Teletrabalho é um dos temas do programa Impressões da TV Brasil

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A entrevista sobre o assunto vai ao ar neste domingo (24), às 22h30

Publicado em 24/05/2020 – 21:05 Por Por TV Brasil – Brasília

O isolamento pela covid-19 modificou a forma de trabalho nos mais variados segmentos. A maior parte das empresas e dos trabalhadores, agora em casa, precisaram se adaptar à nova realidade e tentar manter a produção dos escritórios em seus lares. E isto só tem sido possível graças a internet. O assunto é tema do programa Impressões da TV Brasil que vai ao ar no neste domingo (24), às 22h30, com o jornalista e professor Pedro Burgos, coordenador do Programa de Comunicação e Jornalismo do Insper e autor do livro “Conecte-se ao que importa – Um manual para a vida digital saudável”. 

Impressões , Pedro Burgos

Impressões – Pedro Burgos – TV Brasil


“Ainda é cedo para gente avaliar todos os impactos. A gente tem visto empresas que estão muito satisfeitas com a performance. Eu vi o CEO do Twitter dizendo que, talvez, os trabalhadores nunca precisem voltar para o escritório. Algumas empresas de tecnologia já tinham muito mais experiência em home office. Talvez em alguns ambientes a gente tenha visto melhorias em termos de eficiência”, disse Burgos.

Para ele, a pandemia chegou no Brasil em um momento em que as tecnologias estavam avançadas. “É muito difícil pensar que até pouquíssimo tempo atrás a gente teria a infra para fazer essas conversas, com câmeras boas, transmitindo dados em velocidade boa, de forma mais ou menos sincronizada”, disse. Ainda assim, Burgos defende que há espaço para melhorar, principalmente em relação a estabilidade das conexões.

Burgos destacou a iniciativa de alguns países que, aproveitando o número reduzido de pessoas nas ruas, está investindo na expansão de infraestrutura para atender a demanda crescente por tecnologia. “É muito mais fácil você fechar uma rua e passar e mudar o cabeamento subterrâneo quando não tem carro passando. Então, tenho visto bastante isso. Isso aconteceu na Itália, na Espanha, em cidades dos EUA. Seria um bom momento para a gente refazer essa infraestrutura tecnológica”, afirmou.

Jornalismo

Quanto ao mundo do trabalho, Burgos citou, no Brasil, o exemplo do jornalismo que sempre foi feito nas ruas e está sendo mantido em um novo formato. Segundo ele, o Estadão e a Folha de São Paulo estão conseguindo alimentar informações para os cidadãos mesmo com quase a totalidade dos profissionais em casa. “Tem uma certa ideia dentro do jornalismo, de que o bom jornalismo gasta sola de sapato. Que você tem que ir para a rua. A gente está impossibilitado de fazer isto e sem a internet hoje seria muito difícil”, disse.

Impressões , Pedro Burgos

Impressões , Pedro Burgos – TV Brasil



Para ele, o trabalho em casa, através do uso de ferramentas e plataformas virtuais, tem permitido acesso à personalidades que teriam agendas mais restritas.  “[A internet] tem possibilitado não só manter o trabalho de informar as pessoas, mas também expandir um pouco quem você consegue ouvir. Você consegue, às vezes, chegar a gente que você não conseguiria chegar com relativa presteza. Tem sido um momento interessante para repensar formas, repensar o trabalho de diversas formas e o jornalismo não é diferente neste sentido”, avaliou.

Empresas e negócios

Na conversa com a jornalista Katiuscia Neri, Burgos ainda destacou que todo esse movimento pode levar muitas empresas e negócios a repensarem custos, com estruturas físicas. “Você fazer as pessoas trabalharem em casa tem feito repensar onde é possível cortar custos. Talvez não seja pagando menos para as pessoas, mas sim usando menos espaço físico”, disse.

Impressões , Pedro Burgos

Impressões, Pedro Burgos – TV Brasil



Apesar de bons resultados, o jornalista lembra que, em alguns casos, os profissionais, estando em casa, têm que assimilar outras funções paralelamente ao trabalho. No caso de pais, por exemplo, muitos tiveram que assumir parte das funções de professores de seus filhos. Para que a dinâmica funcione, segundo ele, é preciso balancear essa agenda e definir claramente cada função.

No quesito educação, Burgos destaca que será a área mais afetada pela mudança de comportamento com maior uso de ferramentas da internet. “O que talvez a gente veja, no médio prazo, seja uma consolidação de cadeias maiores, com mais capacidade de produzir cursos a distância bons e baratos vencendo instituições medianas que dão aulas físicas”, avaliou.

Edição: Nélio de Andrade

Caminhos da Reportagem: Pandemia, mal sem fronteiras

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O programa vai ao ar neste domingo, às 20h, na TV Brasil

Publicado em 24/05/2020 – 09:34 Por TV Brasil – Brasília

No mundo existem, hoje, 193 países, cerca de 7.75 bilhões de habitantes e um enorme problema em comum: um vírus. Em 20 de março de 2020, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou que o surto da doença causada pelo novo coronavírus (Covid, Corona Virus Disease) havia se transformado em pandemia.

Brasil afora, vidas e sonhos foram interrompidos pela covid-19, doença que teve origem na China, no final do ano de 2019, e em menos de três meses se espalhou por todo o mundo, obrigando vários países a adotar medidas de isolamento social e restrições de acesso às suas fronteiras, para conter o avanço da pandemia. Por todo o mundo, as pessoas têm sido forçadas a rever hábitos, mudar a rotina, abandonar sonhos em curso e traçar novos objetivos.

O Caminhos da Reportagem deste domingo, que vai ao ar às 20h na TV Brasil, vai contar a história de alguns brasileiros que estavam (ou continuam) fora do Brasil durante a pandemia de covid-19 e foram surpreendidos pela decretação da quarentena obrigatória, estando muito longe de casa. O medo de contágio, a dúvida entre partir ou ficar, a angústia de não encontrar voos de volta e a distância da família. Não são poucas as dificuldades enfrentadas por um estrangeiro em uma situação de emergência de saúde internacional.

“Sob o ponto de vista psicológico, em termos emocionais e afetivos, em termos cognitivos, estamos diante de uma enorme ameaça, estamos frente a um agente invisível, desconhecido, que ameaça a vida de todos. O medo e a insegurança obrigando-nos a nos isolar socialmente, justamente quando é da natureza humana estar na companhia do outro; quando estamos juntos somos mais fortes, mais capazes de lidar com as ameaças”, explica o psicólogo Fernando Freitas, pesquisador da Fiocruz.

Fernando Freitas, psicólogo e pesquisador da Fiocruz.
Fernando Freitas, psicólogo e pesquisador da Fiocruz. – TV Brasil

Foi o medo, justamente, que fez a estudante de jornalismo e relações internacionais Marina Guimarães largar o mestrado na Universidade de Nova York e voltar para o Brasil. “Eu trancada no meu quarto, sem conseguir sair nem de casa, também não sabendo se eu ia poder voltar para o Brasil. Então foi realmente, assim, uma situação muito angustiante, de se sentir impotente perante essa situação toda” – revela Marina, que embarcou num voo de volta para o Brasil no dia 17 de abril.

“Liguei pra minha mãe no dia 15, aos prantos, desesperada, falando mãe não consigo mais ficar aqui, eu não quero mais ficar sozinha!. Comprei minha passagem no dia 16 pra viajar no dia 17. Eu só joguei tudo dentro da minha mala, peguei um Uber, no aeroporto, clima de pânico instaurado, o aeroporto vazio”, lembra a estudante.

“Liguei pra minha mãe no dia 15, aos prantos, desesperada, falando mãe não consigo mais ficar aqui
Marina Guimarães: “Liguei pra minha mãe no dia 15, aos prantos, desesperada, falando mãe não consigo mais ficar aqui” – TV Brasil

Para aqueles que desejam voltar, a dificuldade de encontrar voos tem sido um obstáculo grande, não só devido ao preço das passagens, mas, também, devido à suspensão de rotas, cancelamentos e remarcações sucessivas, que muitas vezes é preciso recorrer à ajuda dos consulados brasileiros para conseguir voltar ao Brasil. Foi assim que a artesã Lorena Mello conseguiu deixar o Equador. Seu visto de permanência no país já havia expirado e ela teve dificuldades para se deslocar da cidade de Manta, no litoral, até a capital Quito, distante quase 400 quilômetros ao norte, porque as estradas, assim como as fronteiras, já haviam sido fechadas, e era necessária uma permissão especial para passar pelos bloqueios levantados pelo Exército equatoriano.

Muitas vezes é preciso recorrer à ajuda dos consulados brasileiros para conseguir voltar ao Brasil
Lorena Mello. Artesã – TV Brasil

“Então eu entrei em contato com a embaixada, expliquei a minha situação, perguntei se eles tinham algum plano para o brasileiros que estavam presos lá no Equador. Eles se organizaram e fizeram um voo comunitário para os brasileiros que estavam lá, desde Quito até o aeroporto de Guarulhos”, conta Lorena.

Dados do Ministério das Relações Exteriores estimam que, até o momento, foram repatriados mais de 21.800 brasileiros que estavam retidos em outros países, por meio de 21 voos humanitários fretados pelo Governo Federal.  

“O Itamaraty criou um gabinete de crise durante a pandemia para coordenar o apoio aos brasileiros em todos os países em que nós temos consulados ou embaixadas. A ideia desse gabinete de crise é fazer com que haja uma centralização das informações, uma coordenação das atividades e um apoio aos brasileiros, sobretudo no caso de brasileiros que se encontram em países que não têm mais voos para o Brasil”, explica o vice-cônsul do Brasil em Nova York, Marco Antônio Nakata.

“O Itamaraty criou um gabinete de crise durante a pandemia para coordenar o apoio aos brasileiros em todos os países em que nós temos consulados ou embaixadas.
marco Antonio Nakata: “O Itamaraty criou um gabinete de crise durante a pandemia para coordenar o apoio aos brasileiros em todos os países em que nós temos consulados ou embaixadas.” – TV Brasil

O maior número de repatriados veio de Portugal, com um total de 8.012 brasileiros, até o dia 13 de maio; em seguida, Peru (1.610), México (1.086) e Argentina (1.062). Ainda segundo o Itamaraty, 6.580 brasileiros que estão retidos no exterior solicitaram ajuda para retornar ao Brasil. Esse número inclui residentes no Brasil que tiveram passagens de retorno canceladas e migrantes que querem voltar em decorrência da crise, sendo que, nesse último caso, a repatriação é condicionada à verificação de situação de grave desvalimento financeiro.

Portugal 

Mesmo em Portugal, país com o qual o Brasil guarda estreitas relações, históricas e culturais, o dilema dos cerca de 200 mil brasileiros que ficaram não é, contudo, mais fácil. Há muita incerteza quanto à retomada da economia no país, muito atrelada ao setor de turismo, que tem sido um dos mais impactados pela pandemia de coronavírus.

“Resta a incógnita da crise econômica. O que isso vai acarretar justamente para essa população brasileira, que à luz do fechamento do comércio e tudo estão perdendo o emprego e, em última instância, desejam retornar para o Brasil”. A preocupação apontada pelo embaixador do Brasil em Lisboa, Carlos Alberto Simas Magalhães, é semelhante à enfrentada pela família da jornalista Renata Cabral. Ela foi para Portugal em setembro de 2019, com o marido e a filha pequena, para cursar um mestrado na Universidade de Coimbra, mas agora refaz as contas para saber se não seria melhor antecipar o retorno. “É impressionante como um evento acontece e de uma hora para outra vira a sua vida de cabeça para baixo” – conclui.

Carlos Alberto Simas Magalhães, embaixador do Brasil em Lisboa.
Carlos Alberto Simas Magalhães, embaixador do Brasil em Lisboa. – TV Brasil

Quem fica

Mas há aqueles que preferem ficar no exterior. É o caso da brasileira Júlia Milan que, apesar do medo, resolveu permanecer em Nova York. Ela trabalha há oito anos em uma ONG e decidiu não abrir mão desse sonho. “Eu sempre quis trabalhar nessa área de educação internacional, de ONGs internacionais, e Nova York é um centro disso com a ONU aqui, então, para chegar aqui foi incrível”, diz ela, sem esconder, contudo, sua apreensão de estar longe de casa. “Acho que a dificuldade foi mais o emocional mesmo, de lidar com o trauma né, você ficar longe da sua família, dos seus amigos, a preocupação com os amigos e com a família, tanto aqui quanto aí”.

Desistir também não estava nos planos de Beatrice Costa Silva, estudante de Arquitetura que faz intercâmbio em Barcelona há um ano: “Se eu tivesse voltado para o Brasil seria a interrupção de um sonho”. Para ela, o fato de as aulas terem continuado on line, com a mesma exigência por parte dos professores, ajudou a manter a cabeça ocupada.

“Não é fácil, né! Quando se está no país já é complicado; fora do país, numa crise como essa, é mais complicado ainda. Tentar resolver o máximo aqui sozinha e tentar manter o psicológico também”, confessa Beatrice.

Vamos conhecer essas e outras histórias em mais um Caminhos da Reportagem especial sobre a pandemia de coronavírus neste domingo, às 20h, na TV Brasil.

Edição: Aline Leal

Em parceria com Teatro Chico Maria, Detran-MS inicia série educativa nas redes sociais durante o Maio Amarelo

Campo Grande (MS) – De maneira bem-humorada, o Detran-MS (Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso do Sul), em parceria com o grupo teatral Chico Maria, inicia neste sábado (23), uma série de vídeos educativos nas redes sociais do Departamento com o intuito de ressaltar a importância da segurança no trânsito, bem como incentivar a reflexão para a mudança de comportamento e a adoção de ações seguras na condução de veículos.

A ação faz parte da campanha Maio Amarelo, que tem como tema “Perceba o risco. Proteja a vida” e este ano está sendo realizada no formato digital através das redes sociais dos Detrans, devido a pandemia do novo coronavírus. A diretora de Educação para o Trânsito do Departamento, Elijane Coelho, comenta que com uma abordagem diferenciada, os atores contam de maneira engraçada que o trânsito é coisa séria. “A orientação educativa neste formato possibilita a identificação com os personagens, o que motiva a mudança de postura das pessoas no trânsito. Nos vídeos fica a mensagem que se cada um fizer a sua parte de maneira correta, teremos um trânsito mais seguro”, conclui.

Na área artística há 26 anos, a fundadora e presidente do grupo de teatro Chico Maria, Rane Abreu, comenta que o grupo surgiu há 15 anos, com o propósito de unir teatro, circo e música. “O nome é exatamente a identidade do grupo, composto por homens e mulheres”.

Making Off das gravações com o grupo teatral Chico Maria

Rane explica que o Maio Amarelo contará com a família “Maraqueu”, onde o pai, a mãe, o filho e a vó se encontram em situações pessoais e familiares que podem levar a um acidente de trânsito.

“Existem vários motivos para que as negligências no trânsito sejam cometidas, como falta de consciência, intransigência, irresponsabilidade, problemas pessoais e através da peça buscamos esclarecer que o educativo pode ser mostrado de uma forma calma e engraçada, para que quem assista, sinta a vontade de se colocar no lugar, sem se sentir julgado e assim refletir sobre suas ações”.

Rane ressalta que por conta da pandemia do novo coronavírus e o distanciamento social, o grupo decidiu que apenas dois artistas gravariam as cenas. “Então eu o meu colega Bruno Moser, faremos o papel dos cinco personagens, a fim de mostrar o respeito que estamos tendo com esse momento atual.

Os vídeos serão disponibilizados todos os dias nas redes sociais do órgão de 23 a 30 de maio.

Viviane Freitas – Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso do Sul (Detran-MS)

Fotos: Divulgação

Millena Machado e Maurício Mendes participam do Mega Senha deste sábado (23)

Marcelo de Carvalho recebe no palco do Mega Senha desta semana a jornalista Millena Machado e o comunicador Maurícios Mendes. O game show testa os conhecimentos dos participantes em um jogo de raciocínio rápido.

Millena e Maurício, que apresentam o ‘Festival de Prêmios’ na emissora, demonstram personalidade e carisma também no palco do game show, ajudando aos participantes a conquistarem o prêmio máximo, no valor de um milhão de reais. Quem acertar o maior número de senhas estará mais próximo de ganhar.

O Mega Senha vai ao ar todos os sábados, às 23h, na RedeTV!

Crédito/Foto: Divulgação RedeTV!



Ana Letícia Gonçalves
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Investigação do caso Adélio está pendente sem decisão do STF

Avaliação é do min. da Justiça, André Mendonça, em entrevista ao SBT

(Crédito: Sérgio Lima/Poder 360)

TODAS AS IMAGENS EM: https://we.tl/t-p3GcNp2kGW

O novo ministro da Justiça, André Mendonça, avaliou que parte importante da investigação da tentativa de assassinato do presidente Jair Bolsonaro ainda está pendente e ele espera que o Supremo Tribunal Federal decida logo se vai autorizar a quebra de sigilo telefônico dos advogados de Adélio Bispo, o autor confesso do atentado. Mendonça falou do assunto em sua primeira entrevista exclusiva desde que assumiu o cargo. Ele conversou com o jornalista Fernando Rodrigues, no Poder em Foco, que vai ao ar neste domingo (17), no SBT, logo após o Programa Silvio Santos. 

“Uma das vertentes importantes dessa investigação ainda não pode ser efetivada justamente por essa indefinição judicial sobre a viabilidade desse acesso ou não ao telefone dos advogados… Espero que seja o mais breve possível (a decisão do STF), até porque se há algum mandante, se há algum agente externo que tenha motivado ou contribuído para o ato do Adélio, essa pessoa está solta e certamente coloca o presidente da República numa situação de maior risco, se há essa figura”, alertou.

Nesta semana, a Polícia Federal concluiu no seu 2º inquérito sobre o caso que Adélio agiu sozinho e sem mandantes. A PF disse que não foi comprovada a participação de partidos políticos, facções criminosas, grupos terroristas ou mesmo paramilitares em qualquer das fases do crime.

(Crédito: Sérgio Lima/Poder 360)

Na entrevista, André Mendonça, que assumiu o ministério no dia 29 de abril, também fala sobre a saída de seu antecessor na pasta, Sergio Moro, e avalia os desdobramentos do inquérito que apura a acusação de tentativa de interferência de Jair Bolsonaro na Polícia Federal. O presidente nega qualquer irregularidade na mudança do comando da instituição.

Entre outros temas, o ministro é abordado sobre a resistência de Bolsonaro para divulgar os três exames de covid 19 que deram resultado negativo. Quando estava frente à Advocacia Geral da União, Mendonça defendeu o direito de Bolsonaro à privacidade e agora reforçou esse entendimento.

“Sem dúvida vigora na administração pública o princípio da transparência, o que não configura que aspectos da intimidade devam ser preservados. Quando nós falamos de um exame médico é a própria saúde física da pessoa, a própria condição dele, às vezes até uma questão familiar. Hoje é uma covid, amanhã é um câncer, noutro dia um problema no coração. Ou seja, a pessoa não tem direito de tratar a sua eventual enfermidade no seu próprio conceito de intimidade?”, indagou.

O Poder em Foco é uma parceria editorial do SBT com o jornal digital Poder 360. A cada semana o programa entrevista personalidades ligadas diretamente ao ambiente do poder e aborda temas que têm impacto direto na vida do cidadão brasileiro.

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Em conversa sobre maternidade e quarentena, Karina Bacchi revela a Júlia Pereira o que mudou nos seus planos de se tornar mamãe novamente

Bete-papo entre amigas aconteceu no canal do YouTube – “Mundo de Júlia”

Créditos: Divulgação

Agora que se tornou mamãe, a modelo e apresentadora Júlia Pereira tem levado diversos convidados especiais para falar sobre maternidade no seu canal do YouTube, “Mundo de Júlia”.

A convidada dessa semana foi uma amiga da top, que também é mamãe, a atriz, apresentadora, modelo e empresária Karina Bacchi. As duas conversaram muito sobre o universo das mães (através de videoconferência), compartilharam dicas e também comentaram as consequências da quarentena que estamos enfrentando.

Karina aproveitou para falar o que mudou em seus planos, em relação ao processo de fertilização in vitro, entre outras revelações. Para conferir o bate-papo completo é só clicar no link a seguir, do canal de Júlia Pereira no YouTube:

https://www.youtube.com/watch?v=iWpvF5Jvx3w&feature=youtu.be

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Caminhos da Reportagem mostra como vivem as cuidadoras

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Pandemia exige mais cuidados e muda rotina de profissionais

Publicado em 17/05/2020 – 08:20 Por TV Brasil – Brasília

Você já pensou em como é a vida e como está a saúde daqueles que cuidam dos pais idosos, dos filhos que estão doentes ou de quem tem alguma deficiência? O programa Caminhos da Reportagem desta semana vai mostrar a importância do trabalho das pessoas que se dedicam a cuidar de alguém.

No mundo inteiro, o cuidado ainda tem rosto de mulher, já que 75% das pessoas que cuidam são meninas ou mulheres. A pesquisa Tempo de Cuidar, publicada pela Oxfam, mostrou que 42% delas têm dificuldade de encontrar trabalho porque se encarregam de alguém da família.

Com o envelhecimento da população e a redução do tamanho das famílias, a questão do cuidado também traz impacto econômico. Se as cuidadoras informais fossem remuneradas, esse mercado poderia movimentar três vezes mais dinheiro do que a indústria de tecnologia, revela a pesquisa da Oxfam. O aumento da demanda também faz crescer a procura por cuidadores profissionais. No Brasil, por exemplo,  esta é a profissão que mais cresce. Nos últimos 10 anos, o número de cuidadores profissionais aumentou 547%.

A pandemia provocada pela covid-19 tem exigido ainda mais cuidado e transformado a rotina na casa dos brasileiros. Esta edição do Caminhos da Reportagem é resultado de histórias de cuidadoras que mostram parte das suas atividades, falam sobre preocupações, dificuldades, medos e angústias. Elas também se abrem para falar sobre vínculos, conquistas, afeto e amor.

Berna Almeida transformou a dor da perda em um projeto de cuidadores voluntários. Com a morte da mãe, de quem cuidou por sete anos, a sensação de vazio foi amenizada por uma rede de solidariedade. “Ou eu ficava de cama, ou eu fazia alguma coisa. Foi aí que surgiu o projeto Conte Comigo. A pessoa vai na sua casa e pode doar o tempo que ela quiser – uma hora, duas, três, quatro. Você quer ir lá só pra conversar? Vai lá só para conversar. Quer ajudar a dar um banho? Vai lá ajudar a dar um banho”, explica.

“Uma coisa que ajuda humanos, em geral, seja cuidador, seja paciente, seja profissional, é pedir ajuda. A gente tem a sensação de que precisa ser autossuficiente. E, muitas vezes, na hora em que a gente consegue pedir ajuda, tem mais chances de resolver problemas”, afirma o médico intensivista e paliativista Daniel Neves Forte.

O adoecimento de cuidadores muitas vezes passa despercebido. “Isso é uma questão muito séria, porque a gente percebe o quanto de desgaste eles têm em relação a esses cuidados. Muitos deles são idosos cuidando de outros idosos”, lembra Andrea Faustino, do Núcleo de Estudos da Terceira Idade da Universidade de Brasília.

Foi com o apoio de outras famílias e com ajuda psicológica que Jéssica Guedes se fortaleceu para cuidar das filhas. Rafaela, a mais nova, tem uma doença rara e depende de home care, uma internação domiciliar. Com a psicóloga, Jéssica formou um grupo terapêutico para mães de crianças com doenças raras. “O grupo é um tempo pra eu cuidar de mim, da minha qualidade de vida, da qualidade de vida das minhas filhas e pensar que a gente pode viver mais leve”, diz Jéssica.

Segundo a médica geriatra Ana Cláudia Arantes, muitas vezes o cuidador está tão atento a pessoa que ele cuida, que deixa de cuidar de si mesmo. “Ele só olha para a pessoa que ele cuida. É necessário que as pessoas se coloquem ao lado daquele que cuida a ponto de propiciar que ele descanse”.

O programa Caminhos da Reportagem vai ao ar às 20h deste domingo (17) na TV Brasil.

Edição: Nádia Franco

Com doença rara nos olhos, ator Saulo Meneghetti revela sobre set de gravação: “Nunca ninguém percebeu que não estava enxergando”

No Ritmo Brasil deste sábado (16), Faa Morena entrevista o artista Saulo Meneghetti, por meio das redes sociais. Saulo, conhecido por atuar em novelas como ‘O Rico e Lázaro’ e ‘Escrava Mãe’, fala de doença rara nos olhos, que atinge as córneas e pode levar à cegueira, e relembra momentos enfrentados no trabalho antes de tornar pública sua situação. “Me programava. Eu tinha um trabalho muito maior do que chegar e apenas me preparar para atuar. Chegava mais cedo e ficava contando o espaço que tinha para poder andar de um lado para o outro, porque na hora do ‘gravando’, acendiam aquelas luzes fortes e aí que eu não enxergava nada”, revela.  

Ainda sobre as filmagens, confessa: “Quando já tinha decorado todo o espaço e um pouco antes de gravar, alguém mudava uma câmera ou um móvel do lugar, eu falava: ‘Meu Deus, e agora? Vai na sorte’, mas sempre deu certo. Nunca ninguém nem percebeu que eu não estava enxergando”. Do último ano para cá, após tratamento, o ator recuperou 50% da visão.  

O Ritmo Brasil vai ao ar aos sábados, às 19h30, na RedeTV!