Ensino remoto: para 44% dos profissionais da educação, falta de notebooks e internet são fatores impeditivos

Segundo pesquisa conduzida pela Happy Code, auxílio dos pais e dificuldade para manter o foco das crianças também são obstáculos

Para cerca de 44% dos profissionais na área da educação, problemas com conexão de internet ou falta de equipamentos, como computador ou notebook, são alguns dos principais fatores que dificultam o ensino remoto para crianças e adolescentes. É o que aponta uma pesquisa realizada com os franqueados da Happy Code, maior rede de escolas de programação, maker e robótica para crianças e adolescentes do Brasil.

De acordo com os profissionais, a falta de computador ou notebook para as aulas está atrelada não só à ausência de equipamentos, como também à necessidade de divisão do equipamento com os pais, que estão em home office, no horário das aulas, utilizando o computador.

Além dos problemas de conexão e da falta de equipamentos, os franqueados também apontaram a falta de auxílio dos pais (26%) e a dificuldade de manter o foco especialmente das crianças (14%) como fatores que também dificultam a aplicação de aulas remotas durante o período de isolamento social por conta do novo coronavírus.

Segundo a Happy Code, para a implementação de aulas remotas, é importante não só simplificar, estabelecer vínculos com a família do aluno, organizar um plano de estudos e garantir a inclusão com tecnologias acessíveis, como pensar em metodologias ativas e que trabalhem competências socioemocionais, para ajudar o aluno a se colocar como protagonista do seu aprendizado e lidar com uma rotina nova e atípica.

Desde o início do isolamento social, a Happy Code vem adaptando seus conteúdos e aplicando seus cursos regulares de forma on-line, além de oferecer cursos rápidos como alternativa para pais que querem ocupar o tempo de seus filhos em casa de maneira não só divertida, como educativa.

Sobre a Happy Code

A Happy Code – maior rede de escolas de programação, maker e robótica para crianças e adolescentes do Brasil, de Portugal, e a terceira maior no mundo – tem como objetivo disponibilizar um modelo educacional que atenda às exigências do século 21, preparando crianças e jovens com o desenvolvimento de habilidades técnicas e socioemocionais fundamentais.

Mais que formar programadores, a Happy Code busca, por meio de um método exclusivo de ensino, o LET – Lean Education Technology – desenvolver habilidades importantes – essenciais hoje em dia – e que no futuro próximo se tornarão também decisórias. São as chamadas soft skills, as competências relacionadas à personalidade e comportamento das pessoas, atreladas às aptidões mentais, emocionais e sociais.

A rede, que conta com 130 unidades espalhadas pelo Brasil, 90 escolas parceiras e mais de 12 mil alunos, está no topo do pódio mundial em número de escolas de programação e tecnologia para o público entre 5 e 17 anos, além de ser referência no ensino de STEAM – Science, Technology, Engineering, Art and Math.

Agência Joinus

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