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Por Marcos Hiller*

Este texto, escrito no início de junho de 2013, tem grande chance de tornar-se obsoleto em poucos meses. Este, aliás, é um risco que, certamente, corro: sou daquelas pessoas que tentam entender como ocorrem essas novas lógicas sociais e de consumo.

Minha grande inquietação atual é entender como ocorre a apropriação social de dispositivos, tecnologia e marcas nesse ecossistema que vivemos. Assumo o risco! Não me importo! Vamos lá!

No universo interconectado que estamos inseridos, a tecnologia, indiscutivelmente, tornou-se uma das metáforas mais sedutoras para tentar entender a construção da subjetividade das pessoas hoje em dia.

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Cartão postal ou imagem ruim na Copa das Confederações?

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                                                                                                           Ariovaldo Caodaglio*

            Teremos estádios lotados na Copa das Confederações, considerando a grande venda de ingressos, muito superior à verificada na última edição dessa competição, realizada na África do Sul, em 2009. No final de maio, já haviam se esgotado, por exemplo, as entradas para a partida final, a ser disputada no novo  Maracanã, no Rio de Janeiro. E isso sem sequer existir a certeza dos torcedores de que a Seleção Brasileira será finalista.

Será muito importante para o Brasil o sucesso de público do torneio, mas também em todos os outros indicadores, como limpeza pública, segurança, infraestrutura, transportes, hospedagem e mobilidade dos torcedores e turistas. Afinal, estaremos testando na presente competição a nossa capacidade de promover com eficácia a Copa do Mundo de 2014, a Olimpíada do Rio de Janeiro, em 2016, e outros grandes eventos, como a Expo Mundial 2020, cuja realização é pleiteada pela cidade de São Paulo.

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Dia dos namorados – Parte II – Amor, afeto.

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1.Amor: Poder que une corações, para sempre!

De todos os sentimentos que envolvem o relacionamento de um casal, há um que norteia o comportamento, estreita a união e alarga os horizontes do entendimento, e escreve o destino com letras de ouro; um sentimento único, puro como o lúmen das estrelas, que perdoa, conforta a dor, ilumina as trevas da desesperança e faz resplandecer a aurora de um novo dia: o amor!

O amor é o mais nobre dos sentimentos, aquele que une duas pessoas para, juntas, viverem a mesma vida até o final dos tempos. Sim, amigos, o amor é a aliança divinal que encadeia dois corações como se fosse uma só unidade!

O amor é isso, docilidade, meiguice, calor humano; é dar-se sem nada pretender em troca; é condescender, ser amigo, cúmplice, amado, amante. É aceitar um ao outro com suas virtudes e defeitos, e, juntos, conjugarem o verbo viver em todos os seus tempos e formas.

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Álcool líquido, da casa para o posto de gasolina

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José Carlos de Rezende 

 

Um levantamento recente do Datasus mostra que os acidentes provocados pela combustão de produtos inflamáveis – gasolina, querosene, solvente, entre outros - cresceram no Brasil nos primeiros três meses do ano, com mais de 40 casos em relação ao mesmo período do ano passado. Note-se que o álcool líquido, envasado pelos associados da ABRASPEA, está fora dessa estatística, pois sua comercialização foi proibida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária.

 

A alegação da Anvisa para retirar o produto do mercado foi justamente o número de acidentes – alegação que tem por base informação comprovadamente inválida, o que deixa a decisão desta agência federal sob suspeita.

 

Os maiores prejudicados são os consumidores, que consagraram o álcool líquido 92 INPM como o produto essencial à higiene e limpeza, além de importante bactericida. Uma pesquisa da Toledo e Associados prova que o consumidor prefere esse tipo de álcool, o último dos produtos de limpeza que independe de participação de grandes empresas multinacionais.  

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Anatomia do Movimento Passe Livre

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por Lincoln Secco

 

As recentes manifestações de junho do Movimento Passe Livre (MPL) em São Paulo surpreenderam os donos do poder. Como a justiça da causa não podia ser questionada, as armas da crítica voltaram-se contra a crítica das armas. E sendo assim, perderam.

 

Ainda que as armas não fossem armas. Pneus incendiados, lixeiras como barricadas e milhares de pessoas concentradas ainda não podem ameaçar nenhum grupo estabelecido no andar de cima. Mas podem desmoralizá-lo. Diante disso a “crítica” dirigiu-se à turba, à baderna, ao “trânsito”, aos arruaceiros e aos jovens filhos de papai.

 

Sem resultados, os críticos descobriram os partidos. Assim, pelos jornais “sabemos” que certos partidos de “extrema esquerda” dirigiam sorrateiramente o MPL. Nada mais falso. O MPL se organiza horizontalmente, ao lado, acima (por vezes abaixo) dos partidos políticos. Não é, portanto, uma frente de partidos. Decerto há nele militantes de partidos. Nada mais esperado e justificado. Os partidos de esquerda, revolucionários ou não, vivem sempre a expectativa de montar o cavalo já em disparada.

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Copa das Confederações é oportunidade de virar o jogo

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                                                 Fernando Trevisan*
         A Copa das Confederações, avant-première da série de megaeventos que o Brasil sediará nos próximos anos, deve suscitar a análise das perspectivas abertas pela chamada “Década de Ouro” do esporte nacional, mas também uma sensata autocrítica sobre os problemas persistentes. Se o campeonato mundial da Fifa de 2014 e a Olimpíada de 2016 abrem largos horizontes para a consolidação do profissionalismo, desenvolvimento do marketing e ascensão do esporte brasileiro, em especial o futebol, a patamar semelhante ao da Europa, é preciso ser realista no dimensionamento de como estamos aproveitando essas oportunidades.

         Com o intuito de contribuir para essa avaliação, ao longo de todo o processo de preparação para a Copa do Mundo, a Trevisan Gestão do Esporte desenvolveu pesquisa destinada a acompanhar a opinião de um público especializado, quanto à execução dos projetos relacionados ao megaevento esportivo, em sete áreas-chave: Aeroportos e Portos; Estádios; Hospedagem; Mão-de-obra;  Segurança; Telecomunicações; e Transporte.

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Internação compulsória de moradores de rua

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Todos têm conhecimento por meio dos meios de comunicação que moradores de rua existem no mundo todo, porém bem mais presente nos países pobres e em desenvolvimento. No Brasil parece ter se transformado numa catástrofe. Está vigente em todas as cidades e regiões do país.

Assim como as drogas, as causas que levam pessoas a preferirem as ruas a conviver num lar são diversas; mas a solução se funda nos seus efeitos. De comum só a predominância de problemas mentais na maioria dos moradores, seja no momento de optar por viver nas ruas ou em decorrência de uma realidade cruel.

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