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Artigos e Opiniões

Atividades lúdicas e o uso da tecnologia em sala de aula

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*Ana Paula Barros de Paiva

Da Educação Infantil ao Ensino Médio existe uma grande preocupação de proporcionar ao aluno atividades atrativas, que, aliadas ao conteúdo pedagógico de cada disciplina, auxiliem efetivamente no aprendizado. Os alunos de hoje aprendem com muita facilidade e rapidez, mas cansam-se facilmente das práticas repetitivas do ensino cotidiano. Num mundo em constante transformação, eles anseiam sempre por mais e mais novidades.

Por isso, com frequência o professor é obrigado a elaborar diferentes tipos de aulas da mesma matéria para conseguir atingir uma ampla e diversificada gama de alunos. Os educadores sabem que precisam dispor sempre de novos recursos que o auxiliem a explorar as atividades em grupo e, desta maneira, diminuir a desatenção e a indisciplina na sala de aula.

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Doze sugestões para construir e manter amizades

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Doze sugestões para construir e manter amizades:

1-Amizades extraordinárias são como lâmpadas que a divina providência nos concede para iluminar nossas vidas!

2-Agir com comedimento e razoabilidade: você seguro de qualquer reprimenda quando em disputa com amigos.

3-Ambas as coisas causam o mesmo temor: um amigo falso e um inimigo declarado...

4-Caráter, probidade, justeza: isso que você procura nos amigos eles também procuram em você!

5-Se você tem um amigo, está prestes a perdê-lo e não move um músculo por ele, de fato, perde-o merecidamente!

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Nossos vícios no futebol

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Não conheço a fundo outros povos para dizer que somente o brasileiro seja um povo que costuma alimentar e perpetuar os vícios que cria. Vira e mexe falo disso e associo ao futebol por ser uma das representações maiores da nossa gente.

Durante três décadas, os times brasileiros venceram apenas cinco taças da Libertadores das Américas. Duas nos anos sessentas e, respectivamente, uma e duas nas décadas seguintes. O nosso argumento era que o brasileiro não valorizava o campeonato. O inverso do mesmo argumento é utilizado para criticar, mesmo que sutilmente, os europeus por não valorizarem abertamente o Mundial de Clubes.

Olha que existe uma grande diferença. Nesse formato de torneio, o time mais expressivo que os europeus enfrentam é o campeão sul-americano, geralmente na final. Ou seja, deveríamos reconhecer a lógica de uma oitava de final entre os grandes europeus ser muito mais relevante do que uma final com um time asiático, africano ou até das Américas.

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Combate ao trabalho escravo é uma prioridade mundial

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                                                                                             Alfredo Bonduki*

            No Brasil que estamos buscando construir — uma nação desenvolvida, democrática, pluralista, regida pelas leis de mercado em sua economia e pela liberdade e equilibradas relações de prerrogativas e deveres no plano político e social — é inimaginável o desrespeito aos direitos humanos, incluindo o flagelo da escravidão. Por isso, é muito louvável a lei sancionada pelo governador Geraldo Alckmin, em janeiro último, que prevê o fechamento de empresas que utilizem trabalho em condições análogas à escravidão.

Com absoluta pertinência, a medida, baseada em proposta do deputado estadual Carlos Bezerra Jr. (PSDB), cassa a inscrição no cadastro de contribuintes do ICMS dos estabelecimentos comerciais envolvidos na prática desse crime, seja diretamente ou no processo de produção, como nos casos de terceirização ilegal, por exemplo. Além disso, os autuados ficarão impedidos por dez anos de exercer o mesmo ramo de atividade econômica ou abrir nova firma no setor.

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Não à bitributação do agronegócio

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*Ruben Figueiró

Não é preciso fazer muito esforço para perceber que a carga tributária brasileira chegou a patamares absurdos. O que os brasileiros pagam de impostos chega a mais de 35% do PIB, segundo a Receita Federal.

Alerto, neste artigo, a partir de informações que colhi do grande advogado tributarista Leonardo Loubet, que a cobrança de tributos sobre o agronegócio é ainda pior. O setor produtivo, responsável por aproximadamente ¼ do PIB brasileiro é injustamente bitributado.

No caso das contribuições ao PIS e à COFINS que repercutem no agronegócio chamo a atenção para o fato de que as alíquotas atingem a soma de 9,25% no total. Isso significa que as empresas rurais estão obrigadas a arcar com quase 10% sobre tudo o que produzem – e isso apenas a título de PIS e de COFINS, se considerarmos o imposto de renda, o ITR, o “Funrural”, o ICMS para os Estados e as contribuições ao INCRA, ao SENAR e à CNA, vemos que é um fardo insuportável!

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Algumas ferramentas preciosas para construir seus sonhos

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     1.Educação, respeito: duas estradas para nos conduzir em segurança às vitórias.

     No curso da vida, muitas vezes viajamos por estradas íngremes, sem placas e indicativos para onde seguir. Com isso acabamos nos perdendo por desvios e atalhos e quando retomamos à direção certa despendemos tempo precioso. Esses atalhos são a deseducação e o desrespeito. Ao optar por eles viajamos em marcha-lenta e nos deparamos com imprevisibilidades, obstando nossa viagem e relegando-nos ao acostamento das realizações.

     Geralmente, entorpecidos pelo estresse da luta pela sobrevivência, não percebemos que nossas ações e nosso comportamento social melindra e abala as inter-relações.

     Educação e respeito, ao contrário, são duas estradas paralelas, amplas, largas, bem sinalizadas e iluminadas, pelas quais trafegamos com desenvoltura e sem receio de paradas abruptas ou colisões. Ninguém chega à bandeirada final por atalhos errados e inseguros. Quando optamos pela estrada certa nosso ir e vir é tranquilo e frutuoso. A estrada da educação e do respeito é por onde trafegam os grandes vitoriosos. Mesmo sob trânsito intenso, e observando normas e leis, ela nos leva em paz e rapidez ao nosso destino. E esse destino é onde estão os sonhos de cada um, pois é lá que se encontra o paddock dos campeões!

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PEDIR AUMENTO PARA O CHEFE PODE SER MAIS FÁCIL DO QUE SE IMAGINA

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Mentora de coach dá dicas de como pedir aumento para o chefe de forma hábil e madura

Pedir aumento para o chefe pode parecer um momento deliciado, muitos profissionais acabam perdendo a oportunidade por medo de cometer algum deslize e prejudicar a imagem profissional.  A mentora de coaches, Mônica Vitória, explica que há várias maneiras efetivas, usando estratégias inteligentes na hora de pedir um aumento salarial.

É importante perceber se a empresa passa por um momento estável financeiramente que permite o aumento, verificar se o salário está compatível com o mercado de trabalho; e outro ponto importante, se o trabalhador está atendendo as expectativas do gestor e da organização. De acordo com a empresa especializada em recrutamento mundial, Robert Half, 70% dos profissionais que já adotaram esta tática tiveram seu pedido e metade dos entrevistados jamais pediram para o chefe.

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