Preparação e profissionalismo: autor de 16 gols na temporada pelo FluGoiânia, atacante Gustavo, de 17 anos, aproveita férias para treinar

A palavra de ordem é preparação. É com esse pensamento que o atacante Gustavo, do FluGoiânia, trabalha de olho no segundo semestre de 2019. O jogador, de 17 anos, foi um dos destaques da equipe de Goiânia que chegou até as quartas de final do campeonato estadual sub-17.

Mesmo de férias, o jovem jogador mostra profissionalismo e aproveita o período para aprimorar a parte física. “Acho que o mínimo que todo atleta deve se preocupar é com o seu corpo, que na verdade é o seu instrumento de trabalho. Dependo muito das minhas condições físicas para dar o melhor em campo. Por isso, estou aproveitando esse momento de férias para melhorar ainda mais meu condicionamento. Estou fazendo trabalhos com um preparador físico e mantendo uma rotina de treinos para estar bem preparado no segundo semestre”, destacou o atacante de 1,94m, que já marcou 16 gols neste ano.

Com o futuro indefinido para a sequência da temporada, Gustavo segue treinando e defendendo o FluGoiânia. O atacante, inclusive, já recebeu propostas para atuar no Rio de Janeiro, pelas categorias de base, e também para defender equipes do profissional em Goiânia. “Esses assuntos eu deixo sempre para o meu empresário. O meu foco é sempre dentro de campo, seja treinando ou jogando. Independente do que acontecer, vou seguir me dedicando 100% para estar na melhor condição e poder ajudar a equipe que eu estiver defendendo”, finalizou.

Foto: Divulgação/AV Assessoria de Imprensa
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Alexandre Rosa,
Assessor de Imprensa
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Brasil joga bem, anima a torcida e goleia o Peru

Seleções disputam a liderança do Grupo A

Publicado em 22/06/2019 – 15:15 e atualizado em 22/06/2019 – 18:41 – REUTERS/Henry Romero/direitos reservados

Por Elaine Patricia Cruz e Pedro Peduzzi – Repórteres da Agência Brasil Brasília e São Paulo

A seleção brasileira jogou bem, finalmente arrancou aplausos da torcida e goleou hoje (22) o Peru por 5 a 0, terminando a primeira fase da Copa América como líder do grupo A, com sete pontos. Como primeiro colocado do grupo, o Brasil volta a jogar no dia 27 de junho contra o terceiro colocado do grupo B ou C. O jogo será em Porto Alegre. Casemiro, que recebeu o segundo amarelo na partida de hoje, é ausência certa para o próximo jogo da seleção brasileira.

A seleção peruana começou melhor a partida, impedindo o Brasil de avançar do meio de campo. O primeiro lance de perigo foi do Peru, aos 3 minutos do primeiro tempo. Na cobrança de uma falta, Cueva levantou a bola na área, ninguém do Brasil tirou e ela passou perto do gol de Alisson. Aos 9 minutos, a torcida brasileira já vaiava a posse de bola peruana e permitia que a torcida peruana, menor no estádio, fizesse uma grande festa na arena. A torcida brasileira respondeu com gritos. Aos 10 minutos, Casemiro fez uma falta dura e tomou um cartão amarelo, que o tirou da próxima partida do Brasil.

Mas um minuto depois, o cenário de jogo mudou. Casemiro, que tinha acabado de tomar um amarelo, fez o primeiro gol do Brasil, após cobrança de escanteio de Coutinho para Thiago Silva, no primeiro pau. Em um bate rebate, a bola sobrou para Casemiro mandar para o fundo da rede. Primeiro gol dele com a camisa da seleção.

Brasil e Peru se enfrentam em São Paulo

Brasil e Peru se enfrentam em São Paulo – REUTERS/Henry Romero/direitos reservados

O segundo gol do Brasil aconteceu aos 18 minutos, em uma falha do goleiro Gallese. O goleiro peruano bobeou na saída de bola e chutou em cima de Firmino. A bola acaba batendo no travessão, mas Firmino mesmo aproveitou, driblando o goleiro e mandando para o fundo do gol. Na comemoração brasileira, o capitão Daniel Alves foi até o goleiro Gallese, sozinho, para demonstrar apoio ao jogador.

Aos 31 minutos, com o Brasil já dominando completamente a partida, Everton ampliou com um golaço. Ele recebeu a bola com espaço, cortou para o meio e bateu forte da entrada da grande área.

Só após o terceiro gol é que a torcida brasileira se animou e começou a gritar “Eu sou brasileiro com muito orgulho, com muito amor” e olé a cada vez que a seleção pegava na bola. O Peru só voltou a assustar no final do primeiro tempo, quase fazendo um gol aos 43 minutos, com Trauco, que recebeu a bola dentro da área e soltou a bomba, para defesa do goleiro brasileiro.

Segundo tempo

No intervalo, o técnico peruano fez sua primeira substituição, tirando Youtún e colocando Édison Flores. Mas a primeira grande jogada foi do Brasil.

Inspirado, o jogador Everton arrancou gritos de “É, Cebolinha”, após um outro lance brilhante aos 2 minutos do segundo tempo, quando driblou três defensores e quase conseguiu passar pelo goleiro Gallese. Coutinho ficou com a sobra, mas foi travado.

Aos 9 minutos, o Brasil ampliou a partida com Daniel Alves, com um belo gol após uma tabela com Arthur e Firmino.

Após o gol, o técnico peruano tirou Guerreiro, que foi vaiado pela torcida e colocou Gonzales. O Brasil também fez sua primeira substituição, saindo Filipe Luis e entrando Alex Sandro. Aos 22 minutos, o Peru faz sua última substituição, tirando Cueva e colocando Josepmir Ballón. Muito aplaudido e sob gritos, Casemiro também é substituído para a entrada de Allan. Tite ainda faria a sua terceira substituição tirando Coutinho e colocando Willian.

As trocas no Peru, no entanto, não fizeram efeito. Abatida em campo, a seleção peruana deixou o Brasil continuar dominando a partida e animar a torcida, com apenas um lance de perigo em direção ao gol brasileiro, aos 39 minutos do segundo tempo, quando Polo chutou tentando encobrir Alisson. A bola passou perto da trave.

Superior, o Brasil ainda fez o último da goleada, aos 45 minutos do segundo tempo, com Willian, após cobrança de escanteio curto. Willian dominou e bateu colocado, em outro belo gol na Arena Corinthians. Dois minutos depois, o Brasil ainda perdeu a chance de fazer o sexto gol, após o goleiro Gallese defender a cobrança de pênalti de Gabriel Jesus.

Torcida

Antes do início do jogo, os torcedores brasileiros, maioria no estádio, vaiaram a chegada da seleção do Peru que foi transmitido pelo telão da arena. No anúncio das escalações no telão, Cueva, que jogou no São Paulo, foi vaiado. Já Guerreiro, que jogou no Corinthians, foi aplaudido. Tite e Everton também foram bastante aplaudidos.

Assim como em todos os jogos da seleção brasileira, a torcida cantou parte do hino nacional à capela, após o hino ter parado de ser executado no audio-falante da arena. No início do jogo, a torcida peruana chegou a fazer mais festa que a brasileira. Mas após os gols, a seleção brasileira tomou conta da arena e gritou olé.

Mais uma vez, como se observou em todos os jogos da Copa América, o estádio não encheu. Menor do que o Morumbi, a Arena Corinthians recebeu hoje 42.317 torcedores, mas o que se observou é que haviam também lugares vazios. Segundo o Corinthians, a Arena tem capacidade para 48.234 pessoas.

Ficha técnica:

Peru x Brasil

Competição: Copa América (3ª rodada – Grupo A).

Local: Arena Corinthians, São Paulo.

Juiz: Fernando Rapallini (Argentina).

Peru: Gallese, Luís Advincula, Miguel Araujo, Luis Abram e Miguel Trauco; Renato Tapia, Yotún (Édison Flores), Cueva (Ballón), Andy Polo e Farfán; Guerrero (Gonzales). Técnico: Ricardo Gareca.

Brasil: Alisson; Daniel Alves, Marquinhos, Thiago Silva e Filipe Luís (Alex Sandro); Casemiro (Allan), Arthur e Philippe Coutinho (Willian); Gabriel Jesus, Roberto Firmino e Everton. Técnico: Tite.

Gols: No primeiro tempo: Casemiro (11 minutos), Firmino (18) e Everton (31). No segundo tempo: Daniel Alves (8) e Willian (45). Edição: Raíssa Saraiva Tags: Copa América 2019ebcesportesbrasilPeru

Bolsonaro e Moro assistem ao jogo Flamengo e CSA no Mané Garrincha

Publicado em 12/06/2019 – 23:27 e atualizado em 13/06/2019 – 00:01

Por Da Agência Brasil Brasília

O presidente Jair Bolsonaro postou um vídeo em sua conta pessoal no Twitter dele e do ministro da Justiça e da Segurança Pública, Sérgio Moro, no Estádio Mané Garrincha, em Brasília, durante a partida do Flamengo contra o CSA, pelo Brasileirão. 

No vídeo, que dura 1 minuto e 48 segundos, os dois são aplaudidos e o presidente e o ministro ganham de torcedores camisas do Flamengo, que vestem em seguida. O Flamengo venceu o CSA por 2 x 0.

Embedded video

Jair M. Bolsonaro @jairbolsonaro

– 12 de Junho. Estádio Mané Garrincha, Flamengo x CSA. 48.8K 10:50 PM – Jun 12, 2019

O ministro Moro também tuitou sobre o jogo.

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Sergio Moro @SF_Moro

O CSA que me perdoe, hoje foi dia do Flamengo. Mas compensamos em outra data. 49.2K 11:54 PM – Jun 12, 2019

Edição: Fábio Massalli Tags: Bolsonaromoroflamengo

Flamengo marca dois gols no final e vira sobre o Athletico-PR

26 MAI 19 – 18h:11ESTADÃO CONTEÚDO

Sob protestos e reclamações da torcida que outra vez encheu o estádio do Maracanã (com mais de 52 mil torcedores), no Rio de Janeiro, o Flamengo foi buscar uma virada histórica no Campeonato Brasileiro. Neste domingo, o time do técnico Abel Braga estava perdendo por 2 a 1 nos minutos finais, mas com dois gols após os 44 minutos virou em cima do Athletico-PR e venceu por 3 a 2, pela sexta rodada.

O resultado, conquistado na raça, acabou colocando o Flamengo na zona de classificação à Copa Libertadores do ano que vem, com 10 pontos. O Athletico-PR, por sua vez, se manteve no meio da tabela, com sete. Mas o técnico Tiago Nunes optou por escalar um time alternativo, priorizando as disputas na Copa do Brasil e na Recopa Sul-Americana.

Sem conseguir fazer um bom primeiro tempo, o Flamengo foi para o intervalo na frente após gol de pênalti consultado pelo VAR (árbitro de vídeo) marcado por Gabriel. No segundo tempo, o time carioca recuou e tomou a virada após dois gols de Marcelo Cirino

A partir daí começaram as criticas em cima da Abel Braga, principalmente após as substituições feitas pelo treinador. Mesmo assim, o Flamengo conseguiu a virada com o atacante Bruno Henrique e o zagueiro Rodrigo Caio. Após o apito final, enquanto os jogadores corriam para abraçar o técnico, a torcida xingou o comandante.

O Flamengo começou a partida mais ligado. Logo aos três minutos, após roubada de bola, William Arão lançou Bruno Henrique dentro da área. O atacante se preparava para fazer o chute, mas foi travado e a bola acabou saindo para escanteio. Logo em seguida, Everton Ribeiro tentou o cruzamento, mas mandou direto para o gol. A bola passou na frente da meta de Santos e saiu pela linha de fundo.

Após o começo forte, o Flamengo ficou preso no sistema de marcação do Athletico-PR e teve apenas posse de bola no campo de ataque sem nenhuma efetividade. Os visitantes aproveitaram para chegar ao campo de ataque e quase abriram o placar aos 16 minutos em desvio de Lucas Halter após cobrança de falta. Diego Alves, dentro da pequena área, saiu abafando e salvou. Na sequência, Márcio Azevedo errou passe no campo de ataque e deixou para Bruno Henrique. O atacante finalizou forte, mas Santos caiu bem para fazer linda defesa e salvar os atleticanos

O jogo de erros de passes continuou ajudando os atacantes. Aos 20 minutos foi a vez de Diego errar na saída de bola. Marcelo Cirino se aproveitou, invadiu a área e finalizou, parando em Diego Alves. Na sequência, aos 26, Madson tentou recuo, mas deu nos pés de Gabriel. O atacante invadiu a área, driblou Santos e foi derrubado pelo goleiro paranaense: pênalti. O árbitro gaúcho Daniel Nobre Bins ainda foi consultar o lance no VAR, mas manteve a marcação de campo. Aos 31, o próprio Gabriel foi para a bola e não deu chances para Santos, abrindo o placar. Encerrou um jejum de quase um mês e quatro jogos sem marcar.

Apesar da vantagem, o Flamengo teve dificuldades para tocar a bola e dependeu exclusivamente de lampejos de Everton Ribeiro para chegar ao campo de ataque e de cruzamentos na área. Organizado e sabendo o que fazer com a bola, o Athletico-PR obrigou Diego Alves fazer outra grande defesa antes do intervalo Aos 46 minutos, Márcio Azevedo levantou na cabeça de Erick, que testou firme, exigindo grande intervenção do camisa 1 flamenguista.

O Flamengo voltou menos ligado no segundo tempo e com menos de dois minutos viu o adversário levar perigo. Primeiro em finalização de Brian Romero, que acabou bloqueado por Renê. Em seguida, Erick tentou de bicicleta depois de corte errado de Rodrigo Caio. Aproveitando o recuo do adversário, o Athletico-PR envolvia o adversário, dominava e buscava o empate, que veio aos 18. Após boa troca de passes, Braian Romero recebeu dentro da área, ganhou na corrida de Rodrigo Caio e cruzou rasteiro para Marcelo Cirino completar para o gol vazio.

POLÊMICA E VIRADA – Após o gol, o Athletico-PR teve contra-ataque e Madson foi derrubado na área. O árbitro mandou o jogo seguir. Na sequência do lance, o Flamengo subiu ao campo de ataque e Everton Ribeiro levou perigo em chute de fora da área. Antes da batida do tiro de meta, o árbitro foi chamado pelo assistente de vídeo. Depois de consultar o VAR, voltou atrás na primeira marcação e marcou pênalti de Bruno Henrique em cima do lateral atleticano. Aos 25 minutos, Marcelo Cirino cobrou firme e marcou. Diego Alves chegou a tocar na bola, mas não teve forças para evitar.

A virada no Maracanã não foi só no placar, mas também no ânimo da torcida. As vaias e reclamações passaram a tomar conta do ambiente. Nas últimas alterações promovidas por Abel Braga – entradas de Rodinei e Lincoln – inflamaram ainda mais as críticas. Nomes até então incontestáveis como Diego e Gabriel foram criticados quando tocavam na bola.

Nos minutos finais, o Flamengo foi para o abafa em busca do empate e conseguiu aos 44 minutos. Após cruzamento de Everton Ribeiro, Bruno Henrique ganhou de Madson pelo alto e testou para o gol. Na base da raça, aos 50, saiu o gol da vitória. Após escanteio batido por Renê, Rodrigo Caio subiu e desviou de cabeça para o gol.

O Flamengo volta a campo contra o Fortaleza, no próximo sábado, às 16 horas, no estádio do Engenhão, no Rio de Janeiro. Já o Athletico-PR tem uma semana cheia. Nesta quinta-feira, os paranaenses enfrentam o River Plate, às 21h30 (de Brasília), em Buenos Aires, pelo jogo de volta da final da Recopa Sul-Americana. No Brasileirão, o adversário será o Fluminense, no domingo, às 16 horas, em Curitiba.

Santos e Internacional empatam sem gols na Vila Belmiro

26 MAI 19 – 18h:45 – ESTADÃO CONTEÚDO – Correio do Estado

Nos minutos finais, o Santos não conseguiu furar a defesa colorada – Ivan Storti-Santos FC

Em jogo válido pela sexta rodada do Campeonato Brasileiro, Santos e Internacional empataram sem gols neste domingo, no estádio da Vila Belmiro, em Santos. A partida foi marcada pela interferência do árbitro de vídeo (VAR) em dois lances decisivos

No primeiro tempo, o VAR confirmou o impedimento de Guerrero no lance do gol de Guilherme Parede que foi corretamente anulado pela arbitragem, comandada pelo paranaense Rodolpho Toski Marques. Na segunda etapa, o juiz marcou pênalti de Victor Cuesta em Rodrygo, mas o VAR foi acionado. Após revisar o lance, o juiz voltou atrás e desmarcou a penalidade.

Com o resultado, o Santos fica na quarta posição, com 11 pontos. Já o Internacional conquista o seu primeiro ponto fora de casa e chega aos 10, na sexta colocação da tabela de classificação.

O jogo começou morno, com vantagem para o Santos na posse de bola. A equipe da casa começou com Jean Mota de falso nove, Sánchez na armação e Soteldo pela esquerda. Já Rodrygo começou aberto pela direita no ataque alvinegro.

Depois do apito final, o atacante santista revelou que foi liberado pela seleção olímpica e não disputará o Torneio Maurice Rivello, na França, mais conhecido como Torneio de Toulon, de modo que permanece no clube alvinegro até 12 de junho, antes de ir para o Real Madrid.

Já o Internacional começou fechado para resistir às investidas iniciais dos anfitriões. Com isso, o princípio da partida foi pouco movimentado. Aos 30 minutos, porém, os visitantes resolveram agitar o certame: Guerrero foi lançado pelo lado esquerdo da grande área e rolou para Guilherme Parede chutar para o gol vazio. Entretanto, a arbitragem marcou impedimento do peruano, confirmado pelo VAR.

Seis minutos depois, Nico López roubou bola de Jorge e passou para Guerrero. O atacante se livrou de Lucas Veríssimo e bateu rasteiro, mas Vanderlei voou no canto e impediu o gol colorado. Na sequência, escanteio cobrado e Emerson Santos ajeitou para Parede, que chutou de direita, mas para fora, perto da baliza santista. Primeiro tempo encerrado, com o Internacional melhor.

No intervalo, o técnico argentino Jorge Sampaoli sacou Sánchez e colocou o atacante Eduardo Sasha. A equipe melhorou, mas não a ponto de dominar o Internacional. Tanto que os visitantes levaram perigo logo aos nove minutos. Edenílson cobrou falta fechado e Gustavo Henrique subiu para cortar, mas a bola ficou na área. Vanderlei saiu mal e Nonato, na entrada da área, ficou com o gol aberto para marcar. Entretanto, o meia chutou mal e desperdiçou a oportunidade.

Cinco minutos depois, o Santos finalmente assustou. Pela direita, Victor Ferraz deu bom passe para Sasha, que rolou para Jean Mota bater em cima da marcação. Emerson Santos afastou a ameaça. Aos 26, os mandantes levaram perigo novamente. Diego Pituca chutou da intermediária esquerda e o goleiro Marcelo Lomba se esticou para defender.

Aos 30 minutos, nova chance santista: Jean Mota fez cruzamento pela direita e a bola tomou a direção do gol de forma estranha, mas Lomba estava esperto e espalmou para escanteio, evitando o gol.

Oito minutos mais tarde, o VAR voltou a ser decisivo. Rodrygo invadiu a grande área e se chocou com Cuesta. Rodolpho Toski Marques marcou pênalti, mas o árbitro de vídeo foi acionado. O juiz revisou o lance e acabou mudando de ideia, frustrando a empolgação da torcida.

Nos minutos finais, o Santos não conseguiu furar a defesa colorada, enquanto que o Internacional desperdiçou boa chance. William Pottker recebeu dentro da área e chutou de esquerda, tirando tinta da trave de Vanderlei, já nos acréscimos. No fim das contas, os gols não saíram e a partida terminou empatada por 0 a 0.

Botafogo anuncia que pedirá anulação do jogo contra Palmeiras por erro de direito

BRASILEIRÃO


Clube alega erro de direito na marcação de pênalti

27 MAI 19 – 06h:00ESTADÃO CONTEÚDO

Botafogo foi derrotado por 1 a 0 pelo Palmeiras – Site Oficial Botafogo

O Botafogo vai pedir a anulação do jogo do último sábado contra o Palmeiras, em que foi derrotado por 1 a 0, em Brasília, pelo Campeonato Brasileiro. O clube alega erro de direito na marcação do pênalti que originou o gol do zagueiro paraguaio Gustavo Gómez, pois a partida já havia sido reiniciada quando o árbitro de vídeo (VAR) entrou em ação. A decisão de recorrer aos tribunais foi anunciada na noite deste domingo, por meio do Twitter oficial do clube alvinegro carioca.

“O Botafogo pedirá a anulação do jogo com o Palmeiras. O VAR foi usado indevidamente, pois a partida havia sido reiniciada. Logo, não poderia ser alterada a decisão do árbitro (regra 5 da FIFA e protocolo 8.12 do VAR). A decisão tomada foi um erro de direito, não um erro de fato”, justificou o Botafogo.

O confuso lance aconteceu na etapa final da partida no estádio Mané Garrincha. Em uma disputa de bola na área entre Deyverson e o goleiro paraguaio Gatito Fernández, o árbitro paranaense Paulo Roberto Alves Junior, inicialmente, considerou que o atacante do Palmeiras caiu para simular uma falta e deu a ele o cartão amarelo.

Mas depois, com o alerta do VAR, foi constatado que Deyverson caiu porque foi atingido pelo zagueiro Gabriel. Ele marcou o pênalti, mas agora o Botafogo alega que o jogo já havia recomeçado.

Após assistência em jogo-treino, Ezequiel mira estreia pelo Bahia e projeta sequência de confrontos diante do São Paulo, jogos disponíveis na Bet365.

Foto: Felipe Oliveira / EC Bahia

Emprestado pelo Fluminense, o lateral-direito Ezequiel está próximo de fazer o seu primeiro jogo com a camisa do Bahia. O jogador foi confirmado pelo técnico Roger Machado como titular da defesa tricolor no duelo diante do São Paulo.

A estreia oficial ainda não aconteceu, mas Ezequiel já começa a se destacar pelo Esquadrão de Aço, aproveite o destaque do jogador e conheça o Bet365 bônus de apostas. Na última terça-feira (14), ele contribuiu com uma assistência no triunfo por 3 a 1 sobre o time de aspirantes do Bahia, em jogo-treino realizado no Fazendão.

Focado em fazer um bom jogo na sua estreia pelo Bahia, Ezequiel celebra a rápida adaptação no time tricolor. ”Fui muito bem recebido por todos aqui no Bahia e isto facilitou a minha adaptação ao clube. Estou focado em fazer uma boa estreia e tenho trabalhado bastante ao longo desta semana. Pude contribuir com uma assistência na vitória sobre o time de aspirantes, que me deu ainda mais confiança para a partida com o São Paulo”, disse o defensor, de 26 anos, revelado pelo Criciúma e bicampeão da Copa do Brasil com a camisa do Cruzeiro.

Oponente que marcará o primeiro jogo de Ezequiel pelo Bahia, o São Paulo será um adversário que o Tricolor de Aço vai enfrentar com frequência nas próximas semanas. Além do duelo de domingo (19), pelo Brasileirão, as duas equipes também irão se encontrar na oitavas de final da Copa do Brasil. A partida de ida acontece na quarta-feira (22), no Morumbi, três dias após o confronto pela Série A, que também ocorre na capital paulista.

Para Ezequiel, a sequência de partidas contra o São Paulo é muito importante para que o Bahia consolide o bom momento vivido na temporada. ”Iremos enfrentar um adversário muito complicado em um curto espaço de tempo e em dois jogos fora de casa. Sabemos da importância desta sequência de partidas para as nossas pretensões na Copa do Brasil e na Série A. Porém, acredito que devemos pensar jogo a jogo, como temos feito até aqui. Vivemos um bom início de Brasileirão e precisamos nos consolidar na parte de cima da tabela. Um resultado positivo no Morumbi será fundamental para que isso aconteça”, concluiu o lateral.

De olho em outros jogos

Foto: Divulgação/Brusque

Com seis pontos somados em dois jogos e 100% de aproveitamento, o Brusque é o líder do grupo A15 da Série D. Na próxima segunda-feira (20), às 20h, o Bruscão recebe o Gaúcho, segundo colocado da chave, em duelo que pode deixar a equipe catarinense ainda mais próxima da classificação aos mata-matas.

Um dos responsáveis pelo bom início do Brusque na Série D, o zagueiro Ianson avalia o próximo desafio da equipe no torneio. ”Acredito que teremos uma partida muito difícil pela frente. O Gaúcho tem se mostrado um adversário complicado e aparece como candidato a uma das vagas para a próxima fase. Temos trabalhado bem ao longo desta semana, buscando aperfeiçoar o que vem dando certo e corrigir alguns detalhes. Sinto que estamos prontos para mais este desafio e vamos em busca de outro grande resultado nesta Série D”, disse o jogador, de 23 anos, revelado pelo Criciúma.

De olho na classificação para a próxima fase da Série D, Ianson destaca a importância do fator casa para o Brusque. ”A Série D é um torneio de poucos jogos e que não permite erros. Por isso é muito importante somar pontos em casa. Ter o apoio do nosso torcedor será fundamental para que possamos fazer do Augusto Bauer um verdadeiro caldeirão na luta por este acesso”, concluiu o defensor, que na última temporada conquistou a Copa Santa Catarina com a camisa do Bruscão.

Redação

Em grande jogo, Inter bate Cruzeiro no Beira-Rio e ultrapassa rival no Brasileiro


13 MAI 19 – 04h:00ESTADÃO CONTEÚDO


Em um jogo de alto nível técnico, o Internacional venceu o Cruzeiro por 3 a 1, neste domingo à tarde, no estádio Beira-Rio, em Porto Alegre, pela quarta rodada do Campeonato Brasileiro. Depois de um primeiro tempo equilibrado, o time gaúcho foi bem superior na etapa final e poderia até ter vencido por mais gols, pois o meia D’Alessandro desperdiçou um pênalti.

A vitória deixou o Internacional com seis pontos, em posição intermediária da tabela, na frente do próprio Cruzeiro, que tem a mesma pontuação, mas menor saldo de gols: 0 a -2. Esta foi a segunda derrota seguida do time mineiro, que no meio de semana perdeu em casa para o Emelec, por 2 a 1, pela sexta e última rodada da fase de grupos da Copa Libertadores.

Mesmo mantendo apenas quatro jogadores que perderem para o Emelec, na última quarta-feira, o Cruzeiro apresentou um time forte, inclusive, com a volta do atacante Fred, artilheiro da temporada com 16 gols e completando seu jogo de número 700 na carreira profissional. E a equipe celeste começou ligada e quase abriu o placar antes do segundo minuto. Fred desceu pela direita e cruzou rasteiro para o chute de chapa de Thiago Neves, mas para fora.

Aos 20 minutos, o visitante deu outra investida perigosa quando Pedro Rocha puxou contra-ataque pelo lado esquerdo e rolou rasteiro para Jadson que, de frente para o gol, também chutou pra fora. O time mineiro parecia ter domínio do meio-campo, que era objetivo do técnico Mano Menezes.

Mas, quando chegou na frente, o Internacional abriu o placar. Aos 31 minutos, Paolo Guerrero cobrou falta na frente da área. A bola desviou na barreira, subiu e bateu na trave direita de Fábio. De repente, apareceram três colorados para completar para as redes. Nonato foi mais esperto e tocou de peixinho, na frente de Edenilson e Moledo.

O Cruzeiro não se abalou, mesmo porque empatou pouco depois, aos 36 minutos. Thiago Neves cobrou falta da intermediária em direção à grande área. A defesa se preocupou com Fred, que não alcançou a bola que praticamente bateu no pé do zagueiro Dedé e entrou no canto esquerdo de Marcelo Lomba. 

No segundo tempo, Odair Hellmann adiantou o time gaúcho, dificultando as saídas de bola dos visitantes. Após uma forte blitz, o Inter chegou ao segundo gol. Edenilson roubou a bola e a entregou para D’Alessandro, que acionou Nico López em velocidade. O goleiro Fábio saiu e abafou, mas o rebote ficou para chute de Guerrero em cima de Dedé. Em seguida D’Alessandro chutou e Dodô salvou na pequena área, mas o rebote caiu nos pés de Guerrero, que bateu no alto para balançar as redes.

O Inter continuou melhor e quase ampliou aos 15 minutos, quando Victor Cuesta lançou Nico López em velocidade e ele bateu por cobertura. A bola resvalou na trave esquerda de Fábio e saiu. Aos 20 minutos, Dodô foi imprudente ao dar carrinho e atingir as pernas de Nonato: pênalti bem marcado por Raphael Klaus. Na cobrança, aos 22 minutos, D’Alessandro deslocou Fábio, porém, chutou para fora.

Antes mesmo da cobrança da penalidade, Mano Menezes fez duas trocas. Entraram David e Rodriguinho, respectivamente, nas vagas de Jadson e Pedro Rocha. De outro lado, Hellmann também mudou. Primeiro com Parede na vaga de Nonato, machucado, e depois com Rafael Sóbis no lugar de D’Alessandro, numa troca mais ofensiva. Neste cenário de xadrez, Mano ainda reforçou o ataque mineiro com Sassá no lugar de Fred.

Aos 33 minutos surgiu o primeiro lance polêmico a favor do Internacional quando Nico López apareceu nas costas da defesa e no momento da finalização teria sido puxado por Léo. Isso facilitou a saída de Fábio. O VAR foi acionado e não marcou a penalidade máxima.

Mas o Inter continuava melhor e ampliou aos 37 minutos. Rafael Sóbis cobrou falta da intermediária com força. A bola ultrapassou a barreira, teve um leve desvio nas mãos de Fábio e explodiu no travessão. Desta vez quem chegou para completar foi o zagueiro Rodrigo Moledo, que testou para as redes. Daí a torcida não se conteve e festejou até o final. 

Nos acréscimos, Sassá ainda teve a chance de diminuir, mas chutou duas vezes em cima do goleiro Marcelo Lomba, que garantiu o placar. Ainda deu tempo de Edilson dar uma cotovelada na boca de Nico López e ser expulso direto com o cartão vermelho. Ao final do jogo, Nico ainda tentou discutir com Edilson e houve um empurra-empurra entre todos os jogadores. 

O Internacional vai ter a semana inteira para se preparar visando o jogo contra o CSA, no sábado, de novo em Porto Alegre. O Cruzeiro vai viver uma semana de duelos com o Fluminense. Na quarta-feira pega o rival tricolor pela oitavas de final da Copa do Brasil. O jogo será disputado no Maracanã, a partir das 21h30 Pelo Brasileiro, os dois times voltam a se enfrentar no sábado, às 16 horas, de novo no Rio, pela quinta rodada do Brasileirão.

FICHA TÉCNICA

INTERNACIONAL 3 X 1 CRUZEIRO

INTERNACIONAL – Marcelo Lomba; Zeca, Rodrigo Moledo, Victor Cuesta e Iago; Rodrigo Dourado, Edenílson, DAlessandro (Rafael Sóbis) e Nonato (Parede); Nico López e Paolo Guerrero (Sarrafiore). Técnico: Odair Hellmann.

CRUZEIRO – Fábio; Edílson, Dedé, Léo e Dodô; Lucas Silva, Lucas Romero, Jadson (David) e Thiago Neves; Pedro Rocha (Rodriguinho) e Fred (Sassá). Técnico: Mano Menezes.

GOLS – Nonato, aos 31, e Dedé, aos 36 minutos do primeiro tempo; Guerrero, aos nove, e Rodrigo Moledo, aos 37 do segundo.

ÁRBITRO – Raphael Claus (SP).

CARTÕES AMARELOS – Não houve.

CARTÃO VERMELHO – Edilson (Cruzeiro).

RENDA – R$ 948.310,00.

PÚBLICO – 20.673 pagantes (23.416 total).

LOCAL – Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre (RS).

Palmeiras domina, vence Atlético-MG por 2 a 0 e assume liderança


Santistas ficam na vice-liderança

12 MAI 19 – 18h:20ESTADÃO CONTEÚDO

No próximo sábado (18), o clássico será contra o Santos, a partir das 19h – César Greco / Agência Brasil


Em um jogo sem transmissão pela TV, o Palmeiras mostrou aos pouco mais de 24 mil torcedores que assistiram ao duelo no Mineirão, em Belo Horizonte, o porquê de estar há 27 jogos invicto no Brasileirão. Bem postado e contando com a estrela de Bruno Henrique, autor dos dois gols do confronto, o alviverde dominou por completo o Atlético e o derrotou por 2 a 0, assumindo, assim, a liderança do Brasileirão. 

Com o resultado, o time alviverde chegou aos dez pontos, tomando, assim, a liderança dos atleticanos, que continuam com nove, mas, agora, ocupando a terceira posição, uma vez que o Santos também venceu e se igualou aos palmeirenses na pontuação – os santistas ficaram na vice-liderança por estarem com saldo de gols inferior ao dos palmeirenses.

Com isso, o clássico paulista entre Palmeiras e Santos, que será disputado no próximo sábado, no Pacaembu, a partir das 19 horas, transformou-se em uma dessas “finais” proporcionadas pelos pontos corridos. Na mesma data e horário, o Atlético enfrentará o Flamengo, em jogo marcado inicialmente para o Independência. Em meio a isso, curiosamente, o time atleticano enfrentará o Santos pela Copa do Brasil, na quarta-feira. A bola rolará a partir das 19h15, também em Belo Horizonte.

O JOGO – Como é de praxe, o Palmeiras iniciou o confronto povoando o meio-campo e diminuindo as áreas de ações do adversário, que tentava, em vão, achar brechas nos flancos. Assim, a solidez defensiva armada por Scolari era o trunfo que o alviverde precisava para encarar o líder em seu território.

Com a “casa em ordem”, já era anunciado que o Palmeiras ameaçaria o Atlético por meio dos contragolpes, sempre explorando as espaços do alvinegro, que ainda está em reconstrução. Não à toa, logo aos oito minutos, Deyverson recebeu a bola sozinho na área e, por pouco, não abriu o marcador, ao chutar na rede, mas pelo lado de fora. 

Esforçado, o Atlético tentava girar sua linha de frente para conseguir uma brecha em meio ao muro alviverde. Conseguiu ser perigoso em duas oportunidades, aos 14 e 21 minutos, com Geuvânio e Réver, respectivamente, mas Weverton estava lá para proteger a meta palmeirense.

Quando o jogo já caminhava para seu final, aos 42 minutos, Felipe Melo acertou um ótimo passe para Marcos Rocha na lateral. Esperto, o ala levantou a cabeça e tocou para trás, achando Dudu, que veio chutando de primeira, mas errou o arremate.

Os contra-ataques perigosos anunciavam que ali estava a “mina” palmeirense para achar o gol. E ele saiu logo na jogada seguinte, aos 43 minutos, quando Marcos Rocha centrou a bola, que foi desviada por Fábio Santos. A pelota sobrou para Raphael Veiga, que rolou para trás, achando Bruno Henrique, que soltou o pé para abrir o marcador: 1 a 0. 

TUDO COMO ANTES – Com o gol anotado às vésperas do final do primeiro tempo, o Palmeiras voltou do vestiário tranquilo, sabendo que bastava manter sua postura para assumir a ponta do Brasileirão. E assim como outrora, o contragolpe bem ensaiado e a aparição de Bruno Henrique como elemento-surpresa fizeram a diferença. 

Aos sete minutos, Dudu recebeu pelo lado direito. Como Fábio Santos fechava a linha de fundo, cortou para dentro e logo tocou com açúcar para Bruno Henrique, que estava na meia-lua. Bem posicionado, o capitão voltou a chutar com carinho para tirar de Victor as chances de intervir. Segundo golaço do capitão alviverde na partida, quinto nos últimos três embates contra o Atlético: 2 a 0. 

Tentando diminuir o prejuízo, o Atlético adiantou suas linhas e esboçou uma reação. Porém, desorganizado, não conseguia tomar as rédeas da partida das mãos do Palmeiras, que não foi efetivamente ameaçado ao longo dos minutos seguintes.

Sólido atrás, o alviverde manteve sua postura e continuou criando algumas oportunidades aqui e acolá, mas sem aumentar o marcador. No fim, a vitória por 2 a 0 foi uma tradução da diferença e postura das equipes. 

FICHA TÉCNICA

ATLÉTICO-MG 0 X 2 PALMEIRAS

ATLÉTICO-MG – Victor; Guga, Réver, Igor Rabello e Fábio Santos; Adilson (Nathan), Elias e Luan; Geuvânio (Vinícius), Chará e Ricardo Oliveira (Alerrandro). Técnico: Rodrigo Santana.

PALMEIRAS – Weverton; Marcos Rocha, Luan, Gustavo Gómez e Diogo Barbosa; Felipe Melo, Bruno Henrique e Zé Rafael (Hyoran); Raphael Veiga (Moisés), Dudu (Felipe Pires) e Deyverson. Técnico: Luiz Felipe Scolari.

GOLS – Bruno Henrique, aos 43 minutos do primeiro tempo e aos 6 do segundo.

ÁRBITRO – Anderson Daronco (Fifa/RS).

CARTÕES AMARELOS – Raphael Veiga, Diogo Barbosa, Igor Rabello e Felipe Melo.

PÚBLICO – 24.368 pagantes.

RENDA – R$ 503.695,00.

LOCAL – Estádio Mineirão, em Belo Horizonte (MG).

Com falhas de Sidão, Santos vence o Vasco com facilidade


Time da casa venceu os cariocas por 3 a 0 no Pacaembu

Lucas Musetti Perazolli 12 mai 2019 18h06 atualizado às 18h10

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O Santos venceu o Vasco por 3 a 0 na tarde deste domingo de Dia das Mães no Pacaembu, pela quarta rodada do Campeonato Brasileiro. Os gols foram marcados por Diego Pituca, Rodrygo e Soteldo.

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Sidão foi “uma mãe” para o time paulista. O goleiro falhou nos dois primeiros gols e teve o nome gritado pelo torcedor alvinegro, em tom irônico, ao longo de todo o jogo.

O Santos não parou de atacar, fez três e poderia ter feito vários mais. O Vasco até assustou e obrigou Vanderlei a fazer algumas defesas, mas nunca esteve perto do empate.

Com a vitória, o time paulista pulou para a segunda colocação, com 10 pontos, atrás do Palmeiras pelos critérios de desempate. O Vasco segue na lanterna, com um ponto. Na próxima rodada, o Alvinegro enfrentará o Verdão, sábado, no Allianz Parque. Antes, medirá forças com o Atlético-MG, quarta-feira, em Belo Horizonte, pela ida das oitavas de final da Copa do Brasil. O Cruzmaltino receberá o Avaí, domingo, em São Januário.

O JOGO

O Santos dominou o Vasco desde o primeiro minuto. Com linhas altas e oito jogadores no campo de ataque, as chance surgiram naturalmente.

Aos 2 minutos, Rodrygo, inspirado, recebeu na esquerda, driblou e cruzou forte. O goleiro Sidão espalmou. No rebote, Jorge chutou para fora.

Aos 12, o time paulista quase abriu o placar. Sánchez rolou para trás e Rodrygo chegou batendo. Pikachu tirou em cima da linha. Seis minutos depois, o Vasco não resistiu à pressão.

Sidão saiu jogando errado, Rodrygo ajeitou e Diego Pituca chutou bonito, no ângulo, para abrir o placar. A partir daí, o goleiro passou a ter o nome gritado pela torcida santista.

No minuto 22, veio a resposta do Cruzmaltino. Pikachu tabelou com Marrony pelo meio e a bola sobrou para Maxi López balançar as redes. Após revisão, o VAR anulou o gol por impedimento do argentino.

A partir daí, só deu Santos. Aos 27, Sidão fez boa defesa em chute de Sánchez. Aos 32, o Alvinegro ampliou. Rossi saiu jogando errado, Jorge tocou para Rodrygo e o camisa 11 driblou dois antes de bater no canto de Sidão.

Ainda deu tempo para Sidão protagonizar dois lances bizarros em sequência. Quando o placar marcava 42, o goleiro se complicou com Bruno Silva e Sánchez quase fez o terceiro. No escanteio, o camisa 44 saiu caçando borboleta e Lucas Veríssimo acertou a trave.

VIROU PASSEIO

Marcos Valadares colocou Andrey e Bruno César no segundo tempo, para as saídas de Luiz Gustavo e Raul. E o Vasco se lançou ao ataque. No segundo minuto da etapa final, Lucas Mineiro quase abriu o placar depois de cobrança de escanteio.

Jorge Sampaoli percebeu o esboço de reação do Vasco e mexeu. Primeiro colocou Alison e tirou Jean Lucas. Depois Jean Mota entrou na vaga de Sasha. O time paulista equilibrou o jogo e quase fez o terceiro, aos 19.

Rodrygo tocou para Soteldo na marca do pênalti. O venezuelano foi caprichoso, tentou o drible e bateu fraco, para Sidão espalmar. No rebote, Sánchez chutou para fora na pequena área.

Aos 24, nova chance para o Santos. Soteldo recebeu na entrada da área e bateu por cobertura. A bola encobriu Sidão e bateu no travessão antes de sair para a linha de fundo. Na sequência, no minuto 25, Jean Mota cruzou e Sánchez, sozinho, acertou o travessão novamente.

Quando o placar marcava 27, não deu mais para o Vasco aguentar. Rodrygo, de novo ele, tabelou com Jean Mota e rolou para Soteldo deslocar Sidão e matar o jogo.

Aos 29, o Vasco voltou a assustar, mas parou por aí. Andrey finalizou e Vanderlei espalmou. No rebote, sem ângulo, Marrony chutou e o goleiro santista defendeu novamente.

Insaciável, o Alvinegro ficou perto do quarto gol por várias oportunidades. Aos 35, Jean Mota finalizou de fora da área, perto do ângulo. Um minuto depois, Rodrygo chutou colocado e a bola raspou a trave de Sidão. No minuto 42, Jean ficou perto do gol novamente.

Nos instantes finais, sob os gritos de olé da torcida, o Santos administrou a vitória tranquila, que poderia ter sido uma histórica goleada.

FICHA TÉCNICA

SANTOS 3 X 0 VASCO

Data: 12 de maio de 2019 (domingo)

Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)

Horário: 16h (de Brasília)

Árbitro: Paulo Roberto Alves Junior (PR)

Auxiliares: Bruno Boschilia e Rafael Trombeta

VAR: Adriano Milczvkski

Público e renda: 12.952/R$ 343.355,00

Cartões amarelos: SANTOS: Jean Lucas e Alison. VASCO: Rossi, Ricardo Graça e Maxi López

Cartão vermelho: VASCO: Danilo Barcelos

GOLS:

Santos: Diego Pituca e Rodrygo, aos 18 e 32 do 1T; Soteldo, aos 27 do 2T.

SANTOS: Vanderlei, Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, Gustavo Henrique e Jorge; Diego Pituca (Derlis González), Jean Lucas (Alison) e Carlos Sánchez; Rodrygo, Soteldo e Eduardo Sasha (Jean Mota)

Técnico: Jorge Sampaoli

VASCO: Sidão, Yago Pikachu, Luiz Gustavo (Andrey), Ricardo e Danilo Barcelos; Bruno Silva, Raul (Bruno César) e Lucas Mineiro; Marrony, Rossi (Valdívia) e Maxi López

Técnico: Marcos Valadares

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