Temperaturas seguem em elevação e máxima será de 35°C nesta terça-feira

Campo Grande (MS) – A terça-feira (9.6) em Mato Grosso do Sul será de tempo firme. Céu parcialmente nublado a nublado com pancadas de chuva para o sudeste e nublado a claro para as demais regiões. Névoa úmida ao amanhecer no sul e baixa umidade à tarde no centro-leste, é a previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

As temperaturas seguem em elevação, e os termômetros podem registrar mínima de 19°C e a máxima chega aos 35°C. As regiões leste e pantanal serão as mais quentes. Com o calor, os valores de umidade relativa do ar poderão ficar em estado de atenção com índices entre 95% e 30%.

No mapa elaborado pelo Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima (Cemtec) é possível conferir as condições de tempo estimadas para Campo Grande e algumas cidades do Estado.

Mireli Obando, Subcom

Foto: Saul Schramm

No Dia Mundial dos Oceanos, Petrobras anuncia apoio a quatro projetos

projetos ambientais
© 25/08/2012/Lisa V. Oliveira/Direitos reservados

Escolhidos passaram por chamada pública do Petrobras Socioambiental

Publicado em 08/06/2020 – 16:03 Por Alana Gandra – Repórter da Agência Brasil – Rio de Janeiro

Com um orçamento de R$ 70 milhões para apoio a projetos socioambientais este ano, dos quais R$ 32,8 milhões para a área ambiental, a Petrobras celebrou hoje (8) o Dia Mundial dos Oceanos, anunciando apoio a quatro novos projetos voltados à proteção do ambiente marinho. 

Os projetos foram escolhidos por chamada pública do Programa Petrobras Socioambiental, que tem quase 40 anos de financiamento a pesquisas de conservação de espécies e ecossistemas brasileiros.

Os novos projetos ambientais de conservação apoiados são os da baleia franca austral, dos budiões ou peixes-papagaio, do boto-cinza e das aves migratórias do Nordeste, que se somam a outras iniciativas, como o projeto Tamar, iniciado há 39 anos na Bahia, e que já resultou na proteção de 40 milhões de tartarugas.

projetos ambientais, Boto- cinza
Projeto Boto-Cinza tem sede em Cananéia, litoral sul de São Paulo, e objetiva o conhecimento e a conservação da espécie e do seu ‘habitat’. Por Caio Louzada/Direitos reservados

A gerente executiva de Responsabilidade Social da Petrobras, Olinta Cardoso, disse à Agência Brasil que dentre os projetos em carteira, 23 atuaram no ano passado e deram uma contribuição significativa para a conservação das espécies e ecossistemas brasileiros. “Agora, estamos entrando com quatro novos projetos que vão complementar essa carteira”. Com os quatro novos projetos contratados, a Petrobras passa a atuar na proteção de 52 espécies marinhas, em toda a costa brasileira, revelou a companhia, por meio de sua assessoria de imprensa.

Novidades

A baleia franca, por exemplo, é a única a se reproduzir em águas brasileiras e passa a ser uma das novas espécies protegidas com patrocínio da Petrobras ao projeto Franca Austral. O projeto está sediado no Centro Nacional de Conservação da Baleia Franca, em Imbituba (SC), onde desenvolve atividades de pesquisa e conservação das baleias franca e atividades de educação e sensibilização nas comunidades costeiras.

projetos ambientais, Baleia Franca
A baleia franca é a única a se reproduzir em águas brasileiras e passa a ser uma das novas espécies protegidas com patrocínio da Petrobras – Instituto Australis/Direitos reservados

O projeto Budiões atua na conservação de cinco espécies de peixes do ambiente coralino, na educação ambiental e na pesquisa sobre esses animais, considerados importantes para o equilíbrio e conservação dos recifes de corais. As atividades são efetuadas em sete estados (Bahia, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Pernambuco, Alagoas, Maranhão e Rio Grande do Norte). O Budiões vai complementar outro projeto apoiado pela empresa, que é o Coral Vivo, que estuda os corais e recifes da costa nacional.

O projeto Boto-Cinza tem sede em Cananéia, litoral sul de São Paulo, e objetiva o conhecimento e a conservação da espécie e do seu ‘habitat’. A quarta nova iniciativa na carteira de patrocínios ambientais da Petrobras é o projeto Aves Migratórias do Nordeste, para monitoramento e ações de conservação de 21 espécies marinhas e costeiras de aves migratórias e residentes ao longo da rota Atlântica. A meta é garantir que importantes áreas de alimentação e descanso das aves não sejam destruídas pela ocupação humana. As ações ocorrem em 27 municípios dos estados do Ceará e do Rio Grande do Norte.

Pesquisa científica

Olinta Cardoso salientou que a Petrobras tem uma relação muito forte com o oceano, “porque ele faz parte da nossa casa, com as nossas plataformas”. Lembrou que o relacionamento da companhia com o mar começou há muito tempo. O projeto ambiental mais antigo patrocinado pela Petrobras, o Tamar, para conservação de tartarugas, completa este ano 39 anos de existência. “Com patrocínio ininterrupto do projeto”. O projeto Baleia Jubarte é apoiado há 24 anos, o Coral Vivo há cerca de 13 ou 14 anos.

O grande diferencial desses projetos e sua grande contribuição, segundo destacou a gerente executiva de Responsabilidade Social da Petrobras, é a continuidade da pesquisa científica. “É saber que nós estamos dando continuidade a projetos que precisam de trabalho de longo prazo para entender a dinâmica da vida e da biodiversidade marinha”. Olinta observou também que a partir desses projetos, estão sendo criadas redes que integram esses conhecimentos e pesquisas. A Rede de Projetos de Biodiversidade Marinha (Biomar), criada em 2007, por exemplo, reúne seis projetos: Tamar, Baleia Jubarte, Coral Vivo, Golfinho Rotador, Meros do Brasil e Albatroz.

“Essa rede nasceu conosco, com a Petrobras. Ela atua em 13 estados e 87 municípios. A gente pega o conhecimento gerado a partir dessa integração. É muito relevante para a conservação de espécies. São conhecimentos complementares de uma biodiversidade que vai desde o pássaro albatroz até a baleia jubarte”. Os projetos da Rede Biomar pesquisam e conservam ambientes coralíneos e 24 espécies, a maior parte ameaçada de extinção, sendo cinco espécies de tartarugas marinhas, seis espécies de albatrozes e petréis, duas espécies de golfinhos, dez espécies principais de corais e uma espécie de baleia, que é a Jubarte.

Olinta Cardoso informou que foi concluído recentemente estudo realizado em parceria com a Universidade da Carolina do Norte, que conseguiu mapear as populações de baleias e golfinhos do litoral do Rio de Janeiro até o Nordeste, na divisa do Ceará com o Rio Grande do Norte. “Eles conseguiram estimar o tamanho dessa população de baleias que a gente tem aqui. E, além disso, conseguiram ter uma visão dessa distribuição das baleias no nosso litoral e onde estão as maiores concentrações. São resultados que só o tempo dá condições de analisar e comparar. Para fazer esse monitoramento, eles precisam de continuidade dos projetos”. Graças ao apoio contínuo aos projetos, foi possível a recuperação da população de baleias jubarte, que evoluiu de cerca de 2 mil indivíduos, em 2001, para 20 mil, no ano passado.

Complementação

A gerente executiva observou também que esses estudos complementam informações na esfera ambiental que a Petrobras precisa em suas áreas operacionais. “Inclusive, a gente analisa as lâminas d’água para as bacias off-shore (alto mar). E muitos desses projetos contribuem com conhecimento muito relevante para os nossos processos também.”

No ano passado, a empresa publicou dez compromissos com a sustentabilidade. Um deles é a continuidade do patrocínio a projetos socioambientais, que estão ligados ao planejamento estratégico da companhia. Olinta recordou que outro compromisso é que os ativos tenham um plano de ação individual para proteção da biodiversidade até 2025. “Então, como gestão, há integração da nossa área operacional com a sustentabilidade e com os nossos projetos”. Afirmou que os projetos do Programa Petrobras Socioambiental são voluntários. Não estão associados a condicionantes, acentuou.

Em 2019, foram investidos R$ 52,5 milhões em patrocínios a iniciativas para conservação do meio ambiente. No ano anterior, foram apoiados projetos ambientais com recursos totais de R$ 41,2 milhões. Olinta Cardoso esclareceu que a redução do montante de patrocínio para o meio ambiente em 2020 decorreu da revisão das linhas de atuação da companhia que hoje são quatro: oceano, clima, educação e desenvolvimento econômico territorial sustentado.

Ressaltou ainda que todos os projetos apoiados trabalham muito a questão da educação ambiental desde a primeira infância até a juventude, por meio de programas realizados com escolas, além de contribuírem diretamente com o negócio do turismo. “O turismo ecológico é muito forte nos projetos”. As iniciativas dão retorno social para as comunidades e “o social precisa se comprometer com a educação ambiental que é fundamental para a economia”, indicou Olinta.

Este ano, em função da pandemia do novo coronavírus, não será lançada nenhuma chamada pública para novos projetos ambientais pela Petrobras. Um novo edital está previsto somente para 2021.

Resultados

Outros resultados positivos alcançados pelos projetos apoiados pelo Programa Petrobras Socioambiental incluem a saída da baleia jubarte e do albatroz-de-sobrancelha da lista nacional de espécies ameaçadas, em 2014; desenvolvimento de tecnologias sociais, como o toriline brasileiro, uma linha com fitas coloridas que funciona como um espantalho para aves, evitando a captura desses animais, dentro do Projeto Albatroz; pesquisas sobre consequências das mudanças climáticas para tartarugas e organismos recifais, como o mesocosmo, sistema experimental controlado para testar efeitos do clima e acidificação da água, nos projetos Coral Vivo e Tamar.

A criação da Rede Jovem Mar, que promove o protagonismo de mais de 120 jovens nas ações de conservação marinha, é outro resultado relevante, além dos subsídios científicos para elaboração de políticas públicas de proteção à biodiversidade marinha; criação, divulgação e implementação de boas práticas de sustentabilidade na gestão de serviços turísticos à beira-mar, dos projetos Baleia Jubarte, Coral Vivo e Golfinho Rotador; mobilização para a causa marinha e redução da pressão sobre as espécies, com mais de 9 milhões de participantes em ações de sensibilização; entre outros.

Edição: Aline Leal

Cuidar da terra: Dia do Meio Ambiente faz refletir sobre o uso sustentável de recursos na agricultura

Fátima Anselmo trabalha para produzir alimentos orgânicos e gerar consciência

Desde 1972 é comemorado ao redor do mundo o Dia Mundial do Meio ambiente. A data de 5 de junho foi escolhida durante uma conferência da Organização das Nações Unidas (ONU) para chamar a atenção sobre os problemas ambientais e colocar em questão a relação da natureza com o ser humano. Quase cinquenta anos depois, é fácil perceber que a sociedade não cuida bem do planeta, de forma geral, mas é possível que a mudança comece com cada um.

A produtora de orgânicos Fátima Anselmo acredita nisso. Há mais de 20 anos cuidando de hortas e produzindo alimentos, o trabalho dela vai além de vender produtos frescos. Ela prega a consciência para se utilizar da terra, e mostra que todo mundo pode fazer a sua parte.

“Ter consciência sobre o meio ambiente vai desde se preocupar com o uso racional dos nossos recursos até procurar saber como é feito o nosso alimento. Tudo o que consumimos é parte final de processos que envolvem a natureza e as pessoas, tem muito valor agregado. Prezar pela sustentabilidade é fundamental”, afirma Fátima.

O apelido de Maga da Terra não é à toa. Fátima domina o chão que provê os alimentos, e é base não só do seu trabalho, mas também do amor pelo que é dado pela própria natureza. E garante, ainda, que a natureza não se engana. Se, por acaso, ela tira, é também capaz de recompensar depois.

“A natureza nos ensina que é sempre tempo de recomeçar. O desequilíbrio que pode acabar com uma plantação tem a mão do homem que não preserva o meio ambiente, e faz parte a gente repensar, criar soluções e voltar a produzir”, conta Fátima, que ao longo da carreira como agricultora já passou pela perda de grandes produções em desastres naturais. No entanto, ela segue firme: “Todo mundo pode plantar, seja em um terreno grande, ou uma mudinha na varanda. Plantar é uma missão”, finaliza.

Goldoni Conecta

Dia Mundial do Meio Ambiente terá bate-papo musical com Lenine e curador do Museu do Amanhã sobre arte e ciência

Em bate-papo ontem, Rosiska Darcy e Sebastião Salgado falaram sobre o afastamento da humanidade em relação à natureza e da necessidade urgente de uma reconexão com as outras espécies e com o planeta. O debate Hora da Natureza: Reflexões sobre o Amanhã, que teve mediação de Fábio Scarano, ficará disponível nos canais do Museu do Amanhã e do Programa de Meio Ambiente da ONU no Youtube.

Brasília, 8 de junho do ano 2020 – Hoje é o Dia Mundial do Meio Ambiente, data que simboliza a oportunidade de repensarmos a nossa relação com a natureza. Com este objetivo, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) se uniu ao Museu do Amanhã para promover encontros virtuais repletos de ideias, trocas e inspirações. Às 17 horas, o cantor e ativista ambiental Lenine tocará os clássicos de sua carreira. Em clima intimista, Lenine irá intercalar músicas e conversas com o curador do Museu do Amanhã, Luiz Alberto Oliveira, abordando questões como a importância de Arte & Ciência em tempos de coronavírus, e a possível relação, para ele, da criação musical e da criação de orquídeas

Botânico autodidata, colecionador de orquídeas (ou “orquidoido”, como prefere) e apoiador engajado de grupos socioambientais, Lenine conta que transformou a música em uma ferramenta de conscientização para causas que defende.

“O meu fazer música sempre esteve atrelado ao desejo de ser repórter do meu tempo. As questões que me comovem e que me incomodam sempre foram a matéria do que componho e canto. O meio ambiente sempre esteve presente nas minhas atenções.”

Para aquecer as reflexões do Dia Mundial do Meio Ambiente, PNUMA e Museu do Amanhã reuniram ontem, 4 de junho, Rosiska Darcy, Sebastião Salgado e Fábio Scarano em uma conversa de alto nível sobre meio ambiente, ser humano e os futuros possíveis que desejamos construir. Durante o bate-papo “Hora da Natureza: reflexões sobre o amanhã”, o fotógrafo iniciou com uma fala contundente sobre a relação da humanidade com a natureza e pediu um “retorno espiritual ao planeta”.

“A história da humanidade é uma história de predação. Urbanizamos quase todas as cidades, mas chegamos no ponto máximo, um ponto de quase não-retorno. Nos transformados em aliens no nosso planeta e hoje um vírus, um microorganismo, se transformou numa potência colossal. Precisamos agora fazer um esforço muito grande para retornar ao planeta, porque ele não é mais capaz de aguentar nosso alto nível de consumo”, conclamou Salgado.

Rosiska Darcy lembrou que a noção de sustentabilidade e de que os recursos da natureza não são renováveis “jamais entrou no espírito das pessoas” e no nosso estilo de vida. Ela apontou como um dos sintomas dessa afirmação, a relação que criamos com o nosso tempo.

“O tempo é recurso não renovável e que nem homem mais rico do mundo não compra, porque a morte não vende. Tratamos o tempo como se fosse possível viver em múltiplas vidas, que não cabem nas 24 horas do dia, que extrapolam o amanhã e que são, por essa impossibilidade, fonte terrível de estresse e depressão. Ora, insistimos em viver vidas insustentáveis. Com a pandemia, a máquina do mundo parou, o vírus pôs a humanidade em carne viva e a flecha do tempo se inverteu.”

Os dois apontaram que a alternativa para a humanidade é agir para preservar a natureza, restabelecendo o diálogo entre as pessoas, o cuidado com as espécies e com as comunidades. Professor de Ecologia da UFRJ, Fábio Scarano ressaltou a importância da combinação entre a regeneração da natureza com a própria regeneração da humanidade, o que a crise do coronavírus vem para corroborar. “A crise da biodiversidade provocada pelas mudanças climáticas veio ao encontro de uma crise humanitária e sanitária que impõe para todos o surgimento de um novo normal, no qual precisamos nos reconectar com a natureza.”

 Em um contexto de pandemia global, que reafirmou  a interdependência entre saúde humana e saúde do planeta, e tendo quase um milhão de espécies ameaçadas de extinção, é hora de refletir sobre o que nos trouxe até aqui e de agir pela natureza, defende a Representante do PNUMA, Denise Hamú.

“Estamos vivendo uma crise sem precedentes, em todas as dimensões. Temos que fazer diferente como indivíduos e realizar muito mais como sociedades. Fenômenos recentes têm nos alertado para a profunda interdependência de todos os seres na teia da vida. Nós, humanos, sofremos cada vez mais diretamente as consequências da destruição de habitats, que ultrapassam fronteiras físicas e políticas, por exemplo. A natureza está nos mandando uma mensagem. Por isso, neste Dia Mundial do Meio Ambiente, o PNUMA convida cada pessoa a reiniciar sua relação com a natureza e refletir sobre como podemos, como indivíduos e como sociedade, reconstruir um mundo diferente  no pós-pandemia”, reflete Hamú.

Para Ricardo Piquet, diretor-presidente do IDG, instituto que faz a gestão do Museu do Amanhã, a maneira como a humanidade tem avançado sobre os recursos naturais é uma das causas para a emergência dessa nova pandemia. “Essa crise nos trouxe muitos desafios e um deles é reforçar a importância de agirmos para evitar as consequências das mudanças climáticas no planeta. Portanto, devemos refletir sobre como estamos lidamos com o meio ambiente e aproveitar a oportunidade para transformarmos a nossa forma de viver, de consumir e passar a respeitar os limites da natureza”, defende Piquet.  

O Dia Mundial do Meio Ambiente é a principal data das Nações Unidas para impulsionar a sensibilização e encorajar ações em todo o planeta em prol da proteção ambiental, incentivando governos, empresas, organizações e indivíduos a concentrarem seus esforços em uma questão ambiental premente. Em 2020, o tema é biodiversidade e a Colômbia, em parceria com a Alemanha, é o país anfitrião. Devido à pandemia de COVID-19, toda a programação será realizada virtualmente. Para saber mais, acesso o site do Dia Mundial do Meio Ambiente 2020 aqui.

MAIS INFORMAÇÕES

O quê: Papo Musical Lenine

Onde: You Tube do Museu do Amanhã e do PNUMA

Quando: 5 de junho

Hora: 17:00

Sobre o PNUMA

O PNUMA é a principal voz global em temas ambientais. Ele promove liderança e encoraja parcerias para cuidar do meio ambiente, inspirando, informando e capacitando nações e pessoas a melhorarem a sua qualidade de vida sem comprometer a das futuras gerações.

Acesse o site do PNUMA aqui.

Sobre o Museu do Amanhã

O Museu do Amanhã é um museu de ciências aplicadas que explora as oportunidades e os desafios que a humanidade terá de enfrentar nas próximas décadas a partir das perspectivas da sustentabilidade e da convivência. Inaugurado em dezembro de 2015 pela Prefeitura do Rio, o Museu do Amanhã é um equipamento cultural da Secretaria Municipal de Cultura, que opera sob gestão do Instituto de Desenvolvimento e Gestão (IDG). Exemplo bem-sucedido de parceria entre o poder público e a iniciativa privada, o Museu do Amanhã já recebeu mais de 4 milhões de visitantes desde a inauguração. Tendo como patrocinador máster o Banco Santander, a Shell como mantenedora e uma ampla rede de patrocinadores que inclui empresas como IBM,  Engie , Lojas Americanas, Grupo Globo e Renner, o museu foi originalmente concebido pela Fundação Roberto Marinho.

Approach Com,.

Comissão das Nações Unidas reconhece programa de restauração ambiental da Suzano entre os mais transformadores do Brasil

Com o emprego de técnicas e metodologias customizadas, 10,7 milhões de mudas nativas foram plantadas nos biomas Amazônia, Mata Atlântica e Cerrado

A Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL), vinculada à Organização das Nações Unidas (ONU), promoveu evento na semana passada para apresentar projetos considerados transformadores rumo à sustentabilidade do desenvolvimento. Entre os destaques da iniciativa organizada pela Cepal e pela Rede Brasil do Pacto Global esteve o Programa de Restauração Ambiental da Suzano.

O webinar Big Push para a Sustentabilidade foi realizado em formato online no dia 26 e contou com a participação da consultora de Sustentabilidade da Suzano, Sarita Severien. Na ocasião, a Cepal lançou um repositório online de estudos de caso sobre investimentos para a sustentabilidade no Brasil.

Para selecioná-los, a CEPAL promoveu uma chamada pública a partir da qual recebeu 131 estudos de casos. Especialistas em desenvolvimento sustentável do IPEA, do Governo Federal Brasileiro e da CEPAL selecionaram 66 casos considerados elegíveis para compor o Repositório de caso do Big Push para a Sustentabilidade no Brasil. Constou nesta lista, além do projeto do Programa de Restauração Ambiental, o estudo de caso do Programa de Desenvolvimento Rural Territorial (PDRT) da Suzano.

O mesmo comitê de avaliação estabeleceu, na sequência, os 15 principais destaques do Brasil, incluindo o Programa de Restauração Ambiental da Suzano, uma das maiores estratégias de conservação da biodiversidade e de restauração ambiental do país. “A cada dois minutos a Suzano planta uma árvore nativa. Além do compromisso com a preservação e restauração ambiental, temos comprometimento com as comunidades do entorno das fábricas da empresa. Desde 2010 estamos empenhados no desenvolvimento social e sustentável das comunidades rurais”, afirma Sarita Severien.

Com o emprego de técnicas e metodologias customizadas, o projeto resultou no plantio de 10,7 milhões de mudas nativas em um período de dez anos. Os plantios aconteceram em mais de 31.000 hectares de áreas degradadas, distribuídas em três biomas brasileiros: Amazônia, Mata Atlântica e Cerrado.

A partir deste ano, a empresa quer ampliar a captura de sinergias e compartilhamento de boas práticas entre todas as unidades da empresa. O trabalho está sendo liderado por um grupo de gestão corporativo que está mapeando as diferentes linhas de atuação, bem como otimizando e somando iniciativas de pesquisa e desenvolvimento, gestão de conhecimento, excelência operacional, projetos socioambientais e gestão e controle de informações. Assim, a iniciativa se tornará ainda mais escalável e replicável no território brasileiro.

Para conhecer os casos da Suzano no Big Push para a Sustentabilidade no Brasil, basta acessar os links:

https://biblioguias.cepal.org/c.php?g=981128&p=7152433

https://biblioguias.cepal.org/c.php?g=981128&p=7152592

Sobre a Suzano

A Suzano, empresa resultante da fusão entre a Suzano Papel e Celulose e a Fibria, tem o compromisso de ser referência global no uso sustentável de recursos naturais. Líder mundial na fabricação de celulose de eucalipto e uma das maiores fabricantes de papéis da América Latina, a companhia exporta para mais de 80 países e, a partir de seus produtos, está presente na vida de mais de 2 bilhões de pessoas. Com operações de dez fábricas, além da joint operation Veracel, possui capacidade instalada de 10,9 milhões de toneladas de celulose de mercado e 1,4 milhão de toneladas de papéis por ano. A Suzano tem mais de 35 mil colaboradores diretos e indiretos e investe há mais de 90 anos em soluções inovadoras a partir do plantio de eucalipto, as quais permitam a substituição de matérias-primas de origem fóssil por fontes de origem renovável. A companhia possui os mais elevados níveis de Governança Corporativa da B3, no Brasil, e da New York Stock Exchange (NYSE), nos Estados Unidos, mercados onde suas ações são negociadas.

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Tempo firme e temperaturas em elevação no MS

Campo Grande (MS) – A segunda-feira (8.6) será de tempo firme em todas as áreas de Mato Grosso do Sul. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) prevê céu parcialmente nublado a nublado com chuva isolada durante a tarde nas regiões sul e sudeste. Nas demais regiões do estado o tempo ficará parcialmente nublado a claro.

As temperaturas permanecem amenas durante a manhã e passam por ligeira elevação ao longo do dia, podendo variar entre 15°C e 35°C. Os valores de umidade relativa do ar poderão variar entre 95% e 35%, considerado estado de observação. Recomenda-se ingerir bastante líquido.

Confira no mapa elaborado pelo Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima (Cemtec) as condições de tempo e temperatura estimados para Campo Grande e algumas cidades do Estado.

Mireli Obando, Subcom

Foto: Mônica Alves

Domingo de céu entre nuvens e máxima de 32°C

Campo Grande (MS) – As áreas de instabilidade diminuem e o domingo (7.6) em Mato Grosso do Sul será de tempo firme. A previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) é de nublado a parcialmente nublado com possibilidade de chuva nas regiões central e leste. Nas demais áreas, a estimativa é de céu nublado a parcialmente nublado.

Os valores de umidade relativa do ar poderão variar entre 95% a 40% ao longo do dia. As temperaturas poderão variar entre de 13°C a 32°C, com tendência a ligeira elevação. 

Mireli Obando, Subcom

Foto: Mônica Alves

Projeto Guapiaçu lança trilha virtual na Semana do Meio Ambiente

© Divulgação / Projeto Guapiaçu

Objetivo é não interromper trabalho de educação ambiental

Publicado em 05/06/2020 – 06:11 Por Alana Gandra – Repórter da Agência Brasil – Rio de Janeiro

Em decorrência da pandemia do novo coronavírus, o Projeto Guapiaçu, iniciativa da Reserva Ecológica de Guapiaçu (Regua), situada no município de Cachoeiras de Macacu, na região metropolitana do Rio de Janeiro, decidiu aproveitar a Semana do Meio Ambiente para lançar uma trilha virtual, dedicada a estudantes e a amantes da natureza. O passeio virtual foi a forma encontrada pelo projeto de não interromper o trabalho de educação ambiental realizado há muitos anos com alunos da rede pública de ensino da região sobre a Mata Atlântica, disse à Agência Brasil a coordenadora executiva do projeto, Gabriela Viana. Hoje (5) é o Dia Mundial do Meio Ambiente.

Com patrocínio da Petrobras, por meio do Programa Petrobras Socioambiental, e apoio das prefeituras de Cachoeiras de Macacu e Itaboraí, o projeto já atingiu mais de 26 mil pessoas com atividades de educação ambiental, incluindo visitas, seminários e cursos, sendo 10 mil estudantes, e restaurou 160 hectares de áreas degradadas, com o plantio de 300 mil mudas de espécies nativas da Mata Atlântica.

A iniciativa da trilha virtual permite que as pessoas interessadas, sem sair de casa, aproveitem o isolamento social para percorrer a trilha Grande Vida, primeira da região com acessibilidade para cadeirantes e pessoas com deficiência visual. A trilha tem 1.400 metros e recebeu placas interpretativas com conteúdo de educação ambiental, como formação do solo, biodiversidade, espécies da Mata Atlântica, ciclo hidrológico. “A cada ano fazemos uma melhoria, com o objetivo de oferecer aos estudantes, principalmente das redes públicas municipais e estaduais, uma vivência em uma área de Mata Atlântica”.

Educação lúdica

Gabriela destacou que embora a maioria desses estudantes viva na área rural, não tem o hábito de fazer uma trilha e de receber esse conteúdo de forma lúdica. “Esse é o objetivo da trilha”. O projeto continua agora ampliando a ação para atender a alunos do município de Itaboraí. Como a pandemia impediu os dirigentes do projeto de receber fisicamente esses estudantes, a opção foi criar uma trilha virtual que permita aos jovens, mesmo em casa, terem contato com a natureza.

O tour (visita) virtual oferece imagens de alta resolução, com narração de todo o conteúdo e sons da natureza para que os jovens tenham esse contato com a Mata Atlântica e, inclusive, se sintam estimulados a, após o retorno à normalidade, fazer a visita ao vivo, sentindo o cheiro do mato, ouvindo os pássaros e conhecendo o que existe na trilha e em toda a reserva, disse a coordenadora. Lembrou que, em momentos de isolamento, especialmente nas cidades, educadores observam que a falta de contato com a natureza pode criar mais ansiedade, principalmente entre os jovens.

Ganhos de escala

Gabriela  disse que com o patrocínio da Petrobras, o Projeto Guapiaçu ganhou escala e pôde oferecer aos alunos da rede pública de ensino oportunidade de lazer e passeios. “Em tudo que a Regua fazia em termos de restauração florestal e educação ambiental houve um ganho de escala. Nós ampliamos muitas áreas de restauração e também as atividades de educação ambiental. As melhorias na trilha foram decorrentes desse patrocínio”. Foi aumentada ainda a capacidade de receber mais alunos. Atualmente, a reserva trabalha desde a educação infantil até o ensino médio. “É um programa integrado”.

Para as crianças mais novas, a estratégia envolve trabalhar com personagens, entre eles um casal de antas, animais cuja reintrodução na natureza é feita pela reserva, em parceria com o Instituto de Educação Federal e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Gabriela afirmou que há mais de 100 anos não era feita reintrodução de antas na floresta. A educação para essa faixa etária é feita por meio de jogos interativos de tabuleiro que, devido à covid-19, são colocados no site do projeto, envolvendo contação de história sobre a importância da natureza para a vida das criaturas de todas as espécies.

A partir de 7 anos, as crianças são recebidas na trilha. Para os mais velhos, que estão cursando o ensino médio, foi estabelecido um programa de monitoramento dos recursos hídricos, que funciona como ferramenta de educação ambiental. Foram selecionados agora mais de 50 estudantes da rede pública que receberiam capacitação dentro da reserva.

Com a pandemia, foi criada uma plataforma de capacitação virtual. Durante 24 meses, eles vão acompanhar os técnicos da Regua coletando água em 12 pontos dos rios Macacu, Guapiaçu e Caceribu, que passam por análise físico-química e biológica. “É uma forma de sensibilização dos estudantes sobre a importância de cuidar dos recursos hídricos”. Gabriela lembrou que atualmente a equipe da reserva conta com duas educadoras ambientais que foram capacitadas pelo projeto.

Dentro da floresta

A coordenadora disse ainda que quando os estudantes entram na trilha se sentem como em uma grande floresta. Lembrou, no entanto, que a área foi reflorestada há apenas15 anos. “É a primeira área que foi reflorestada pela Regua, justamente para dar a mensagem de que o homem não é só capaz de destruir. O homem é capaz de construir também, de recuperar o meio ambiente”.

A trilha virtual em 360 graus tem duração média de 25 minutos. Na presencial, gasta-se cerca de uma hora para percorrer toda a trilha. Para acessá-la, a pessoa deve entrar no site do projeto, se cadastrar e iniciar o passeio. Gabriela Viana afirmou que o cadastro é importante para que a reserva possa entrar em contato depois com as pessoas e ver se há interesse de fazer também visitas presenciais após o fim da pandemia.

Em sua terceira fase, iniciada este ano, o Projeto Guapiaçu pretende reflorestar mais 100 hectares, ou o equivalente a cerca de 100 campos de futebol, com 130 mil mudas produzidas no viveiro da reserva, em sua maioria plantadas com sementes coletadas na região. A reserva conta hoje com 32 pessoas entre veterinários, biólogos, geógrafos, guias florestais, pedagogas, historiadores e reflorestadores.

A Reserva Ecológica de Guapiaçu (Regua) é uma organização não governamental (ONG) com mais de 16 anos, situada na sub-bacia do Rio Guapiaçu, em Cachoeiras de Macacu. O principal objetivo é proteger a Mata Atlântica e sua biodiversidade do desmatamento, da caça e da exploração predatória de recursos naturais. A proposta inclui ainda restaurar habitats nativos, reintroduzir espécies extintas, inventariar a biodiversidade local e fazer um trabalho de educação ambiental com a comunidade.

Edição: Graça Adjuto

Ozônio é importante aliado na desinfecção de ambientes com flexibilização do isolamento social

Com as recentes medidas para retomada das atividades econômicas e a ampliação da oferta da prestação comercial e de serviços em muitas cidades brasileiras, ambientes seguros e higienizados são fundamentais para controle da pandemia de Coronavírus

Um dos grandes desafios durante o processo de flexibilização das regras do isolamento social no atual estágio da pandemia de Covid-19 está em assegurar ambientes o mais desinfectados possíveis com o aumento de circulação da população.
Além da própria contribuição das pessoas nos cuidados com a higiene pessoal, o setor de comércio de serviços também está tendo que prover espaços com o máximo de segurança possível aos usuários e consumidores no quesito limpeza. Os cuidados básicos são amplamente conhecidos. Mas existem aliados eficientes e não tão conhecidos pelo público, empresários, comerciantes e prestadores de serviços.
Nesse cenário, o gás ozônio, conhecido há décadas como um poderoso desinfectante para vírus, bactérias e fungos, aparece como excelente opção. “Vírus encapsulados como o H1N1 e os da família Coronavírus não resistem à ação do ozônio, que destrói a camada lipídica protetora desses tipos de organismos”, explica o engenheiro Carlos Heise, diretor da Panozon Ambiental, que produz soluções e equipamentos com o uso do ozônio.
A empresa paulista, sediada em Piracicaba, que trabalha com ozônio há quase 20 anos, possui uma solução para higienização de ambientes variados, sejam eles hotéis, residências, hospitais, clínicas, restaurantes, lojas, veículos e lugares de grande circulação entre outros espaços. “Nós temos um aparelho que reduz o risco de contágio de doenças transmitidas pelo ar e superfícies contaminadas, oferecendo um ambiente saudável e seguro a todos”, destaca Heise.
Ele diz que seu uso é relativamente simples: “Primeiro, antes do início do uso do ambiente, os responsáveis pela limpeza devem retirar todas as pessoas e animais do local. Por ser um forte oxidante, durante a aplicação do ozônio, não deve haver pessoas ou animais no local. Para a aplicação ser mais eficaz, deve-se deixar as janelas e portas fechadas de forma que o ozônio fique confinado. Esse aparelho pequeno vem com um timer digital para 30 minutos (período ideal, por exemplo, para oxi-sanitização de carros), 60 minutos (tempo suficiente para ambientes), 2 e 4 horas. Ao final deste tempo, o equipamento desliga automaticamente. O ozônio fica no ar durante muitas horas, portanto quanto mais tempo o local ficar fechado e mesmo após desligado o gerador, maior será a eficiência no processo de desinfecção”.
Heise lembra a necessidade de que se ventile o local após a ozonização até o cheiro deste gás se dissipar. “A partir daí o local estará desinfetado e pronto para uso, recebendo pessoas. Um dos modelos é produzido e dimensionado para ambientes de 36 metros cúbicos. Já uma outra versão do mesmo equipamento é dimensionada para ambientes de 72 metros cúbicos. Também possuímos soluções com aparelhos de maior porte para grandes ambientes”.
E ele enfatiza: “Temos dezenas de aplicações e aparelhos para tratamento de água e ar com ozônio. Este gás tem a capacidade de fazer a diferença no quesito desinfecação, limpeza e segurança, especialmente neste período em que isso é fundamental para toda a população frente ao controle da pandemia de Coronavírus”, aponta o engenheiro.
O empresário Fernando Negreira, da rede de hotéis Buenas, de São Paulo/SP, comenta sobre a adoção da solução com ozônio para ambientes da Panozon: “Já usávamos a solução há alguns anos pela eficiência para retirar odores. Agora, com essa reabertura da hotelaria na volta e retomada de atividades, nós temos tomado todas as providências necessárias na questão de segurança e sanitização dos ambientes do hotel. Pesquisamos no mercado e vimos que o ozônio tem um potencial muito grande para limpeza de ambientes em relação aos vírus. Então temos utilizado, após a saída dos hóspedes, o aparelho conectado por uma hora e como ele vai pelo ar acaba sendo bem eficiente em pulverizar todo o ambiente. O resultado tem sido interessante, temos visto que a sua utilização deixa os hóspedes mais tranquilos, a nossa equipe mais tranquila, obviamente usando todos os EPIs além de toda a recomendação habitual de distanciamento, lavar as mãos e uso de álcool adequado”.
ACADEMIAS E PISCINAS – Muitas cidades pelo Brasil já liberaram inclusive o retorno das atividades em academias com limitações do percentual de usuários em função da área de atividades. A empresa de Piracicaba é pioneira do país na utilização do ozônio para piscinas.
“Temos soluções para piscinas residenciais e de uso público (clubes, academias e condomínios). O ozônio traz inúmeras vantagens, pois além da desinfecção da água da piscina, ele não agride os olhos, não resseca o cabelo e a pele, não tem o cheiro característico do cloro e é mais sustentável uma vez que ele utiliza o oxigênio e o subproduto final é apenas o próprio oxigênio”, ressalta Heise. No caso de piscinas residenciais, o ozônio pode inclusive substituir o cloro (a desinfecção com gás é 3.000 vezes mais rápida que aquela feita com cloro).

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BRIDGESTONE REFORÇA O COMPROMISSO COM A SUSTENTABILIDADE NO DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE

SÃO PAULO, 6 de junho do ano 2020 –  Em 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente, a Bridgestone, maior fabricante de pneus do mundo, reforça o seu compromisso com a sustentabilidade. Desde 2017, a companhia reforçou suas ações de responsabilidade social e ambiental com o lançamento do compromisso global Nosso Jeito de Servir, promovendo três Áreas Prioritárias: mobilidade, pessoas e meio ambiente.

Uma das principais iniciativas promovidas pela companhia no pilar meio ambiente é o projeto Ressignificar, ação educacional que leva, desde 2018, atividades de reflexão e sensibilização sobre sustentabilidade e meio ambiente a instituições de ensino público. Cada escola contemplada pelo projeto recebeu uma área de recreação chamada “Atividades e Habilidades”, desenvolvida com a reutilização de pneus inservíveis. Professores e alunos também receberam material didático e acompanharam workshops sobre meio ambiente e sustentabilidade, sendo estimulados a trabalhar o tema de forma interdisciplinar em sala de aula. O projeto foi realizado nas cidades de Santo André e Campinas (SP) e impactou mais de 4.300 crianças, no ano de 2019.

Para Daniela Teixeira, Gerente de Assuntos Corporativos da Bridgestone, a iniciativa é uma grande oportunidade para a conscientização sobre sustentabilidade. “Com o projeto Ressignificar engajamos as crianças, desde cedo, sobre a importância do cuidado com o meio ambiente. No longo prazo, a ação contribuirá para cidadãos mais conscientes”, complementa.

Sustentabilidade nas fábricas

A planta de Camaçari (BA) está celebrando, neste mês de junho, 1 ano do CEA – Centro de Educação Ambiental, espaço que promove atividades de conscientização sobre a preservação do meio ambiente para alunos de escolas públicas, de ensino técnico e superior. Com a promoção de workshops, jogos interativos e oficinas de brinquedos e objetos usando o conceito 3Rs da Sustentabilidade (Reduzir, Reutilizar e Reciclar) e um viveiro, o CEA já recebeu mais de 800 pessoas.

Todos os resíduos gerados na fábrica da Bridgestone em Santo André (SP) são enviados para destinação ambientalmente correta, através de empresas devidamente licenciadas. A unidade foi a primeira planta Bridgestone na América Latina a conquistar a meta de eliminar totalmente o envio de resíduos para aterros sanitários. A planta também possui um projeto de reaproveitamento de água, que garante que 100% do efluente industrial passe por tratamento e seja reaproveitado na própria linha de produção.

Já a operação da Bandag, em Campinas (SP), criou um sistema de reaproveitamento da água dos aparelhos de ar condicionado, utilizado para abastecer o tanque de combate a incêndio. O projeto teve início em 2016 e promove o reaproveitamento de cerca de três mil litros de água por mês. Em Mafra (SC), a água também é o foco de atividades que promovem o consumo consciente e já contribuíram para a redução de 20% do consumo de água da planta.

Em Mauá, (SP), o centro de distribuição ECOPIA da Bridgestone é certificado pela U.S. Green Building Council, em reconhecimento às construções e edificações planejadas e operadas seguindo os mais eficientes padrões de sustentabilidade.

Recapagem Bandag e a sustentabilidade

Outra solução da Bridgestone que contribui para o meio ambiente é a recapagem oferecida pela Bandag, líder mundial na pesquisa e desenvolvimento de bandas de rodagem. A recapagem é um processo de reciclagem, que aumenta a vida útil da carcaça e, consequentemente, evita que milhões de pneus de ônibus e caminhões sejam descartados incorretamente, antes do tempo necessário.

A Bridgestone consolidou em um único documento os resultados das ações promovidas em prol das comunidades em que atua, durante 2019. O material está disponível em https://www.bridgestone.com.br/pt/corporativo/sustentabilidade.

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