FPA – Análise de Mídia – 09/06

– Painel da Folha de S. Paulo destaca que nessa segunda-feira (8), a Justiça Federal em Mato Grosso suspendeu os principais efeitos de uma instrução normativa publicada em 22 de abril pela Funai (Fundação Nacional do Índio) que permitia a invasão, exploração e até mesmo a venda de terras indígenas ainda não homologadas pelo governo federal. O texto da instrução normativa foi comemorado por representantes da bancada ruralista no Congresso. Leia +: https://bit.ly/3cHSjI1
 
– Colunista do Uol, Leonardo Sakamoto, fala que uma proposta inserida no projeto que transforma a Medida Provisória 927 em lei quer restringir as pausas a que trabalhadores que atuam em frigoríficos têm direito por estarem em ambientes de até 15º C.
 
A coluna perguntou ao deputado federal Celso Maldaner (MDB-SC), relator da MP 927, a respeito da medida que não constava da proposta original enviada pelo governo federal. Sua assessoria informou que ele ainda estava trabalhando em cima da questão e retornaria assim que tivesse uma posição final. Análise da proposta no site da Frente Parlamentar da Agropecuária destaca que ela é de “grande relevância para o agro”. Leia +: https://bit.ly/3hasunt


– Agência Brasil informa que desde o dia 11 de maio, o governo brasileiro vem travando uma guerra contra quem comete crimes ambientais na floresta amazônica. Mais de 3.800 militares, agentes da Força Nacional, Polícia Federal, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e secretarias estaduais de meio-ambiente estão realizando ações de fiscalização, apreensão e autuação em madeireiras, serrarias e garimpos nos estados do Acre, Amazonas, Rondônia, Mato Grosso e Pará – atual campeão de desmatamento. Leia +: https://bit.ly/30oS8Pj
 
– Valor econômico fala que a desintermediação já é uma realidade. À medida que a economia segue com juros baixos, os investimentos vão ganhando mais complexidade, e isso é fato. As pessoas, antes acostumadas aos juros nominais elevados, agora se encontram perdidas em meio a um novo cenário e devem estar atentas à diversificação de seus investimentos. Leia +: https://glo.bo/30rWCEW
 
– Agência Brasil diz que a ministra Tereza Cristina, titular da pasta, destacou as diferentes formas de distribuição e venda de produtos orgânicos frescos durante a pandemia de covid-19. A ministra afirmou, durante a abertura online da campanha, que boas ideias surgem durante momentos de crise. Leia +: https://bit.ly/30qMn3Y
 
– Canal Rural fala que as entregas de fertilizantes ao consumidor final em janeiro deste ano somaram 3,047 milhões de toneladas, 10,3% a mais que em igual mês do ano passado, quando foram entregues 2,762 milhões de toneladas. Os dados são da Associação Nacional para Difusão de Adubos (Anda) e são os mais recentes divulgados pela entidade. Leia +: https://bit.ly/2XOMmoK
 
– Valor Econômico diz que as exportações de carne bovina (in natura e processada) do país alcançaram 183 mil toneladas e renderam US$ 780,1 milhões em maio, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) compilados pela Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo). Em relação ao mesmo mês do ano passado, o volume cresceu 21% e a receita foi 35% maior. A China foi a grande responsável por esse forte avanço. Leia +: https://glo.bo/2MHO195
 
– Broadcast Agro, do Estadão, noticia que o estoque de produtos agrícolas no País totalizou 26,5 milhões de toneladas no segundo semestre de 2019, segundo a Pesquisa de Estoques divulgada nesta terça-feira, 9, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No mesmo período de 2018, o estoque somava 2,3 milhões de toneladas de grãos a menos. Leia +: https://bit.ly/3hblBCs
 
– Canal Rural diz que uma portaria publicada nesta segunda-feira, 8, pelo Ministério da Cidadania definiu os limites de repasses de recursos aos estados brasileiros, por meio do Programa de Aquisição de Alimentos, para os próximos 12 meses. A verba total de R$ 150 milhões foi dividida levando em consideração indicadores propostos pela Secretaria de Avaliação e Gestão da Informação (Sagi) e devem beneficiar, pelo menos, 23 mil agricultores familiares na modalidade Compra com Doação Simultânea. Leia +: https://bit.ly/2Ur6FWS
 
– Broadcast Agro, do Estadão, divulga que a produção nacional de grãos na safra 2019/20 deve atingir recorde de 250,54 milhões de toneladas, ou 8,5 milhões de t (3,5%) a mais do que o colhido em 2018/19. Em relação ao levantamento passado, de maio, houve queda de 335 mil toneladas na estimativa de produção. Mas o recorde da safra se mantém, resultado de uma área semeada de 65,45 milhões de hectares, com crescimento de 2,3 milhões de hectares (3,6%) sobre a safra passada. Os números fazem parte do nono levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgado hoje. Leia +: https://bit.ly/3hcqknu

– Canal Rural fala que a JBS anunciou que começou nesta segunda, 8, a construção da sua nova fábrica de biodiesel, localizada no município de Mafra, em Santa Catarina. A planta será operada pela JBS Biodiesel, divisão da JBS Novos Negócios, com o investimento de R$ 180 milhões por meio da Seara Alimentos. Assim que finalizada a fase de obras, o que deve acontecer em junho de 2021, a operação deve gerar 100 postos de trabalho diretos e cerca de 300 indiretos, contribuindo para a movimentação econômica na região. Leia +: https://bit.ly/2MF0qL4


– Valor Econômico noticia que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deu início ontem à articulação com o Congresso Nacional para adiar as eleições municipais de 2020 em razão da pandemia de covid-19. Os ministros Luís Roberto Barroso e Edson Fachin, atuais presidente e vice-presidente do TSE, conversaram pessoalmente com os presidentes da Câmara e do Senado, respectivamente o deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) e o senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), sobre a possibilidade de postergar a data do pleito. Ficou acertado que o TSE organizará na semana que vem um encontro deles com especialistas da área da saúde, para bater o martelo sobre a necessidade de adiamento. Leia +: https://glo.bo/37dKed4

– Painel da Folha de S. Paulo fala que em reunião virtual, líderes partidários da Câmara discutiram como viabilizar uma eventual extensão do auxílio emergencial pelo valor atual de R$ 600. A Economia sinaliza renovar o benefício pagando R$ 300. Parlamentares favoráveis à manutenção do valor, que incluem membros da oposição, mas também do centro, defenderam apresentar como alternativa proposta de eliminar fundos que hoje têm verba represada –cerca de R$ 170 bi segundo parlamentares. Leia +: https://bit.ly/37hHxah

– O Globo diz que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) julga nesta terça-feira duas Ações de Investigação Judicial Eleitoral (Aijes) que pedem a cassação do presidente Jair Bolsonaro e do vice, Hamilton Mourão, por irregularidades na campanha de 2018. Ministros da Corte ouvidos pelo GLOBO em caráter reservado acreditam que, por falta de provas, os casos serão arquivados. Eles acreditam que o julgamento será concluído no mesmo dia. Leia +: https://glo.bo/30nUuOr

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Desempenho do crédito rural do atual Plano Safra atinge R$ 207,56 bilhões em 11 meses

O valor total computou, pela primeira vez, os recursos originários da captação de LCA destinados ao financiamento de aquisições de CPR e de operações com agroindústrias

O desempenho do crédito rural no penúltimo mês da atual safra agrícola (2019/2020) continua superando o resultado da temporada anterior, com total de R$ 207,56 bilhões.

O financiamento com as operações de custeio contabilizou R$ 97,23 bilhões (+11%), investimento, R$ 45,98 bilhões (+18%) e industrialização R$ 10,24 bilhões (+63%). O crédito de comercialização teve redução de 11%, e ficou em R$ 20,92 bilhões, resultante, principalmente, de aumentos nos preços agrícolas, o que desestimula a formação de estoques. Os recursos originários da captação de Letras de Crédito do Agronegócio (LCA) e direcionados para aquisições de Cédulas do Produto Rural (CPR) somaram R$ 22,7 bilhões e de operações com agroindústrias totalizaram R$ 10,5 bilhões.

Os números fazem parte do Balanço de Financiamento Agropecuário da Safra 2019/2020, divulgado nesta terça-feira (9) pela Secretaria de Política Agrícola (SPA) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

“O foco do apoio creditício está sendo direcionado cada vez mais para os pequenos e médios produtores rurais e para os programas prioritários de investimento. A participação dos grandes produtores, que respondem pela maior parte do crédito rural, está sendo, aos poucos, reduzida”, avalia o secretário de Política Agrícola, Eduardo Sampaio. “O desempenho favorável das aplicações do crédito rural reflete a confiança do produtor em sua atividade, apesar da ocorrência do Covid19”, diz Sampaio.

LCA

O valor total do desempenho do crédito rural computou, pela primeira vez, a partir de informação do Banco Central, os recursos originários da captação de LCA (Letra de Crédito do Agronegócio) destinados ao financiamento de aquisições de Cédula do Produto Rural (CPR) e de operações com agroindústrias.

Embora previstos anualmente no Plano Safra, esses dados não vinham sendo contabilizados, pois somente eram captados os valores dos financiamentos realizados diretamente para o produtor rural, registrados no Sistema de Operações de Crédito Rural e do Proagro (Sicor), também do Banco Central. A safra da temporada, 2018/2019, também não possuía essa informação.

Os financiamentos contratados com recursos provenientes do direcionamento da captação da LCA totalizaram R$ 56,9 bilhões, sendo R$ 23,7 bilhões diretamente ao produtor rural, pelo crédito rural propriamente dito e, R$ 33,2 bilhões,indiretamente, mediante financiamento de aquisições de CPRs e de operações com agroindústrias, que, conforme mencionado, passam agora a ser computadas.

“Nesta divulgação, conseguimos computar pela primeira vez os recursos originários da captação de LCA para aquisições de CPR’s e de operações com agroindústrias, um valor de R$ 33 bilhões, bastante significativo, que acaba também chegando ao produtor rural”, completa o Secretário.

Custeio e investimentos

De acordo com o boletim elaborado pela SPA, o aumento nos financiamentos de custeio foi elevado sobretudo pela contratação feita pelo médio produtor rural (Programa de Apoio ao Médio Produtor – Pronamp), atingindo R$ 22,78 bilhões (34%). A principal fonte de recursos foram os depósitos à vista, que aumentaram 73%. Os financiamentos dos agricultores familiares (Pronaf) atingiram 12,93 bilhões (aumento de 15%), tendo a poupança rural subvencionada como principal fonte de recursos.

O crédito de custeio direcionado aos demais produtores se situou em R$ 61,51 bilhões e responde pela maior parte deste financiamento, aumento de 3%.

O percentual de crescimento nos financiamentos aos médios produtores (Pronamp) foi ainda mais elevado quando destinado a investimentos, atingindo R$ 2,49 bilhões, aumento de 115%. No Pronaf alcançou R$ 12,13 bilhões (+19%) e R$ 31,36 bilhões (+14%) para os demais produtores.

Os investimentos realizados no âmbito dos programas de investimento, administrados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), com recursos do BNDES e do Banco do Brasil, tiveram acentuado incremento com destaque para Pronamp R$ 2,49 bilhões (+115%), Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica na Produção Agropecuária (Inovagro) R$ 1,28 bilhão (+63%), Programa para Redução da Emissão de Gases de Efeito Estufa na Agricultura (Programa ABC) R$ 2,02 bilhões (+44%) e Programa para Construção e Ampliação de Armazéns (PCA) R$ 1,36 bilhão (+31%). 

MAPA

Análises do Mapa apontam contaminantes em cervejas da Backer produzidas desde janeiro de 2019

A empresa permanecerá interditada até que cumpra todas as exigências do Ministério

Análises do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) indicam a presença dos contaminantes dietilenoglicol e etilenoglicol em cervejas produzidas pela marca Backer desde janeiro de 2019, conforme relatórios de produção disponibilizados pela empresa. Após a validação do método quantitativo, que permite determinar a quantidade de contaminantes, o Mapa fez a análise de mais de 700 amostras de produtos e insumos coletados na cervejaria Backer e no comércio, visando apurar a contaminação.

Até o momento os rótulos de cervejas contaminadas detectadas pelo método quantitativo são: Belorizontina, Capitão Senra, Backer Pilsen Export, Corleone, Capixaba, Três Lobos Pilsen, Layback D2 e Bravo.

A empresa também solicitou a reabertura e a liberação de seu parque fabril. O pedido será atendido somente após a cervejaria cumprir as exigências feitas pelo Mapa e ser capaz de garantir a segurança da produção futura.

Análises

No início das apurações, o Mapa trabalhou com o método qualitativo para detectar a presença dos contaminantes e assim mitigar os riscos à saúde dos consumidores. Após validação do método quantitativo pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária (LFDA) de Minas Gerais, as análises passaram a fornecer a quantidade dos contaminantes nas amostras, o que resultou em uma diferença entre alguns resultados obtidos com o método qualitativo.

Apesar da diferença em alguns lotes, o Mapa ressalta que todos os lotes divulgados com presença dos contaminantes estavam desconformes, mesmo não sendo possível a identificação da quantidade específica presente no produto. “O método qualitativo, apesar de não ser capaz de fornecer informações quanto à quantidade dos contaminantes nas amostras, apresenta maior sensibilidade à presença desses contaminantes, e desta forma identifica-os em níveis inferiores aos detectados pelo método quantitativo”, explica o coordenador-geral de Vinhos e Bebidas da Secretaria de Defesa Agropecuária, Carlos Muller.

A empresa está sendo comunicada dos resultados desconformes das análises quantitativas de seus produtos, e conforme procedimento previsto no Decreto 6.871/2009, poderá requisitar contraprova caso queira contestar os resultados das análises fiscais.

Durante o processo de apuração de contaminação, a cervejaria Backer foi autuada pelo descumprimento de intimações que solicitavam informações essenciais à apuração do caso e determinavam o recolhimento de produtos suspeitos de contaminação no mercado. Como a empresa não cumpriu as intimações em tempo hábil, foi autuada e poderá apresentar defesa às infrações impostas no processo administrativo competente.

O Mapa continuará as apurações da contaminação nas bebidas da cervejaria, atendendo missão da Defesa Agropecuária de garantir a qualidade e inocuidade dos produtos agropecuários.

MAPA

Chega ao mercado nova plataforma web para a comercialização de commodities agrícolas

Commerce da GAtec vai facilitar ainda mais o trabalho dos produtores rurais e tradings no controle suas atividades comerciais

A compra, venda e as negociações de commodities agrícolas de modo geral nunca foram tarefa fácil. Excesso de complexidade, morosidade, imprevisibilidade, falta de confiabilidade, por anos isso foi a realidade que produtores rurais e tradings enfrentavam ao controlar suas atividades comerciais. Somado a todas estas incertezas, as operações de sempre exigiam uma equipe numerosa, grande volume de documentação e o domínio cirúrgico de detalhes que podiam comprometer todo o processo comercial.

Para trazer novas soluções para este cenário, a GAtec uma das maiores empresas do setor AgTech, especializada no desenvolvimento de ferramentas para a gestão agroindustrial, apresenta para o mercado a nova versão de sua ferramenta já consagrada, o Commerce. O sistema é o mais completo e inovador na gestão de compra e venda de commodities agrícolas. “Esta plataforma ajuda a controlar todos os processos envolvidos na comercialização de commodities, dando acesso a indicadores simples, intuitivos, rápidos e assertivos, como quase nenhum sistema do gênero consegue fazer”, explica o engenheiro agrônomo, Leonardo Ramos, diretor de comercialização de commodities da GAtec.

O Commerce agora entra em um novo momento e já está sendo desenvolvido na nova plataforma SimpleFarm, sobre a qual começam a convergir todos os sistemas da GAtec. Além da total integração com os sistemas agrícolas dos clientes, o potencial tecnológico do SimpleFarm fará com que o Commerce deixe de ser apenas um Software de controle e passe a ser uma plataforma de comercialização de commodities, o que aumentará drasticamente seu potencial.

A nova versão já está saindo do forno e entrará em testes integrados com o ERP SAP em breve. Desenvolvida em uma plataforma web, essa nova versão não representa apenas um salto tecnológico, mas também leva diversas inovações que vão facilitar o dia a dia dos clientes, possibilitando que estes transacionem um volume muito mais alto de produtos de forma segura. “O Commerce será acessado 100% via internet, sem qualquer necessidade de instalação na máquina do usuário. É como utilizar um website, mas com a performance e a capacidade de um moderno sistema de informação, plenamente integrado aos principais ERPs do mercado”, afirma Ramos.

Ainda de acordo com o diretor da GAtec, não apenas os produtores e tradings vão se beneficiar com a nova versão, mas todos os agentes envolvidos na comercialização de commodities agrícolas, como despachantes, transportadores, certificadores de peso, entre diversos outros. Todos esses profissionais poderão ter acesso à nossa plataforma de comercialização e fazer consultas, enviar e receber arquivos, entre outras coisas. “O Commerce entrará em outro patamar, deixando de ser um software para ser uma plataforma avançada de relacionamento entre os diversos profissionais e empresas envolvidos na comercialização de commodities para mercado interno e externo. Sua tecnologia avançada possibilita isso”, salienta.

Diferenciais

A plataforma começou a ser desenvolvida em 2007 e de lá para cá a ferramenta foi sendo aperfeiçoado para se tornar uma solução completa. Os seus diferencias quando comparados a tecnologias semelhantes no mercado são inúmeras. Entre elas destaca-se: a fácil integração do processo de compra e venda de commodities agrícolas dos mercados interno e externo, pois a ferramenta segue toda a norma internacional. Somado a isso, realiza a rastreabilidade total das operações garantindo a qualidade e as informações de cada produto, da origem ao destino.

O Commerce está disponível para diversos segmentos dentro do agronegócio, são elas: milho, soja, açúcar, carne, citros e pecuária. Entretanto a ferramenta também se destaca na cultura de algodão. “Devido às características dessa cultura, o software precisa ser capaz de controlar as operações com base nas características individuais dos fardos de pluma, que formam lotes de comercialização com suas especificidades de peso, qualidade e precificação. Toda essa complexidade requer controles rígidos, já que é um mercado seleto e muito baseado em confiança e segurança nos dados, levando transparência ao comprador”, afirma Ramos.

Hoje, o sistema atual já é responsável pela comercialização das commodities agrícolas de 17 grandes produtores rurais, além de quatro tradings que o utilizam para executar compras e vendas. “A simplificação que o Commerce trouxe a essas operações é sem paralelo no mercado, porque tanto o usuário quanto os gestores conseguem visualizar e controlar a quase totalidade do processo no sistema, sem a necessidade do uso de planilhas eletrônicas. Esperamos que a nova versão 100% online que estará disponível ao mercado em meados de setembro desse ano, traga ainda mais benefícios e facilidades aos nossos clientes”, destaca o diretor da Gatec.

Sobre – A GAtec S/A Gestão Agroindustrial está sediada em Piracicaba, no interior paulista, oferecendo aos clientes consultoria, treinamento, desenvolvimento e integração de sistemas de gestão para o agronegócio. Composta por profissionais com mais de 35 anos de experiência em planejamento e controle agroindustrial, a empresa está presente em 12 países com mais de 250 clientes. Sua atuação contempla diversas culturas do agronegócio, entre elas, cana-de açúcar, grãos, algodão, café, citros, pecuária, entre outros. Mais informações www.commercesf.com.br ou www.gatec.com.br.

Press Manager,.

Os cinco sinais que indicam quando um produtor rural deve entrar com pedido de recuperação judicial

Consultor da Quist Investimentos revela os principais aspectos que levam a essa tomada de decisão

Ficar atento à produção, fluxo de caixa, safra e clima são algumas das peculiaridades da atividade de todo produtor rural. Com a crise causada pelo novo coronavírus, temas como capacidade de pagamentos, análise de créditos de terceiros e execuções acabaram sendo incorporados à nova realidade desse público. O que muitos produtores rurais não sabem é que quando esses assuntos começam a fazer parte da realidade do seu negócio há fortes indícios que a saúde financeira da operação esteja bem debilitada e com fortes indícios de que a recuperação judicial se aproxima. 

Para Douglas Duek, sócio-fundador da Quist Investimentos, especializada em reestruturação e recuperação judicial de empresas, o pedido de RJ de produtores rurais é um mecanismo relativamente novo para eles, motivado especialmente por decisões favoráveis e recentes do STJ.

“O produtor rural que tem um CPF, na teoria, não poderia entrar com pedido de recuperação judicial para sua empresa. O fato é que o produtor rural só opera com seu CPF porque que tem alguns benefícios fiscais oferecidos pelo governo”, explica.

“Se o produtor toma crédito, tem dívidas, tem funcionários, operação, ele de fato é uma empresa, talvez não legalmente no papel, mas é empresa. A lei estabeleceu que os produtores rurais têm acesso a essa ferramenta de reestruturação de suas dívidas, mas como o produtor pode saber se é indicado pra ele ou não, se o diagnóstico é pra ele ou não?”, questiona.

Veja abaixo os cinco sinais que todo produtor rural deve ficar atento para saber o momento exato de um pedido de recuperação judicial:

Capacidade de pagamento real 

Há casos, por exemplo, de produtores com patrimônio em fazendas estimado em R$ 100 milhões e metade desse valor em dívidas. Quem está em situação semelhante e acredita que sua operação é viável, tome cuidado porque não está fazendo o cálculo correto. O ideal é comparar a capacidade de geração de caixa, ou seja, o lucro líquido gerado após a conclusão de toda operação versus o tamanho da dívida. Se esse produtor fatura R$ 30 milhões e tem 15% de lucro (R$ 4,5 milhões anuais), a conta correta é que esse montante faça frente à dívida de R$ 50 milhões. Ainda deve ser levado em consideração o longo período para a quitação desse valor, acrescido de juros e correção monetária. 

Análise de crédito de terceiros 

Grandes empresas fornecedoras costumam solicitar essa documentação para entender como está a análise de crédito e endividamento dos produtores. Quando essas empresas começam a negar crédito, é um ponto importante para o produtor avaliar, um bom indício de que ele está com problemas.

Execuções

Esse é um ponto crítico. Quando os produtores começam a ser executados por parte dos credores, a recuperação judicial pode ser uma proteção necessária para garantir a manutenção das atividades e proteção dos bens enquanto a negociação dos débitos será feita. 

A tal ideia errada de vender a fazenda para pagar dívidas 

Esse tipo de prática é desaconselhável em um processo de reestruturação.  Imaginemos que estamos em uma indústria e pretendo vender a máquina principal produtora para pagar dívidas. Aí eu acabo com a empresa? Geração de empregos e de impostos? Isso foi uma reestruturação? E uma liquidação de uma atividade de anos? O fluxo de geração de caixa sempre deve pagar a dívida e nunca a venda do bem principal de um produtor, como uma fazenda, por exemplo.

Ter dívidas de vários tipos e inúmeros credores diferentes com problemas

Quando as dívidas começam a apertar e a capacidade de pagamento já não é possível de cumprir, é comum ter vários problemas com diversos credores ao mesmo tempo. Como fazer para negociar com diversos credores e cabeças diferentes em pouco tempo? Muitas vezes é impossível e começam as execuções, protestos e arrestos. A recuperação judicial então serve para colocar “ordem na bagunça”, colocando todos os credores, passivos trabalhistas, bancos com ou sem garantias de imóveis e fornecedores de forma organizada para votar um plano de renegociação dos débitos e temporariamente suspender ações e arrestos. 

“Esses são alguns dos pontos que devem servir de alerta a um produtor que pode estar precisando se reestruturar. O ideal é que seja diagnosticado por um profissional financeiro especializado para ponderar todos os prós e contras em uma operação complexa como a RJ”, finaliza Douglas.

A Quist Investimentos atua com um departamento especializado em agronegócios, responsável pela estratégia financeira da recuperação judicial de casos como: Sementes Talismã, Cotril Máquinas, Agroregional, New Agro, Grupo Zaltron, Camera&Soldatelli, Adelco Pedó, Grupo Badauy, Grupo Brunetta entre outros.

Sobre a Quist Investimentos

A Quist Investimentos é uma das maiores assessorias de turnaround, reestruturação e recuperação judicial do mercado. Fundada em 2008, a consultoria já participou da   recuperação de 150 empresas, com mais de R$ 15 em dívidas renegociadas. Atualmente, está à frente de 45 projetos de RJ, com dívidas estimadas em R$ 5 bilhões. A operação é conduzida por Douglas Duek, mestre em finanças, com formação em Harvard e na New York University.

Mais informações

Claudio Sá (claudio.sa@conteudonet.com) – Cel. 11 999457005

Ricardo Morato (ricardo.morato@conteudonet.com) – Cel 11 98799-5868

IBGE prevê alta de 1,8% na safra nacional de grãos em 2020

Colheita de soja em Correntina, Bahia (BA) 01/04/2010 REUTERS/Paulo Whitaker

© Reuters/Paulo Whitaker/Direitos Reservados

Volume é 0,5% menor do que o estimado, mas significa alta de 1,8%

Publicado em 09/06/2020 – 10:20 Por Vitor Abdala – Repórter da Agência Brasil – Rio de Janeiro

A safra nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas deve fechar o ano com produção de 245,9 milhões de toneladas, segundo previsão feita em maio pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O volume é 0,5% menor do que o estimado em abril, mas ainda assim representa uma alta de 1,8% em relação a 2019 (241,5 milhões de toneladas).

E, mesmo com a queda da previsão em relação a abril, a estimativa de maio mantém-se recorde. A área colhida, estimada para 2020, deve ser de 64,6 milhões de hectares, um crescimento de 2,1% em relação ao ano anterior.

Entre as principais lavouras de grãos, são estimadas altas na produção, em relação a 2019, para a soja (5,2%), arroz (5,3%), trigo (31,4%), sorgo (5,3%) e o algodão herbáceo (0,1%). Por outro lado, são esperadas quedas nas safras de milho (-3,8%) e de feijão (-1,3%).

Outros produtos

Além dos grãos, o IBGE estima safras de outros produtos importantes da matriz agrícola brasileira. A cana-de-açúcar, por exemplo, deve ter alta (0,9%), assim como o café em grãos (14,7%) e a laranja (4,2%).

São esperadas quedas nas safras de banana (-3,8%), batata-inglesa (-4,3%), mandioca (-1,6%) e tomate (-5,2%). A produção de uva deve se manter a mesma de 2019.

Edição: Kleber Sampaio

Capacidade de armazenagem agrícola chega a 177,7 milhões de toneladas

© Reuters/Ueslei Marcelino/Direitos Reservados

Informação é da Pesquisa de Estoques, divulgada pelo IBGE

Publicado em 09/06/2020 – 11:20 Por Akemi Nitahara – Repórter da Agência Brasil – Rio de Janeiro

A capacidade de armazenamento de produtos agrícolas no Brasil chegou a 177,7 milhões de toneladas no segundo semestre de 2019. É o que mostra a Pesquisa de Estoques, divulgada hoje (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O estudo levanta informações sobre o volume e a distribuição geográfica dos estoques de produtos agrícolas básicos armazenáveis.

O aumento na capacidade foi de 1,3% em relação ao semestre anterior. Os produtos estocados totalizaram 26,5 milhões de toneladas, 2,3 milhões de toneladas a mais do que havia em 31 de dezembro de 2018. O maior volume estocado é de milho, com 11,9 milhões de toneladas, seguido pela soja (5,5 milhões), o trigo (4,1 milhões), arroz (1,7 milhão) e café (1,0 milhão).

Somados, esses produtos representam 91,6% do total de estoque monitorado pelo IBGE na pesquisa. Os 8,4% restantes são o algodão, feijão preto, feijão de cor e outros grãos e sementes. Os estoques de milho cresceram 6,8% e os de soja tiveram aumento de 0,7%, na comparação com o segundo semestre de 2018. Apresentaram queda os estoques de arroz (-21,2%), de café (-19%) e de trigo (-2,2%).

Silos

O principal tipo de armazenagem do país é o silo, que teve aumento de 2,2% na comparação com o primeiro semestre de 2019. Eles representam 48,7% da capacidade total, chegando a 86,6 milhões de toneladas. Em segundo lugar vêm os armazéns graneleiros e granelizados, que mantiveram a capacidade total de 66,7 milhões de toneladas, responsáveis por 37,5% da armazenagem nacional.

Os armazéns convencionais, estruturais e infláveis representam 13,8% da capacidade de armazenamento do país, com um total de 24,5 milhões de toneladas de produtos agrícolas, um aumento de 1,7% em relação ao primeiro semestre de 2019.

Segundo o IBGE, houve queda de 0,5% no número de estabelecimentos ativos, que somaram 7.940 no segundo semestre de 2019. Apenas a Região Norte apresentou acréscimo no período, de 0,9%. Tiveram queda as regiões Nordeste (-1,9%), Sudeste (-1,8%) e Sul (-0,2%). No Centro-Oeste, o número de estabelecimentos com estoque ficou estável.

O estado de Mato Grosso permanece com a maior capacidade de armazenagem do país, com um total de 44,5 milhões de toneladas – 58,0% dessa capacidade em armazéns graneleiros e 33,8% em silos. Em seguida vêm o Paraná, com 32,3 milhões de toneladas de capacidade, e o Rio Grande do Sul, com 32,2 milhões. Nos dois estados predomina o uso de silos.

Edição: Graça Adjuto

Boas práticas agrícolas contribuem para definir características de identidade e qualidade dos grãos do café

Publicações do Consórcio Pesquisa Café orientam cafeicultores sobre como evitar perdas na qualidade e obter café com valor agregado

Diferentemente de outras culturas agrícolas, a produção de café tem uma peculiaridade muito específica que é a elevada influência da etapa da pós-colheita na qualidade do produto. Assim, cuidados de manejo na pós-colheita devem ser associados à adoção de boas práticas em todo ciclo da cultura do café. Nesse contexto, a tipificação da identidade e de qualidade que definem a classificação do café beneficiado, grão cru, identifica defeitos, cuja quantificação é indicadora de qualidade do produto, os quais podem ser considerados intrínsecos ou extrínsecos.

Os defeitos intrínsecos são os grãos pretos, verdes, ardidos, chochos, mal granados, quebrados e brocados, de causa genética, fisiológica, ou decorrente de falhas nos processos agrícolas (nutrição, pragas, doenças, secas, geadas, colheita e preparo), ou ainda que podem ocorrer após a retirada dos frutos da lavoura durante o processo de descascamento, secagem, armazenamento e beneficiamento. E os defeitos extrínsecos se referem à presença de objetos fora do padrão do café beneficiado (coco, marinheiro, casca, paus e pedras).

Assim, a busca da qualidade do café deve envolver boas práticas agrícolas para reduzir tais defeitos durante toda a fase do cultivo. Nesse sentido, as principais causas desses defeitos e medidas de prevenção são apresentadas nas publicações  Defeitos do café e MANUAL DO CAFÉ – Colheita e Preparo, da Série Tecnológica da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais – Emater-MG, as quais também estão disponíveis na íntegra no Observatório do Café do Consórcio Pesquisa Café, coordenado pela Embrapa Café.

Leia esta ANÁLISE/divulgação na íntegra na página da Embrapa Café,  do Observatório do Café e do Consórcio Pesquisa Café.

Conheça também o Portfólio de tecnologias do Consórcio pelo link http://www.consorciopesquisacafe.com.br/index.php/publicacoes/637 e também acesse todas ANÁLISES e notícias da cafeicultura.

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70º Leilão Nelore Mocho CV será realizado no programa “De Olho na Fazenda”, de 18 a 30 de setembro

No último dia 28 de maio, representantes da Nelore Mocho CV e das leiloeiras MB Leilões e Leilosul se reuniram para acertar detalhes do leilão da marca no programa “De Olho na Fazenda”, a ser transmitido pelo Canal do Boi de 18 a 30 de setembro. Ao todo, a parceria irá oferecer 1.000 animais do plantel de Carlos Viacava.

A nova modalidade, que visa promover oportunidades em diferentes dias e horários para o produtor adquirir os animais durante a programação do canal, marca a 70ª edição do Leilão CV que, em 2020, completa 34 anos de seleção genética.

Serão disponibilizados 600 touros e 400 matrizes, todos registrados na ABCZ (Associação Brasileira dos Criadores de Zebu) e avaliados pela ANCP (Associação Nacional de Criadores e Pesquisadores) por meio do Programa Nelore Brasil, criado em 1988 no Departamento de Genética da Faculdade de Medicina da USP de Ribeirão Preto.

Os touros, nascidos entre setembro e novembro de 2018, estarão com dois anos de idade. Entre as fêmeas, encontram-se novilhas prenhes ou virgens para a próxima estação de monta e vacas com prenhez confirmada. Também serão ofertados 15 touros usados no repasse das fazendas CV, nascidos no mesmo período de 2017 e que terão, portanto, três anos de idade à época do leilão.

Os exemplares estão sendo filmados e suas imagens serão disponibilizadas a partir do início de setembro nos sites da marca Nelore Mocho CV, das leiloeiras Leilosul e MB Leilões e também do Canal do Boi, juntamente com o catálogo completo, que inclui as principais informações geradas no âmbito do programa da ANCP.

As vendas terão condições especiais de pagamento em dez parcelas, com facilidades de frete e preços fixos, informados nos sites e nas transmissões a serem realizadas pelo Canal do Boi. Durante o período de 13 dias do leilão, os touros estarão disponíveis para visitação na Fazenda Santa Gina, em Presidente Epitácio (SP), enquanto as fêmeas poderão ser conhecidas na Fazenda Campina, em Caiuá (SP).

Nos dois últimos dias da programação, os animais ainda não vendidos serão leiloados de forma convencional, sendo ofertadas as fêmeas no dia 29 de setembro e os machos no dia seguinte.

Também será possível comprar por telefone nas duas leiloeiras, no Canal do Boi ou com a equipe Nelore Mocho CV, com vídeos e catálogo disponíveis para celular, tablet ou computador. Para mais informações consulte o hotsite http://carlosviacava.com.br/leilao/.

News Prime

A importância dos produtos Ex na prevenção de explosões em unidades agrícolas

Por Ricardo Zanata*

Segundo dados do IBGE, a safra de grão de 2020 está estimada em aproximadamente 249 milhões de toneladas, o que representa aumento de 3,1% em relação a produção de 2019. Para acompanhar estas grandes safras são necessários investimentos em novas instalações ou ainda na modernização das instalações em que os grãos são armazenados, processados e industrializados, bem como nos gigantes terminais de exportação de granéis sólidos.

Estas unidades agrícolas são projetadas para movimentar milhares de toneladas de grãos e têm potencial risco de explosões devido a presença de poeira proveniente da movimentação e do atrito entre os grãos. As instalações industriais que processam os grãos também apresentam elevado risco de explosões por causa de substâncias inflamáveis presentes nos vapores dos produtos fabricados. Há ainda grande presença de poeira de grãos em muitas etapas do processo, como em tombadores hidráulico, moegas, transportadores helicoidais, armazéns horizontais e silos.

Segundo a entidade americana Dust Safety Science, os principais locais com maior registro dos casos de explosões e incêndios são os coletores de pó, conhecidos como filtros manga ou filtro ciclone; armazéns, silos ou outras formas de armazenagem; elevadores verticais, conhecidos como elevadores de caneca ou caçamba; e em transportadores horizontais, conhecidos como correias transportadoras.

Uma das fontes de ignição dessas explosões são os atritos de partes mecânica móveis ou por equipamentos elétricos como motores, contatores, chaves liga/desliga e por partes eletrônicas de transmissores e sensores, por exemplo. Há muitas medidas de prevenir as explosões, uma delas é a utilização de produtos elétricos com proteção Ex, isto é, itens dedicados para locais com potencial risco de explosões. Os produtos Ex devem ser certificados pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (INMETRO).

Além de utilizar equipamentos elétricos fixos e portáteis com proteção Ex, devidamente certificados pelo INMETRO, é indispensável que os operadores e todos que tenham acesso aos locais com potencial risco de explosão – como as áreas classificadas de gases inflamáveis Zonas 0,1 e 2 e poeiras combustíveis Zonas 20, 21 e 22 – recebam instruções e treinamentos sobre os riscos e procedimentos.

A Schmersal, por exemplo, tem um portfólio dedicado à proteção Ex. São inúmeras soluções para atmosferas explosivas com certificação INMETRO, com produtos desenvolvidos para eliminar possíveis fontes de ignição que oferecem riscos aos ambientes. É extremamente importante que empresas e profissionais que atuam em áreas com risco priorizem produtos adequados para atmosferas explosivas, incluindo no agronegócio. Todos são corresponsáveis pela prevenção desses acidentes.

*Ricardo Zanata é engenheiro especialista de produtos Ex da Schmersal