é uma das maiores da Casa. Do outro lado, oposição e ambientalistas querem derrubar o projeto antes que ele chegue ao plenário. O presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado Alceu Moreira (MDB-RS), defende que a legalização vai permitir uma ampla fiscalização da atividade em terras indígenas. “Deve ter um trabalho muito profundo no Congresso”, afirmou. Leia +: https://bit.ly/2S52vDA

– Reuters | Projeto sobre terras indígenas gera primeiros movimentos em jogo de pressões
– Yahoo | Projeto sobre terras indígenas gera primeiros movimentos em jogo de pressões
– UOL | Projeto sobre terras indígenas gera primeiros movimentos em jogo de pressões
– Extra | Projeto sobre terras indígenas gera primeiros movimentos em jogo de pressões
– Terra | Projeto sobre terras indígenas gera primeiros movimentos em jogo de pressões
– IstoÉ | Propostas do governo para área ambiental geram críticas
– Estadão | Propostas do governo para área ambiental geram críticas

 – Congresso em Foco fala que o projeto de lei que visa regulamentar a exploração de terras indígenas deve enfrentar dificuldade para andar na Câmara, avaliam deputados ouvidos pelo Congresso em Foco. O texto enviado ao Legislativo hoje é uma promessa antiga do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e foi anunciado ontem durante a cerimônia de comemoração dos 400 dias de governo. Para o deputado Paulo Bengtson (PTB-PA), secretário da Frente Parlamentar da Agricultura (FPA), que é favorável ao projeto, “não há clima” neste momento para que o PL seja aprovado. “Acho que têm outras pautas que são mais urgentes para o Brasil, então acredito que isso fique para o segundo semestre, não sei se neste ano”, disse. Leia +: https://bit.ly/2Stfdea

– Revista Veja diz que a bancada ambientalista na Câmara não anda nada feliz com a atuação, digamos, ‘governista’ de Kim Kataguiri (DEM/SP) nessa discussão da Lei Geral do Licenciamento Ambiental. É que Kim teria, até agora, seguido integralmente todas as orientações do governo de Jair Bolsonaro ao elaborar seu relatório preliminar sobre o tema. Leia +: https://bit.ly/2ujdmkl

– Valor Econômico informa que o projeto de lei encaminhado pelo presidente Jair Bolsonaro ao Congresso nessa quinta-feira (6) para permitir mineração e outros empreendimentos em terras indígenas pretende também autorizar o plantio de sementes geneticamente modificadas nesses territórios. A prática é proibida por uma lei federal de 2007. O uso de transgênicos em áreas de soja e milho foi o motivo pelo qual o Ibama multou, em 2018, associações de indígenas parecis em Mato Grosso que também arredavam terras a produtores não indígenas. Leia +: https://bit.ly/31BJPOF

– G1 fala que os preços mundiais de alimentos subiram pelo quarto mês consecutivo em janeiro, impulsionados por saltos nas cotações de óleos vegetais, açúcar e trigo, informou a agência de alimentos das Nações Unidas nesta quinta-feira (6). O índice de preços dos alimentos da Organização para a Agricultura e Alimentação (FAO), que mede as variações mensais de uma cesta de cereais, oleaginosas, laticínios, carnes e açúcar, teve média de 182,5 pontos no mês passado, alta de 0,7% em relação ao mês anterior. Leia +: https://glo.bo/2H5OMG5

– Valor Econômico diz que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse, nesta sexta-feira (07/02/2020), que com o Projeto de Lei (PL) 191/20, que regulamenta a exploração de recurso minerais em terras indígenas, “o índio vai poder fazer a mesma coisa que o fazendeiro“. A declaração foi feita a apoiadores do presidente nesta manhã, em frente ao Palácio da Alvorada. Bolsonaro não falou diretamente com a imprensa. Ainda duranta a conversa, o chefe do Executivo ironizou as críticas da oposição ao projeto. “Lógico que os ambientalistas não apoiam”, disparou. Leia +: https://bit.ly/3720I6o

– Canal Rural fala que o Ministério de Infraestrutura prevê investimentos de R$ 30 bilhões para ampliar a malha ferroviária do país. Os recursos seriam obtidos por meio de concessões. Informações foram detalhadas pelo ministro Tarcísio Gomes de Freitas, que participou nesta quinta-feira, 6, do 1º Fórum de Desenvolvimento Sustentável da Costa Verde, realizado na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), na cidade de Seropédica (RJ). Leia +: https://bit.ly/2OAyrNU

– Valor Econômico diz que o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), contrariou sua promessa de arquivar o projeto de lei do governo que permite a mineração e agricultura em terras indígenas e determinou, nesta quinta-feira, que o texto seja encaminhado à análise de uma comissão especial. Em novembro do ano passado, em entrevista à jornalista Míriam Leitão, na GloboNews, Maia revelou a contrariedade em dar prosseguimento à tramitação de um projeto que tratasse do tema. Leia +: https://glo.bo/3bo0SZo

– G1 fala que depois de uma disparada em 2019, a carne ficou mais barata em janeiro e puxou a desaceleração da inflação oficial neste início de ano. Considerado a inflação oficial do Brasil, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficou em 0,21% em janeiro, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (7) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – a menor taxa para um mês de janeiro desde o início do Plano Real, em julho de 1994. Leia +: https://glo.bo/2SaL4BD

– Valor Econômico noticia que uma portaria do Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBio) autorizou a prática de pesca esportiva em unidades federais de conservação ambiental. A medida, que também libera a atividade de pesca amadora, foi publicada na edição de ontem do “Diário Oficial da União”. A norma, que é assinada pelo presidente do órgão, Homero De Giorge Cerqueira, também prevê que a atividade ocorra inclusive em áreas ocupadas por comunidades tradicionais, como povos indígenas e quilombolas. Leia +: https://glo.bo/2SoA3ve

– Uol divulga que o presidente Jair Bolsonaro excluiu a sociedade civil do conselho deliberativo do Fundo Nacional do Meio Ambiente (FNMA). O decreto com a mudança foi publicado nessa quinta-feira (6) no “Diário Oficial da União”. O fundo é administrado pelo Ministério do Meio Ambiente e é responsável por fomentar o desenvolvimento de atividades sustentáveis no país, distribuindo verbas arrecadadas nas concessões florestais. O orçamento de 2020 do FNMA é de R$ 33 milhões. Leia +: https://bit.ly/39kIq1B

– Canal Rural diz que o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) não vai incorporar em seu próximo relatório mensal de oferta e demanda, que sai na próxima terça-feira, 11, a possibilidade de maior demanda por grãos decorrente da primeira fase do acordo comercial entre EUA e China, assinada no mês passado. Para traders, isso significa que os números de estoques finais não terão grandes mudanças, já que as estimativas de exportação dos EUA não devem se alterar drasticamente. Leia +: https://bit.ly/377KDw2

– Valor Econômico fala que o julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) das ações que contestam a cobrança de Funrural (Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural) nas exportações indiretas do agronegócio ficou para a próxima quarta-feira. O tema começou a ser analisado na sessão de hoje, com a apresentação dos argumentos das partes envolvidas, mas os votos dos ministros só serão proferidos na semana que vem. Leia +: https://glo.bo/39e0evq

– Uol divulga que o Brasil, maior importador global de fertilizantes, deverá reduzir suas compras neste ano após importações recordes em 2019, apesar da expectativa de que o país continue ampliando o consumo de adubos em 2020 para impulsiona. A queda na importação deve ocorrer porque o país consumirá estoques comprados a preços favoráveis em 2019, ao mesmo tempo em que terá um ligeiro aumento na produção interna de fertilizantes em 2020 e deverá registrar alguma desaceleração no aumento da demanda de adubo, apontou a FCStone em relatório. Leia +: https://bit.ly/2tIuxeM

– Folha de S. Paulo noticia que neto do cacique Raoni e um de seus mais próximos auxiliares, o caiapó Patxon Metuktire, 34, foi exonerado nesta semana do cargo que exercia na Funai (Fundação Nacional do Índio) em Mato Grosso. A demissão foi assinada pelo número dois do ministro Sérgio Moro (Justiça e Segurança Pública), o delegado de Polícia Federal Luiz Pontel e ocorreu apenas 18 dias depois de Raoni ter organizado um encontro na aldeia Piaraçu, na terra indígena Capoto-Jarina, com mais de 600 indígenas. O evento resultou em uma carta aberta que denunciou riscos de “genocídio, etnocídio e ecocídio” no governo Bolsonaro. Leia +: https://bit.ly/2uuiz8J

– O Estadão diz que  o presidente Jair Bolsonaro pretende criar uma assessoria especial em seu gabinete e nomear para a vaga um militar, que teria a função de ajudá-lo na coordenação das ações do governo. A tarefa deveria caber ao ministro Onyx Lorenzoni, que tem sofrido um processo de perda de atribuições dentro do governo. O convite foi feito para o almirante Flávio Augusto Viana Rocha, atual comandante do 1.º Distrito Naval, no Rio de Janeiro. Leia +: https://bit.ly/2OBDmOw

– Valor Econômico principal articulador político da equipe econômica no Congresso Nacional, o ex-deputado e economista Rogério Marinho chegou a ganhar do chefe, o ministro da Economia, Paulo Guedes, o título de “senhor reformas”. Marinho foi o relator da reforma trabalhista, aprovada ainda no governo do ex-presidente Michel Temer, quando era deputado do PSDB pelo Rio Grande do Norte. Leia +: https://glo.bo/2H3AVjJ

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *