DigiCert é nomeada Empresa Global do Ano em 2020 no mercado de Certificados TLS pela Frost & Sullivan

Estratégia focada no cliente, soluções ricas em recursos e processos ágeis são algumas das vantagens competitivas que deram à empresa o primeiro lugar no ranking

SÃO PAULO – 8 de junho de 2020 – A Frost & Sullivan concede à DigiCert o prêmio Empresa Global do Ano em 2020 por seu desempenho no mercado de Certificados de Segurança TLS. A companhia mostra forte liderança apoiando a adoção de novos padrões e inovando continuamente com a melhor e mais moderna tecnologia de infraestrutura de chave pública (PKI) do setor. Além da grande representatividade no mercado de TLS / SSL, ela também foca em novas tecnologias de segurança, como a proteção de dispositivos na Internet das Coisas (IoT) e o desenvolvimento de implementações de criptografia pós-quântica (PQC), fortalecendo ainda mais sua posição de liderança em segurança na Internet.

“Ao alavancar sua tecnologia por meio da personalização para mercados regionais e ao construir o melhor sistema de suporte ao cliente da categoria, a DigiCert conquistou 89% das empresas listadas na Fortune 500, além das marcas mais reconhecidas do mundo”, diz Swetha Krishnamoorthi, analista de indústria na Frost & Sullivan. “Além disso, fez com sucesso a integração da Symantec TLS e PKI, fornecendo assim um portfólio de produtos e escalabilidade inigualáveis para parceiros e clientes. Os certificados e as ferramentas de gerenciamento da companhia suportam uma ampla variedade de necessidades, desde padrões TLS para casos de uso específicos, como Google AMP e certificados qualificados para pessoas físicas, jurídicas ou autenticação da Web (QWACs). Além disso, a organização também oferece suporte à assinatura de código baseada em nuvem, assinatura remota de documentos, uma série de autenticação de dispositivos IoT, acesso remoto seguro para grandes empresas, e-mail seguro e muito mais”, completa Swetha.

A solução DigiCert CertCentral® TLS Manager permite às organizações emitir, descobrir, renovar e revogar certificados de maneira automatizada. Ela possui uma interface de usuário intuitiva e é construída sobre APIs para facilitar o gerenciamento de certificados em qualquer escala. A moderna e crescente plataforma DigiCert® ONE da DigiCert, que também inclui o DigiCert® Enterprise PKI Manager e o DigiCert® IoT Device Manager, permite o gerenciamento de todos os tipos de implantações de certificados, seja na nuvem, local ou em ambiente híbrido.

A companhia atualizou sua infraestrutura de maneira única, oferecendo suporte a grandes instalações, implantações com foco regional, inscrições rápidas de alto volume e certificados para as maiores empresas de plataformas web do mundo. Seu processo ágil de desenvolvimento de produtos permite implementar alterações e atualizações de forma mais rápida que seus concorrentes. Essa estratégia ajudou a DigiCert a criar o primeiro kit de ferramentas PQC do setor, possibilitando que as empresas criem certificados híbridos para testes em seus sistemas. A organização segue os padrões do setor e as regras estabelecidas pelos órgãos reguladores, impulsionando assim a criação e o suporte de novos padrões para garantir uma Internet e IoT seguras para os consumidores, incluindo o CA / Browser Forum, IETF, W3C, ASCX9, PCI Council, SAE, CableLabs, CI +, AeroMACS, WinnForum, Consórcio Industrial para Internet, APWG e NIST NCCoE.

“Com sua abordagem multifacetada da inovação, a DigiCert desenvolve uma infraestrutura ágil hiperconvergente que promete confiabilidade, escalabilidade, resiliência e menor tempo de resposta para seus clientes”, observa Swetha. “Sua ênfase na experiência do usuário e foco no cliente garante seu protagonismo no mercado de certificados digitais a longo prazo”, completa a analista.

A cada ano, a Frost & Sullivan entrega um prêmio de Empresa do Ano à organização que demonstra excelência em estratégia de crescimento e implementação em seu campo. Ele é o reconhecimento de um alto grau de inovação em produtos, tecnologias e liderança resultantes em valor para o cliente e penetração de mercado.

Os prêmios de melhores práticas da Frost & Sullivan reconhecem empresas em vários mercados regionais e globais por demonstrar excelente desempenho em áreas como liderança, inovação tecnológica, atendimento ao cliente e desenvolvimento estratégico de produtos. Seus analistas comparam participantes do mercado e medem o desempenho por meio de entrevistas detalhadas, análises e extensa pesquisa secundária para identificar as melhores práticas do setor.

Sobre a Frost & Sullivan

Por mais de cinco décadas, a Frost & Sullivan é reconhecida mundialmente por seu papel em ajudar investidores, líderes corporativos e governos a navegar pelas mudanças econômicas e identificar tecnologias disruptivas, mega tendências, novos modelos de negócios e empresas de destaque, resultando em um fluxo contínuo oportunidades de crescimento para impulsionar o sucesso futuro. A Frost & Sullivan tem escritórios espalhados pelo mundo e na América Latina está no Brasil, em São Paulo e em Buenos Aires, na Argentina. Entre em contato com a gente e inicie a discussão.

Contato: Kristen Moore
T: +1.210.247.3823        
E: kristen.moore@frost.com

Sobre a DigiCert, Inc.

DigiCert é a provedora mundial de escaláveis TLS/SSL, soluções PKI para identidade e encriptografia. As empresas mais inovadoras, incluindo 89% das organizações da Fortune 500 e 97 – de um total de 100 maiores bancos globais – escolheram a DigiCert por sua experiência em identidade e criptografia para servidores web e Internet das Coisas. DigiCert suporta TLS/SSL e outros certificados digitais e desenvolvimento para PKI em qualquer escala por meio da plataforma de gerenciamento de ciclo de vida, a CertCentral®. A organização é reconhecida pela sua plataforma de gerenciamento, rapidez e um suporte reconhecido ao usuário, além de líder de mercado em soluções de segurança. Para as últimas notícias e atualizações, visite digicert.com ou siga @digicert.

Tecpar cria solução para assegurar qualidade de máscaras profissionais

O Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) desenvolveu uma nova solução tecnológica que fortalece as ações do Governo do Estado no combate à pandemia da Covid-19. O serviço avalia a qualidade de máscaras de proteção descartáveis destinadas ao uso da população, a fim de assegurar que o produto atende às normativas de saúde e segurança.
A metodologia é exclusiva e foi desenvolvida pela equipe técnica do Tecpar, com a contribuição de profissionais de diversas áreas. Os ensaios são destinados às indústrias fabricantes de produtos para saúde, ao atendimento a editais de prefeituras que estão adquirindo o produto para seus servidores e, ainda, para população em geral, associações de costureiras e outros fabricantes da indústria têxtil.
O diretor-presidente do Tecpar, Jorge Callado, afirma que o serviço se soma às demais iniciativas do instituto para colaborar no enfrentamento da pandemia, além de apoiar empreendedores que estão expandindo ou abrindo novas frentes de negócio neste período.
“O Tecpar, por meio do Centro de Tecnologia de Materiais, pesquisou formas para atender à demanda crescente por aquisição de máscaras de segurança que tivessem a sua eficácia comprovada. Esta pesquisa resultou em um documento com todo o levantamento técnico e de infraestrutura para desenvolver o serviço de avaliação de máscaras profissionais”, explica.
METODOLOGIA – Para embasar a análise, a equipe do Centro de Tecnologia de Materiais construiu critérios técnicos a partir da Nota Normativa 22/2020 da Secretaria de Estado da Saúde, que orienta sobre a confecção e uso de máscaras para população em geral. O documento estabelece parâmetros mínimos que as máscaras para uso geral deveriam alcançar para serem comercializadas e chegarem ao patamar mínimo exigível para proteger a população.
Também foram utilizadas outras normativas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), como a que trata das especificações para máscaras cirúrgicas para profissionais da saúde (ABNT-NBR 15052).
A partir destes parâmetros foi estabelecida uma série de ensaios físicos que verificam itens como a resistência à temperatura, tração das amarras e fixadores, determinação da gramatura e tipo do tecido, presença e quantidade de metais no tecido, fixação das alças ou elásticos e clipe nasal.
Em seguida, é feita a análise da dimensão, comprimento e largura da máscara, que deve cobrir o nariz e a boca do usuário, além de ter um ajuste facial apropriado. Também são verificadas as alças ou elásticos, que precisam ter um comprimento mínimo, e o clipe nasal, que não deve projetar-se para fora da máscara.
PROTEÇÃO – No Paraná é obrigatório o uso das máscaras em ambientes de uso coletivo, públicos e privados, desde 28 de abril. De acordo com o decreto estadual, a população deve utilizar, preferencialmente, máscaras de tecido confeccionadas de forma artesanal ou caseira, conforme as orientações da Secretaria de Estado da Saúde.
As máscaras são de uso individual, sendo vedado o compartilhamento, inclusive entre pessoas da mesma família. As máscaras cirúrgicas e do modelo N95/PFF2 devem ser priorizadas para uso dos profissionais em serviços de saúde. O ideal é que a população não compre para evitar que o item esgote no mercado.
AÇÕES NA PANDEMIA – Neste ano atípico por conta da pandemia da Covid-19, o Tecpar concentrou seus esforços para apoiar o Paraná no enfrentamento do coronavírus. Entre essas ações estão a instalação de uma planta para produzir dois tipos de alcoóis – etílico 70% e o etílico 80% glicerinado – ambos recomendados para assepsia de mãos. A primeira remessa foi entregue à Secretária de Estado da Saúde no início de abril para abastecimento de profissionais da área.
Além disso, o Tecpar, em parceria com a Fiocruz e o Instituto de Biologia Molecular do Paraná (IBMP), implantou em caráter emergencial a Unidade de Apoio para Diagnóstico da Covid-19, em abril, para atender à demanda pelos testes moleculares, com a instalação do laboratório no Parque Tecnológico do Tecpar, no Câmpus CIC. Com a estrutura, a unidade se tornou referência no diagnóstico molecular para a Região Sul.
O Tecpar é partícipe do consórcio tecnológico fundador do IBMP, tendo em sua composição ainda a Superintendência Geral de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Estado e a Fiocruz.
Para enfrentar o coronavírus, o Tecpar elaborou relatórios com o objetivo de auxiliar empresários e empreendedores que queiram desenvolver novos produtos para o enfrentamento da doença. Os documentos organizam informações para produzir e registrar respiradores artificiais e ventiladores pulmonares e para o uso de sanitizantes para esterilização do coronavírus.
Em outra frente, para apoiar empresas e empreendedores que têm projetos com foco no enfrentamento da pandemia da Covid-19, com Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) em conjunto com o Tecpar, a Incubadora Tecnológica do Tecpar (Intec) abriu edital para selecionar novas propostas.

Assessoria de Imprensa da Tecpar

Distribuidora do PR aposta na oferta de iluminação inteligente via app

As cores das lâmpadas podem ser sincronizadas com as mesmas cores transmitidas na TV e quanto mais alto for um som em uma cena, por exemplo, mais brilho a lâmpada emitirá

A Reymaster, distribuidora de materiais elétricos com unidades em Curitiba (PR) e Joinville (SC), está apostando pesado na oferta de produtos tecnológicos em sua linha de iluminação. 

A novidade na empresa é a nova linha de produtos de sua parceira comercial, a Philips. Denominada Hue, a linha é destinada a aplicações residenciais, unindo praticidade e entretenimento de forma simples e intuitiva através de um aplicativo para Smartphones desenvolvido exclusivamente para seus produtos.

A Hue é constituída basicamente de fontes de luz (lâmpadas ou fitas LED); uma bridge, que é o coração de todo o sistema e é responsável pelo recebimento de informações do usuário e envio de comandos para as fontes de luz; e um aplicativo que serve de interface para o usuário programar e controlar o sistema da maneira que sua imaginação permitir, tudo isso sem nenhuma fiação adicional, economizando assim na instalação.

Segundo o promotor técnico em iluminação da Reymaster, Gustavo Batista, além de uma automação básica, como acendimento e dimerização das lâmpadas com um simples toque no celular, a Hue traz diversas possibilidades para o usuário como: troca de cores (são 16 milhões de cores disponíveis para adequar conforme a ocasião); programação de ambientes ou horários como por exemplo cores mais quentes nos quartos ou cores mais intensas ao amanhecer e mais opacas ao anoitecer.

“Ainda é possível assistir, ouvir ou jogar de maneiras novas e emocionantes enquanto seus efeitos favoritos de vídeo e áudio preenchem o ambiente. Para isso é preciso sincronizar o sistema de iluminação inteligente a filmes, músicas e games. As cores das lâmpadas sincronizarão com as mesmas cores transmitidas na TV e quanto mais alto for um som em uma cena, mais brilho a lâmpada emitirá, criando efeitos que transformarão a forma de assistir televisão”, explica Batista.

Saiba mais em: https://www2.meethue.com/pt-br

Engenharia de Com,.

Com médicos e psicólogos voluntários, RedeFIDI ajuda profissionais da saúde a enfrentarem os desafios da pandemia

Projeto oferece apoio online a 2,5 mil médicos, enfermeiros e técnicos, entre outros que estão na linha de frente do tratamento de pacientes em unidades públicas de saúde

São Paulo, 9 de junho do ano 2020 – “Voltei de férias em plena pandemia, com um turbilhão de coisas acontecendo. Não compreender aquilo e não ter controle sobre nada foi terrível. E ao ver minha equipe com esses mesmos sentimentos recorrendo a mim, me fez ver o quanto eu precisava estar bem para conseguir apoiar a todos. Na primeira conversa com a psicóloga, eu consegui entender que não posso me sentir responsável por tudo e que precisava compreender o limite entre querer e poder. Que eu precisava cuidar de mim também e não só ficar preocupada com todos ao meu redor, transmissão, contágio, EPIs, treinamentos, higienização das mãos, medidas de segurança efetivas e família. Eu não tenho que ser a mulher maravilha”, conta a enfermeira Giulia Saguini, de 28 anos.

Giulia é uma das profissionais que foram atendidas pela RedeFIDI, criada pela Fundação Instituto de Pesquisa e Estudo de Diagnóstico por Imagem (FIDI) para dar apoio online aos seus 2.500 colaboradores, com auxílio médico, psicológico e comportamental. O projeto, criado em março, conta com nove psicólogos e seis médicos voluntários, que realizam atendimentos virtuais gratuitos, de domingo a domingo, entre 8h e 22h.

A maioria está na linha de frente do atendimento a pacientes em unidades públicas de saúde de São Paulo e de Goiás, como médicos, enfermeiros, técnicos de radiologia e atendentes. No entanto, a RedeFIDI também atende os colaboradores em home office, que buscam equilibrar o trabalho cotidiano com os cuidados com a família e as tarefas domésticas.

“Com o atendimento psicológico, consegui diminuir o nível de ansiedade e me fez entender que meu papel de líder é repassar os meus conhecimentos à equipe para transmitir-lhes segurança.  Foi um divisor de águas. Indiquei o atendimento da RedeFIDI para toda a minha equipe”, relata a enfermeira, que mora com a avó, de 69 anos, e se preocupa também com a saúde dela.

O medo de se contaminarem ou contaminarem os seus familiares, bem como o sentimento de culpa por estarem se sentindo frágil num momento em que supostamente deveriam ser fortes, são os principais conflitos apresentados pelos profissionais de saúde nos atendimentos realizados pela psicóloga Márcia Paoliello, em seus atendimentos pela RedeFIDI.

“Nos momentos de estresse como este, o lado emocional toma conta do racional. O atendimento consiste em acolhê-los e apoiá-los com recursos para que possam administrar suas dificuldades, os seus sentimentos e, desta forma, se reequilibrarem”, afirma a especialista.

Márcia, 60 anos, dedica quatro horas por dia a este trabalho voluntário, dentro da sua jornada diária de 14 horas por dia, que inclui a dedicação à sua mãe, de 80 anos, e às tarefas do lar. “Quando a pandemia começou, fiquei muito sensibilizada sobre o impacto que trouxe para diferentes nichos e resolvi me oferecer como voluntária. É muito gratificante participar de um programa que traz tanto acolhimento e bem-estar”.

Esse é justamente o objetivo da iniciativa, segundo Cristiane Claro, Coordenadora de Relacionamentos Institucionais da fundação. “Procuramos dar o máximo de suporte aos profissionais que se dedicam diariamente a salvar vidas e que agora atuam num ambiente muito mais complexo, por causa da Covid-19”, diz.

Atendimento na quarentena, após contaminação

Já a líder administrativa Rose Nogueira, de 56 anos, contou com o atendimento médico da RedeFIDI após ser contaminada por coronavírus, em maio. “Meu cunhado testou positivo para Covid-19 e, na semana seguinte, foi a minha vez. Como profissional de saúde, fiquei me perguntando: como essa doença foi parar na minha casa?”, conta ela, que também passou a se preocupar com a possibilidade de contaminação da sua mãe, de 78 anos, e da filha, de 22 anos, que moram com ela. Ambas, no entanto, não tiveram a doença.

No sétimo dia de quarentena, Rose passou pela consulta médica online do programa. “Foi a primeira vez que usei a telemedicina. A consulta foi boa e esclarecedora. Graças a Deus, os meus sintomas também foram leves e me recuperei bem”, diz. A gestora já retornou ao trabalho.

Além desta iniciativa, o site da Fundação dispõe de informações gerais sobre prevenção ao coronavírus, incluindo orientações como higienização das mãos, utilização de EPIs e mensagens de apoio aos profissionais de saúde.

Sobre a FIDI

A Fundação Instituto de Pesquisa e Estudo de Diagnóstico por Imagem (FIDI) existe há mais de 30 anos e é responsável por gerir sistemas de diagnóstico por imagem na rede pública de saúde. Fundada em 1985 por médicos professores integrantes do Departamento de Diagnóstico por Imagem da Escola Paulista de Medicina – atual Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) –, a FIDI nasceu com o objetivo de prestar assistência à população, além de contribuir para o aprimoramento de médicos radiologistas por meio de programas de educação continuada, bolsas de estudo e cursos de especialização.

Com 2.500 colaboradores e um corpo técnico formado por mais de 500 médicos, a FIDI realiza anualmente 5 milhões de exames entre ressonância magnética, tomografia computadorizada, ultrassonografia, mamografia, raio-X e densitometria óssea. Desde 2006, a FIDI deixou de ser Instituto e passou a ser denominada Fundação. Em 2009 ganhou status de Organização Social, expandido sua atuação e hoje está presente em 85 unidades de saúde nos estados de São Paulo e Goiás, além de ter participado da primeira Parceria Público-Privada de diagnóstico por imagem na Bahia. As unidades Goiás e SEDI III receberam o selo de “Excelente Empresa Para se Trabalhar” (GPTW) em 2018 e 2019. Neste ano, a unidade de São Caetano do Sul elencou o guia “Melhores Empresas para Trabalhar GPTW – Saúde 2019”.

Máquina Cohn & Wolfe

TIM inicia piloto de IoT e inteligência artificial para monitoramento de granjas da JBS

Sistema desenvolvido pela F&S Consulting utiliza a Solução 4G TIM no Campo da operadora para levar soluções de inteligência artificial e aumentar a biossegurança nas granjas

A TIM fechou uma parceria inédita com a F&S Consulting, empresa brasileira dedicada à inovação para a indústria de alimentos, para oferecer uma solução integrada de conectividade e inteligência artificial a seus clientes de agronegócio. O sistema, batizado de “Granja 4.0”, já está sendo realizado em fase piloto em parceria com a JBS, em Santa Catarina. O monitoramento remoto viabilizado pela tecnologia impacta também na redução da movimentação de pessoas nas granjas, essencial em tempos de Covid-19, fortalecendo ações de biossegurança.

Com o objetivo de otimizar a produtividade das propriedades, a solução monitora o bem-estar dos animais dentro das granjas, fornecendo através de sensores IoT informações em tempo real de indicadores como temperatura e umidade do ambiente, qualidade do ar, peso e até o comportamento dos animais. O sistema fará parte do portfólio de soluções IoT da TIM e utilizando o 4G TIM no Campo como solução de conectividade.

“Pioneira em conectividade no Agro, a TIM está trazendo para seu portfólio IoT a primeira solução de Granja 4.0 do mercado através de parcerias com empresas especialistas no setor de proteína animal. Esta solução vai permitir tomada de decisão em tempo real, levando a digitalização para as áreas de produção em todo o país“, explica Alexandre Dal Forno, Head de Marketing Corporativo & IoT da TIM Brasil e líder do projeto “4G TIM no Campo”.

O “Granja 4.0” leva conectividade para dentro das granjas, o que possibilita o uso de tecnologias que já existem ou que estão em desenvolvimento, mas que não funcionavam no meio rural por falta de internet dedicada. “Tem muita pesquisa produzindo ferramentas que utilizam internet das coisas e inteligência artificial e que precisam de conectividade para mostrar todo o seu potencial“, afirma Leonardo de La Vega, diretor executivo da F&S Consulting.

Os sensores instalados dentro das granjas, que estão conectados à plataforma Narrow Band IoT da TIM, coletam dados em tempo real que são processados e analisados, projetando cenários possíveis e permitindo a tomada de decisão antecipada. “Em vez de olhar pelo retrovisor, como fazemos normalmente hoje – com técnicos que realizam coletas e registram essas medições manualmente para produzir relatórios posteriores – temos diagnósticos precisos a cada minuto“, complementa Vega.

Nessa primeira fase do projeto, uma unidade da JBS em Santa Catarina, dedicada à produção de aves, vai receber a solução. Para José Antônio Ribas Júnior, Diretor de Agropecuária da empresa, “estamos na porta de um novo mundo, com a inteligência artificial permitindo não só monitorar uma realidade dentro da granja, mas já tomando a decisão de ajuste na hora, com precisão e celeridade“, explica. A JBS apostou no projeto por três pilares principais, explica Ribas: “bem-estar animal, ganhos qualitativos, e resultados através de redução de custos e agregação de valor”, destaca o executivo.

Biossegurança

No cenário atual, alerta Vega, com a necessidade de isolamento social e redução de trânsito de pessoas, a existência de sistemas como esse permite que as normas de biossegurança sejam mantidas com mais rigor, evitando que um técnico que visita diferentes propriedades ingresse no local. “Os técnicos passam a trabalhar de forma remota, avaliando informações coletadas pelos sensores que auxiliam com análises estatísticas para projeções futuras. É possível corrigirmos erros que sequer aconteceram ainda“, pondera o fundador da F&S.

Ribas vai além e acredita em uma nova realidade de trabalho para o pessoal técnico. “Imagino que, em pouco tempo, nossos extensionistas, que são os responsáveis pela relação da empresa com os produtores, irão poder fazer isso diretamente de um centro de comando, com muito mais informações e o apoio dos cálculos gerados em tempo real“, projeta.

Já Dal Forno afirma que é possível desenvolver um projeto de conectividade para qualquer tamanho de propriedade. “Outra vantagem é que o cliente não precisa ter a preocupação de fazer a manutenção desta rede, é a TIM que fica responsável por fazer tudo funcionar corretamente“, explica. Atualmente a empresa já conecta mais de cinco milhões de hectares no país.

Sobre a TIM

A TIM segue com sua missão de conectar e cuidar de cada um e para que todos possam fazer mais. Para isso, atua focada nos pilares estratégicos de oferta, infraestrutura, eficiência e experiência do cliente, com base em uma cultura interna de “accountability” e na mudança de processos e plataformas que permitam a transformação digital. A nova assinatura da marca – “A evolução não para” – reforça o compromisso da companhia com seu Plano de Investimentos e com o objetivo de se tornar a melhor operadora de telecomunicações do Brasil.

A empresa é desde 2015, líder em cobertura 4G no país e referência como player de ultra banda larga móvel e fixa. É ainda a única empresa do setor de telecomunicações no Novo Mercado da B3, reconhecido como nível máximo de governança corporativa, além de ser a operadora de telecomunicações há mais tempo consecutivo no Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE). Para mais informações, acesse https://www.tim.com.br.

Dê adeus ao efeito papada

Tratamentos com bioestimulador de colágeno e preencimentos acabam com o queixo duplo na hora da videochamada

A quarentena não só transformou a rotina como também tem feito muita gente literalmente se enxergar de outras formas. As videochamadas e videoconferências em tempos de isolamento social tem deixado homens e mulheres preocupados com o que veem na tela. Quem já se pegou observando cada detalhe do rosto na câmera do celular? Desde quando aquela ruga apareceu? E a papada, como surgiu?

Segundo o cirurgião plástico doutor Pedro Lozano, nesta pandemia houve um aumento considerável na procura por aplicações de toxina botulínica e preenchimentos para amenizar os efeitos da selfie. “Com a realidade das videconferências diárias as pessoas olham mais para baixo durante as ligações e acabam ficando mais incomodadas com o excesso de gordura submentoniana, conhecida também como queixo duplo ou papada. O mesmo acontece com as rugas e marcas de expressão que ficam ainda mais evidentes no vídeo”, afirma o membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

Para quem acha que o excesso de tempo no celular com a cabeça inclinada acelera o processo de envelhecimento da região do pescoço, o cirurgião faz um alerta. “Não existe nenhuma comprovação de que a pele fica mais flácida ou com mais facilidade no aparecimento de rugas devido ao uso excessivo do celular ou tablet”, diz.

A região do pescoço geralmente é uma área que fica comprometida pela atrofia e falta de sustentação. A gordura submentoniana pode ter causa genética ou estar relacionada ao excesso de peso, flacidez e até fazer parte da estrutura facial de cada pessoa. “Outros fatores também acabam contribuindo para a flacidez e envelhecimento dessa região, como, por exemplo, o tipo de pele e o excesso de sol ao longo dos anos”, complementa Lozano.

Para quem deseja dar fim ao efeito papada ou rugas na região do pescoço as opções de tratamentos não invasivos que podem ser realizados mesmo durante a quarentena incluem a aplicação de botox, ácido hialurônico, lifiting facial, fios de sustentação e também os bioestimuladores de colágeno, que caíram no gosto das celebridades por serem minimamente invasivos com efeitos visíveis desde a primeira sessão. “Conhecido como pelos nomes comerciais como o Radiesse e o Sculptra, sua principal função é estimular a produção do colágeno pelo organismo combatendo a flacidez da pele, melhorando sua espessura e tonicidade”, complementa.

O número de sessões para alcançar o melhor resultado varia de paciente para paciente, mas o estímulo do colágeno se mantém por até 18 meses após a aplicação.

Máxima-SP

Teste do Pezinho reforça a importância do exame para detectar doenças importantes nos primeiros dias de vida dos bebês

Obrigatório no Brasil desde 2001 pela Lei número 822, tem o objetivo da detecção precoce de patologias genéticas, infecciosas e hematológicas e, em sendo assim, é fundamental para o início do tratamento específico para eliminar ou diminuir sequelas nas crianças1.

O Teste do Pezinho faz parte do Programa de Triagem Neonatal (PNTN) e está disponível na saúde púbica (SUS), ou seja, é um direito de toda criança ao nascer2,  consegue diagnosticar até sete tipos de doenças, algumas raras, logo nos primeiros dias de vida do bebê. Simples e pouco invasivo, o exame, realizado por meio de uma gota de sangue coletada do calcanhar do recém-nascido entre o terceiro e o quinto dia de vida, é de extrema importância para o desenvolvimento saudável das crianças.

Ressalta-se que a triagem neonatal é fundamental porque, por meio deste teste, é possível termos a detecção, diagnóstico e a intervenção precoce que podem prevenir a morte ou incapacidade das crianças. Porém, existe uma doença muito grave, chamada de Atrofia Muscular Espinhal (AME) que ainda não está contemplada no PNTN. Trata-se de um dos distúrbios genéticos letais mais comuns, com incidência de aproximadamente um a cada 10.000 nascidos vivos, uma condição em que os pacientes perdem neurônios motores responsáveis pelas funções como respirar, engolir, falar e andar3.

Para Diovana Loriato, Presidente do Instituto Nacional da Atrofia Muscular Espinal (INAME), é vital a incorporação da AME no PNTN. “Essa discussão é urgente porque estamos falando de uma doença degenerativa e, assim, quanto mais cedo a criança for diagnosticada, mais cedo receberá a terapia adequada. Se tratada antes do aparecimento dos sintomas, maiores serão as chances do sucesso do tratamento”, complementa Loriato.

“A AME é uma doença grave e fatal com grande impacto econômico e social. É causada pela perda irreversível dos neurônios motores na medula. Atualmente, existem tratamentos capazes de evitar a progressão da doença e, assim, manifestações mais graves como e ventilação permanente”, explica Vanessa Van Der Linden, neuropediatra do Centro de Referência em Doenças Raras de Pernambuco. A especialista complementa dizendo que se faz necessário a implementação de Triagem Neonatal em todo território nacional visando diagnosticar bebês com AME em uma fase anterior ao início das manifestações clínicas da doença para que, assim, possamos salvar mais vidas.

Sobre a Atrofia Muscular Espinhal

A AME é uma doença rara causada pela deleção do gene SMN16. Crianças com AME Tipo 1 representam de 50% a 60% dos casos e perdem rápida e irreversivelmente os neurônios motores responsáveis pelas funções musculares7-11. “Quando não diagnosticada e tratada a tempo, os músculos do bebê vão enfraquecendo progressivamente, o que pode levar à paralisia ou morte, na maioria dos casos até os dois anos de idade4. A doença é a principal causa genética de morte em bebês4-5.

Alguns tratamentos com o apoio multidisciplinar – tais como fisioterapia, fonoaudiologia, nutrição, entre outros-  são capazes de reduzir complicações e sintomas e até impedir o agravamento das doenças raras.

Por Isabela Lucena

Global Shopper expande para Argentina, Colômbia e México

Com as três novas operações, agência de digital commerce efetiva entrada no mercado latino-americano.

São Paulo, 9 de junho do ano 2020 – Como parte da estratégia de crescimento da empresa e aproveitando a evolução do mercado latino-americano de e-commerce, a agência Global Shopper (GS), especializada em digital commerce, expande o atendimento para Argentina, Colômbia e México.

Com estrutura operacional no Brasil, a GS já atende Johnson&Johnson Consumo Brasil e América Latina, Mondelez, entre outras contas. Para o atendimento dos três novos países, a agência investirá em capital humano, a fim de suprir as demandas dos clientes com estratégias mais objetivas e operações mais assertivas. Chegam ao time: Leticia Cardoso (Argentina), Eduardo Muñoz (Colômbia) e Elizabeth Lopes (México), que assumem como Business Management nas estruturas locais.

Como parte desta reestruturação, os times de cada país ficarão sob a gestão de Beatriz Gonzales e Martina Azevedo, respectivamente Business Management e Diretora de Operações da GS, garantindo que a metodologia e o modelo de trabalho da agência sejam cuidadosamente replicados nestas operações.

“Já vínhamos analisando este passo desde o ano passado. Com a experiência em 2019, ficou claro que uma estrutura local traria ainda mais força e segurança para dar suporte aos times nestas regiões, entendendo suas particularidades em relação ao comportamento do shopper e às práticas do varejo. Daí a importância e necessidade de nos aprofundarmos cada vez mais no modelo de negócio e garantirmos os melhores resultados.”, explica Mauricio Gallian, CEO da agência.

O atual cenário é bastante promissor. O tempo que as pessoas têm passado em casa vem contribuindo para o aumento das vendas online. De acordo com uma análise da ACI Worldwide de centenas de milhões de transações de e-commerce mundial, a crise causada pelo coronavírus continuou a influenciar as vendas de comércio eletrônico em abril, com o setor varejista geral experimentando um crescimento de 209% em comparação com o mesmo período do ano passado.

Sobre a GS – Especializada em Digital Commerce, a GS conecta estratégias de digital e shopper marketing com uma inteligência criativa de data, olhando para toda a jornada e buscando pontos de contato onde quer que o shopper esteja, oferecendo uma plataforma sem fricções entre o On & Off. Inspirada na cultura das startups, é comandada pelo CEO Mauricio Gallian e conta com uma equipe de profissionais multidisciplinares. Entre os clientes atendidos estão: C&A Fashiontronics, J&J Consumo Brasil e América Latina, Mondelez International e The Coca Cola Company. Mais informações sobre a GS no http://www.globalshopper.com.br. Siga a agência também nas redes sociais:

https://www.facebook.com/globalshopperbrhttps://www.linkedin.com/company/globalshopper/https://www.instagram.com/globalshopperbr/

Elive Assessoria de Com,.

Busca por soluções tecnológicas se torna permanente e deve mover o mercado pós-pandemia

O caminho natural de toda evolução tecnológica é a incorporação cada vez maior dela à vida e ao cotidiano das pessoas, a ponto de tornar praticamente impossível retornar ao modo antigo de viver.

E foi no limiar da incorporação de várias novas ferramentas que a pandemia da covid-19 pegou muitas empresas privadas, administrações públicas e até mesmo ramos inteiros de negócios despreparados. Muitos gestores tiveram repentinamente que enfrentar diversas transformações trazidas pelo novo coronavírus.

A doença também fragilizou a economia, não só do Brasil, mas do mundo inteiro. E muitas empresas tiveram que migrar seus negócios do presencial para o online o mais depressa possível. Essa é provavelmente uma mudança de conceito que veio para ficar e traz consigo uma dúvida: é possível e vantajoso tornar permanentes as soluções tecnológicas adotadas neste sentido, e não apenas uma medida de emergência para os negócios em meio a uma crise?

Para falar melhor sobre o tema, o especialista Márcio Lima, CTO da empresa de Alphaville, Etheriumtech, explica como essa migração funciona e quais os aspectos importantes a serem analisados antes de contratar uma empresa de soluções tecnológicas.

“O aperfeiçoamento dos sistemas e a adoção permanente de tecnologias passou a ser questão de sobrevivência. Para prover e sustentar as novas e eficientes plataformas de serviços tecnológicos é necessário levar em conta e priorizar a realização de um plano de continuidade do negócio, independente do seu segmento, traduzindo de maneira eficaz a alta disponibilidade da tecnologia em geral”, explica Lima.

De acordo com ele, o futuro do consumo e das relações está sendo profunda e definitivamente moldado pelas tecnologias que estão sendo adotadas agora.

Lima destaca como exemplo um levantamento realizado pelo Centro Regional de Estudos para Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br) que relevou, ainda em 2018, que 70% dos brasileiros (cerca de 127 milhões de pessoas) já utilizavam Internet e que, desses, 60% já realizavam algum tipo de pesquisa com fins de consumo.

Já outra pesquisa realizada pela Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC), e divulgada em maio deste ano, apontou que durante a quarentena o brasileiro está em uma mudança permanente de comportamento de consumo, com 52% dos entrevistados consumindo mais em sites e aplicativos e 70% revelando que pretendem continuar consumindo mais online do que faziam antes da covid-19.

“Essa adequação de serviços online movida pelas tecnologias não se reflete apenas no comprar, mas também na necessidade de sistemas que facilitem a vida das pessoas nas mais diversas áreas de atuações”, explica o especialista. “Os benefícios do avanço tecnológico estão inclusos e firmemente incorporados à vida das pessoas. E diante de tantas restrições, sem data prevista para que tudo volte a ser como era antes, tudo indica que essa é a nova forma de agir daqui para frente”, prevê.

“Isso quer dizer que novos padrões de consumo serão incentivados por essas tecnologias e novos modelos de negócios poderão emergir a partir daí”, continua.

Por isso, segundo ele, o empresário que deseja migrar dos serviços presenciais para o online ou mesmo amplificar a eficiência da sua atuação digital, deve ficar atento a alguns detalhes na contratação da empresa que desenvolverá essas soluções. São pontos essenciais, por exemplo, os sistemas de armazenamento, suporte e segurança que a empresa oferece.

Surgida há pelo menos uma década, a tecnologia de cloud (ou em Nuvem) é um sistema que se tornou conhecido nos últimos anos, seja no âmbito empresarial ou pessoal, pois refere-se à uma solução que revolucionou o modo de utilizar recursos e armazenar dados. A cloud tem ainda a vantagem de otimizar o atendimento a distância do empresário com a empresa contratada, uma vez que o funcionário pode atender a demanda e acessar o banco de dados de onde estiver.

“Nos cases da Etheriumtech nós priorizamos a cloud, pois nos proporciona maior domínio sobre as operações dos nossos clientes. Dessa forma, em caso de falha, assumem os sistemas de contingência e disponibilizamos especialistas cuidando do suporte, manutenção preventiva, backups e monitorando 24x7x365”, destaca Márcio Lima.

E além de todas as vantagens já mencionadas, os sistemas em cloud proporcionam ainda a redução de custos com infraestrutura, a centralização da informação, o sistema de elasticidade que promove aumento ou diminuição de recursos de acordo com a necessidade do cliente, e claro, o trabalho remoto.

Além disso, Lima destaca que essa tecnologia é a mais segura da atualidade, com atualizações automáticas de servidor e backups. “Um serviço duradouro precisa ser estudado e desenvolvido de forma personalizada para cada cliente. Na Etheriumtech disponibilizamos modelos de contratação onde o cliente paga sob demanda e conforme surja necessidade, pode agregar novos recursos”, ressalta.

E não deixando para trás o momento atual, sob forte crise econômica, o CTO da Etheriumtech alerta para a sensibilidade que a empresa desenvolvedora das soluções tecnológicas deve ter ao oferecer suporte para que ambas as partes tenham uma relação duradoura que permaneça pós-crise, respeitando a demanda de serviços.

“O ideal neste mundo de incertezas econômicas é que o cliente não precise se preocupar com o provisionamento de recursos tecnológicos, não havendo necessidade de calcular o quanto vai consumir no futuro, o contrato personalizado, que aumenta ou diminui a infraestrutura conforme o seu crescimento é a melhor opção”, finaliza.

Nova Onda Com,.

Smiles utiliza a plataforma de Automated Machine Learning da DataRobot para ampliar modelos preditivos e gerar insights

A tecnologia da DataRobot traz mais agilidade na tomada de decisões e se torna uma aliada importante da área de Customer Success da Smiles

São Paulo, junho de 2020 – A Smiles, programa de fidelidade da GOL, decidiu investir em análises mais robustas de seus dados para oferecer uma experiência diferenciada aos clientes. Na busca por parceiros dessa área, a companhia conheceu a plataforma de Automated Machine Learning daDataRobot e a escolheu para analisar o grande volume de informações coletadas e definir o que realmente era prioritário na geração de insights estratégicos para a área de relacionamento com o cliente.

“A DataRobot conta com uma ferramenta capaz de democratizar a modelagem e de auxiliar os analistas, mesmo aqueles que não têm formação como cientista de dados. Estamos há mais de dois anos investindo na nossa estrutura de modelo AI-DRIVEN e essa iniciativa será muito importante para avançarmos na nossa estratégia”, explica Estela Quiaratto Brandão, gerente de CRM e Analytics da Smiles.

Por meio da inteligência de dados, a Smiles está criando cada vez mais ofertas personalizadas para seus clientes e promovendo a melhor experiência na hora de viajar. “A parceria com a DataRobot vai nos dar mais clareza sobre tendências e comportamentos da jornada dos nossos clientes, permitindo decisões mais rápidas”, afirma Estela. 

De acordo com Gabriel Lobitsky, VP de Vendas da DataRobot no Brasil, a Smiles preza pela qualidade de atendimento e fidelização. “Por meio da nossa plataforma de Automated Machine Learning e do nosso apoio por meio da área de Customer Success, o cliente regista maior precisão na geração de modelos preditivos que apoiam na oferta de produtos e serviços personalizados”.

Com a parceria, a Smiles tem acesso a uma biblioteca com poderosos algoritmos de aprendizado e um ranking de modelos para a resolução de quaisquer problemas ou necessidades em sua operação. A solução ainda permite que usuários criem e implementem IA e Machine Learning de maneira transparente e totalmente automatizada, com uma interface user friendly.

A DataRobot criou sua plataforma em 2013 e, desde então, incorporou mais de 1,4 milhão de horas de inovação em engenharia neste produto. Ao contrário de outras ferramentas que fornecem automação limitada para partes selecionadas do fluxo de trabalho de ciência de dados, a solução contempla todas as etapas necessárias para criar, implementar e manter poderosos aplicativos de IA em escala. “Com predições sobre o comportamento do cliente, fica muito fácil compreender o que ele deseja para fidelizar e aprimorar a relação”, complementa Lobitsky.

Sobre a DataRobot


A DataRobot é a empresa líder em IA e Machine Learning. As organizações em todo o mundo utilizam a DataRobot para capacitar suas equipes, implementar rapidamente modelos de Machine Learning. Com uma biblioteca de centenas dos mais poderosos algoritmos de aprendizado de máquina, a DataRobot reúne as melhores práticas para acelerar e escalar os recursos de ciência de dados, maximizando a transparência, a precisão e a colaboração.

Ao tornar os profissionais mais produtivos e permitir a democratização da ciência de dados, a DataRobot ajuda as organizações a se transformarem em empresas orientadas por IA. Com escritórios em todo o mundo, inclusive no Brasil, a DataRobot recebeu mais de US$ 430 milhões em investimentos de empresas de primeira linha, incluindo New Enterprise Associates, Sapphire Ventures, Meritech e DFJ. Para mais informações, visite www.datarobot.com/pt.

Sobre a Smiles 

A Smiles é um programa de fidelidade com 25 anos de história e 17,2 milhões de participantes. A companhia tem a GOL como acionista majoritária e ​sua principal parceira comercial. Além da GOL, a ​Smiles tem parceria aérea com a American Airlines, Air France, KLM, Qatar Airways, Aerolíneas Argentinas, Etihad Airways, TAP, Alitalia, Copa Airlines, Korean Air, Air Canada, Aeroméxico, Emirates, Royal Air Maroc, Ethiopian Airlines, South African Airways, Air Europa e TAAG, além da companhia brasileira regional Passaredo, e mais 25 novas companhias aéreas, que juntas voam para mais de mil destinos. A Smiles tem também parceria com ​todos os ​bancos do país, administradoras de cartões de crédito, grandes redes de varejo, hotéis, locadora de carros, postos de combustível, entre outros, que garantem aos clientes uma variedade cada vez maior de acúmulo e resgate de milhas.

Assessoria de Imprensa da DataRobot no Brasil

DFreire Comunicação e Negócios
(+55 11) 5105-7171
Luciana Abritta – lucianaabritta@dfreire.com.br
Paula Ires – paula@dfreire.com.br