Ciclone Amphan deixa 84 mortos e devasta Índia e Bangladesh

Balanço provisório fala em 84 vítimas nos dois países

A passagem do ciclone Amphan, na Índia e Bangladesh, nesta quinta-feira (21), deixou ao menos 84 mortos e centenas de vilas costeiras inundadas, informaram as autoridades locais. A tempestade é a mais forte a atingir as regiões em mais de uma década, segundo especialistas.

saiba mais

A maioria das mortes foram registradas devido à queda de árvores
A maioria das mortes foram registradas devido à queda de árvores Foto: Reuters

A maioria das mortes foram registradas devido à queda de árvores por causa do forte vento e à maré de aproximadamente cinco metros. O fenômeno causou a destruição de milhares de casas, a evacuação de mais de três milhões de pessoas, além de provocar a perda de colheitas.

“71 pessoas morreram, incluindo 15 em Calcutá. Nunca vi um desastre dessa magnitude”, afirmou Mamata Banerjee, ministra chefe de Bengala Ocidental, estado no leste da Índia.

De acordo com autoridades de Bangladesh, até o momento, 12 pessoas perderam a vida no país durante a tempestade. Os balanços dos dois países, no entanto, ainda são provisórios.

Terra com Ansa
   

Radialista é morto com vários golpes de facão e suspeito de assassinato é preso em MS

INTERIOR, Maracaju, Policial – Jornal do Estado MS

De acordo com a polícia, jovem de 22 anos foi preso e confessou crime, em Maracaju. Um outros suspeito está foragido.

Radialista é morto com vários golpes de facão, em Maracaju (MS) ©Redes Sociais

Um radialista de 39 anos foi morto com vários golpes de facão no início da manhã dessa sexta-feira (7), em Maracaju, a 158 km de Campo Grande. De acordo com a delegada Glaucia Valerio, um dos suspeitos, um jovem de 22 anos, foi preso em flagrante horas depois do assassinato e confessou o crime. Um outro suspeito continua foragido.
Conforme a ocorrência policial, Vladimir Lenin Rosa, foi morto com vários golpes de facão, dentro de um barraco em uma área de acampamento conhecida como Poerinha.

Segundo a polícia, testemunhas informaram que o radialista estava com o jovem consumindo bebida alcoólica e droga durante a noite anterior. Dentro do barraco, os policiais encontraram o facão utilizado no crime e uma calça do suspeito suja de sangue.

Facão utilizado no assassinato de radialista, em Maracaju ©Adilson Domingos

O corpo do radialista foi encontrado no início da manhã depois de uma denúncia anônima. Policiais do Setor de Investigações Gerais (SIG) de Dourados fizeram rondas na região e localizaram o jovem próximo a um posto de combustível. O casaco que ele usava estava sujo de sangue e no momento da prisão, ele acabou confessando que era o autor do assassinato.
O caso foi registrado como homicídio e até a publicação desta reportagem não havia sido divulgado a motivação da morte. O suspeito está sendo ouvido na Delegacia de Maracaju.

Por Flávio Dias, G1 MS

Tremor de magnitude 2 é registrado em São Roque, no interior de SP

Publicado em 18/04/2020 – 17:24 Por Elaine Patricia Cruz – Repórter da Agência Brasil – São Paulo

Um tremor de magnitude 2 atingiu a cidade de São Roque, no interior de São Paulo, por volta das 23h55 de ontem (17). A confirmação foi feita hoje (18) pelo Centro de Sismologia da Universidade de São Paulo (USP) e também pelo Observatório Sismológico da Universidade de Brasília (UnB). Moradores da região relataram nas redes sociais terem sentido o tremor.

O epicentro, segundo o Centro de Sismologia, se localizou a 6 quilômetros (km) do centro de São Roque, a 9 km da cidade de Mairinque, a 10 km de Vargem Grande e a 12 km de Ibiúna. O Centro de Sismologia informou que tremores muito pequenos são relativamente comuns no Brasil e podem ocorrer em qualquer lugar. 

“Normalmente [esses tremores] não trazem nenhum perigo a não ser um pouco de susto à população”, informa o órgão. “Não é possível saber a natureza ou a causa destes pequenos abalos. Normalmente são causados por pressões geológicas naturais presentes na crosta terrestre”.

O último sismo registrado anteriormente na região ocorreu no dia 16 de março de 2016, na cidade de Mairinque, com magnitude de 2.2.

Edição: Fábio Massalli

Especialista alerta: Nordeste do Japão ainda tem risco de terremotos

FILE PHOTO:  An aerial view shows workers wearing protective suits and masks work at a construction site (C) of the shore barrier to stop radioactive water from leaking into the sea, at the tsunami-crippled Fukushima Daiichi nuclear power plant
© Reuters/KYODO/Direitos Reservados

Professor pede que sejam feitas inspeções sobre preparativos

Publicado em 12/03/2020 – 06:53 Por NHK* – Tóquio

Um especialista japonês vem pedindo que sejam realizadas inspeções sobre preparativos em relação à probabilidade de outro megaterremoto na Região Nordeste do Japão. Ele afirma que o risco de um terremoto de grande magnitude não diminuiu.

O alerta veio do professor Ryota Hino, da Universidade de Tohoku. Um grande terremoto, seguido de tsunami, devastou a região de Tohoku no dia 11 de março de 2011. Desde o ano seguinte, o grupo de estudos do professor Hino vem monitorando os movimentos do solo no fundo do mar da região, usando 20 aparelhos de GPS, instalados no leito marinho.

O grupo concluiu uma análise detalhada dos dados até setembro de 2016. Os dados revelaram que o fundo do mar, ao largo da costa das províncias de Iwate a Aomori, bem como ao largo da costa de Fukushima, está se deslocando até 8 centímetros em direção leste, anualmente.

O estudo também mostrou que o fundo do mar, ao largo da costa da província de Miyagi – próximo do epicentro do terremoto de 2011 – está se movendo em direção oeste em até 16 centímetros, anualmente.

Hino acredita que as bordas das placas oceânicas do lado terrestre e do lado marítimo continuam a se deslocar vagarosamente por baixo da área costeira da província de Iwate e perto da Fossa do Japão, na província de Fukushima.

Hino afirma que essas regiões não são suscetíveis a grandes terremotos, mas que exercem forte pressão em zonas adjacentes. Ele diz que o movimento no fundo do mar na região de Tohoku mostra que o impacto do enorme terremoto de 2011 continua e que os riscos de outro grande ainda existem.

*Emissora pública de televisão do Japão

Risco de nova erupção do vulcão Taal põe Filipinas em alerta

Residents living near the erupting Taal Volcano evacuate Agoncillo, Batangas, Philippines, January 13, 2020. REUTERS/Eloisa Lopez

ELOISA LOPEZ      Internacional

Até agora, 43 mil pessoas foram transferidas para abrigos

Publicado em 16/01/2020 – 09:35

Por NHK* Manila

Nas Filipinas, especialistas recomendam à população que se mantenha em alerta para o risco de haver nova erupção do vulcão Taal, perto de Manila, que está em atividade contínua.

Uma erupção ocorreu domingo (12) no vulcão situado na Ilha Luzon, distante cerca de 60 quilômetros ao sul da capital, Manila. Segundo autoridades, aproximadamente 43 mil pessoas foram forçadas a se deslocar para abrigos e uma ampla variedade de produtos agrícolas sofreu danos em razão do grande volume de cinza acumulado nos arredores da montanha.

O Instituto de Vulcanologia e Sismologia das Filipinas anunciou nessa quarta-feira (15) que foram observadas numerosas fendas no solo de áreas próximas do vulcão.

Hiroyuki Kumagai, professor de pós-graduação da Universidade de Nagoya, sugeriu a possibilidade de que as fendas sejam causadas por magma em elevação das camadas subterrâneas.

Encarregados do instituto filipino mantêm o alerta do órgão em 4 — o segundo maior nível —, já que mais de 500 tremores vulcânicos foram observados, havendo risco de ocorrer novamente uma grande erupção.

*Emissora pública de televisão do Japão Edição: – Tags: Filipinasalertapopulaçãonova erupção

Filipinas eleva nível de alerta porque vulcão pode entrar em erupção

População sobre problemas de visão e de respiração

Publicado em 15/01/2020 – 07:23

Por NHK (emissora pública de televisão do Japão) Manila

Autoridades das Filipinas afirmaram hoje (15) que um vulcão nas proximidades de Manila pode voltar a entrar em erupção nos próximos dias, continuando a ameaçar a região.

Dezenas de milhares de pessoas tiveram de se refugiar, no último domingo (12), após a erupção do vulcão Taal, localizado a 60 quilômetros da capital.

Residents living near the erupting Taal Volcano evacuate Agoncillo, Batangas, Philippines, January 13, 2020. REUTERS/Eloisa Lopez

Vulcão força parte da população das Filipinas a fugir da fumaça  Reuters/Eloisa Lopez/Direitos Reservados

Segundo o governo, a fumaça continua a alcançar dois mil metros de altura e mais de 460 terremotos vulcânicos foram detectados. Técnicos governamentais  aumentaram o nível de alerta para 4 em uma escala que vai até 5.

Mais de 43 mil pessoas foram evacuadas e mais de 200 abrigos foram montados. Algumas pessoas estão recebendo tratamento para problemas respiratórios e de visão. Edição: – Tags: Filipinasvulcão

Governo filipino alerta população para outra grande erupção vulcânica

Residents living near the erupting Taal Volcano evacuate Agoncillo, Batangas, Philippines, January 13, 2020. REUTERS/Eloisa Lopez

ELOISA LOPEZ      Internacional

Vulcão Taal entrou em atividade no domingo (12)

Publicado em 14/01/2020 – 05:49

Por NHK* Manila

Autoridades das Filipinas estão advertindo a população da possibilidade de ocorrer outra grande erupção de um vulcão nas proximidades da capital do país, Manila.

Uma erupção ocorreu no domingo (12), nas proximidades da cratera do vulcão Taal, na ilha de Luzon, cerca de 60 quilômetros ao sul da capital. As autoridades dizem que colunas de fumaça se levantaram a uma altura aproximada de 15.000 metros.

Imagens feitas na cidade de Lipa, a cerca de 20 quilômetros da cratera, mostram relâmpagos caindo em meio à fumaça, fenômeno conhecido como “relâmpagos vulcânicos”.

O Instituto Filipino de Vulcanologia e Sismologia elevou o nível de alerta para o vulcão Taal ao nível 4, o segundo mais alto. Esse nível significa que uma grande erupção poderá ocorrer dentre de algumas horas ou dias.

Cinzas vulcânicas caíram por amplas áreas da região. Imagens de vídeo mostram ruas da província de Batangas, a cerca de 30 quilômetros da cratera, cobertas de cinzas. As autoridades estão pedindo aos habitantes que cubram o rosto com máscaras ou toalhas para evitar a inalação de cinzas vulcânicas.

Acredita-se que mais de 10 mil pessoas tenham deixado a área.

*Emissora pública de televisão do Japão

Saiba mais

Edição: – Tags: Filipinasvulcãoalerta

Vulcão nas Filipinas: milhares de pessoas são retiradas do local

Cinzas levaram autoridades a suspender voos para Manila

Publicado em 13/01/2020 – 06:23

Por NHK* Manila

Milhares de pessoas tiveram que ser retiradas da Ilha de Luzon, nas Filipinas, por causa de um vulcão que entrou em erupção nesse domingo (12).

O Instituto Filipino de Vulcanologia e Sismologia informou que a atividade começou por volta das 13h, nas proximidades de uma cratera do vulcão Taal. A erupção, que acredita-se ter sido provocada por vapor, levantou fumaça e cinzas a uma altura de até 15 quilômetros (km).

Residents living near the erupting Taal Volcano evacuate Agoncillo, Batangas, Philippines, January 13, 2020. REUTERS/Eloisa Lopez

Pessoas que vivem perto do vulcão Taal, em erupção nas Filipinas, deixam a área  Reuters/Eloisa Lopez/Direitos Reservados

O vulcão, de cerca de 300 metros de altura, fica em uma ilha no meio do lago Taal, a cerca de 60 km ao sul da capital Manila. A região atrai muitos turistas.

O instituto elevou o alerta em torno do Taal para 4, o segundo maior em uma escala que vai até 5, alertando que outra erupção perigosa poderia ocorrer no local dentro dos próximos dias.

Autoridades estão instruindo as pessoas, em um raio de 14 km do vulcão, a deixar o local. Elas informam que não receberam relatos de feridos até o momento.

As cinzas do vulcão levaram a autoridade aeroportuária do país a suspender todos os voos de e para o Aeroporto Internacional Ninoy Aquino, de Manila.

*Emissora pública de televisão do Japão Edição: Graça Adjuto Tags: vulcãoFilipinaserupção

Terremoto que matou 300 mil no Haiti faz 10 anos

Terremoto atingiu o norte do Haiti no final do sábado.

Ricardo Rojas/Reuters/Direitos reservados      Geral

Tragédia agravou condições de miséria do país mais pobre das Américas

Publicado em 12/01/2020 – 09:58

Por Agência Brasil* Brasília O terremoto que devastou o Haiti e deixou cerca de 300 mil mortos e mais 300 mil feridos faz hoje (12) 10 anos. O terremoto agravou as condições de miséria do país mais pobre das Américas. Um 1,5 milhão de pessoas ficaram desabrigadas.

No dia 12 de janeiro de 2010, uma terça-feira, a cidade de Porto Príncipe, capital do Haiti, ficou coberta de poeira por causa de um terremoto, de magnitude 7 na escala Ritcher, cujo epicentro foi na península de Tiburon, a cerca de 25 quilômetros da cidade e profundidade de 10 quilômetros.

O terremoto é considerado o quinto mais grave da história mundial. Destruiu a maior parte da capital haitiana, incluindo o prédio da sede do governo (Palácio Presidencial), a sede do Banco Mundial e a catedral de Notre-Dame de Porto Príncipe.

A sede da missão da ONU de paz e estabilização no Haiti, a Minustah (sigla em francês de Mission des Nations Unies pour la Stabilisation en Haïti), também desabou e causou a morte de diversos funcionários das Nações Unidas, inclusive o chefe da missão, o diplomata tunisiano Hédi Annabi. Naquele momento, havia 1.200 soldados brasileiros atuando na missão.

A brasileira Zilda Arns, pediatra coordenadora da Pastoral da Criança, também morreu na ocasião, quando falava sobre o cuidado com a saúde infantil, por causa do desabamento da igreja onde fazia a palestra.

Após a tragédia, o país, passou por sucessivas crises, inclusive um surto de cólera dez meses após o tremor. Milhares de pessoas foram afetadas pela doença e mais de 9 mil morreram.

Atualmente, o Haiti tem 70% da população na miséria, com renda menor que US$ 2,4 por dia, e o país está em recessão.

*Com informações da TV Brasil e do Radiojornalismo da EBC Edição: Graça Adjuto Tags: haititerremoto10 anos

Sobe para 28 o número de mortos durante tufão nas Filipinas

Publicado em 27/12/2019 – 08:15

Por RTP* Lisboa

As Filipinas elevaram hoje (27) para 28 o número de mortos causados pela passagem do Tufão Phanfone no centro do país. A forte chuva e os  ventos, que chegaram a 195 quilômetros (km) por hora, deixaram ainda dois feridos e 12 desaparecidos.

O balanço anterior indicava 16 mortos durante a passagem do tufão, que atingiu as Filipinas no dia de Natal.

Destroyed Christmas decorations are seen after Typhoon Phanfone swept through Tanauan, Leyte, in the Philippines December 25, 2019, in this photo obtained from social media. Paul Cinco/via REUTERS THIS IMAGE HAS BEEN SUPPLIED BY A THIRD PARTY.
Tufão Phanfone atingiu a cidade de Tanauan, Leyte, nas Filipinas, e destruiu casas e decoração de Natal vista nas ruas Reuters/Paul Cinco

Segundo o último relatório divulgado pela Agência Nacional de Prevenção de Desastres, o tufão já se encontra fora do arquipélago, a cerca de 335 km a oeste de Subic, na costa noroeste.

A maioria dos mortos foi registrada na ilha de Panay. O tufão destruiu barcos, casas e causou inundações, forçando cerca de 39 mil pessoas a deixarem suas casas e ir para abrigos temporários. Quase 90 municípios ficaram sem eletricidade.

O tufão causou outros danos, sobretudo no setor da pesca e em cerca de 60 mil hectares de áreas de cultivo, avaliados em mais de 571 milhões de pesos (cerca de 10,15 milhões de euros).

As Filipinas são atingidas por dezenas de tufões todos os anos durante a estação chuvosa, que começa por volta dos meses de maio e junho e geralmente termina entre novembro e dezembro.

Em novembro de 2013, o tufão Haiyan causou mais de 6.300 mortes e deixou mil desaparecidos.

*Emissora pública de televisão de Portugal

Saiba mais