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 Fabio Maksymczuk de A. Brito
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GastroUna terá sua primeira versão virtual

O evento acontece no dia 18 de junho, às 19 horas, por meio de live no Facebook

O GastroUna, o principal evento de gastronomia do Centro Universitário Una, da Ânima Educação, terá a sua 9ª edição online, em ambiente virtual. O evento é a grande oportunidade para os alunos se conectarem com o mercado e terem a experiência completa da criação de um empreendimento, desde a sua idealização, os custos, estratégias de marketing, planejamento, cardápio até sua abertura.

No dia 18 de junho, o GastroUna será transmitido ao vivo para todo o mundo a partir das 19 horas, pelo Facebook do curso de Gastronomia da Una. Assim como nas versões anteriores, os alunos deverão apresentar seus empreendimentos e mostrar seus conhecimentos sobre cardápios e bebidas que incluam as Pancs (plantas alimentícias não convencionais), tema dessa edição.

Para a idealizadora do GastroUna, a professora Rosilene Campolina, a mostra é uma oportunidade para o aluno se se apresentar ao mercado. “Os talentos merecem ser reconhecidos. Esses novos profissionais precisam atravessar as fronteiras da universidade e ganhar o mercado”, diz.

Segundo a professora, a empregabilidade é uma constante preocupação do curso. “Os alunos saem da faculdade com essa experiência, de vivenciar e montar um empreendimento. Não somente como cozinheiros, mas como gestores do seu próprio negócio. Isso envolve logística, gestão de insumos, de estoque, de pessoas, marketing e a forma de administrar uma equipe”, explica.

Para o coordenador do curso de Gastronomia, Edson Puiati, essa prática também é importante para a instituição de ensino.  “A matriz do nosso curso tem um foco em empreendedorismo e gestão de negócios. O GastroUna vem coroar isso com muita criatividade, já que os estudantes colocam em prática tudo que aprenderam na sua trajetória acadêmica. Já para a Una, é a chance de apresentar para o mercado o que desenvolvemos aqui, uma vez que nossos jurados são profissionais renomados e referências no segmento. Isso faz com que a gente tenha um retorno do público externo sobre o nosso trabalho implementado com estes alunos”, salienta.

Os trabalhos serão julgados por jurados que são figuras importantes para o cenário da gastronomia de Minas Gerais, entre eles, estarão:

Rodrigo Neiva – Vice presidente Acadêmico da Ânima Educação e coordenador da área de Turismo & Hospitalidade.

Ricardo Rodrigues – Presidente da Abrasel MG, FGM e Proprietário do Restaurante Maria das Tranças.

Márcia Nunes – escritora, historiadora e Proprietária e administradora do Restaurante Dona Lucinha.

Eduardo Maya – Gastrônomo, promotor de eventos, Idealizador da Feirinha Aproxima, Festival “Minas é o Mundo” e proprietário da Rede Pitza 1780.

 Miriam Furtado – Empreendedora gastronômica, proprietária da Rede de restaurantes Assacabrasa e a primeira mulher churrasqueira do Brasil.

Carlos Henrique /Prof de bebidas da Una e ABS/Mestre cervejeiro da Hofbräuhaus BH.

Isabela Lapa – blogueira e criadora do Blog “Coisas de Mineiro” – Um perfil sobre Turismo e Gastronomia em Minas Gerais.

O GastroUna conta com o apoio da AbraselBelotur, Emater, FGM – Frente da Gastronomia Mineira e Instituto Eduardo Frieiro.

A cobertura jornalística será realizada pelo Jornal ContramãoPortal BH Eventos e Portal Gastronômico Chefachef.

Sobre os empreendimentos concorrentes

BURGUER INK

Componentes: Artur Cheib, Izabella Haddad, Marco Antonio Lima, Mário Martinelli, Pedro Costa e Samuel Nolasco.

Burger INK vem para revolucionar os padrões de uma hamburgueria que une a gastronomia com os amantes da arte dos tatoos. Através de um cardápio sazonal regional, com valorização dos insumos locais, o estabelecimento propõe uma despojada experiência gastronômica em conjunto com um Estúdio de Tatuagem, presentes em um agradável ambiente que privilegia as práticas sustentáveis e o prazer da convivência.

DI BANANA & CIA

Componentes: Bárbara Cristina, Bruna Bernardes, Fernanda Matias, Gian Ferreira, Lucas Sena, Suile Clarissa eThalia Cordeiro.

Di Banana & Cia é uma vitrine virtual criada para proporcionar novas experiências gastronômicas. Usando a banana como uma das inspirações, seus derivados estão presentes em diversos produtos e segmentos. A plataforma Di Banana & Cia oferece comodidade por delivery unindo os produtores e fornecedores aos clientes promovendo os produtos que dialogam com as demandas de mercado e tem seu viés agroecológico pautado na sustentabilidade e inclusão social, na inovação e no empreendedorismo.

ELEMENTAR

Componentes: Caio Mancini, Clariane Brandão, Daniela Galastro, Gustavo Vasconcelos, Laura Vasconcelos, Luísa Bonfioli, Michele Novais e Reicler Moreira.

O Elementar é um GastroBar localizado na Praça Minas Gerais, na cidade de Mariana, no interior de Minas. Inspirado nos quatro elementos – terra, água, ar e fogo – o estabelecimento promete envolver todos em uma viagem gastronômica inusitada. Com foco em deliciosos petiscos, a casa também irá contar com pratos e drinks inspirados em cada um dos elementos, além de uma carta de cervejas especiais regionais. Tudo isto, degustado diante da vista mais linda da primaz de Minas, para tornar a sua experiência inesquecível.

Q HARMONIZA

Componentes: Alexandre Rocha de Menezes, Davi Albuquerque, Gabriela Assunção, Izabela do Ébano Pereira, Marcus Vinícius Araujo, Natália Carvalho, Silas Adriano eThaís de Oliveira. 

A “Q Harmoniza” tem o objetivo de apresentar conceitos de harmonização, produzindo e vendendo produtos “Q (que) harmonizam” com o seu queijo ou vinho preferido, focando inicialmente em uma linha de geleias artesanais e conteúdo didático digital sobre harmonização.

UAINEBAR

Componentes: Alexei Fitipaldi, Caroline Minelli, Débora Cristina, Maria Cristina Barbosa, Olívia Torino e Vinicius Venâncio.

Uainebar coffeworking é um empreendimento que se configura inovador no consumo e comercialização de cafés e vinhos locais em um ambiente “descolado” e acolhedor em que a música mineira também é lembrada. Atua com foco na sustentabilidade e inovação, oferecendo pratos e produtos criativos como por exemplo o inusitado “medalhão de feijoada” enriquecendo os movimentos artísticos, culturais e gastronômicos de BH.

Programação: 

Abertura19h

Burguer Ink – 19h30
Di Banana & Cia – 20h
Elementar – 20h30
Q Harmoniza  – 21h
Uaine bar Coffee Working – 21h30

Apuração/Resultado/Premiação/Encerramento – 22h

Premiação

As equipes vencedoras (1º e 2º lugar) serão agraciados com almoço nos restaurantes Dona Lucinha e Jotapê, kits de produtos da Cristina Misk, do Chefachef com Cafés Segafredo, Cimsal Flor de Sal, vouchers para eventos no Mineirão pós-pandemia, Camisas Atletico/Cruzeiro/América e kit love wine oferecidas pela professora de Eventos Priscilla Machado, convite para participação na Ferinha Aproxima e no Arraial de Belo Horizonte, kit da Sabarabuçu e certificados personalizados da Una.

Acesse pelo link: https://www.facebook.com/Gastronomia-Una-640622375968842

Izabela Ferreira

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Pandemia exige gasto público maior, mas depois caminho é privatização

Afirmação é do governador do RS, Eduardo Leite, em entrevista ao SBT

(Crédito: Cezar Camilo/Poder 360)

TODAS AS IMAGENS NO LINK: https://we.tl/t-wmYAmg1R3p

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), reconheceu a necessidade de elevação dos gastos públicos no país para enfrentamento à covid-19, mas defendeu também o avanço na agenda de privatizações para reequilibrar o caixa do estado. “Agora a gente tem uma nova agenda circunstancial que exige esse gasto público substancialmente maior para reduzir os efeitos da pandemia. Mas, sem dúvida nenhuma, o caminho certo é modernizar, é privatizar, é diminuir a burocracia na máquina pública”, ressaltou em entrevista ao Poder em Foco, que vai ao ar neste domingo (07), no SBT, logo após o Programa Sílvio Santos.

Leite elogiou as diretrizes adotadas pelo ministro Paulo Guedes na condução da economia nacional e cobrou articulação política do Governo Bolsonaro para avançar em propostas como a reforma administrativa. “É mérito do presidente ter escalado e ter dado liberdade ao ministro (Paulo Guedes), mas acho que a gente poderia avançar mais rapidamente se houvesse coordenação política para que as coisas acontecessem. A gente anda mais rápido quando dialoga com as pessoas para diminuir arestas e obstáculos”, orientou.

O governador destacou que o Rio Grande do Sul já aprovou a própria reforma da previdência, um novo código do meio ambiente e desenha a reforma tributária estadual. Ele informou que, entre o final de 2020 e o primeiro trimestre de 2021, o governo gaúcho vai vender as companhias de energia, de gás e a de mineração. A expectativa é de arrecadar de R$ 1,5 bilhão a R$ 3 bilhões nessas privatizações.

Eduardo Leite lembrou que o primeiro trimestre deste ano foi positivo nas contas estaduais, mas agora as projeções para a economia gaúcha acompanham a derrocada nacional provocada pela pandemia. “Nós estamos no meio do furacão, no meio da tempestade. Ainda sem condição de apurar se vai ser de 2% ou de 10% efetivamente a queda da economia, do PIB, do estado (neste ano). Cravar um número seria irresponsabilidade. Também não podemos ser alarmistas. Mas, infelizmente a gente projeta uma queda mais próxima eventualmente aí dos 10%”, lamentou.

Na conversa com o jornalista Fernando Rodrigues, o governador disse que manterá o modelo de distanciamento controlado no estado até o fim do ano. O clima político no país e as eleições foram outros temas em pauta. O governador opinou sobre os pedidos de impeachment do presidente Jair Bolsonaro e apontou qual deve ser o nome do PSDB para a corrida presidencial de 2022.

Poder em Foco é uma parceria editorial do SBT com o jornal digital Poder 360 e vai ao ar aos domingos, logo após o Programa Silvio Santos.

“A epidemia é uma doença social”, diz o filósofo Luiz Felipe Pondé

© TV Brasil

Entrevista vai ao no programa Impressões da TV Brasil

Publicado em 31/05/2020 – 12:57 Por Cintia Vargas – Repórter da Agência Brasil – Brasília

O Brasil alcançou a segunda posição no ranking de casos de covid-19. Com esse resultado fatídico, o programa Impressões, da TV Brasil, que vai ao ar neste domingo (31), às 22h30, convidou o filósofo Luiz Felipe Pondé para falar sobre os impactos sociais da doença.

Para Pondé, o número de mortes pela covid-19, gera um sentimento de insegurança e desespero. Para o filósofo, o lockdown também tem que ser analisado do ponto de vista social. 

“O Brasil não pode fazer lockdown completo. É uma ilusão. Muita gente anda na rua porque senão passa fome”, pondera.  “Então eu acho que às vezes a discussão fica meio de grife. A classe média alta discutindo um país que não existe. O Brasil é uma Bélgica cercada por uma Índia”, reflete Pondé se referindo às diferentes realidades sociais do país.

Na conversa com a jornalista Katiuscia Neri, o filósofo arrisca: “uma cultura como a nossa, em geral, viciada em sucesso, em controle, em bons resultados e eficácia, não saber exatamente o que vai acontecer é motivo de enorme estresse”.

Pondé alerta que o mundo sempre passou por epidemias e cita, na conversa, a peste negra e a gripe espanhola, mas, segundo ele, a atual geração sofre com o limite de tolerância e com a falta de controle. “É uma geração mal acostumada, que só acumulou sucessos. Isto não é ruim, mas criou em nós um hábito”, disse. “Filosoficamente eu diria que a gente está tendo uma experiência de algo incontrolável”.

Para o filósofo, tudo ficou previsível para a atual geração, como o avanço da medicina, a longevidade e a evolução de questões relacionadas aos direitos humanos. “A epidemia é um exemplo do que os gregos chamavam de ‘Fortuna Cega’, alguma coisa que nos acomete e a gente fica sempre parecendo que está um passo atrás. No caso do Brasil, acho que é um cruzamento entre essa crise sanitária, essa crise econômica e um desgoverno político que a gente está vivendo”.

Em tom realista, Pondé afirma que não há sinais de que a pandemia gere maior solidariedade e compaixão. Para o filósofo, as manifestações humanísticas refletem, na maior parte dos casos, interesses empresariais. “A solidariedade que tem ocorrido, em alguns casos, ela vai de braços dados com marketing, que a priori, não significa que é ruim. É até uma sorte para quem recebe ajuda. O fato de que ajudar agrega valor á marca, seja empresa, seja pessoa. É claro que você tem, no começo, o caso de jovens que se dispuseram a ajudar idosos no prédio e coisa e tal”, disse.

Para Pondé, historicamente, as epidemias não aumentam a solidariedade em nível significativo. “Elas causam transtornos nas relações de oferta e demanda, elas causam pressão, no sentido de avanço técnico, elas forçam os gestores a serem criativos – isso é bom -, mas, do ponto de vista do comportamento humano, as epidemias e grandes tragédias, reforçam vícios, reforçam o oportunismo, a exploração”, afirmou.

Quando se trata das previsões para o pós-pandemia, Pondé rebate o otimismo desmesurado dos que acreditam que o mundo a partir de agora será um mundo sem consumo. “Ele vai ter menos consumo porque as pessoas vão estar mais pobres, por isso que vai ter menos consumo. As pessoas não vão se tornar ‘não consumistas’ de uma hora para a outra, porque inclusive o consumo é uma prática que sustenta a economia”, justifica.

Para o filósofo, o pessimismo absoluto é achar que “a pandemia é o apocalipse, que é a peste negra, que vai todo mundo morrer, que o mundo vai acabar”. “A gente vai passar uma época difícil, com mais estresse, mais custo, o próprio custo da biossegurança vai aumentar”. Pondé acredita que a maior parte das pessoas negocia qualquer liberdade em troca de segurança e saúde. “E é isto que está acontecendo”.

Edição: Fábio Massalli

Caminhos da Reportagem aborda rotina das crianças durante a pandemia

© TV Brasil

O programa vai ao ar às 20h, na TV Brasil

Publicado em 31/05/2020 – 14:14 Por TV Brasil – Brasília

A pandemia da covid-19 parou o mundo, modificou hábitos e gerou temor entre as pessoas. E qualquer mudança na sociedade tem forte impacto sobre as crianças. Uma geração inteira que acompanha com a curiosidade infantil, muitas vezes sem entender a dimensão do problema, mas preocupada com seu futuro e de sua família. As várias realidades mostram que pelo país há diversos tipos de quarentenas e a desigualdade social também impacta a forma como as crianças vivenciam esse período. O Caminhos da Reportagem trata, neste domingo (31), da pandemia sob o ponto de vista das crianças que vão crescer sob o reflexo do novo coronavírus no mundo.

O programa foi feito de forma colaborativa: pais, famílias, as próprias crianças, coletivos de cinema e parceiros da TV Brasil registraram o que viram de perto em suas casas ou locais onde moram. Com isso, foi possível, mesmo em meio ao isolamento social, mostrar diversas realidades: crianças de classe média, da periferia, do interior do país e crianças indígenas que vivem o problema de formas diferentes, mas com a mesma preocupação.

Moradora de Paraisópolis (SP), onde divide um pequena casa de dois quartos com outras seis pessoas, a diarista Cristina Maria da Silva acompanha de perto toda a ansiedade e inquietação de quatro adolescentes e crianças que estão sem ir a escola, com aulas online e muita energia para gastar.

“A gente vai tentando fazer o que pode nessa quarentena para não ficar louca, porque ficar em casa todo esse tempo com as crianças, elas ficam estressadas, cansadas de só jogar videogame, só assistir TV ou brincar dentro de casa”, desabafa. 

Entre paredes: crianças na pandemia - Caminhos da Reportagem.

Entre paredes: crianças na pandemia – Caminhos da Reportagem, por TV Brasil

Já no sertão pernambucano, em Serra Talhada, os primos Davi Santos (4 anos) e Gustavo Silva (5 anos), que moram em uma comunidade rural, apesar da pouca idade já entendem que vivem tempos diferentes. Acostumados a brincarem com liberdade pela região, com contato diário com a natureza, eles estranham o confinamento, enquanto vêem na TV histórias assustadoras sobre um “monstro invisível”.  “Não pode ir para canto nenhum”, reclamam. Mas para Bruna Tainá Santos, mãe de Davi, o temor é outro: “eu tenho medo desse vírus chegar até aqui, o meu medo é do meu filho adoecer”. 

Entre paredes: crianças na pandemia - Caminhos da Reportagem.

Entre paredes: crianças na pandemia – Caminhos da Reportagem, por TV Brasil

Também no interior de Pernambuco, no município de Águas Belas, está a Reserva Indígena do povo Fulni-ô. Já há casos de covid-19 na região e as crianças indígenas estão assustadas. Yaysni Ferreira dos Santos (6 anos) e Tedya Ferreira Barbosa (8 anos) têm acompanhado o que acontece no mundo pelos jornais. “Eu estou com medo porque eu não quero ficar doente”, explica Yaysni. “As notícias que eu ouvi é que está tendo muita morte e estou com medo, a minha família também”, conta Tedya.

Entre paredes: crianças na pandemia - Caminhos da Reportagem.

Entre paredes: crianças na pandemia – Caminhos da Reportagem. – TV Brasil

Os irmãos José (9 anos) e os gêmeos Bento e Miguel (6 anos) moram em Curitiba, no Paraná. A família de classe média vive em uma casa com quintal que permite mais liberdade para as brincadeiras, mas as crianças também sentem o isolamento social. A mãe dos meninos, a empresária Ana Caroline Olinda, conta como está sendo para cada um deles: “O José muito mais ativo, precisa correr, tem muita energia. Já os gêmeos são mais caseiros, então eles têm sentido menos a quarentena”.

A nova escola

Entre paredes: crianças na pandemia - Caminhos da Reportagem.

Entre paredes: crianças na pandemia – Caminhos da Reportagem. – TV Brasil

Além da ansiedade e muita energia para gastar em casa, as crianças também têm que conviver com uma nova realidade: as aulas online. Nem alunos, nem professores estavam preparados para uma mudança tão rápida no cotidiano escolar. A professora Diana Cardoso é mãe de Marina, de 10 anos, e vive em casa os dois lados dessa realidade. Ela e a filha contam que no início foi difícil o ensino online sem muito planejamento. Mas, agora, a fase da adaptação foi superada. “Estou gostando das aulas, acho que está de uma maneira bem legal de aprender, mas preferia da forma antiga”, diz Marina.

Para Isabela John (11 anos), a escola particular onde estuda conseguiu fazer uma dinâmica interessante para os alunos, com aprendizado em sites científicos, uso de aplicativos, entre outros recursos. Mas ela sente falta de estar fisicamente na escola. “Eu estou usando uniforme nas minhas aulas online porque a gente se sente mais no clima da escola”, conta Isabela explicando uma estratégia para não sair da rotina.

A quarentena evidenciou um problema antigo de desigualdade no sistema escolar brasileiro, uma vez que o acesso a internet não é realidade nas casas de muitos estudantes.  Em  todo o Brasil, 4,8 milhões de crianças não têm acesso a internet – o que equivale a 17% de estudantes entre 9 e 17 anos, de acordo com a pesquisa TIC Kids Online 2019. 

Outra preocupação durante a quarentena é a exposição ainda mais acentuada de crianças a telas. Alguns pais estabelecem horários, outros, para conseguir trabalhar, deixam livre o acesso à televisão, computadores, tablets e celulares. A psicóloga Raquel Manzini alerta para prejuízos com o uso exagerado desses eletrônicos.

“A exposição a telas pode causar aceleração desnecessária, problemas motores, de postura, de interação social, entre outros”, enumera.

Mas para o pediatra Daniel Becker, é preciso haver um equilíbrio. “Neste momento, acho que a gente precisa ser mais flexível, porque senão a gente enlouquece”, pondera. 

O programa Caminhos da Reportagem é exibido todos os domingos, às 20h, na TV Brasil.

Edição: Liliane Farias

Consumo de vídeo e áudio online cresce no Brasil, aponta pesquisa

© REUTERS/Dado Ruvic/Direitos Reservados

Mais de 70% dos internautas assistiram vídeo ou áudio online em 2019

Publicado em 31/05/2020 – 11:00 Por Jonas Valente – Repórter Agência Brasil – Brasília

O consumo de vídeo e áudio online (o chamado streaming) aumentou e se consolidou no Brasil. Entre os usuários de internet, 74% assistiram a programas, filmes, vídeos ou séries e 72% ouviram música online em 2019.

As informações são da pesquisa TIC Domicílios 2019, mais importante levantamento sobre acesso a tecnologias da informação e comunicação, realizada pelo Centro Regional para o Desenvolvimento de Estudos sobre a Sociedade da Informação (Cetic.br), vinculado ao Comitê Gestor da Internet no Brasil.

Vídeo online

O consumo de vídeo online é bastante diferente quando observadas as condições econômicas e a escolaridade. A prática foi registrada em 87% dos entrevistados da classe A, enquanto nas classes D e E o percentual foi de 65%. O hábito ficou em 83% para aqueles com ensino superior completo, contra 45% para os analfabetos ou que fizeram até a educação infantil.

A prática de assistir a vídeos foi mais comum nas áreas urbanas (75%) do que rurais (63%); e entre homens (79%) do que entre mulheres (69%). No recorte por cor e raça, o índice apenas oscila entre brancos, pretos e pardos. O carregamento de arquivos (download) de filmes ficou em patamar bem menor, de 23%. Este era o principal canal de consumo de vídeos na década passada e início da atual.

Áudio online 

O ato de ouvir música pela internet também difere pelos mesmos indicadores. Na classe A, ele foi identificado em 79% dos ouvidos, enquanto nas classes D e E foi relatado por 68% dos entrevistados. Entre os usuários com ensino superior, alcançou 80%, contra 52% entre os analfabetos e pessoas que tiveram até a educação infantil.

As músicas online são ouvidas por 73% dos entrevistados nas cidades e por 64% no campo. Os homens apareceram com índice maior (76%) do que as mulheres (70%). No recorte por cor e raça, as respostas ficaram em patamares semelhantes. Já os downloads de músicas ainda permanecem como opção para 41% dos ouvidos.

A pesquisa incluiu a análise sobre o consumo de programas de áudio online, os chamados podcasts. Dos usuários ouvidos, 13% contaram consumir este tipo de conteúdo. Na classe A, este pecentual sobe para 37%.

Criação de conteúdos

A pesquisa também perguntou aos entrevistados sobre práticas de criação e compartilhamento de conteúdos na internet. Dos ouvidos, 19% relataram produzir ou atualizar blogs ou páginas na web e 36% publicaram textos, imagens, fotos ou vídeos que criaram na rede mundial de computadores. Os índices também crescem de acordo com a renda e a escolaridade.

Já o ato de compartilhar conteúdos de terceiros foi mais comum, sendo confirmado por 73% dos entrevistados pela pequisa.

Avaliação

Na avaliação do gerente do Cetic.br, Alexandre Barbosa, o Brasil passou da situação no passado recente de pessoas que faziam download de músicas e vídeos para hoje fazer esse consumo de forma online. A proporção dos usuários que assistem conteúdo de streaming está relacionada aos que usam por múltiplos dispositivos, com índices maiores para este tipo de consumo na banda larga fixa do que na móvel.

“A questão do pagamento está atrelada à classe social e renda. Famílias de renda mais altas pagam por estes conteúdos, enquanto famílias de renda mais baixa não. Há uma baixa proporção da população que está criando seu próprio conteúdo. É mais fácil consumir notícias em redes sociais do que produzir conteúdo, seja num blog do que em um conteúdo mais qualificado”, observa Barbosa.

Para Rafael Evangelista, pesquisador do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo da Unicamp, o consumo de vídeo tem se dado fortemente pelos serviços de mensageria, como o Whatsapp. Como muitas pessoas só acessam a internet do celular e possuem pacotes de dados limitados, ficam reféns dos serviços gratuitos dessas redes sociais, que fazem acordo com as operadoras para não contar no consumo de dados.

“Há uma concentração na informação neste desenho que é muito restrito a certas aplicações. Tem problema que não consegue verificar a informação e não tem acesso livre, para que você escolha o que você está consumindo. Está consumindo aquilo que recebe nos grupos. É um problema que indica o poder dessas empresas que fazem acordos de concentração do mercado. Como vai ter competição no mercado de aplicativos que não sejam os controlados por Google ou Facebook?”, indaga.

Edição: Liliane Farias

Luana Dellevedove e Lucas Crispim participam do Mega Senha deste sábado (30)

No Mega Senha deste sábado (30), Marcelo de Carvalho recebe a jornalista e influenciadora digital Luana Dellevedove. A bela, que trabalha com redes sociais há oito anos e uma foi uma das pioneiras no ramo no interior do estado de São Paulo, mostra todo seu carisma no palco.

Atual camisa 10 do Guarani Futebol Clube, Lucas Crispim também marca presença na edição do game show, que testa os conhecimentos dos participantes em um divertido jogo de raciocínio rápido. Quem acertar o maior número de senhas estará mais próximo de conquistar o prêmio máximo, no valor de um milhão de reais.

O programa vai ao ar todo sábado, às 23h00, na RedeTV!.

Crédito: Divulgação RedeTV!

RedeTV! transmite live de Sikêra Jr neste sábado (30)

Apresentador do Alerta Nacional, Sikêra Jr irá soltar a voz em live neste sábado (30), a partir das 19h, ao lado da banda Manicômio.

Com transmissão simultânea pela RedeTV! e no canal da emissora no YouTube, a apresentação, realizada diretamente da casa do jornalista em Manaus (AM), promete revelar uma face pouco conhecida de Sikêra Jr., hoje um fenômeno na internet e na televisão.

Antes do sucesso, Sikêra Jr fundou e foi vocalista da banda Manicômio, formada inicialmente por amigos da escola, ainda na adolescência, quando ele tinha 16 anos. O grupo, que retorna especialmente para a live, agora possui novos integrantes.

O repertório deste sábado reunirá rock and roll e hits dos anos de 1980 e 1990, além de muitas surpresas e diversão.

A live, que visa arrecadar donativos para instituições carentes, será transmitida simultaneamente na TV e no YouTube até às 20h30. Após esse horário, a transmissão continua no canal da RedeTV! no YouTube.

Crédito/Foto: Divulgação RedeTV!



Ana Letícia Gonçalves
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Vacina contra Covid não garantirá 100% de imunidade da população

Alerta é feito pela diretora médica da Pfizer no Brasil, Márjori Dulcine

(Crédito: Sérgio Lima/Poder 360)

TODAS AS IMAGENS NO LINK: https://we.tl/t-PAzlFZRVYY

A descoberta de uma vacina contra a Covid-19 não é a solução definitiva para enfrentamento da doença pelo mundo, de acordo com a diretora médica da Pfizer no Brasil, Dra. Márjori Dulcine, em entrevista ao Poder em Foco, que vai ao ar neste domingo (31), no SBT. Segundo ela, há pessoas que não conseguem desenvolver imunidade e a indústria farmacêutica avança em pesquisas de medicamentos.

“É preciso ter tratamentos eficazes porque a vacina não é 100% de garantia. Nenhuma vai ser. Não existe! Por característica, tem pessoas que não vão conseguir ter a imunidade a partir da vacina. Então, é importante que os tratamentos continuem sendo desenvolvidos”, alertou Dulcine, que trabalha na Pfizer há 11 anos e é mestre em medicina farmacêutica pelo Hibernia College de Dublin, na Irlanda.

Ela explica que o remédio também não poderá ser único. É preciso ter antiviral para combater o vírus na fase mais precoce da doença, quando a pessoa teve os primeiros sinais da doença; quando entra no hospital e para as pessoas que evoluem para formas mais graves.

(Crédito: Sérgio Lima/Poder 360)

Márjori contou que há várias empresas atuando na pesquisa dos antivirais e que algumas já terão drogas seguras para medicar os pacientes em 2021. “Estou bastante otimista que se todos trabalharmos juntos, Pfizer e outras empresas farmacêuticas, bem como academias, universidades, nós vamos chegar a antivirais muito rapidamente em 2021”, apostou.

Na conversa com o jornalista Fernando Rodrigues, ela fala ainda dos prazos que a empresa trabalha para concluir as pesquisas e disponibilizar uma vacina para a população, conta detalhes dos testes com voluntários e avalia a possibilidade de uma nova onda de infecção e de mutação do coronavírus.

O Poder em Foco é uma parceria editorial do SBT com o jornal digital Poder 360. Vai ao ar todos os domingos, logo após o Programa Sílvio Santos.

Fut Talks traz entrevista com diretor executivo do Sport Recife, Lucas Drubscky

Episódio vai ao ar nesta sexta-feira (29/05)

O diretor do Sport Recife, Lucas Drubscky, fala sobre a transformação de clubes em empresas, profissionalização do futebol, e sobre a dificuldade de lidar com a cultura dos estatutários amadores, nesta sexta-feira (29/05), às 14 horas, no Fut Talks, promovido pela Universidade do Futebol.

Tratando-se de clube-empresa, o executivo fica em cima do muro. “É uma faca de dois gumes. A gente tem clubes com um modelo de gestão estatutário que são exemplos de gestão de um projeto de futebol. E temos clubes geridos pelo modelo empresarial que são exemplos de como não se deve tocar o futebol”, diz.

Segundo ele, a tendência no Brasil é o clube-empresa. “A gente tem exemplos recentes aí de clubes que não tiveram sucesso, passaram por grandes dificuldades nessa transição de modelo de maneira não muito adequada”, pontua.

Drubscky também discorre sobre profissionalização, gestão de pessoas, e bagagem acadêmica. Além de conhecimento técnico, o executivo valoriza a habilidade de lidar com a cultura e a política do clube.  “Sofro muitas vezes por ser jovem, porque o poder de convencimento tem muito a ver com os cabelos brancos”, diz.

O vídeo com a entrevista com Lucas Drubscky estará disponível a partir das 14 horas, nos canais da Universidade do Futebol – Instagram e Youtube – instagram.com/udofutebol –   youtube.com/user/UnivDoFutebol.

O Fut Talks é um projeto da Universidade do Futebol que traz duas vezes na semana, nomes importantes do esporte para tratar de temas polêmicos que envolvem aspectos técnicos, de gestão, estratégia e política. Um espaço do pensar estratégico para a transformação do futebol.

Serviço:

Fult Falks

Dias: Todas as terças e sextas-feiras

Hora: 14 horas (os vídeos ficam disponíveis nos canais)

Quanto: Gratuito

Locais:

instagram.com/udofutebol

youtube.com/user/UnivDoFutebol