Idealismo com experiência

Por Paiva Netto

Sempre procurei respeitar e absorver o patrimônio da experiência dos mais velhos. Por isso, também aconselho os moços a — sem perder o espírito renovador de seu tempo — não desprezarem o esforço dos precedentes. Sem eles, não teríamos, apesar dos percalços, chegado a singular ponto de modernidade, por vezes desequilibrada, em nosso orbe (veja a poluição que enferma multidões desatentas). Contudo,façamos a enriquecedora parceria entre pessoas de todas as idades para o Bem, sem esquecer que a existência e a ação do Mundo Espiritual são insofismáveis. E ainda: que a sintonia perfeita com as Esferas Celestes é essencial, ocorrendo por meio da prece iluminada pelo Amor Fraterno — porque “Deus é Amor” (Primeira Epístola de João, 4:8), jamais ódio — e de atos dignos correspondentes a essa ligação com os nossos Anjos da Guarda. Sem tamanha medida, esse progresso constante, que passa de geração em geração, será limitado e cheio de custosos dramas, oriundos das frustrações que o desenvolvimento unicamente firmado na matéria provoca.

É urgente, por fim, compreendermos que, antes de tudo, somos Espírito. Razão pela qual a afirmativa de Jesus, a seguir apresentada, não é poesia vã, mas uma realidade que devemos, para o bem pessoal e coletivo, fixar como permanente chama de nossa trajetória: “Eu sou a árvore, vós sois os ramos. (…) Sem mim, nada podereis fazer” (Evangelho, segundo João, 15:5).

Dirigimo-nos mais uma vez àqueles que já ingressaram na Terceira Idade e fraternalmente reiteramos que jamais se aposentem da vida. Pelo contrário, sejam idosos de visão avançada, prenhes de sabedoria e com uma disposição idealística de causar boa inveja a um rapaz ou a uma moça repletos de saúde e denodo.

José de Paiva Netto ― Jornalista, radialista e escritor.

paivanetto@lbv.org.brwww.boavontade.com 

_______________________________

ServiçoE-book A Esperança não morre nunca (Paiva Netto). Você pode baixar gratuitamente o livro digital e/ou audiolivro acessando www.paivanetto.com/esperanca

São João, aqueça nossos corações!

Por Renata V Leal *

As bandeirinhas coloridas estão guardadas, o sanfoneiro silencioso usa máscara, o arrasta-pé foi cancelado. Quem nunca nesta época do ano vivenciou das mais variadas formas, dependendo da região, a alegria intensa de uma das mais contagiantes festas tradicionais do nosso país?

Cidades inteiras do interior do nordeste vivem o ano todo esperando por este momento. Mas, hoje, das janelas de suas casas, seus moradores olham o palhoção vazio. Os barcos de fogos em Sergipe, que começam a ser confeccionados meses antes, estão empoeirados. A cidade do forró e o cuscuz gigante em Caruaru terão que esperar.

Será que não há nada para refletir? Vejamos: a festa junina é um acontecimento que irradia harmonia, você já percebeu? Na apresentação da quadrilha, por exemplo, todos os integrantes precisam dançar no mesmo compasso, senão pode ser um desastre. Cada par precisa sentir a música, seguir a mesma coreografia e, após inúmeros ensaios, o que se vê é um espetáculo de integração, ritmo e coordenação, várias pessoas ao mesmo tempo dançando.

Em tempos de pandemia, uma das lições desta tradição não seria refletir sobre o valor e a importância de estarmos no mesmo compasso com o outro? Mesmo que separados, cada um do seu lugar? Cada um deve esforçar-se para acompanhar e entender o ritmo do outro, como sinal de respeito e empatia, para que, no fim, a apresentação seja harmônica! Do contrário, pode ser um desastre.

Não poderia também esta tradição nos ensinar que a fogueira acesa, que este ano não será possível, ganhe um novo significado e seja incendiada com o fogo do amor em nossos corações? Como dizia a música que tanto embalou nossas festas: “São João, São João, acende a fogueira do meu coração.” E desta vez, as nossas mesas fartas de comidas típicas, precisam dar a vez ao arroz e feijão na mesa de quem realmente precisa.

Em 2020 estamos sendo convidados pela vida a ressignificar a festa de São João! E certamente quem passar por isso e deixar que a fogueira de São João aqueça e transforme sua alma de verdade, nunca mais vivenciará as próximas festas juninas da mesma forma. Porque saberá o valor de não tê-la e saberá também o valor do seu sentido mais profundo.

*Renata Vasconcelos Leal é missionária da comunidade Canção Nova e apresentadora do programa Manhã Viva, exibido pela TV Canção Nova.

O lábaro do Terceiro Milênio da Esperança

Por Paiva Netto

Compartilho com todos vocês, prezados leitores, trecho da próxima edição de meu livro Jesus, o Libertador Divino:

O Ideal da Boa Vontade sempre sobreviverá, porque tem o seu corpo místico iluminado por uma inegável natureza realista que desce de Deus, tal qual a Nova Jerusalém, visto que incorpora em si mesmo Novo Céu e Nova Terra (Apocalipse de Jesus, 21:1 a 4).

O NOVO CÉU E A NOVA TERRA

1 E vi Novo Céu e Nova Terra, porque o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe.

2 Eu, João, vi também a Cidade Santa, a Nova Jerusalém, que da parte de Deus descia do céu, vestida como noiva adornada para o seu esposo.

3 Então, ouvi grande voz vinda do trono, dizendo: Eis aqui o tabernáculo de Deus com os homens. Deus habitará com eles. Eles serão Seu povo, e o próprio Deus, no meio deles, será o seu Deus.

4 E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, não haverá mais morte, não haverá mais luto, não haverá mais pranto, nem gritos, nem dor, porque as primeiras coisas passaram.

Jesus, o Supremo Governante da Nova Jerusalém, é a certeza imortal de dias melhores, mais solidários. Em Suas mãos potentes tremula o lábaro do Terceiro Milênio da Esperança.

José de Paiva Netto ― Jornalista, radialista e escritor.

paivanetto@lbv.org.br — www.boavontade.com 

Papa condena racismo e violência nos EUA e pede reconciliação nacional

© Reuters/Vaticano/Direitos Reservados

Ele disse que violência é autodestrutiva e derrotista

Publicado em 03/06/2020 – 08:57 Por Philip Pullella – Repórter da Reuters – Cidade do Vaticano

O papa Francisco quebrou seu silêncio nesta quarta-feira (3) sobre os protestos nos Estados Unidos (EUA), dizendo que ninguém pode “fechar os olhos ao racismo e à exclusão”, ao mesmo tempo em que condenou a violência como “autodestrutiva e derrotista”.

Francisco, que dedicou toda a seção em inglês de sua audiência pública semanal à situação nos EUA, implorou a Deus pela reconciliação nacional e pela paz. Ele chamou a morte de George Floyd de trágica e disse estar orando por ele e por todos aqueles que foram mortos como resultado do “pecado do racismo”.

Festa do Pai das Misericórdias será transmitida pelo Sistema Canção Nova de Comunicação

Além de missas, adoração e pregação, haverá a ordenação de um diácono e dois sacerdotes

A Canção Nova, em Cachoeira Paulista (SP), realiza, de 05 a 07 de maio de 2020, a Festa do Pai das Misericórdias. Em cumprimento às medidas estaduais, municipais e diocesana de distanciamento social, todo o evento acontece sem a presença de público, com transmissão pelo Sistema Canção Nova de Comunicação e pelas redes sociais.

Esta é a Festa Oficial do Santuário do Pai das Misericórdias, que acontece sempre no primeiro domingo após “Pentecostes”, na Solenidade da Santíssima Trindade, e neste ano, tem como tema: “O Pai me ama”.

A programação do evento conta com a participação dos padres: Marcio Prado, Roger Luis e Uélisson Pereira; do diácono Nelsinho Corrêa; das missionárias Daniela Miranda, Salette Ferreira, Antonieta Salles, Sônia Venâncio, Jéssica Cristina; dos cantores Thiago Tomé e Márcio Todeschini e do Ministério Amor e Adoração.

Além de missas, adoração ao Santíssimo Sacramento e pregação, haverá a ordenação de um diácono – Márcio Leandro Fernandes de Araújo, de Sete Lagoas (MG) -, e dois sacerdotes – Elenildo da Silva Pereira, de São Miguel do Guamá (PA); e Charles Jáder Gonçalves da Silva, do Recife (PE). A missa da ordenação será presidida por Dom Benedito Beni, administrador apostólico da Diocese de Lorena (SP), no domingo, às 10h.

Assessoria de Imprensa Canção Nova Vida

Adoção rima com coração

Por Paiva Netto

Em maio, o Dia das Mães (sempre no segundo domingo do mês) e o Dia Nacional da Adoção (25 de maio) guardam especial afinidade. O sagrado dom da maternidade, também expresso no belo gesto da adoção, deve compartilhar amor e afeto igualmente de forma inclusiva.

Esse importante tema foi discutido na Boa Vontade TV (Oi TV — Canal 212 — e Net Brasil/Claro TV — Canais 196 e 696), no programa Sociedade Solidária. Na ocasião, o sociólogo e apresentador Daniel Guimarães entrevistou Mônica Natale de Camargo, gerente executiva do Grupo de Apoio à Adoção de São Paulo (Gaasp).

Mudança de cultura

Estimativas apontam que, para cada criança na fila de adoção, há seis casais ou indivíduos pretendentes. Mônica Natale esclarece: “Ainda temos aquela cultura do perfil. O que a maioria dos pretendentes deseja? Eles geralmente querem aquelas crianças menores, bebês, brancos ou da mesma etnia. E as crianças que estão disponíveis geralmente são de grupos de irmãos e com idade avançada, e algumas com necessidades especiais. Então, o que tem de se fazer? Mudar essa cultura em torno da adoção no Brasil. O pretendente tem que entender qual é a realidade do país, e começar a olhar com carinho para as crianças, mudar aquela concepção do filho idealizado para o filho possível”.

Longe de nós o preconceito

O alto sentido de humanidade precisa habitar o coração das criaturas, não deixando espaço para preconceitos. A gerente do Gaasp aponta para o que pode ser feito: “Primeiro, uma divulgação maior do que é a adoção, entender o que significa adotar, o que significa um filho na sua vida. Isso é importante! A cultura da adoção tem que ser mudada, sim, com programas de TV como este onde se discute, onde se fala dessas necessidades”.

O assunto realmente merece um olhar mais atento da parte de todos, seja das políticas públicas ou da sociedade. É direito básico de toda criança ter uma família que a proteja, ame e respeite.

Quem quiser se informar melhor, acesse o site do Grupo de Apoio à Adoção de São Paulo: www.gaasp.org.br. Procure também conhecer a legislação brasileira sobre o tema.

Tirem o vidro!

No dia 27 de maio, completam-se 34 anos de dois grandes eventos da Legião da Boa Vontade na capital federal. Na ocasião, além de inaugurar o primeiro anexo (sede administrativa) do Conjunto Ecumênico, comandei a cerimônia de lançamento da Pedra Fundamental do Templo da Boa Vontade.

Momentos antes do início do cerimonial, um fato curioso proporcionou a todos importante lição. Eu me encontrava no segundo andar do prédio administrativo da LBV com os meus filhos e, ao olhar para o pátio, que estava superlotado, vi que o palco era baixo demais. E decidi: Sabem de uma coisa? Vou falar aqui de cima da marquise de entrada. E perguntei: Essa marquise aguenta o peso da gente? Ao que me responderam que sim, ao mesmo tempo em que me perguntavam: “Mas como é que o senhor vai passar para lá? Tem um vidro na frente!” Ora, se o vidro atrapalha, tirem o vidro!, disse-lhes. O vidro foi retirado e pude, então, fazer o discurso lá de cima mesmo.

Naquele momento, destaquei, lembrando-me de Moisés e de Alziro Zarur (1914-1979), que o Templo do Ecumenismo Divino, o Templo da Paz, surgia para que houvesse a interiorização de bons e elevados valores. Porque não se pode exteriorizar coisa alguma de útil se a criatura não tem nada para oferecer. É a questão do conteúdo espiritual que precisamos nutrir para que ele frutifique em nosso íntimo, de maneira que possamos externar a todos à nossa volta.

Ante aos embates que surjam em sua vida, jamais desista do Bem! Confie em Jesus e… tire o vidro!

José de Paiva Netto ― Jornalista, radialista e escritor.

paivanetto@lbv.org.br — www.boavontade.com

“Avós e netinhos”

Por Paiva Netto *

Há tempos, a Ph.D. em neurociências Suzana Herculano-Houzelapresentou oportuna reflexão sobre o sentido de família, no seu artigo publicado na Folha de S.Paulo, em 29 de abril de 2014 (terça-feira). Intitulado “Avós e netinhos”, ela escreveu sobre as vantagens evolutivas do envelhecimento saudável, em especial na interação entre as gerações. Citou pesquisa do neurocientista Stephen Suomi, do Instituto Nacional de Saúde Infantil e Desenvolvimento Humano dos EUA. O que ele e seu orientador Harry Harlow (1905-1981), descobriram? Ao estudar filhotes de macacos reso criados sem mãe e sem carinho, perceberam que eles cresciam com uma série de distúrbios sociais e de ansiedade. No entanto, quando conviviam com macacas e macacos idosos, cuidadores experientes e carinhosos, isso resgatava o desenvolvimento dos bebês. Esse processo, sob a condição de ser um gesto espontâneo dos primatas, isto é, com o direito de ir e vir, também recuperava a saúde física e mental dos mais idosos, fazendo alguns deles assumirem o papel de pais.

Diante dessas evidências, a cientista brasileira concluiu com apurada sensibilidade: “Avós voluntariamente carinhosos, portanto, ajudam não só a educar a nova geração como ainda a fazer vingar netinhos saudáveis e bem integrados socialmente — e, de quebra, os avós se mantêm revigorados por serem úteis aos netos. Eu bem sei. Perdi minha avó no começo deste ano. Cresci ouvindo-a dizer, sempre hiperbólica, que estava à beira da morte —mas ela manteve a saúde de um touro enquanto teve netos e bisnetos por perto para cuidar. Consolo-me, então, pensando não nos anos que perdemos, mas nos 40 anos em que tive o privilégio de crescer com uma avó que me ensinou música, tricô, costura, empadão e leite queimado; que me divertia não engolindo sapo algum e dirigindo feito uma louca até os 80 anos e tantos anos — e que sempre teve colo para mim e, depois, para meus filhos”.

Belo testemunho, dra. Suzana. Sabemos que sua avó, onde quer que esteja nesse imenso espaço sideral — pois cremos que os mortos não morrem —, deve ter se comovido com sua homenagem.

Como já afirmei em tantas ocasiões: Amor faz rima perfeita com mãe. E posso acrescentar: com avós também. É a base da Família; logo, o sustento do mundo.

José de Paiva Netto ― Jornalista, radialista e escritor.

paivanetto@lbv.org.br — www.boavontade.com 

Mestre em Reiki, Analista Corporal e Comportamental, Ana Monnerat cria Sala Solidária de Meditação e Realinhamento dos Chakras

Nesta época de quarentena, todos precisamos nos unir com o objetivo de buscar equilíbrio e superar o momento que vivemos.

Todos já ouvimos falar algo sobre Meditação – técnica milenar cujo objetivo é nos levar a um estado de relaxamento que facilitará atingir tranquilidade, paz interior, reduzindo a ansiedade, o estresse, a insônia e aumentando a nossa imunidade. E também em Realinhamento de Chakras – que são focos de energia existentes em nosso corpo e quanto mais positivos e equilibrados eles estiverem mais saudáveis estaremos.

E foi pensando em ajudar as pessoas a enfrentar o momento que vivemos, que a Fisioterapeuta, Pós-Graduada em Oncologia e Acupuntura, Mestre em Reiki, Bioenergética, Analista Corporal e Comportamental, Ana Monnerat juntou esses dois métodos, em um momento único para estimular o bem-estar, equilíbrio de todo corpo, fortalecendo a saúde e estado emocional. Assim estaremos estimulando nossa autoestima, a criatividade e a intuição. Para isso, Ana criou um grupo online de Meditação e Realinhamento de Chakras.

Nos encontros, sempre as terças, quartas e quintas feiras, às 18h a Ana leva os participantes à prática da Meditação. E ao mesmo tempo, ela administra ao grupo o Realinhamento dos Chakras, para que dessa forma o grupo receba sua energia revitalizada através dos 7 Chakras.

O grupo de Meditação e Realinhamento dos Chakras acontece gratuitamente, todas às terças, quartas e quintas-feiras de maio, às 18 horas, através de uma Sala na plataforma Zoom Cloud Meetings, os participantes do grupo serão conduzidos a Meditação e Realinhamento de Chakras

Para participar é necessário ter o App Zoom Cloud Meetings e entrar no grupo do WhatsApp “Meditação e Realinhamento” (https://chat.whatsapp.com/EHzVFJX4jpC9qL06F2DW6z?fbclid=IwAR195N0c3aPrqUmiBeAZIG765IEaUl5-qBtoEDL_q62sLO-gqyFQQkRxXpI). E então acessar o grupo 10 minutos antes do inicio da sessão na Sala do Zoom, ter 35 minutos aproximadamente dedicados unicamente a você, sem necessidade de roupa especifica.

Por Graciela Binaghi

A coragem feminina

Por Paiva Netto

Mulher! Sinônimo de fortaleza, destemor e compaixão… Certamente por isso Jesus contou com o extraordinário apoio de incontáveis heroínas, a exemplo de Maria, chamada Madalena, Joana de Cuza, Suzana, Marta e Maria, irmãs de Lázaro — a quem o Sublime Amigo ressuscitou —, além de tantas outras que o Evangelho não registra, mas o Espírito de Deus imortaliza. No momento da crucificação, todas corajosamente acompanhavam Maria Santíssima, enquanto os homens, exceto João Evangelista, assustados, se escondiam. Depois, vieram a redimir-se. Aliás, na hora trágica no Gólgota, elas é que permaneceram ao lado do Divino Ressuscitado: “E diante da cruz estavam a Mãe de Jesus, a irmã dela e também Maria Madalena, e Maria, mulher de Clopas (Evangelho, consoante os relatos de João, 19:25).

Assim sendo, na Volta Triunfal do Taumaturgo Celeste ao planeta Terra — conforme está anunciado no Seu Santo Evangelho e no Seu Apocalipse Redentor, já que Ele vem dar “a cada um de acordo com as suas obras” (Boa Nova do Cristo, segundo Mateus, 16:27 e Apocalipse, 22:12) —, aquelas mulheres terão a glória de estar à frente da equipe de recepção. Elas e todos os que são capazes, pela força do Amor Fraterno, de transpor os perigos e não desonrar o seu Mestre, pois assegurou Jesus: “Todo aquele que me testemunhar diante dos homens, Eu o testemunharei diante do Pai, que está nos Céus; mas aquele que me negar perante os homens, também Eu o negarei diante do Pai, que está nos Céus” (Evangelho, segundo Mateus, 10:32 e 33).

Gosto muito deste significativo provérbio judaico sobre as mães: “Deus, não podendo estar em todos os lugares, fez as mães”.

José de Paiva Netto ― Jornalista, radialista e escritor.

paivanetto@lbv.org.br — www.boavontade.com 

ServiçoE-book A Esperança não morre nunca (Paiva Netto). Você pode baixar gratuitamente o livro digital e/ou audiolivro acessando www.paivanetto.com/esperanca

Estrela Cintilante do Espírito Materno

REFLEXÃO DE BOA VONTADE

Por Paiva Netto

“E disse o Anjo a Maria Santíssima: Eu te saúdo, ó cheia de graça! O Senhor é contigo. Bendita és tu entre as mulheres. Bendito é o fruto do teu ventre [Jesus]!”

(Evangelho, segundo Lucas, 1:28 e 42)

A maternidade é um sol que não se apaga. Por isso, rogo a Maria Santíssima, a Divina Mãe de Jesus, Estrela Cintilante do Espírito Materno, que leve aos corações humanos o sublime conforto de sua Alma caridosa. É o acolhimento universal que faz brilhar o elevado conceito de família que nos deve reger.

Ao seu Amantíssimo Coração, Mãe de todas as mães infortunadas, transcrevo este cântico em forma de poesia, da lavra do inesquecível vate português Antero de Quental (1842-1891), na psicografia de Chico Xavier (1910-2002). Quantas vezes o Irmão Alziro Zarur (1914-1979), na Prece da Ave, Maria!, o declamou com eloquente emoção! E mantemos esta joia no ar, pela Super Rede Boa Vontade de Comunicação (rádio, TV e internet), ao longo de todas essas décadas, para o refrigério das Almas:

Rainha do Céu

Excelsa e sereníssima Senhora,

Que sois toda Bondade e Complacência,

Que espalhais os eflúvios da Clemência,

Em caminhos liriais feitos de aurora!…

Amparai o que anseia, luta e chora,

No labirinto amargo da existência.

Sede a nossa divina providência

E a nossa proteção de cada hora.

Oh! Anjo Tutelar da Humanidade.

Que espargis alegria e claridade

Sobre o mundo de trevas e gemidos;

Vosso amor, que enche os céus ilimitados,

É a luz dos tristes e dos desterrados,

Esperança dos pobres desvalidos!…

Ampare, ó Mãe Adorada, os povos da Terra, guiando-os na direção da Paz de Deus.

José de Paiva Netto ― Jornalista, radialista e escritor.

paivanetto@lbv.org.br — www.boavontade.com 

ServiçoE-book A Esperança não morre nunca (Paiva Netto). Você pode baixar gratuitamente o livro digital e/ou audiolivro acessando www.paivanetto.com/esperanca