Cresce trabalho com carteira assinada no 2º trimestre, aponta IBGE


Pnad Contínua mostrou que 24,1 milhões estão na informalidade

Marcello Casal/Agência Brasil – Publicado em 31/07/2019 – 15:30

Por Akemi Nitahara – Repórter da Agência Brasil Rio de Janeiro

Depois de 20 trimestres seguidos com queda ou estagnação, o número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado voltou a crescer, com a criação de 294 mil vagas, no segundo trimestre.

Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio – Contínua (Pnad Continua), divulgados hoje (31), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostra que o aumento foi de 0,9% na comparação com o primeiro trimestre de 2019, chegando ao total de 33,2 milhões de pessoas.

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As vagas criadas na indústria foram responsáveis por 49,7% desse total e 39% foram empregos gerados na área de educação. O setor público, estimado em 11,7 milhões de pessoas, teve aumento de 2,6% no trimestre.

Informalidade

Já o número de pessoas que trabalham por conta própria bateu novo recorde. A Pnad Continua mostrou que são 24,1 milhões nessa situação, 1,6% a mais do que no trimestre anterior e 5% a mais do que no segundo trimestre do ano passado.

O número de empregados sem carteira assinada chegou ao número também recorde de 11,5 milhões de pessoas, com 3,4% a mais do que o primeiro trimestre e 5,2% a mais do que o segundo trimestre de 2018. De acordo com o coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE, Cimar Azeredo, a informalidade atinge 38,15% dos trabalhadores.

“Quase 40% na informalidade é um número muito importante. É o trabalhador por conta própria sem CNPJ, trabalhador sem carteira assinada. Temos formas atípicas de trabalho surgindo no Brasil e no mundo, como motorista de aplicativo, que não tem carteira assinada nem CNPJ, a pessoa que vende quentinha na rua. É informal mesmo”.

População ocupada

A população ocupada cresceu 2,6% na comparação anual. Segundo Azeredo, foi a maior variação da série histórica da pesquisa, iniciada em 2012. Na comparação com o trimestre anterior, a variação foi de 1,6%. Ele destaca que, apesar do total da população ocupada ter atingido 93,3 milhões de pessoas, o país está com um contingente de 28,4 milhões de pessoas subutilizadas.

“Falar em virada no mercado de trabalho com um quarto da população subutilizada e atingindo recorde na série é minimizar o problema que a gente tem no Brasil hoje. Nós não temos só 12 ou 13 milhões de pessoas desocupadas. Nós temos 28 milhões de pessoas subutilizadas no Brasil, levando em consideração as pessoas que estão subocupadas por insuficiência de horas, que é recorde na série, a população desalentada, que também é recorde na série”.

O IBGE calcula que o desalento atinge 4,87 milhões de pessoas, o que representa 4,4% do total da força de trabalho do país. A população em idade de trabalhar, ou seja, 14 anos ou mais, foi estimado em 170,9 milhões de pessoas, um aumento de 1% na comparação anual. A força de trabalho, somadas as pessoas ocupadas e as desocupadas, atinge 106,1 milhões de pessoas. Um total de 64,8 milhões de pessoas estão fora da força de trabalho, o que indica queda de 1% na variação anual.

Nível de ocupação

O nível de ocupação no país, que representa o percentual de pessoas em idade de trabalhar e que estavam ocupadas na semana de referência, teve uma leve recuperação de 0,8 ponto percentual na comparação com o primeiro trimestre. O índice atingiu a menor taxa no início de 2017, com 53,1%, e o maior índice de ocupação foi no fim de 2013, com 57,3%.

Em termos de taxa de desocupação, houve ligeira melhora no trimestre, passando de 12,7% para 12%. Azeredo destaca que, se o mercado de trabalho está se recuperando e deixando para trás os 13% de desempregados alcançados no segundo trimestre de 2017, o Brasil ainda está bem longe de alcançar a taxa de 6,2% do último trimestre de 2013.

Salários

Quanto à massa salarial, que soma todos os rendimentos dos trabalhadores, o valor chegou a R$ 208,4 bilhões, um aumento de 2,4% na comparação com o segundo trimestre de 2018 e estabilidade em relação ao trimestre anterior. O rendimento médio ficou em R$ 2.290, 1,3% a menos na comparação trimestral e 0,2% a menos na variação anual. Segundo Azeredo, essa diminuição ocorre por causa da entrada de pessoas no mercado de trabalho pela informalidade e com rendimentos mais baixos.

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Edição: Fernando Fraga Tags: Pnad contínuaIBGEmercado de trabalhoempregodesempregomultimídia

Avança acordo de cooperação técnica entre o Brasil e a OMT

Projeto prevê a realização de uma competição focada em tecnologia e qualificação para a alta gestão do turismo brasileiro

Comitiva técnica do Ministério do Turismo do Brasil finaliza últimos detalhes para o Brasil assinar termo de cooperação técnica com a Organização Mundial do Turismo (OMT), agência da Organização das Nações Unidas (ONU) especializada no setor de viagens. Em missão à sede da OMT, em Madri, técnicos do MTur definiram os termos para a instalação no Brasil de um hub de inovação para o turismo, a realização, em dezembro, de uma competição de tecnologia (hackathon), e um curso voltado para o uso de ferramentas digitais para melhorar a gestão pública do turismo.

“Vamos aproveitar a experiência de programas bem-sucedidos realizados em diversas partes do mundo para acelerar a curva de aprendizado e desenvolver o turismo brasileiro”, comentou o secretário-adjunto da Secretaria Executiva do Ministério do Turismo, Higino Brito. Entre os países que já realizaram eventos semelhantes estão Espanha, Chile, Colômbia e Argentina.

Pelo termo de cooperação técnica a ser assinado pelo ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, e o secretário-geral da OMT, Zurab Pololikashvili, a agência internacional ficará responsável pela organização do evento em dezembro e pela instalação no Brasil de uma incubadora de startups focada no setor de viagens. Ainda em dezembro, será realizado um programa de qualificação para 50 gestores públicos do turismo no país. A ideia é compartilhar boas práticas já implementadas no mundo para alavancar o turismo.

A comitiva brasileira encontrou-se com Natalia Bayona, especialista sênior em Transformação e Inovação Digital da OMT; Martín Rodriguez Jugo, diretor da IE Business School, uma das mais reconhecidas escolas de negócio do mundo; e Miguel Angel Susino, da Consultoria Jurídica da OMT. Na pauta, também incluído o apoio do MTur para uma possível instalação de um escritório da OMT no Brasil. Na última década, o turismo foi responsável por um em cada cinco empregos gerados no mundo. Atualmente o setor responde por 10,4% do PIB mundial e 319 milhões de empregos.

Experiência no mercado informal conta na hora de conseguir emprego com carteira assinada em MS

Campo Grande (MS) – Com a oferta média de 500 vagas por semana para todo Estado, a Fundação do Trabalho de Mato Grosso do Sul (Funtrab) afirma que experiências adquiridas no mercado informal podem ser importantes na hora de concorrer a uma vaga de emprego.

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) com base em um estudo feito a partir de microdados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínuo (Pnad Contínuo), do primeiro trimestre do ano, apontam que Mato Grosso do Sul possui 434 mil trabalhadores atuando no mercado informal.

Para Enelvo Felini, diretor-presidente da Funtrab, os candidatos devem incluir no currículo, experiências no trabalho no mercado informal, pois isso mostra a pró atividade do candidato. “Experiências fora da carteira de trabalho, contam muito na hora do cruzamento de dados que apontam a compatibilidade entre as habilidades dos candidatos, com o perfil solicitado pela empresa” afirma.

Experiências fora da área de atuação, trazem novos conhecimentos, o que é valorizado numa entrevista de emprego. Algumas vivencias, permitem que o candidato adquira base para entender regras, procedimentos e noções de responsabilidade para exercer diversas atividades.

O modo correto de inserir essas informações no currículo, deve seguir os mesmos padrões de um emprego formal no preenchimento, com dados sobre o local de trabalho ou empresa, o período de realização da experiência, e nome da função.

Outro ponto destacado por Enelvo, além da experiência sem carteira assinada, é a capacitação oferecida pelas empresas. “Após a seleção final, os candidatos ainda passam por treinamento nas empresas onde serão contratados” pontua. 

A Funtrab de Mato Grosso do Sul possui um dos maiores bancos de dados do País, com aproximadamente 400 mil currículos cadastrados no sistema. Tem alguma dúvida relacionada a emprego? Procure uma unidade da Casa do Trabalhador nos municípios do interior, ou a Funtrab em Campo Grande, que fica na Rua 13 de Maio, n° 2773, Centro.

Geração de emprego – No primeiro quadrimestre do ano, Mato Grosso do Sul foi o Estado com maior crescimento na geração de emprego do País. Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) o Estado registrou índice de 2,90%, enquanto a média nacional foi de 0,91%.

Nos últimos 12 meses, Mato Grosso do Sul teve 10 com saldos positivos, ou seja, com mais contratações do que demissões. As únicas exceções foram os meses de maio e dezembro de 2018.

Mireli Obando, Subsecretaria de Comunicação (Subcom)

Foto: Divulgação 

Furnas deve reduzir quadro de 4 mil para 2.751 funcionários

Linhas de transmissão de energia do sistema elétrico nacional (Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

ABR      Economia


Publicado em 30/07/2019 – 15:21

Por Akemi Nitahara – Repórter da Agência Brasil Rio de Janeiro A estatal Furnas Centrais Elétricas pretende lançar um programa de demissão voluntária (PDV) para reduzir o quadro de funcionários de 4 mil, com mil terceirizados, para 2.751. Ainda não há data marcada para o lançamento do plano.

O presidente da empresa, Luiz Carlos Ciocchi, disse hoje (30), em conversa com jornalistas, que o número foi definido pela Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (Sest), vinculada ao Ministério da Economia.

“Os planos de demissão consensuada dependem da Eletrobrás, que procura fazer isso de uma forma uniforme e ao mesmo tempo em todas as empresas. Esse número vem decrescendo a taxas significativas. É difícil. Mas temos o direcionamento de que não podemos comprometer nossas operações.”

Ciocchi destacou que não há exigência da Eletrobrás para que ocorra a redução de funcionários. Ele disse que se trata de um processo que vem sendo perseguido desde 2015, com os PDVs, de forma que se consiga “equilibrar as responsabilidades da empresa com o contingente de pessoal”.

O processo do novo PDV deve ser iniciado após o enceramento da discussão do acordo coletivo dos funcionários, que está em andamento, segundo informou. O quadro de pessoal de Furnas chegou a 10 mil pessoas, sendo 6 mil na sede, em Botafogo, por volta de 1990. Desde 2015, o número caiu de um total de 6 mil funcionários para os 4 mil atuais.

Sede

Ciocchi confirmou que a empresa vai mudar a sede de lugar, deixando o local onde está há 48 anos, na Rua Real Grandeza, em Botafogo, na zona sul do Rio de Janeiro, para outro no centro da cidade, na Avenida Graça Aranha. Furnas ocupará um prédio de 20 andares que pertence à companhia Vale.

“Todo mundo quer um prédio para chamar de seu. Quando felizmente encontramos esse prédio, muito bem conceituado, com reputação elevadíssima no Rio de Janeiro, a resistência diminuiu muito. Pensando logicamente, 80% da nossa população aqui de Furnas mora na zona norte, na Baixada Fluminense e do outro lado da ponte [Rio-Niterói]. Essas pessoas vão economizar de 30 a 40 minutos por dia em cada trecho. Estarão em um lugar muito bem servido de transporte público de toda espécie.”

O presidente da empresa ressaltou que o compromisso com o prédio da Vale é de dez anos e a economia gerada pela mudança será de R$30 milhões por ano. A transferência da sede está prevista para o primeiro trimestre do ano que vem.

Prestação de serviços

Segundo Ciocchi, no processo de busca de novas fontes de renda para a empresa, foram feitos dois contratos de consultoria para que seja analisado o potencial de Furnas, para oferecer serviços ao mercado de forma a aproveitar “a capacidade técnica da nossa estrutura”.

“Temos um potencial enorme, uma competência maravilhosa, doutores que desenvolvem atividades acadêmicas, são especialistas respeitados no mercado e a gente precisa, de alguma forma, criar um canal para que isso se transforme em um negócio. Temos uma infraestrutura que precisa ser redescoberta pelo mercado”, afirmou.

A Gerência de Serviços e Suporte Tecnológico de Furnas faz trabalhos nas áreas de engenharia civil, engenharia hidráulica e suporte tecnológico, como mecânica dos solos, mecânica de rochas, estudos em modelos físicos, tridimensionais e bidimensionais, estudos hidráulicos, eólicos e solares. Segundo o presidente, a comercialização de serviços já ocorre, mas a receita ainda é insipiente. Edição: Maria Claudia Tags: Furnasredução do quadro de funcionáriosplano de demissão voluntária

Pequenos negócios sustentam geração de emprego pelo quinto mês no país

carteira de trabalho

Marcello Casal/Agência Brasil      Economia


Análise foi feita pelo Sebrae a partir de dados do Caged

Publicado em 30/07/2019 – 12:52

Por Kelly Oliveira – Repórter da Agência Brasil Brasília

A geração de empregos com carteira assinada em junho veio dos pequenos negócios, pela quinta vez seguida neste ano. A análise feita pelo Sebrae a partir de dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério da Economia, mostra que foram criados 52,7 mil postos de trabalho no segmento. O número de empregos criados pelas micro e pequenas empresas em junho registrou o melhor resultado para o mês nos últimos cinco anos.

Segundo o levantamento, as médias e grandes corporações, pela segunda vez consecutiva, mais demitiram do que contrataram, registrando saldo negativo de 4,8 mil empregos. Ao se agregar o resultado da Administração Pública a esses saldo, no total foram gerados no país 48.436 postos de trabalho no país.

No primeiro semestre de 2019, os pequenos negócios respondem por 387,3 mil empregos, 70 vezes maior que o saldo de empregos gerados pelas médias e grandes empresas (5,5 mil).

Enquanto as micro e pequenas empresas registraram pequeno crescimento na geração de empregos no primeiro semestre, as médias e grandes tiveram redução significativa no saldo. Na comparação com o período de janeiro a junho de 2018, as micro e pequenas empresas apresentaram crescimento de 0,8% na geração de emprego e as médias e grandes, saldo 80% menor.

Setores

No primeiro semestre, foram os pequenos negócios do setor de serviços que sustentaram a geração de empregos no país, respondendo pela criação de 213,8 mil postos de trabalho, 55,2% do total. Os pequenos negócios da indústria de transformação assumiram a segunda posição no ranking setorial, com criação de 56,6 mil empregos, seguidos pelas micro e pequenas empresas da agropecuária (+54 mil empregos). Já os pequenos negócios que atuam no comércio registraram, no primeiro semestre de 2019, demissão líquida de quase 50 mil trabalhadores.

De acordo com os dados do Caged, no primeiro semestre, o comércio foi o único a registrar foi o único semento a registrar saldo negativo, ao se considerar todos os portes de empresas. O saldo negativo nesse setor chegou a 88,7 mil, na comparação com o primeiro semestre de 2018. Ao apresentar os dados na última quinta-feira (25), o subsecretário de Políticas Públicas e Relações de Trabalho do Ministério da Economia, Matheus Stivali, avaliou que retração do emprego no comércio é reflexo da atividade econômica em recuperação. “A explicação é próprio desempenho fraco da economia. O comércio emprega pessoas de qualificação média e é onde mais a crise econômica é sentida”, disse.

Estados

A maior parte das contratações com carteira assinada aconteceram entre as MPE do estado de São Paulo, com a criação de 15,2 mil postos de trabalho, acompanhadas das empresas de Minas Gerais (mais 14 mil empregos). Isso fez com que o Sudeste assumisse a liderança na criação de vagas de trabalho no mês de junho deste ano (mais 33 mil empregos), sendo seguido pelos pequenos negócios da região Centro-Oeste (mais 11,6 mil vagas).

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Edição: Maria Claudia Tags: geração de empregoscarteira assinadaSebraeCaged

Oportunidade: Última semana de julho começa com 490 vagas de emprego para Mato Grosso do Sul

Campo Grande (MS) – Na última semana do mês de julho, a Fundação do Trabalho de Mato Grosso do Sul (Funtrab) oferta 490 vagas de emprego no Estado. Só para Campo Grande são ofertadas 151 vagas, sendo 36 delas exclusivas para pessoa com deficiência (PcD).

O maior número de oportunidades na Capital é destinado a área de vendas, com 13 vagas, seguido de, 10 vagas direcionadas para área de costura, e outras 10 para soldador.

Nos municípios do interior do Estado, as ofertas de vagas são: Aquidauana (11), Bataguassu (17), Corumbá (6), Costa Rica (55), Coxim (7), Dourados (97), Guia Lopes da Laguna (11), Iguatemi (1), Itaquiraí (2), Ivinhema (9), Maracaju (20), Miranda (10), Naviraí (15), Nova Alvorada do Sul (5), Nova Andradina (5), Ponta Porã (8), Ribas do Rio Pardo (1), Rio Brilhante (3), Rio Verde de Mato Grosso (11), São Gabriel do Oeste (5), Sidrolândia (19), Sonora (6), e Três Lagoas (15).

Os interessados que residem na Capital, podem se dirigir à Funtrab, na Rua 13 de Maio, 2.773, Centro. No interior, os candidatos devem procurar uma unidade da Casa do Trabalhador. Para participar da seleção é necessário apresentar documentos pessoais, como RG, CPF e carteira de trabalho. Confira aqui a lista completa de vagas.

Mireli Obando, Subsecretaria de Comunicação (Subcom)

Foto:

EMPREGOS| Funtrab tem 490 ofertas distribuídas em 25 municípios de MS

EMPREGOS – Jornal do Estado MS

As oportunidades são para várias funções distribuídas para níveis Fundamental, Médio e Superior

A Funtrab (Fundação do Trabalho) de Mato Grosso do Sul oferece nesta segunda-feira 490 vagas de emprego distribuídas em 25 cidades de Mato Grosso do Sul.
As ofertas são para Campo Grande (151), Aquidauana (11), Bataguassu (17), Corumbá (6), Costa Rica (55), Coxim (7), Dourados (97), Guia Lopes da Laguna (11), Iguatemi (1), Itaquiraí (2), Ivinhema (9), Maracaju (20), Miranda (10), Naviraí (15), Nova Alvorada do Sul (5), Nova Andradina (5), Ponta Porã (8), Ribas do Rio Pardo (1), Rio Brilhante (3), São Gabriel do Oeste (5), Sidrolândia (19), Sonora (6), Três Lagoas (15).
As oportunidades são para várias funções distribuídas para níveis Fundamental, Médio e Superior. Há vagas para atendente balconista, eletricista de manutenção industrial, operador de caixa, vendedor de serviços, mecânico e vaqueiro. 

Veja aqui as oportunidades oferecidas em cada município.
Por: Viviane Oliveira

Com investimento de mais de R$ 800 milhões, startups paranaenses geram 10 mil empregos

Levantamento inédito do Sebrae/PR, apresentado durante o Conecta, fez um mapeamento das 1032 startups no Estado

O balanço mostra que a maior parte das startups do Paraná são do segmento de saúde e agronegócio. Crédito: Regis Santos / Divulgação Sebrae/PR

A ideia de alguns jovens, no fundo de uma garagem, trabalhando noite a fio, sem parar, ainda pode soar familiar para quem pensa numa startup, mas a realidade desse modelo de negócio é muito mais estruturada: no Paraná, são 1032 startups com quatro anos de existência em média, que já receberam mais de R$ 800 milhões em investimentos e empregam mais de 10 mil pessoas. Os números são de um levantamento inédito do Sebrae/PR, apresentado durante o Conecta 2019, neste sábado (27), em Curitiba. 

O balanço mostra, ainda, que a maior parte das startups paranaenses são do segmento de saúde e agronegócio, com 121 e 119 empreendedores, respectivamente, mas, há setores emergentes no ecossistema, como o de tecnologia e energia verde, que já tem 51 empresas, e o segmento pet, com sete. 

“Esse relatório é importante para identificar a densidade de startups e os segmentos mais promissores. Esses números nos dão a base para que possamos potencializar ações, estabelecer políticas e fazer com que essas 1032 startups que identificamos cresçam dentro desta nova economia”, pondera o diretor de Operações do Sebrae/PR, Julio Agostini. 

Com 1,5 mil participantes, a quinta edição do Conecta foi um indicativo do crescimento desse modelo de negócio no Estado, que tem agregado um número crescente de empreendedores e já responde por 8% de todas as startups do País. A região Leste, onde está Curitiba, é a que tem o maior número de empreendimentos (385), seguida pelo Norte (202) e o Sul (128).   

“Falamos muito da nova economia do Paraná, que é a economia do conhecimento, da inovação. Então, quando você soma as 1032 startups às pequenas empresas de alto potencial de crescimento e às pequenas empresas inovadoras, o número passa a algo em torno de 4 mil. É algo extremamente relevante, todo ecossistema está gerando mais ocupações qualificadas e com média salarial maior”, completa Agostini. 

Para conhecer o mapeamento completo, acesse https://startup.sebraepr.com.br/conecta/

Contato para a imprensa:

Assessoria de Imprensa: Flávio Bernardes – (41) 99910-2455

Adriano Oltramari – (41) 3330-5895

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Indeed: Agências e Empresas oferecem vagas de empregos na região

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Agropecuária gerou 22.702 vagas de empregos formais em junho

Saldo foi positivo no mês, com total de 48.436 postos, o melhor resultado desde 2013

O setor agropecuário contribuiu com 22.702 vagas para o saldo de empregos formais gerados em junho, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta quinta-feira (25/7) pelo Ministério da Economia, que foi de 48.436 postos.

“O ambiente interno e o externo favoráveis ao investimento na atividade combinado com a safra de grãos que, superando estimativas, deve atingir recorde neste ano, acabam por demandar mais mão de obra”, avaliou o secretário adjunto da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Jose Ângelo Mazzillo Junior.

Segundo o Ministério da Economia, foi o melhor resultado do Caged registrado para o mês de junho desde 2013 e representou alta de 0,13% sobre o estoque do mês anterior. No semestre, os números são os melhores desde 2014, com o saldo positivo de 408.500 vagas.

No acumulado de 12 meses, o saldo entre admissões e desligamentos ficou positivo em 524.931 novos postos formais, que representa melhoria em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram gerados 280.093 novos empregos.

Além da agropecuária os resultados positivos de junho foram registrados também por Serviços (23.020 postos), Construção Civil (13.136 postos), Serviços Industriais de Utilidade Pública (2.525), Extrativa Mineral (565) e Administração Pública (483). E dois setores apresentaram resultado negativo no mês: Comércio (-3.007 postos) e Indústria de Transformação (-10.988 postos).

Quatro das cinco regiões brasileiras tiveram saldo positivo em junho. O melhor resultado é do Sudeste, com 31.054 postos de trabalho criados. O Centro-Oeste registrou 10.952 novas vagas, o Nordeste, 5.142, e o Norte, 4.002. No Sul houve mais demissões, com saldo negativo de 2.714 postos.

Ministério da 

Agricultura, Pecuária e Abastecimento