AGÊNCIA DE ENERGIA ATÔMICA APONTA DIFICULDADES NO FORNECIMENTO DE ISÓTOPOS PARA MEDICINA NUCLEAR

A produção de radioisótopos médicos continuou durante a pandemia do COVID-19, mas os gargalos no transporte e distribuição podem levar à escassez nos hospitais, de acordo com uma pesquisa da Agência Internacional de Energia Atômica (IAEA) dos reatores de pesquisa onde os isótopos são produzidos. Esse problema já tinha sido identificado pelo Petronotícias em reportagens frequentes há cerca de 20 dias. A pesquisa da AIEA mostrou que a maioria dos “principais atores” continua a produzir radioisótopos durante o bloqueio acionado pela pandemia, já que as instalações de produção foram definidas como “essenciais” pelos governos.

Os radiofármacos são medicamentos que contêm pequenas quantidades de isótopos radioativos usados para o diagnóstico e tratamento de alguns tipos de câncer e outras doenças crônicas. Radioisótopos, incluindo molibdênio-99 – o isótopo de vida curta usado em hospitais para produzir o tecnécio-99m de vida mais curta, que é o radioisótopo médico mais usado no mundo, são produzidos em um número limitado de reatores de pesquisa então transportados para outros países, principalmente por via aérea. No entanto, muitas companhias aéreas não estão mais operando devido à pandemia e o fechamento de fronteiras também está afetando a distribuição de radioisótopos. No Brasil, o gerador de tecnécio só é produzido pelo INPE – Instituto Nacional de Pesquisa Nuclear.

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