Potencial de negócios foram aumentados com as Lives

Tecnologia permite alcançar mais pessoas em menor tempo e custo.

As teorias do marketing ensinam que “Todo o artista tem de ir aonde o povo está”. Ou seja, o mercado precisa estar atendo aos movimentos dos consumidores para saber como atender às suas demandas. Com o advento da pandemia foi recomendado que a população fique em casa. E, com isto, o relacionamento direto cliente empresa caiu a níveis quase zero. Demorou um pouco para entender esta mudança, mas assim que foi absorvido, as empresas perceberam que utilizar as plataformas digitais para fortalecer o relacionamento com seu cliente, era a melhor forma de agir. Assim, surgiram as Lives, que são palestras, encontros, apresentações artísticas através das redes sociais. O mundo dos negócios entrou na casa das pessoas para dizer, estamos juntos. Mas qual o resultado que estas Lives estão trazendo e como podem gerar negócios no presente e para o futuro?

É uma “nova” forma de comunicação onde conseguimos alcançar um número maior de pessoas interessadas nos temas propostos. Além de clientes da empresa, outros produtores têm acesso às informações e podem assistir em suas casas. É muito mais interessante do que uma reunião presencial em um sindicato rural, por exemplo”. Com esta afirmação o agrônomo e diretor executivo da Geoplan Soluções em Agronegócio, Cristiano Gotuzzo relata a sua experiência com o que se pode chamar de um novo modelo de negócio, que são as palestras via internet.

Ele acrescenta que este formato está trazendo resultados bem interessantes. “A gente fortalece o relacionamento com clientes e produtores rurais que passam a nos conhecer melhor, tanto que tem vários contatos pós-live, para ter mais alguma informação, mas também com o objetivo de contratar os serviços da empresa”, ressalta, acrescentando que é um modelo que provavelmente veio para ficar, principalmente, porque reduz muito os custos operacionais.

 A gerente de marketing da Fertiláqua, Vanessa Barcelli disse que optaram por fazer as lives para estar próximo dos produtores, clientes e revendas neste momento de pandemia, em que o acesso pessoal está bastante limitado. “O objetivo é levar conteúdos técnicos voltados ao agronegócio; os temas vão desde tratamento de solo até a colheita final. Dessa maneira podemos estar “presente”, levando informações que seriam tratadas diretamente no campo. nas lives falamos de tecnologias e/ou manejos”, disse ela. Em concordância com Vanessa, a gerente de marketing e comunicação da Koppert Brasil, Jaqueline Antônio, disse que os eventos digitais se tornaram ferramentas imprescindíveis de comunicação nesse momento de isolamento social, permitindo que as marcas pudessem se conectar e continuar se relacionando com os clientes.

A especialista em marketing digital e Head de estratégia da Plin Digital, Mariana Petek, afirma que as lives vieram como um recurso que as empresas, entidades e pessoas encontraram para ir ao encontro do seu cliente a fim de mantê-lo por perto ou ainda, como forma de prospectar novos negócios. “Mas a questão agora é o que fazer com todo este conteúdo que está sendo produzido, qual a estratégia vai ser usada para engajar o público e mantê-lo perto da marca”, pergunta Mariana.

Segundo ela para manter “a roda girando” vai ser importante postar o conteúdo em video que foi feito, no youtube, no facebook, no Instagram ou no igtv (se for maior do que 1 minuto). A segunda dica é se a empresa/instituição tiver um mailing organizado, comunique para seu público, por e-mail, que seu canal do youtube está atualizado com mais um material e, finalmente, “mantenha seu público engajado com o conteúdo nos stories”, aconselha a especialista. O profissional de marketing digital, Valter Azevedo concorda com a visão de Mariana e avança um pouco mais. “É preciso ter uma estratégia de produção de conteúdo que permita criar um sentimento de que você foi mais que uma empresa querendo um cliente, foi a mão amiga nesta hora se a empresa for da área de serviço. Se for um e-commerce, é hora de turbinar as lives para mostrar quais soluções a empresa tem para atender às necessidades do cliente que não está podendo sair para fazer compras nas lojas”, finaliza.

Agro Press,.

Opinião: Compliance não é só para grandes empresas: como aplicar em pequenos negócios

Por André Chehadi*

Certamente, o nosso país impõe muitos desafios para as pequenas e médias empresas (PMEs), como burocracia excessiva, legislações complexas nas áreas tributária e trabalhista, informalidade em muitos mercados, etc. Somado a isso, há sempre certa turbulência nas questões políticas e econômicas que geram incertezas sobre investimentos e afins. Mesmo assim, o papel de destaque que essas empresas desempenham no cenário socioeconômico nacional é incontestável.

A propósito, não podemos perder de vista que programas de compliance são recomendados tanto para grandes, quanto para as médias e pequenas empresas. Integridade independe do tamanho da empresa e do ramo de atuação. Em reforço a tal afirmação, os donos de pequenos negócios têm observado que a adoção de programas de ética e integridade está deixando de ser uma simples questão de construção da imagem da empresa para se tornar uma pré-condição para conquista de mercados. 

Na mesma linha, dentro de uma lógica de responsabilidade solidária, as grandes empresas também estão começando a demandar, em maior ou menor grau, adesão dos seus fornecedores a programas de compliance, definindo, em contrato, o compromisso com o código de conduta do contratante e sua postura anticorrupção. Vale também lembrar que, em parceria com o Sebrae, a Controladoria Geral da União (CGU) criou uma cartilha de integridade para pequenos negócios, um programa que reúne um conjunto de atitudes e medidas para orientar a atuação de funcionários e dirigentes para sanar a ocorrência de atos ilícitos.

Em minha trajetória profissional também tive o privilégio de implantar programas de compliance em PMEs e pude constatar que as micro e pequenas empresas enfrentam diferentes desafios frente ao compliance, considerando que essas empresas têm características peculiares de governança, como a concentração das decisões na mão de poucos administradores ou de uma única família.

Assim, um programa de integridade deve sempre atender às necessidades específicas da empresa. E por que isso é importante? É simples: as empresas estão sujeitas a riscos diferentes. A quantidade de funcionários, a área de atuação, os parceiros de negócios, a região em que está localizada, a participação em licitações, o número de contratos celebrados com a administração pública, entre outros. Tudo isso contribui para que cada empresa tenha riscos próprios, que são só dela.

Tudo isso faz com que o compliance impulsione a empresa para a profissionalização, dando-lhe maiores condições para o crescimento, melhoria na gestão e na sucessão de empresas familiares, etc. Uma boa dica para que o programa seja implementado de forma eficiente é observar os parâmetros de integridade das micro e pequenas empresas, estabelecidos pela Lei Anticorrupção:

  1. Comprometimento da direção da empresa;
  2. Adoção e implementação de padrões de conduta, código de ética, políticas e procedimentos; 
  3. Treinamentos e divulgação do programa de integridade; 
  4. Registros contábeis confiáveis; 
  5. Controles internos que assegurem a elaboração e a confiabilidade de relatórios e demonstrações financeiras; 
  6. Procedimentos para prevenção de fraudes e irregularidades em licitações, na execução de contratos administrativos ou em qualquer interação com o setor público;
  7. Medidas disciplinares;
  8. Procedimentos que assegurem a pronta interrupção de irregularidades e correção de danos.

De fato, uma empresa correta e que possua medidas de integridade terá um importante diferencial. Portanto, se o seu negócio adota essa postura íntegra, com certeza estará à frente de outras empresas que não dão importância a isso. Esse conhecimento favorece a inovação, otimiza a aplicação de recursos financeiros, amplia os resultados da companhia e facilita a seleção e a manutenção de funcionários com os mesmos valores de integridade aplicados na organização. O movimento de inclusão das PMEs no ambiente de compliance é um grande avanço para o Brasil e, com o tempo, virão os muitos benefícios para o seu negócio.

* André Chehadi é Chief Compliance Officer (CCO) da Tecnobank.

Isolamento não pode destruir o sonho de empreender

Segmento de alimentação é um dos mais indicados para quem quer abrir o próprio negócio

Com a pandemia do novo coronavírus e o cenário econômico sendo afetado, o sonho de empreender não precisa ser, necessariamente, excluído. Esta é uma afirmação de empreendedores que mesmo em meio ao isolamento social, decidiram colocar em prática o sonho de abrir o próprio negócio. Um dos segmentos que têm sido menos afetado é de alimentação e, por isso mesmo, uma opção para aqueles que desejam se tornar microempreendedores. As medidas restritivas de circulação não contemplaram o delivery e pedidos de balcão, motivos pelos quais o setor se manteve diante a crise.

Em Pouso Alegre, Minas Gerais, por exemplo, o casal Viviane Margarito e Paulo Cesar Resende decidiram abrir uma franquia da rede Casa de Bolos e apostar nas vendas de bolos 100% artesanais, feitos com frutas de verdade. A loja que será inaugurada ainda em maio já está preparada para funcionar seguindo todas as regras de higienização recomendadas pelos órgão competentes, como o uso de máscaras, disponibilização de álcool em gel, distância mínima de segurança no atendimento, entre outros.

Por sua vez, em Chapecó,Santa Catarina, o empreendedor Felipe Santana decidiu colocar a mão na massa e investir em uma franquia da rede Pizza Prime, que, mesmo com a pandemia, segue em ritmo de expansão por todo país. Além de ser um dos pratos prediletos dos brasileiros, a qualidade das pizzas aliada aos preços baixos são garantias de sucesso nesses tempos de isolamento.

E é em Santa Catarina, estado onde já houve a flexibilização do comércio, que outra empreendedora, Marinaira Costa aposta no sonho de tornar-se dona do próprio negócio. Ela abre no bairro de Meia Praia, um dos mais frequentados pelos turistas, uma loja da rede de chocolates finos, Chocolateria Brasileira, e passa a operar seguindo todos os cuidados e recomendações no atendimento presencial, além de oferecer a entrega via delivery.

Já no Rio de Janeiro, o estudante de arquitetura Caio Nunes reuniu suas economias e para adquirir uma microfranquia da rede Mr. Fit. Observando a carência do bairro Bangu, localizado na zona oeste do Rio, ele passará a fornecer refeições saudáveis em marmitas ultracongeladas disponibilizadas diretamente pela franqueadora.

lais@markable.com.br
(11) 4329-2418 / (11) 4329-2419
(11) 99334-2418 / (11) 97271-7867

Como os presidiários estão convivendo com a Covid 19?

O Brasil é hoje o terceiro maior país em número de presos do mundo, ficando atrás apenas dos Estados Unidos e da China. A cadeia é um ambiente comumente insalubre, onde há racionamento de água, sendo que o contato contínuo de todos os presos, aliado à superlotação carcerária, certamente contribuirá para a disseminação da doença. Impossível, ao menos de imediato e concomitantemente, toda a população carcerária ter acesso aos produtos e mecanismos que auxiliam na prevenção do COVID-19, pois sabemos dos entraves orçamentários e de gestão de políticas públicas que permeiam nosso sistema.

Se o álcool gel se tornou inicialmente um produto escasso para os cidadãos que vivem na sociedade, sem sombra de dúvidas, passou a ser inacessível àqueles privados da liberdade. Quanto aos cuidados primários e preventivos contra o vírus, nem mesmo água e sabão são garantias de não contaminação, em razão das restrições internas que são postas para a entrada de objetos e produtos nas celas.

Em tempos de COVID-19, o sistema carcerário também sofre com a epidemia. Se o coronavírus tem se espalhado pelo país a uma velocidade considerável, em locais onde as pessoas têm liberdade, certamente se instalará com maior rapidez em ambiente carcerário, em que é comum aglomeração, ou melhor, um amontoado de pessoas em condições precárias, como é o caso do sistema prisional. Bastaria, assim, que um fosse contaminado e permanecesse na cela dentre os demais ou tivesse contato com algum agente prisional infectado, para disseminar a doença.

Eis aí o efeito cascata necessário à proliferação. E é exatamente isso que começamos a testemunhar nos últimos dias. De acordo com dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) a partir de 1º de maio os casos de contaminação entre os detentos saltaram de 243 para 1406, o equivalente à evolução de 478% em apenas quatro semanas. Esse índice de crescimento também se deu entre os policiais penais que trabalham nas Unidades Prisionais do País. De acordo com o Departamento Penitenciário Nacional (Depen) tivemos 38 presos e 36 servidores mortos nestes últimos dias, ou seja, a contaminação não escolhe suas vítimas e, atualmente, o maior foco se concentra no Complexo da Papuda, em Brasília. Todavia, não é possível termos números exatos de óbitos e de presos contaminados, visto que os números oscilam de um dia para o outro em todo o país.

Diante do atual cenário, é inevitável que os mais de 770 mil presos do país, de acordo com dados do último censo, estejam nutrindo sentimentos de pavor, medo, aflição e total insegurança, pois sabem da precariedade do sistema carcerário brasileiro. De norte a sul do país a situação é a mesma, presos deixaram de receber visitas, direito este previsto na lei de execução penal (art.  41, X).

No entanto, assim como quem estava em liberdade passou a obedecer às regras e normas dos governos federal, estadual e municipal, quanto à quarentena, para evitar a contaminação ou proliferação do COVID-19, não foi diferente no sistema penitenciário, que precisou suspender as visitas aos presos. Até aí, em um primeiro momento, é perfeitamente compreensível. Todavia, considerando que se vão mais de 60 dias das medidas implementadas, começa a surgir um clima tenso que alia a ausência de contato com os familiares, ou seja, o isolamento e suas restrições, com o aumento do índice de contaminação dentro das Unidades Prisionais. Apesar de no último dia 06 de maio de 2020 ter sido editada portaria (nº 14) do Ministério da Justiça, que regulamentou o uso obrigatório de máscara de proteção facial como medida de proteção, prevenção e controle do COVID-19 em todos os espaços das penitenciárias federais, sejam eles abertos ou fechados, por todos os servidores, colaboradores, terceirizados, advogados, autoridades e qualquer pessoa que tenha autorização para adentrar na Penitenciária Federal, a fim de evitar a disseminação da doença, essa medidas não são suficientes para a solução do problema,  seja em âmbito federal ou estadual a situação já instaurada.

É imprescindível que os departamentos responsáveis pelo sistema penitenciário brasileiro, tanto no âmbito federal como estadual, implementem ou deem continuidade com a máxima urgência a plano de ação não somente para conter a disseminação da contaminação pelo COVID-19, mas também para realizar um trabalho com o judiciário visando verificar a situação relativa à pena de cada sentenciado a fim de conceder benefícios, caso já tenham seus requisitos preenchidos, evitando desse modo que sejam contaminados e façam parte, ainda que involuntariamente, de movimentos de subversão à ordem ou disciplina, conforme rascunho do atual cenário. 

Neste caso a probabilidade do aumento de tentativas de fugas, rebeliões ou até mesmo resgate de determinados presos é bastante grande, pois o desespero é a mola propulsora para a busca da liberdade a qualquer preço, sobretudo, em tempos de pandemia.

Autora: Débora Veneral é advogada, professora universitária e diretora da Escola Superior de Gestão Pública, Política, Jurídica e de Segurança do Centro Universitário Internacional Uninter.

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Como o mundo, professores nunca mais serão os mesmos

Por Regina Silva*

Diante do cenário que estamos vivenciando, os desafios são gigantes para a educação como um todo e para os professores em particular. O mundo está se transformando e não voltaremos “ao normal”, pois o normal será uma nova realidade, muito diferente do que estávamos vivendo até a pandemia de covid-19. O mundo, provavelmente, não será o mesmo. A Educação e os professores também não. São muitos os aspectos que devem ser levados em consideração, como também, as inúmeras incertezas: durante quanto tempo as escolas ficarão fechadas? Como será a regulamentação? Como garantir a qualidade e o cumprimento do currículo? Como engajar alunos e famílias nesse nosso modelo? Mas, deixando de lado as incertezas e sobre as quais não temos domínio, vamos focar especialmente no papel do professor, que precisa se reinventar para continuar cumprindo sua missão de mediar a aprendizagem dos estudantes. 

O processo de ensino e aprendizagem se transforma neste contexto. As formas habituais de lecionar precisam ser revistas. É preciso modificar o planejamento pedagógico e encontrar alternativas para envolver, motivar e propiciar o desenvolvimento dos estudantes, mesmo que a distância. A profissão de professor envolve muita relação interpessoal e acolhimento. Talvez aqui esteja a maior perda. A falta do olho no olho e das interações entre professores e alunos assim como entre alunos e os colegas. Um dos principais desafios é adequar aulas, materiais e atividades para outro modelo que não o presencial. Muitas tecnologias estão sendo disponibilizadas neste momento de crise. É uma avalanche de informações, o que torna muito difícil encontrar a melhor solução para atender a essa necessidade não planejada de ensinar além dos muros da escola.

Apesar da grande maioria dos professores utilizar regularmente as tecnologias no dia a dia, a situação fica mais complicada quando se trata de conhecer e dominar novas ferramentas e metodologias para adaptar as aulas a um novo formato. Isso exige um tempo que não temos. Inclusive, muitas escolas no país estão definindo férias de vinte dias para que suas equipes se preparem melhor e desenvolvam conteúdos e dinâmicas adequados para as aulas a distância. Outro grande desafio é a falta de infraestrutura necessária para aulas a distância nos lares, especialmente em se tratando de estudantes da escola pública. Essa questão, de homeschooling, não pode ficar à margem, pois temos que garantir uma educação não excludente. A falta de tempo e preparo das famílias para mediar a realização de atividades pedagógicas torna a situação o ensino em ainda mais complexo.

Existe o fato, ainda, de que os desafios são diferentes para alunos das diferentes faixas etárias, já que é possível adaptar recursos para atender desde a Educação Infantil até o Ensino Médio. Porém criatividade, objetividade e simplicidade são os postos-chave para este momento, independentemente da idade dos estudantes. A crise consolidou algo que já sabemos: alunos estão mostrando que as instituições formais de ensino já não são mais os principais locais para buscar informações e aprender. Portanto, precisamos reinventar a escola como espaço relevante de aprendizagem para que cumpra seu papel de formar estudantes a fim de interagir com criatividade, ética e responsabilidade na sociedade em que estão inseridos.

As tecnologias digitais podem ajudar a tornar esse desafio menos estressante para todos os envolvidos nos processos de ensinar e aprender. Plataformas adaptativas, por exemplo, permitem ao estudante seguir o próprio caminho de aprendizagem de uma forma mais autônoma, seja recuperando dificuldades individuais ou avançando para conceitos mais complexos. Os dados coletados no decorrer da realização das atividades auxiliam o professor a acompanhar, mesmo que a distância, o desempenho de cada aluno e a intervir quando a mediação se faz necessária. É apenas um exemplo de como os tão propalados Big Data e Inteligência Artificial podem ajudar o #FiqueEmCasa a ser mais produtivo e envolvente.

Oferecer conteúdo relevante, bem dosado, com interação e uma rotina de produção para que os alunos participem de forma ativa das atividades, compartilhando ideias e dando devolutivas, pode assegurar maior interesse e compreensão dos conceitos abordados. Metodologias ativas, educação 4.0, autonomia do aluno, temas voltados para educação e amplamente discutidos em congressos, seminários, simpósios entre outros eventos agora ganham destaque e é o momento para colocá-los em prática.

O professor, depois do covid-19, assim como qualquer um de nós (inclusive os estudantes), será um profissional mais preocupado com o outro, que valoriza as relações interpessoais. A principal transformação que a crise nos trará está ligada ao envolvimento, engajamento e determinação para fazer e ser diferente. Quando as aulas presenciais retornarem, o professor certamente estará mais antenado às estratégias diferenciadas e ao novo. Será capaz de enxergar, avaliar e aliar o interesse dos alunos aos recursos usados em sua prática pedagógica diária. Isso proporcionará mais dinâmicas para aulas, engajamento dos alunos e, consequente, mais aprendizagem. Estamos prestes a vivenciar a decolagem da Educação 4.0 no Brasil, defintivamente.

* Regina Silva é diretora pedagógica da unidade de tecnologia educacional da Positivo Tecnologia e especialista nas soluções para escolas disponíveis em http://tecnologia.educacional.com.br

O Perigo do EAD na Infância

Por Leonardo Torres *

Diante da pandemia do coronavírus, não demorou muito para as universidades do Brasil adotarem um sistema 100% de educação à distância (EAD). Parece até que tudo já estava planejado. Já os colégios demoraram um pouco mais para se adaptar, mas sabendo que o nível de inadimplência das mensalidades aumentaria, também migraram para o EAD. Essa preocupação com o ônus da instituição, muitas vezes camuflada pela própria instituição como uma “preocupação com a educação da criança”, fez com que os colégios não pensassem em um modelo educacional adequado para crianças e jovens, duplicando os já existentes nas universidades.

Isso é um problema: não se pode equivaler o que se aprende na infância (creche e escola) ao que se aprende na vida adulta (faculdade). A infância é de suma importância para o desenvolvimento de um indivíduo. Nela, o indivíduo aprende muito mais do que em uma faculdade, cujo conhecimento apreendido é mais específico. Neste momento inicial da vida, o indivíduo será apresentado à complexidade do mundo, da sociedade, da cultura, e por meio destas, irá tecer a sua própria complexidade. Cada experiência que um indivíduo sofre nesta época o transforma de alguma forma: das boas aos traumas, dos sons aos gostos, do calor ao frio, etc..

Reduzir as experiências da vida de uma criança pode ser crucial para o seu desenvolvimento. Parece que, se ela está segura diante dos aparelhos eletrônicos assistindo a uma aula on-line, ela não sofrerá com as adversidades da vida e isso será bom. Na realidade, assim como diz o ditado, “bons mares não fazem bons marinheiros”. Quanto mais experiências boas e ruins, mais um indivíduo estará preparado para a vida. Experiências como ralar o joelho, não ganhar um jogo, brigar com um colega e ter que pedir desculpas podem trazer muito mais aprendizado do que qualquer outro meio de educação. Lembrando que experiências somente boas ou somente ruins unilateralizam o indivíduo e sua complexidade também é reduzida.

Nesta crise pandêmica e em meio ao importante isolamento social, é quase impossível uma instituição promover atividades que demandem um relativo grau de complexidade das crianças, visto que a única solução atual de contato entre indivíduos tem sido o ambiente audiovisual, as redes sociais, a internet, etc.. Ambiente este que reduz a experiência humana aos sentidos da audição e da visão. Colocar uma criança por horas diante de uma tela que promove conteúdos supérfluos e estimula a audição e a visão é viciar a criança nos aparelhos eletrônicos; é transformá-las em usuários e não indivíduos. Nesta época tão importante do desenvolvimento infantil, é necessário que a criança fuja das telas e seja apresentada ao que é dor e alegria; ao azedo, amargo e doce; aos cheiros diversos; às texturas; à profundidade tanto do espírito (sujeito) quanto dos objetos.

Os aparelhos eletrônicos poderiam, sim, ser uma ferramenta para os pais estarem em contato com os professores e combinarem direções e atividades para cuidar e ensinar as crianças; e até para as crianças matarem a saudade dos amigos e dos professores. Falta ainda pensar e repensar esse sistema educacional infantil com a real preocupação no aprendizado da criança.

DFreire Com,.

UniAvan promove live nesta segunda para falar sobre desafios das carreiras em tempos de pandemia

Iniciativa inaugura projeto #ElasFalam, onde profissionais mulheres irão compartilhar seus conhecimentos com a comunidade.

“Bastidores da Educação Superior e desafio das carreiras em tempos de pandemia” é o tema da live promovida pelo Centro Universitário Avantis – UniAvan, na próxima segunda-feira, dia 8, às 18h30, no Instagram da pró-reitora acadêmica da instituição, Dra. Gabriella Depiné Poffo  @dragabrielladepine. A ação inaugura o projeto e #ElasFalam, que busca reunir durante a quarentena mulheres de destaque em diversas áreas de atuação, para compartilharem um pouco do seu conhecimento com a comunidade.

Além da professora Gabriella, que é doutora em Administração, a conversa contará com a participação da advogada e doutora em Desenvolvimento Regional, Dra. Ana Lúcia Bittencourt. Dentre os temas da conversa, estarão o que as exigências do MEC para os Centros Universitários ensinam sobre carreira e empreendedorismo, como funciona a educação superior em períodos de crise, o que esperar do mercado com o futuro incerto e até que ponto a educação formal será um diferencial na pós-pandemia.

Segundo Gabriella, a ideia da live surgiu como forma de usar o conhecimento técnico de cada área para tentar projetar futuras possibilidades das carreiras nestes tempos incertos. “A pandemia pegou todo mundo de surpresa e estamos, na medida do possível, reinventando nossas rotinas. Quando você trabalha com auditorias e rígidos controles de qualidade do Ministério da Educação para a educação superior, você lida com o imprevisível na rotina, é tudo muito dinâmico. Vamos tentar trazer um pouco desse universo para a conversa”, destaca.

Além disso, a Dra. Ana Lúcia vai falar um pouco sobre os desafios da carreira em tempos de crise e como as profissões precisarão se reinventar, possivelmente, não só neste período, mas também na pós-pandemia. “Achamos que este era o momento também de valorizarmos a representatividade feminina. É um período desafiador para todo mundo, mas em muitos contextos para as mulheres as dificuldades de conquistar espaço e colocação no mercado são ainda maiores”, explica Ana Lúcia.

Ainda em junho, o #ElasFalam irá trazer um conteúdo específico do curso de Pedagogia, em que a professora e psicopedagoga Gilmara Heusser irá falar um pouco sobre a educação das crianças neste período de quarentena e como aproveitar este momento para o desenvolvimento delas em diversos aspectos. 

Na Mídia Comunicação

Roberta Watzko
roberta.namidia@gmail.com
(47) 99918-7956

O novo caminho da sustentabilidade

Capacidade de adaptação, agilidade, flexibilidade. A maioria das grandes organizações estão acostumadas a responder estas premissas, mas nos últimos meses, elas se tornaram mais relevantes do que nunca. Muitos setores já possuíam medidas para proteger a saúde de seus funcionários e clientes e, mesmo assim, viram a necessidade de reforçá-las e até mesmo repensá-las. Foi o que ocorreu com o setor de alimentação rápida, que precisou adaptar sua operação às novas diretrizes que garantem a máxima segurança, para impedir a propagação do novo Coronavírus.

O mundo mudou e, do ponto de vista das empresas, lidamos com consumidores que também adquiriram um novo olhar. O consumo responsável se tornou ainda mais protagonista e as ações de impacto social e ambiental assumiram importância absoluta para os negócios. Em um cenário que ainda é visto e pensado com incerteza, e diante de um futuro cheio de perguntas, as empresas devem adotar um papel fundamental para continuar gerando e liderando essa mudança, além de tornar a realidade pós-pandemia muito mais sustentável.

As grandes empresas têm a missão de gerar um impacto positivo nos mercados em que operam e fomentar projetos sustentáveis incorporados no coração de seus negócios. Dessa forma, em conjunto com os fornecedores com os quais trabalham, as operações devem propor a implementação de programas para reduzir a pegada de carbono na produção de suas matérias-primas.

O compromisso com o meio ambiente também é uma parte importante da experiência que os clientes possuem com as marcas. Isso foi confirmado recentemente, quando bares e restaurantes pararam de fornecer canudos plásticos em diversas cidades do país. Com essa iniciativa simples, foi possível eliminar o descarte de toneladas de plástico descartável no meio ambiente. Hoje em dia, o mercado já desdobra esse movimento em novos projetos, como a remoção de tampas de bebidas e a modificação de materiais de embalagem, entre outros.

O consumo de materiais com uma vida útil curta é um dos muitos problemas com os quais lidamos diariamente. Em um contexto em que estamos repensando a normalidade, queremos nos apoiar em larga escala para expandir a responsabilidade e criar o novo caminho da sustentabilidade para todos. Hoje, no Dia Mundial do Meio Ambiente, e todos os dias, devemos ter consciência do nosso planeta, porque temos apenas um e é uma tarefa de todos cuidar e respeitá-lo.

*Por Leonardo Lima, diretor corporativo de Desenvolvimento Sustentável da Arcos Dorados, maior franquia independente do McDonald’s no mundoPatricia BelarminoTelefone: + 55 (67) 3331 1467 / (67) 99221 3227
E-mail: patricia.belarmino@dvcomunicacao.com.brwww.dvcomunicacao.com.br Campo Grande/MS

Empresário proativo tem mais chance de superar crise

Negociar com credores e fidelizar clientes são estratégias recomendadas pelo advogado e economista Alessando Azzoni

Com o anúncio do governo do Estado de São Paulo de flexibilização da quarentena pelo coronavírus e reabertura de atividades econômicas, os empresários e comerciantes devem adotar medidas sanitárias rígidas para proteger clientes e funcionários. Uso de máscaras, aplicação de testes e reestruturação de espaços para evitar aglomerações são alguns exemplos.

Mas ter uma postura proativa nesse momento é tão importante quanto todos esses cuidados para que a recuperação dos negócios seja realmente efetiva. De acordo com Alessandro Azzoni, advogado, economista e professor de Direito na Universidade Nove de Julho (Uninove), a reabertura é necessária pela dificuldade de uma empresa se manter ativa por mais de 60 dias com as portas fechadas, mas deve ser feita com cuidado e planejamento. “Seguir as regras determinadas pelos governos, como uso de máscaras, atendimento limitado de pessoas, distanciamento pessoal e escalas de equipes para evitar aglomerações, mesmo com o custo que isso acarreta, é importantíssimo para que a empresa não tenha um problema mais grave ainda, que é o afastamento dos funcionários e contaminação de clientes”, destaca ele.

Para Azzoni, o tempo de recuperação de cada empresa dependerá da situação dela antes e durante a pandemia. “As empresas já vinham sofrendo com os processos recessivos. Em 2015 houve uma queda de 3,8% do PIB; em 2016 a baixa foi de 3,3%, com retomadas em 2017, 2018 e 2019 (avanços de 1%, 1,1% e 1,1% respectivamente) e agora, que o cenário ensaiava sair de um quadro recessivo, veio essa crise pandêmica, mas muitas delas já estavam em endividamento com financiamentos e empréstimos”, explica.

A abertura da economia será gradual, segundo ele, porque as pessoas não sairão gastando impulsivamente, já que têm preferido guardar dinheiro por ora. “Em março houve um superávit de R$ 30 bilhões, mostrando que a população está querendo formar um colchão de liquidez para uma crise ou para emergências, mas todo faturamento registrado nessa retomada ajuda na economia”, pondera. Já as empresas que tiveram seu faturamento alterado durante a pandemia, mas se mantiveram atentas às necessidades de seu público, têm mais chance de se recuperar da crise econômica. “Elas terão baixa no fluxo alterado, mas podem sobreviver. O tempo de recuperação vai depender do comportamento do consumidor e da própria empresa. Primeiro porque o consumidor agora está mais consciente pelo fato de não ter saído tanto às compras. Com e-commerce, as pessoas tendem a pensar um pouco mais, é bem diferente daquela compra por impulso em uma loja de rua ou no shopping”, destaca Azzoni.

Nesse modelo de relação, analisa o economista, uma parcela baixa de comerciantes se preocupava com a fidelização do seu cliente, porque havia esse movimento natural de pessoas no mercado. Durante a pandemia, mesmo com dificuldades, as empresas que se conectaram com o cliente saíram na frente porque conseguiram atender as necessidades dessas pessoas. “Se um empresário nunca fidelizou, não abriu um canal conversação e agora espera o cliente voltar, pode ser que isso não aconteça porque a mentalidade mudou e outros fizeram essa aproximação. Agora é muito importante lembrar-se do cliente, começar a fazer contato e recuperar sua base”, ensina.

Ainda no quesito recuperação, outro aspecto que demanda atitude é a renegociação de pagamentos para manter o caixa ativo. Isso deve ser feito com transparência e planejamento, aconselha Alessandro Azzoni. “Não há dados exatos sobre como a crise pandêmica impactará a economia, mas medidas protetivas foram adotadas, como impedimento de negativação de empresas e de pessoas por 90 dias e proibição de despejos, por exemplo”. Com a volta do controle de crédito, será possível ter uma noção melhor do cenário, mas muitos comércios entrarão com pedido de recuperação judicial, chegando ao fechamento ou decretação de falência. “As empresas que sempre conseguiram honrar seus pagamentos, que não recorreram a empréstimos bancários e sempre usaram recursos próprios terão uma margem bancária melhor”, avalia o economista.

Mas isso não significa que as demais não possam conseguir. “O que elas devem fazer é ser transparentes. Os credores sabem de toda a dificuldade do momento. Omitir-se ou se tornar indisponível pode parecer má-fé. Portanto, é hora de ligar para o credor, seja ele banco, fornecedor ou locador de espaço, e explicar que perdeu faturamento, pedir prazo, dar estimativas e informar sua situação”, ensina Azzoni. “Ao fazer um planejamento mostrando ao credor a sua forma de sair da situação, como se fosse uma recuperação extrajudicial, o empresário deixa o credor mais tranquilo com sua honestidade e ganha tempo”. O mecanismo da renegociação, segundo ele, movimenta bilhões no país e é atrativo: no final de 2019, o Banco Central e a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) realizaram uma ação de negociações em massa que resultou 60% a mais em acordos de renegociação e movimentou R$ 4,5 bilhões, mesmo com descontos de 65% em dívidas a serem pagas em até 58 parcelas.

As previsões são de que somente em 2022 o país tenha um cenário um pouco mais positivo, para o comércio e para outras áreas. “Este é um ano de sobrevivência econômica. As empresas que conseguirem se adaptar mantendo-se produtivas saem de 2020 com grande aprendizado, com nova fatia de mercado e nova estruturação”, finaliza.

PERFIL

Alessandro Azzoni é advogado, economista, especialista em direito ambiental, com atuação nas áreas do Civil, Trabalhista e Tributário. É mestre em Direito da Universidade Nove de Julho, especializado em Direito Ambiental Empresarial pela Faculdade Metropolitanas Unidas (FMU). Graduado em direito pela FMU. Bacharel em Ciências Econômicas pela FMU. Professor de Direito na Universidade Nove de Julho (Uninove). É Conselheiro Deliberativo da ACSP – Associação Comercial de São Paulo; Coordenador do NESA -Núcleo de Estudos Socioambientais – ACSP – Associação Comercial de São Paulo; Conselheiro membro do conselho de Política Urbana – ACSP – Associação Comercial de São Paulo; Membro da Comissão de Direito Ambiental OAB/SP.

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Como as propriedades do Cobre podem ajudar a evitar a propagação de vírus e bactérias resistentes

Com o aumento dos casos de infecção pelo Coronavírus, a preocupação em relação à higiene pessoal e manuseio em superfícies de contato cruzado redobrou. Nunca antes se falou tanto disso. O isolamento social também foi inevitável, mas quando sair de casa é imprescindível, é preciso evitar também tocar em superfícies como corrimões, barras de apoio em metrôs e ônibus, maçanetas, móveis, puxadores, entre outras. O que muitos talvez não saibam é que alguns materiais são mais eficazes para reduzir a quantidade de bactérias e vírus e agem muito mais rápido contra a proliferação, comparado a outros materiais. Esse é o caso do Cobre.

O Cobre além de ser conhecido por sua grande aplicabilidade, usado em larga escala para a produção de produtos como fios elétricos, tubos industriais, material hidráulico e tantas outras, também apresenta excelentes resultados de ação antimicrobiana, agindo com eficácia na redução significativa da atividade de bactérias, fungos e vírus, fato comprovado em pesquisas científicas iniciadas na década de 90 e início dos anos 2000.

O motivo pelo qual o Cobre deixa inativos diversos tipos de bactérias, fungos e vírus está ligado diretamente à sua capacidade de aceitar ou doar facilmente seus elétrons (ou seja, apresenta uma alta oxidação catalítica e um alto potencial de redução). Nos vírus, por exemplo, esta propriedade química permite que os íons de Cobre destruam as enzimas envolvidas nos mecanismos de reprodução, além de danificar a proteína de envoltura e ácido nucleico.

Atenta a estas características, em 2008, a Agência de proteção Ambiental Norte Americana (US EPA – United States Environmental Protection Agency) reconheceu o Cobre como metal antimicrobiano natural, e passou a definir as superfícies de cobre como autossanitizantes. O interessante é que esta característica permanece mesmo quando o metal está oxidado, com aspecto escurecido, ainda que sua cor natural pode ser recuperada com um simples processo de limpeza.

Diante disso, diversos países da América do Norte, do Sul e da Europa promoveram iniciativas para o uso do Cobre em locais com superfícies de contato em locais de alto fluxo de pessoas, tais como edifícios, complexos comerciais e de transporte, além de locais que sediam serviços de saúde, como clínicas e hospitais públicos e privados. No Brasil, foram feitas algumas iniciativas pontuais, principalmente voltadas para mobiliários hospitalares e demais superfícies de contato, como maçanetas e corrimãos.  O emprego de cobre exige um maior investimento inicial, porém se for levado em consideração o valor agregado que o material traz, o retorno sobre o investimento é muito rápido, principalmente se for considerada a redução de despesas decorrentes da minimização de índices de infecção hospitalar e de transmissão de doenças.

No caso específico do Coronavírus, as propriedades antimicrobianas do Cobre estão sendo testadas pela comunidade científica e os resultados preliminares são bastante promissores. Uma pesquisa recente, publicada na Revista de Medicina New England, calculou pela primeira vez o tempo de sobrevida do novo Coronavírus fora do corpo humano. Antes, já era de conhecimento científico bons resultados em estudos relacionados ao Sars-CoV-1, que causou uma epidemia na Ásia nos anos 2000. Esta discussão já foi objeto de pautas em publicações especializadas em construção e arquitetura.

Diante da sensibilidade atual do tema, e todas as consequências que a pandemia tem gerado, mesmo que os resultados dos estudos com a Sars-Cov-2 são preliminares, algumas ações preventivas já podem e devem ser tomadas para ajudar a propagação dessa e, de qualquer outra carga viral ou bactericida. Engajada na luta contra a COVID 19, a Termomecanica, por exemplo, instalou superfícies de Cobre em corrimãos, catracas e puxadores de portas localizados nas regiões de maior circulação de pessoas dentro de suas dependências. Uma ação simples, rápida e adicional – afinal, o uso dessas superfícies não elimina a necessidade de outras ações de higiene pessoal – mas, que pode fazer a diferença.

Em suma, sabe-se que são necessárias medidas urgentes que promovam a locomoção segura, preservando a saúde das pessoas. Essa pandemia está trazendo algumas lições e uma delas é que podemos nos antecipar e nos preparar estruturalmente para combater estes inimigos invisíveis. Por isso, essa é a hora de prestarmos atenção na eficácia da aplicação de materiais como o Cobre em locais com alto fluxo de pessoas, como instalações de transporte, edificações hospitalares, escolares, governamentais e de órgãos públicos, até porque outras doenças virão.

Marcio Rodrigues da Silva é Coordenador do Centro de Pesquisa, Desenvolvimento e Ensaios da Termomecanica, empresa líder na transformação de cobre e suas ligas que participa ativamente das discussões sobre as melhores práticas para aplicação do Cobre.

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