Coluna – O importante é vencer

20.11.19 - São Paulo, SP - Paralimpíadas Escolares no Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro - ATLETISMO. Foto: Ale Cabral/CPB.

ALE CABRAL/CPB      Esportes
Não basta apenas competir, é preciso aprender a lutar pelo resultado

Publicado em 25/11/2019 – 16:27

Por William Douglas – Comentarista do programa Stadium da TV Brasil. A coluna do comentarista será publicada pela Agência Brasil semanalmente São Paulo

Uma competição como as Paralimpíadas Escolares, realizada na semana passada em São Paulo com mais de 1.200 participantes, é marcada por diversos vencedores. As imagens dos pódios são cheias de simbologia e as lágrimas são frequentes, seja entre aqueles que receberam medalhas ou entre os que não chegaram lá.

A tentação em dizer que não há vencedores e derrotados em um evento como este é grande. Mas, dentre as muitas lições que o esporte nos ensina, esta é fundamental: às vezes se ganha, em outras se perde. O empate nem sempre é uma opção. E a vitória, salvo raríssimas exceções, é daquele que melhor se preparou.

22.11.19 - São Paulo, SP - Paralimpíadas Escolares no Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro - FINAL FUTEBOL DE 5 - PARAIBA (CAMPEA) X MARANHAO - CEARÁ 3º LUGAR. Foto: Ale Cabral/CPB.

Paralimpíadas Escolares reuniram mais de 1.200 participantes em São Paulo – ALE CABRAL/CPB

Participar é fundamental. O esporte é um direito de todos e não pode ser negligenciado. Mas é preciso, também, aprender a buscar a vitória. Tomar o gosto pelo pódio, não apenas pela superação do próprio limite, mas também dos adversários. A vitória tem sabor doce, é como uma sobremesa após o “esforço” de comer o prato principal, nem sempre saboroso, formado por treinos e trabalho. E sobremesa é algo que se saboreia com alegria. Nada de tirar o doce da vitória dizendo que “o importante é competir”.

Para compreender essa doçura é fundamental também falar da derrota. O título dessa coluna bem que poderia ser: o importante é perder. Como um remédio amargo, o gosto de sair de uma competição sem ser premiado deve ser usado como uma lição de que há algo a ser melhorado, e de que para chegar ao doce sabor da vitória é preciso mudar algo.

paralimpiadas escolares

“Paralimpíadas Escolares são o início da vida no esporte de alto rendimento” – ALE CABRAL/CPB

As Paralimpíadas Escolares carregam um caráter lúdico, mas não se limitam a isso. É o início da vida em alto rendimento, e nela as frustrações e resultados negativos vão existir. Então, por que não aprender a lidar desde cedo com a derrota? Àqueles que já tiveram o doce sabor da vitória, é preciso saber que tudo está apenas no começo.

Daqui a alguns dias os atletas que se destacaram na semana passada estarão de volta ao Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo. Mas eles não virão simplesmente para provarem uma nova sobremesa. O prêmio pelo esforço será um camping, onde eles conhecerão o “arroz com feijão” que os pode levar a pódios ainda mais altos: treinos e o primeiro contato com a rotina de atletas de alto rendimento. Edição: Fábio Lisboa Tags: esportesparalímpicoCPBparalimíadas escolares

Coluna – Classificação funcional: a difícil missão de buscar igualdade

Divisão por classes é um dos pilares da justiça no paradesporto

Publicado em 16/09/2019 – 14:08 e atualizado em 17/09/2019 – 16:34

Por William Douglas – Comentarista do programa Stadium da TV Brasil. A coluna do comentarista será publicada pela Agência Brasil semanalmente às segundas-feiras. São Paulo

A edição 2019 do Mundial de Natação Paralímpica terminou ontem, em Londres. O Brasil fechou o evento com 17 medalhas. Poderiam ser mais, principalmente se André Brasil, um dos maiores nomes do paradesporto brasileiro em todos os tempos, tivesse competido. Aos 35 anos de idade, ele ainda tem potencial para nadar em altíssimo nível. Ficou fora do Mundial porque, desde o início do ano, foi considerado inelegível para os nados livre, costas e borboleta. A grosso modo, é como se André não fosse considerado deficiente “o suficiente” para participar destas disputas, mas podendo nadar no estilo peito, que não é a especialidade do brasileiro.

A natação é um esporte que permite a presença de atletas com os mais diversos tipos de deficiências. Eles são divididos em 14 classes funcionais. Uma destinada a pessoas com deficiência intelectual, três para deficientes visuais e outras dez para as deficiências físico-motoras, onde ocorrem as principais polêmicas.

Classificar os atletas é uma missão difícil e até mesmo ingrata. O processo é feito por profissionais altamente especializados, que trabalham por anos para poderem atuar. Um atleta classificado de maneira equivocada pode ter grande vantagem ou grande desvantagem perante os rivais. Apesar disso as polêmicas existem. E, por mais que seja duro admitir, elas nunca vão acabar. Por mais que se busque a objetividade, há critérios que passam pela subjetividade. No caso dos atletas paralímpicos, o que se busca é montar em classes grupos de pessoas que sejam fisicamente equivalentes, mas a igualdade total é uma utopia, ainda mais falando de pessoas com históricos médicos absolutamente distintos.

Todavia, por mais que a perfeição não exista, é preciso buscar ao máximo a igualdade, essencial para promover a justiça. E este processo passa pela transparência. O Comitê Paralímpico Internacional sabe disso, mas é preciso ir além. Um deles foi a decisão de não mudar atletas de classe durante os Jogos Paralímpicos do Rio, em 2016. Antes do Mundial que terminou ontem, porém, vários atletas estavam ainda com o processo de classificação em revisão, o que cria uma insegurança em quem compete. É inadmissível que atletas e equipes técnicas cheguem às vésperas de uma disputa sem saber exatamente contra quem vão competir e quais foram os critérios que definiram quem são os adversários. Logo antes do mundial, a nadadora norte-americana Jessica Long, 13 vezes campeã paralímpica, concedeu uma entrevista à rede BBC falando sobre a angústia gerada pelo processo atual de classificação.

A ciência e a análise tecnológica devem ajudar no aprimoramento da classificação de atletas. Mas não resolverá todos os problemas. Cabe ao Comitê Paralímpico Internacional e a todos os comitês nacionais trabalharem para trazer a clareza necessária para que os atletas tenham segurança e o público a certeza de que assiste um evento onde todos competem em condições semelhantes.

Texto alterado na terça-feira, 17 de setembro de 2019, às 16h34 para correção de informação.  Edição: Verônica Dalcanal Tags: esportesParalimpíadaJogos ParalímpicosCPBAndré Brasil

Equipe de refugiados vai competir na Paralimpíada de Tóquio em 2020

A parte traseira das medalhas do Paraolímpico de Tóquio 2020 são retratadas na cerimônia 'One Year to Go', que comemora um ano do início dos Jogos Paraolímpicos de Tóquio 2020 em Tóquio, Japão, 25 de agosto de 2019. REUTERS / Issei Kato

REUTERS/Issei Kato/Direitos Reservados      Internacional
Publicado em 12/09/2019 – 08:51

Por NHK* Tóquio

O Comitê Paralímpico Internacional (IPC, na sigla em inglês) informou que uma equipe de refugiados vai competir na Paralimpíada de Tóquio em 2020.

Em entrevista à NHK nessa quarta-feira (110, o presidente do IPC, Andrew Parsons, disse que entre quatro e oito paratletas refugiados participarão das competições. Uma equipe de refugiados competiu pela primeira vez na Paralimpíada do Rio de Janeiro, há três anos.

Parsons afirmou que discussões estão sendo feitas com federações esportivas internacionais a respeito da seleção de atletas que vão participar dos jogos.

Faltando cerca de um ano para a competição, o presidente do IPC declarou que, até o momento, a Paralimpíada de Tóquio é a que oferece melhores condições em comparação com torneios anteriores.

Ele disse ainda que o transporte é o maior desafio para os Jogos. Segundo Parsons, um nível maior de acessibilidade se faz necessário em relação ao transporte, desde o alojamento até os locais de competição, para atletas e pessoal encarregado que são portadores de diversos tipos de deficiência.

Segurança

Empresas de tecnologia dos Estados Unidos e do Japão apresentaram à imprensa um sistema de reconhecimento facial que será empregado em checagens de segurança na Olimpíada e Paralimpíada de Tóquio.

A gigante americana de semicondutores Intel e a fabricante japonesa de eletroeletrônicos NEC exibiram nessa quarta-feira (11) o equipamento de reconhecimento Neo Face, que tem 1,5 metro de altura e 30 centímetros de largura.

O sistema será usado em portões de acesso aos locais de competições para a identificação de atletas, jornalistas, funcionários e voluntários e também nas acomodações dos atletas.

O equipamento escaneia crachás emitidos pelos organizadores dos jogos e identifica instantaneamente mais de 300 mil indivíduos credenciados por meio de dados cadastrados e a imagem obtida nos portões de acesso.

As duas fabricantes dizem que será um uso inédito em Jogos Olímpicos, de uma tecnologia de reconhecimento facial em substituição a guardas de segurança.

Segundo as empresas, o sistema vai garantir uma identificação mais confiável e reduzirá o tempo de espera nas verificações de credencial.

O presidente da Intel Japan, Kunimasa Susuki, disse que pretende fazer dos Jogos de 2020 os mais inovadores já realizados.

*Emissora pública de televisão do Japão Edição: – Tags: Tóquio2020Paralimpíadasrefugiados

São Gabriel do Oeste recebe pela 1ª vez as Paralímpiadas Escolares de Mato Grosso do Sul

Campo Grande (MS) – A 7ª Edição das Paralimpíadas Escolares de Mato Grosso do Sul inicia nesta sexta-feira (26.7) em São Gabriel do Oeste. Pela primeira vez o PARAESC será realizado no interior do Estado. 

A seletiva estadual do paradesporto escolar organizado pelo Governo do Estado, por meio da Fundesporte (Fundação de Desperto e Lazer), terá a participação de 180 pessoas, entre paratletas, staffs (acompanhantes), técnicos e organização. 

O Ginásio Municipal João Roberto Rossini receberá a Cerimônia de Abertura do evento, a partir das 19h30 desta sexta. As competições iniciam no sábado (27) com as modalidades de atletismo, bocha e tênis de mesa e no domingo (28) após a premiação, as delegações retornam para casa.

As disputas no atletismo acontecerão no Estádio Municipal de São Gabriel, a Bocha no Ginásio Municipal João Roberto Rossini e o Tênis de Mesa no CTG Chama Crioula. As competições iniciam no período da manhã e vão até o final da tarde. 

As modalidades do Judô, futebol de sete e para-badminton já estão pré-selecionados para a seletiva nacional, com equipes definidas. 

Além de atender as exigências de acessibilidades para realização do evento, o objetivo da Fundesporte em levar as Paralímpiadas Escolares para o interior é fomentar a participação dos municípios e formar paratletas representantes do Estado.

São Gabriel está inovando neste seguimento, dando oportunidade para as crianças portadoras de necessidades especiais do município e região conhecerem o paradesporto, extremamente benéfico para o desenvolvimento físico, motor, cognitivo, bem como social do praticante. 

Participam da seletiva, além do município anfitrião do evento, as cidades de Campo Grande, Dourados e Três Lagoas.

De acordo com a responsável pelo setor paralímpico na Fundesporte, professora Belquice Falcão, Mato Grosso do Sul está no top 6 do ranking nacional das Paralimpíadas Escolares organizada pelo Comitê Paralímpico Brasileiro. No ano passado a equipe do MS ganhou o troféu de melhor organização e participação de atividades, trazendo mais de 76 medalhas, deixando para trás grandes centros paradesportivos como Rio de Janeiro e Minas Gerais.

O Governo do Estado de Mato Grosso do Sul tem investido no paradesporto, fomentando a participação e valorizando os atletas representantes do Estado. Os participantes atualmente ficam hospedados em hotéis, têm uma alimentação balanceada e centro de convivências com atividades.

A Etapa Nacional das Paralimpíadas acontece em novembro no megacentro Paralímpico em São Paulo, reunindo paratletas de 25 estados brasileiros. O evento é a porta de entrada e celeiro de paratletas futuros representantes do Brasil nos Jogos Para-panamericanos e Jogos Paralímpicos de Tóquio em 2020.

Muitos talentos mundiais saem do paradesporto escolar e Mato Grosso do Sul veem se destacando ano a ano, graças ao incentivo do Governo do Estado, o trabalho realizado pelas famílias, federações, associações e principalmente pela garra e determinação dos paratletas e técnicos.

Jonatan da Silva Ferreira é um desses exemplos, o velocista estará no mês de agosto no Para-pan em Lima no Peru, representando o Estado e a seleção brasileira no salto em distância, 100 m e 200m. O paratleta douradense é destaque nacional e exemplo no paradesporto sul-mato-grossense, fruto das Paralimpíadas Escolares de MS e do Projeto Dourados Paralímpico comandado pelo Prof. Antônio Pietramale a 12 anos, mostra a força e a importância do incentivo no paradesporto do MS.

Paralimpíadas dão visibilidade aos atletas com deficiência

Competição reúne 14 atletas do Parapan 2019

Publicado em 25/07/2019 – 18:34

Por Elaine Patricia Cruz São Paulo

Centenas de atletas participam, em São Paulo, da terceira edição das Paralimpíadas Universitárias que ocorre no Centro de Treinamento Paralímpico. A competição acontece entre hoje (25) e amanhã (26), com provas de atletismo, natação, bocha, basquete 3×3, judô, parabadminton, tênis de mesa e tênis em cadeira de rodas. A disputa é por instituição de ensino: no ano passado, o campeão foi o Centro Universitário Celso Lisboa, do Rio de Janeiro.

“Os Jogos Universitários é exatamente a última etapa desse processo de atendimento da pessoa com deficiência na área para-desportiva. Nós iniciamos com a Paralimpiada Escolar, em que atendemos uma faixa etária de 12 a 18 anos, o Circuito Caixa, que é mais extensivo e começa aos 14 anos e temos ainda alguns atletas na faixa dos 40 anos e o Universitário”, explicou Ramon Pereira de Souza, gestor de esporte escolar do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB).

“A função mais importante do Universitário é exatamente estimular esse aluno, esse atleta, a estudar porque é uma competição específica para os universitários e, além disso tudo, dar continuidade no treinamento dele. Então, ele passa a ter mais uma competição e tem a oportunidade de mostrar seus talentos. E mais ainda, a questão de sensibilizar as universidades”, falou ele, em entrevista hoje à Agência Brasil. 

Segundo Ramon, 196 universidades participam da competição, que é anual e sempre realizada em período de férias escolares. “Esse evento é novo. Começamos em 2016, com 91 atletas. Hoje temos 373 atletas. É uma ascensão muito boa”, falou Souza. Entre os estudantes universitários que participam da competição, há 14 atletas que foram convocados para os Jogos Parapan-Americanos, em Lima, no Peru, em agosto. “Em competições como essa descobrimos alguns atletas e, ao mesmo tempo, estimulamos a todos eles estarem em atividade”, disse.

Na tarde de hoje, o atleta Luis Henrique Ribeiro dos Santos, 23 anos, competiu no jogo de bocha. Ele representa a Universidade Paulista (UNIP), de São Paulo, e compete nos Jogos Universitários pela primeira vez. “Mas venho de outras competições. Faz seis anos que jogo bocha e tenho longa carreira por aí. Meu objetivo é a seleção, o Parapan, ou seja, chegar lá em cima”, disse ele. “Estou batalhando para isso. Não estou tão longe, mas também não estou tão perto. Tem que ir crescendo aos poucos, alcançando os objetivos, sempre focado e sempre pensando na competição que vem pela frente”, acrescentou. 

Para ele, participar das Paralimpíadas Universitárias é uma “experiência diferente”. “Você convive com outras pessoas, de outros estados. Então, cada jogo é um jogo, uma experiência”, falou. “E dá visibilidade”, destacou.

Já a atleta Rafaela Helen Lima do Nascimento, 21 anos, competiu hoje na prova de natação, representando a Universidade Federal do Paraná. Essa é a terceira vez em que ela participa da competição. “É uma grande oportunidade de mostrar todo o potencial das pessoas que têm algum tipo de deficiência. E, a cada vez mais, você vê que está crescendo e que as pessoas estão tendo mais visibilidade”, falou ela à reportagem da Agência Brasil. 

Hoje ela participou de sua primeira prova nesta competição, mas o resultado não a agradou muito. “Acabei de participar da minha prova agora, mas não foi o que eu esperava. Não foi o meu tempo oficial, mas daqui a pouco tenho mais uma prova e espero me recuperar”, disse ela, que este ano não conseguiu o índice para participar do Parapan de Lima. No ano passado, ela representou o Brasil no Pan-Americano Universitários, onde conquistou o primeiro lugar nos 50 e 100 metros livre e o primeiro lugar nos 200 metros medley.

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Edição: Alessandra Esteves Tags: esportesParapan 2019Paralimpíadas Universitárias

Paralimpíadas Universitárias têm início em SP

A nadadora Maria Dayanne da Silva nas Paralimpíadas universitárias 2018.

Foto: Daniel Zappe/CPB/MPIX      Geral


A competição conta com 382 atletas de 21 estados brasileiros e do DF

Publicado em 24/07/2019 – 21:18

Por Elaine Patricia Cruz – Repórter da Agência Brasil São Paulo

Uma cerimônia de abertura realizada na noite desta quarta-feira (24), no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, deu início à terceira edição das Paralímpiadas Universitárias, competição criada para estimular a participação de estudantes universitários com deficiência física, visual ou intelectual em atividades esportivas. A competição será entre amanhã (25) e sexta-feira (26) no Centro de Treinamento Paralímpico. 

As Paralímpiadas Universitárias contam com 382 atletas de 21 estados brasileiros, mais o Distrito Federal, que competirão em oito modalidades: atletismo, bocha, basquete 3 x 3, judô, natação, parabadminton, tênis de mesa e tênis em cadeira de rodas. A novidade deste ano é o basquete 3 x 3.

No evento, a disputa é por instituição de ensino e não por estado. No ano passado, o campeão foi o Centro Universitário Celso Lisboa, do Rio de Janeiro.

Do total de atletas, 14 foram convocados para os Jogos Parapan-Americanos de Lima, em agosto, como as gêmeas paranaenses Beatriz e Débora Borges (classe S14), da natação; a potiguar Thalita Simplício (T11), do atletismo; o paranaense Leonardo Zuffo (SL3), do parabadminton e Millena dos Santos (7), do tênis de mesa, entre outros.

As Paralimpíadas Universitárias são organizadas pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), com apoio da Confederação Brasileira do Desporto Universitário (CBDU), da Secretaria de Esporte, Lazer e Inclusão Social do governo federal, do governo de São Paulo, do Conselho Federal de Educação Física (CONFEF) e da Prefeitura Municipal de São Paulo. A competição é uma continuidade das Paralimpíadas Escolares, nas quais participam atletas de 12 a 17 anos.

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Edição: Aline Leal Tags: esportesParalimpíadas Universitárias