FPA – Análise de Mídia – 29/06

FPA – Análise de Mídia – 29/06

30 de junho de 2020 Off Por Ray Santos

– Estadão fala que a Associação Brasileira dos Grandes Consumidores de Energia e Consumidores Livres (Abrace) aposta no Projeto de Lei 6.407/2013, que cria a Nova Lei do Gás e abre o mercado no País, para estimular o maior uso do gás natural na produção nacional de fertilizantes. Presidente da Frente Parlamentar Agropecuária (FPA), o deputado Alceu Moreira (MDB-RS) apoia o PL em tramitação na Câmara. “A canalização do gás e a possibilidade de transformá-lo em fertilizantes é certamente um ativo de grande competitividade e redução do custo agrícola”, afirma. Leia +: https://bit.ly/2ZmOIdI

– Folha de S. Paulo informa que o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Luís Roberto Barroso decidiu convocar uma audiência pública para realizar um amplo debate sobre as políticas de meio ambiente adotadas hoje no país. Ele foi sorteado relator de uma ação em que diversos partidos de oposição questionam omissão do governo federal no tema. Eles sustentam que, entre outras coisas, o governo de Jair Bolsonaro bloqueou recursos destinados ao fomento de projetos de mitigação de emergências climáticas, usando apenas R$ 718 mil de um total de R$ 8 milhões. Leia +: https://bit.ly/3ieKFsz

– Valor Econômico fala que diante de circunstâncias inéditas produzidas pela pandemia, o anúncio de R$ 236,30 bilhões para financiar a safra que começa a ser cultivada a partir de setembro não chegou a desagradar o campo, mas os juros, especialmente nas linhas de investimento, vieram mais salgados do que se esperava. “Com a taxa Selic lá em baixo, estamos pagando duas a três vezes mais. A diferença entre a Selic e os juros do crédito rural nunca esteve tão elevada”, reclama Antônio Chavaglia, presidente da Cooperativa Agroindustrial dos Produtores Rurais do Sudoeste Goiano (Comigo). Leia +: https://glo.bo/3dQ3qiZ

– Canal Rural fala que o impacto da ratificação do Protocolo de Nagoya para o setor produtivo brasileiro foi o tema do programa Direto ao Ponto deste domingo, 28. Aprovado na 10º Conferência das Partes (COP-10) na cidade japonesa de Nagoya, em 2010, esse tratado internacional regulamenta o pagamento sobre utilização de recursos genéticos de plantas, animais e micro-organismos aos seus respectivos países de origem. Leia +: https://bit.ly/2ZkKJhV

– Valor Econômico diz que o Ministério da Agricultura suspendeu a autorização para que a carne de frango produzida no abatedouro da JBS em Passo Fundo (RS) seja exportada à China. Trata-se do segundo frigorífico brasileiro a ter a cobiçada licença retirada por causa de casos de covid-19 entre trabalhadores. A expectativa no setor é que mais abatedouros tenham a exportação à China suspensa pelo ministério nos próximos dias. No caso da JBS de Passo Fundo, a decisão da Pasta já consta no Sistema de Informações Gerenciais do Serviço de Inspeção Federal (SIGSIF). Leia +: https://glo.bo/2AhTSiW

– Coluna do Broadcast Agro, do Estadão, fala que com uma carteira formada por grandes produtores rurais, que têm receita superior a R$ 30 milhões ao ano, o Itaú BBA agora amplia o leque. A estratégia é atrair os que faturam acima de R$ 5 milhões por ano e incluir toda a cadeia, dos fornecedores de insumos a tradings e frigoríficos. “Saímos de um universo potencial de mil grupos econômicos para outro de 20 mil produtores”, estima Pedro Fernandes, diretor de Agronegócio. Leia +: https://bit.ly/2AiGKtW

– Valor Econômico noticia que mesmo após desistir de adquirir o Frigonorte, indústria paraguaia de carne bovina que foi colocada à venda em meio a turbulências financeiras, a brasileira Marfrig ainda quer ingressar no Paraguai, país que costuma entregar boa rentabilidade para a indústria frigorífica. Na semana passada, a companhia manifestou oficialmente a intenção de investir no país vizinho. Em carta entregue a Rodolfo Alfaro, ministro da Agricultura paraguaio, a Marfrig disse estar ciente do interesse do governo local em fomentar a pecuária. Leia +: https://glo.bo/38cfGcn

– Estadão diz que o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, o presidente do Ibama, Eduardo Bim, e a União tornaram-se alvos de uma ação na Justiça Federal por omissão de informações sobre áreas embargadas por crimes ambientais. Na ação popular, deputados requerem a imediata divulgação dos dados abertos de todos os embargos e autuações ambientais realizadas pelo Ibama desde outubro de 2019. A ação se baseia em denúncia publicada no último dia 18 de junho pelo Estadão. Leia +: https://bit.ly/2BkmaK4

– Valor Econômico fala que a Corteva Agriscience anunciou na sexta-feira o lançamento de um novo inseticida, o Revolux, para combate da broca da cana-de-açúcar, que gera prejuízos anuais estimados em R$ 5 bilhões ao setor no país. O lançamento é considerado peça essencial no objetivo da Corteva de alcançar a liderança no mercado de agrotóxicos para a cultura. No ano passado, os defensivos para cana giraram em torno de US$ 1,3 bilhão no Brasil. Leia +: https://glo.bo/3icSDmd

– Folha de S. Paulo diz que anunciada em janeiro pelo presidente Jair Bolsonaro com o objetivo de reduzir o desmatamento na floresta amazônica, a Força Nacional Ambiental enfrenta um entrave financeiro e só deverá ser viabilizada a partir do ano que vem. O efetivo policial foi sugerido pelo presidente em uma tentativa de resposta do governo brasileiro às críticas recebidas no Fórum Econômico Mundial​ pela dificuldade em controlar, no ano passado, uma série de queimadas na região amazônica. Leia +: https://bit.ly/31t8k2S

– Valor Econômico informa que com foco no registro e na negociação de títulos bancários, entrou em operação em meados de maio a Central de Registro de Títulos e Ativos (CRT4 – lê-se “certa”), atacando um território de quase R$ 1,5 trilhão em ativos hoje dominado pela B3. “Queremos ser uma câmara dos bancos para bancos”, afirma Jorge Sant’Anna, presidente da CRT4. Fundada por instituições financeiras ligadas à Associação Brasileira de Bancos (ABBC), a CRT4 obteve autorização do Banco Central (BC) para atuar como registradora de títulos, mas esse é o passo inicial. Leia +: https://glo.bo/31tj7d1

– Revista Veja fala que depois de o INPE mostrar que o desmatamento da Amazônia aumentou 34,4% em 2019 — o maior crescimento desde 2008 –, o que levou investidores internacionais a pressionarem o Brasil para proteger a Amazônia, Hamilton Mourão recebeu pleitos dos governadores da região (Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins e Maranhão) para que a operação de combate aos criminosos seja prolongada. A discussão se deu nesta quinta, durante reunião por videoconferência. Helder Barbalho, do Pará, defendeu a ampliação do tempo de duração da chamada Operação Verde Brasil 2, que combate crimes ambientais na Amazônia. Leia +: https://bit.ly/31yFoGm

– Valor Econômico diz que como parte do protocolo preventivo de emergência fitossanitária decretado ontem pelo Ministério da Agricultura em relação à nuvem de gafanhotos que se dirigiu da Argentina para o Uruguai, foi feita uma consulta a empresas do setor sobre produtos que poderiam ser usados no combate às pragas. Nesse sentido, a Croplife Brasil — entidade que reúne 35 empresas das áreas de defensivos químicos, biológicos, germoplasma e biotecnologia — disse que, como a espécie de gafanhotos Schistocerca cancellata não ocorre com frequência no país em altas populações, não há no mercado um produto químico que tenha sido especialmente formulado para combate a essa praga, mas que há alternativas para uso em caráter emergencial. No Brasil, os registros de agrotóxicos são feitos por tipo de cultura, e não por praga. Leia +: https://glo.bo/2YHbs9c

– G1 fala que técnicos da Argentina começaram nesse fim de semana o controle da nuvem de gafanhotos que está passando pelo país e que se aproxima do Brasil e do Uruguai. De acordo com o último boletim do Serviço Nacional de Saúde e Qualidade Agro-Alimentar (Senasa), a nuvem está localizada a 55 km na cidade de Curuzú Cuatiá, dentro da província de Corriente, e a pouco mais de 100 km do território brasileiro e do uruguaio. Leia +: https://glo.bo/31o7fJz

– Valor Econômico diz que num momento em que a covid-19 ainda se espalha na América do Sul com a velocidade de uma nuvem de gafanhotos, é chover no molhado dizer que são muitos os desafios encarados pelo agronegócio brasileiro para manter os níveis de produção e garantir o abastecimento doméstico e as exportações de alimentos em meio à difícil tarefa de preservar a saúde das pessoas envolvidas nas mais distintas atividades do setor. Mas, à medida em que a oferta interna é garantida a preços razoáveis e o fluxo de embarques avança, movidos por uma logística do campo às cidades e portos que até agora resiliente, o cenário de longo prazo para o campo parece cada vez mais positivo. Leia +: https://glo.bo/2Vr1s1O

– Reuters fala que os pedidos chineses para que fornecedores externos garantam que suas cargas de alimentos estão livres do novo coronavírus estão fazendo com que alguns exportadores renunciem ao mercado da China, disse na sexta-feira (26) um grupo que representa agricultores dos Estados Unidos. A Western Growers, que representa empresas que produzem metade das frutas frescas, vegetais e nozes dos EUA, confirmou que muitos de seus membros receberam tais solicitações das autoridades chinesas. Leia +: https://glo.bo/2YFRDzh

– Valor Econômico diz que o forte ritmo de produção de açúcar no Centro-Sul fez com que algumas usinas percebessem que não tinham estrutura suficiente para armazenar o produto que seria fabricado enquanto ele não conseguisse ser escoado aos portos. Com isso, cresceu a procura por estruturas de armazéns modulares, construídos para dar conta da demanda de forma temporária. Leia +: https://glo.bo/2BOGgMm

– G1 fala que a redução de espécies de abelhas tem preocupado os produtores de mel no município de Belterra, no oeste do Pará. A cidade, que já foi uma das principais produtoras do estado, chegou a ter mais de 30 espécies de abelhas nativas que geravam renda para mais de 40 produtores. Porém, com a chegada de grandes plantações de soja, em 2014, as espécies começaram a desaparecer, reduzindo, assim, o número de colmeias e, portanto, da produção de mel. Leia +: https://glo.bo/2VtEjfm

– Valor Econômico diz que a apresentadora Xuxa Meneghel divulgou um vídeo em suas redes sociais para denunciar maus tratos a suínos por meio de imagens captadas pela ONG Mercy For Animals (MFA) em uma granja em Minas Gerais. Em nota divulgada à imprensa, a organização informa que essa é sua terceira investigação no Brasil com uso de drones e a primeira em propriedade dedicada à suínocultura. Leia +: https://glo.bo/2CV5EAR

– Valor Econômico fala que o Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) já assinou contratos com 14 dos 31 agentes financeiros habilitados a operacionalizar os recursos da safra 2020/2021. Até o fim dessa semana, foram repassados R$ 2,65 bilhões a bancos e cooperativas de crédito e já estão disponíveis para desembolso. Este ano, o governo antecipou o repasse dos recursos do Funcafé, que geralmente acontecem entre julho e agosto. Com isso, os produtores já podem, desde a semana passada, acessar financiamentos nos agentes financeiros. Leia +: https://glo.bo/2Vt8Dqq

– Broadcast Agro, do Estadão, divulga que a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) informou que 540 novos surtos de peste suína africana foram notificados no mundo entre os dias 12 e 25 de junho, ante 554 novos casos verificados no levantamento anterior. Já o número total de surtos em andamento subiu de 7.123 para 7.154, sendo 3.489 somente na Romênia e outros 1.703 no Vietnã. Dos novos surtos, 427 foram notificados pela Europa e outros 8 na Ásia. Os dados foram publicados em levantamento quinzenal divulgado na sexta-feira. Leia +: https://bit.ly/2NGFVya

– Canal Rural diz que as medidas da china para evitar que produtos contaminados entrem no país estão enfrentando resistência de agências governamentais e de grandes exportadores de alimentos. O Departamento de Alfândegas do país asiático pediu que as empresas que exportam carne, lácteos e outros alimentos assinem documentos declarando que os produtos não foram contaminados e estão em conformidade com as diretrizes internacionais de segurança alimentar. Leia +: https://bit.ly/3eEknhk

– Broadcast Agro, do Estadão, fala que o Instituto Agronômico de Campinas (IAC), que completou 133 anos no sábado (27), está desenvolvendo uma tecnologia que pode gerar a primeira variedade de laranja doce resistente à Xylella fastidiosa, bactéria causadora da Clorose Variegada de Citros (CVC), e a outras doenças que afetam a citricultura. A CVC, também conhecida como amarelinho, ataca todas as variedades comerciais de citros, reduzindo drasticamente a produção. Leia +: https://bit.ly/2ZjDQxp


– Coluna do Estadão noticia que está próximo o consenso da Câmara em torno do adiamento das eleições municipais por causa da pandemia. Os últimos focos de resistência à PEC aprovada no Senado, que agora precisa ser referendada pelos deputados federais, estavam no PL, de Valdemar Costa Neto, e em partidos nanicos, como o PTC. Mas a pressão interna e externa, principalmente do STF, enquadrou a turma do Centrão. A expectativa dos líderes é de bater logo o martelo nas datas (primeiro turno em 15 novembro próximo e o segundo no dia 29 do mesmo mês). Leia +: https://bit.ly/3g9AjbG

– Valor Econômico fala que a aproximação entre o governo e o Centrão proporciona ao presidente Jair Bolsonaro, neste momento, uma base com 206 aliados na Câmara, 40% do total de deputados. Juntos, os parlamentares são suficientes para barrar um eventual processo de impeachment ou uma denúncia contra o presidente. Não teriam capacidade, no entanto, para aprovar reformas sem o apoio de outros partidos ou de correligionários que resistem em apoiar o Executivo. Leia +: https://glo.bo/3eIybrl

– Folha de S. Paulo diz que disparou a preferência do brasileiro pelos especialistas como principais definidores de políticas públicas. É o que aponta a pesquisa feita pelo Datafolha nos dias 23 e 24 de junho, na qual foram ouvidos 2.016 pessoas por telefone, com margem de erro de dois pontos percentuais. Em fevereiro de 2014, 83% dos ouvidos disseram que o governo deveria tomar suas decisões a partir da opinião dos cidadãos, ante 13% que preferiam especialistas sendo ouvidos. Passados mais de seis anos, os especialistas são preferidos por 42%, enquanto os cidadãos foram apontados por 54%.  Leia +: https://bit.ly/3gcvKxx

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