
Análise de Mídia – 18/09/2025
– UOL destaca que os deputados aprovaram hoje um texto substituto para a MP do Setor Elétrico, que, entre outros pontos, amplia a isenção na conta de luz para famílias de baixa renda.
O texto precisa ser aprovado no Senado e sancionado ainda hoje pelo presidente Lula (PT) para não caducar. Não há consenso em alguns pontos do texto, então eles saíram do texto.
O setor de mini e microgeração de distribuição de energia solar foi contra a aplicação de tarifas “multipartes” pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica). Essas tarifas separam o custo de ter uma rede disponível do custo do consumo efetivo.
Já a FPA (Frente Parlamentar da Agropecuária) pediu a supressão de um trecho do texto que dá às distribuidoras o poder de decisão sobre o horário em que as irrigações devem ser feitas. Isso pode onerar o setor.
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– Estadão divulga que a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) caminha para adotar uma estratégia de “contenção de danos” na taxação de títulos agrícolas, como as Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs), caso a manutenção da isenção desses investimentos não prospere.
A bancada da agropecuária é contrária à Medida Provisória 1.303/2025, em alternativa à elevação do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), que propõe cobrança de Imposto de Renda (IR) sobre títulos agrícolas hoje isentos, mas articula “alternativas” caso a tributação dos investimentos avance.
“Estamos criando alternativas, caso não sejamos vitoriosos na isenção de taxação das Letras de Crédito do Agronegócio. Mas o nosso posicionamento sempre foi e continuará sendo contrário a qualquer tipo de tributação de títulos agrícolas”, disse o presidente da FPA, deputado federal Pedro Lupion (PP-PR), em coletiva de imprensa, após reunião semanal da frente.
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– Agro Estadão destaca que a Sociedade Rural Brasileira (SRB) e lideranças do agro vão atuar para impedir que o governo federal apresente o Plano Clima na 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP 30), em Belém (PA).
A estratégia foi definida nesta terça-feira, 16, durante reunião do comitê de sustentabilidade da entidade. Para tentar barrar o avanço, o setor deve intensificar a articulação junto a ministérios, parlamentares e representantes do setor produtivo, argumentando que não há obrigação de apresentar o Plano Clima na COP 30.
O temor é que essa alocação metodológica projete o setor como principal responsável pelo problema climático.
Como noticiado pelo Agro Estadão, na avaliação da SRB, assim como da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), o documento atual traz fragilidades técnicas que podem distorcer o peso da agropecuária nas emissões nacionais, ampliando sua participação de cerca de 25% para até 75%.
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– Poder 360 informa que o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, afirmou que o Brasil está pronto para lidar com eventuais retaliações comerciais dos Estados Unidos.
A declaração foi feita nesta 4ª feira (17.set.2025), durante participação no programa “Bom Dia, Ministro”. O pronunciamento do ministro surge como resposta às falas do secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, que afirmou que o governo Trump deve aplicar novas sanções contra o Brasil.
As restrições seriam uma retaliação dos Estados Unidos à decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) de condenar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
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– Globo Rural fala que a Datagro prevê queda de 9% no abate brasileiro de bovinos em 2026, após quebra de 5% projetada para este ano, reflexo do processo de retenção de fêmeas típico da virada de ciclo pecuário.
A avaliação foi feita durante evento promovido pela consultoria em São Paulo nesta quarta-feira (17/9). Outro ponto de atenção levantado pela consultoria é a possibilidade de formação de La Niña a partir do ano que vem.
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– Poder 360 informa que o Congresso Nacional analisará a MP (Medida Provisória) 1.316/2025, que libera R$ 12 bilhões para liquidação ou amortização de dívidas de produtores rurais.
A medida foi publicada pelo governo federal no Diário Oficial da União nesta 4ª feira (17.set.2025) e tem efeito imediato.
A expectativa é beneficiar cerca de 100 mil agricultores de pequeno, médio e grande porte.
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– Globo Rural fala que o Brasil e o Reino Unido assinaram um memorando de entendimento para uma nova parceria voltada à sustentabilidade na produção e no uso de fertilizantes.
A iniciativa visa reduzir os impactos ambientais associados a esses insumos e fortalecer a resiliência dos sistemas alimentares, segundo informações da Embaixada do Reino Unido no Brasil.
O acordo foi assinado pela Representante Especial do Reino Unido para a Natureza, Ruth Davis, e pelo Secretário-Executivo Adjunto do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), Cleber Oliveira Soares.
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– Estadão divulga que o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, afirmou que a abertura de 437 novos mercados para produtos agropecuários brasileiros desde 2023 contribuiu para reduzir os impactos do tarifaço de 50% dos Estados Unidos sobre as exportações do agronegócio nacional.
“Abrimos 437 novos mercados em dois anos e nove meses. Isso fez com que o tarifaço impactasse menos. Temos hoje no portfólio grandes opções para exportar os produtos brasileiros”, afirmou Fávaro.
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– Agro Estadão informa que o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, vetou integralmente o projeto de lei aprovado pelo Congresso Nacional que isentava a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) do pagamento de taxas e de contribuições cobradas pelos órgãos reguladores em pedidos de registro e proteção de experimentos de pesquisa, produtos e tecnologias geradas.
De acordo com mensagem publicada no Diário Oficial da União (DOU), o veto foi recomendado pelos ministérios Ministério do Planejamento e Orçamento (MPO) e do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).
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– O Globo destaca que a Câmara aprovou nesta quarta-feira, pelo placar 311 a 163, dar regime de urgência a um projeto de lei que prevê anistia a envolvidos em atos antidemocráticos.
O presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), cedeu à pressão da bancada bolsonarista que cobrava a aceleração da proposta após a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro no Supremo Tribunal Federal (STF) por tentativa de golpe e outros quatro crimes.
O requerimento de urgência acelera a tramitação de uma proposta de anistia apresentada em 2023 pelo deputado Marcelo Crivella (Republicanos-RJ).
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– Valor Econômico divulga que a aprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva subiu em setembro, de acordo com pesquisa Atlas/Intel divulgada nesta quarta-feira (17). Ele é aprovado por 50,8% dos entrevistados, enquanto 48,3% o reprovam.
No levantamento anterior, de agosto, os índices eram de, respectivamente, 47,9% e 51%. A AtlasIntel entrevistou, pela internet, 7.291 pessoas entre os dias 10 e 14 de setembro.
A pesquisa tem margem de erro de um ponto para mais ou para menos.
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– Folha de S. Paulo fala que o segundo projeto de regulamentação da reforma tributária (PLP 108/2024) foi aprovado nesta quarta-feira (17) na Comissão de Constituição e Justiça do Senado.
O texto ainda precisa ser votado no Plenário da Casa e depois será apreciado novamente pela Câmara dos Deputados.
O projeto está no Congresso desde junho do ano passado. A aprovação do 108 é necessária para destravar a formação do Comitê Gestor formado por estados e municípios e, dessa forma, permitir a edição das normas infralegais da reforma, que entra em vigor em janeiro de 2026.
Sem isso, podem ficar prejudicados o início da fase de transição e também a harmonização de regras entre os dois novos tributos: a contribuição federal CBS e o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) dos entes subnacionais.
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– Coluna do Estadão informa que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem dito a aliados nos últimos dias que é favorável a um acordo com o Centrão para reduzir as penas dos condenados do 8/1, sem que a medida afete o ex-presidente Jair Bolsonaro, segundo apurou a Coluna do Estadão.
A portas fechadas, o petista argumenta que ficou 580 dias preso e sabe como é difícil passar por essa situação.
A opinião de Lula diverge da posição oficial do PT e de ministros do governo, que não admitem em público nenhum tipo de alívio para os envolvidos na tentativa de golpe de Estado.
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Foto: Globo Rural/Google – Wilson Vaz de Araujo
Análise de Mídia – 19/09/2025
– Agro Estadão informa que a abertura do Congresso Nacional da Carne (Conacarne), promovido nesta quinta-feira, 18, em Belo Horizonte (MG), pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) em conjunto com a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (Faemg), foi marcada por discursos de confiança na qualidade da carne brasileira e na conquista de novos mercados, mas também de críticas aos setores que duvidam da sustentabilidade da pecuária de corte do país.
A senadora Tereza Cristina (PP-MS), vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), afirmou que o Brasil tem a melhor e mais sustentável agricultura e pecuária do mundo e que é preciso vencer a narrativa negativa sobre o setor agropecuário brasileiro.
Perguntada sobre a apresentação do Plano Clima no evento global, afirmou que a bancada ruralista está atuando para rever o documento.
“O Plano Clima apresentado é muito prejudicial à agropecuária brasileira. Na minha opinião, tem um viés ideológico que não deveria ter. O Brasil tem o melhor código florestal do mundo, o mais rígido”, disse a senadora.
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– Estadão destaca que governo e setor privado estão próximos de alcançar um denominador comum sobre o início da tributação de alguns investimentos que se tornaram os “queridinhos do mercado”, mas que vinham mostrando discrepância em relação a outros títulos e distorcendo a estratégia da dívida pública doméstica.
Um dos setores mais resistentes era o do agronegócio, que tem nas Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs) a principal fonte de financiamento e, até então, isenta de Imposto de Renda para pessoas físicas.
Ao abordar a MP 1.303, a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) caminha para adotar uma estratégia de “contenção de danos” na taxação de títulos agrícolas, caso a manutenção da isenção dos títulos não prospere.
A FPA apresentou dez alternativas ao Ministério da Fazenda como contrapartida à taxação dos títulos agrícolas. Um dos pleitos, já sinalizados pelo relator, é manter os CRAs, CRIs, CDAs isentos da alíquota.
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– Valor Econômico divulga que o PL, partido do ex-presidente Jair Bolsonaro, é a sigla que mais encaminhou emendas à medida provisória (MP) que cria a Licença Ambiental Especial (LAE) de um total de 833, segundo levantamento extenso divulgado pelo Observatório do Clima nesta quinta-feira (18).
A comissão especial que analisará a MP ainda não foi instalada e nem há presidente ou relator.
O presidente Davi Alcolumbre (União-AP), ainda não convocou sessão do Congresso para análise desses vetos, que devem ser derrubados em grande medida pela oposição e bancada ruralista.
Ele foi o principal apoiador da LAE, licença que cria uma nova modalidade de autorização para empreendimentos considerados estratégicos, mesmo que estes tenham potencial significativo de degradação ambiental.
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– Folha de S. Paulo informa que o Brasil tinha um rebanho bovino estimado em 238,2 milhões de cabeças ao final de 2024, de acordo com dados divulgados nesta quinta-feira (18) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
O número de animais é o segundo maior da série histórica do órgão, iniciada em 1974. Fica atrás apenas do recorde verificado em 2023 (238,6 milhões).
O efetivo encolheu 0,2% na passagem dos dois últimos anos. Os dados integram a PPM (Pesquisa da Pecuária Municipal), cuja data de referência é 31 de dezembro.
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– Folha de S. Paulo divulga que a produção de leite no Brasil cresceu 1,4% na passagem de 2023 para 2024, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (18) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O volume produzido foi de 35,7 bilhões de litros no ano passado.
Trata-se do patamar recorde de uma série histórica iniciada em 1974. A máxima anterior havia sido alcançada em 2020 (35,3 bilhões). O número de vacas ordenhadas, por outro lado, encolheu 2,8% de 2023 para 2024.
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– Globo Rural fala que o secretário-adjunto de Política Agrícola do Ministério da Agricultura (Mapa), Wilson Vaz de Araújo, afirmou nesta quinta-feira (18/9) que os desembolsos de crédito rural nesta safra deverão evoluir e serem normalizados à medida que as renegociações de dívidas forem implementadas.
Segundo ele, a queda de 23% na concessão de financiamentos nos dois primeiros meses da temporada, para cerca de R$ 93 bilhões, não é um bom indicador de como será o acesso aos empréstimos neste ciclo.
Ele disse que a regulamentação das renegociações das dívidas deve sair até o início da próxima semana.
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– Agro Estadão informa que a Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira o projeto de lei 4.588/2021, que define o Estatuto do Produtor Rural.
O projeto prevê concessão de assistência técnica e jurídica gratuita, proteção do patrimônio, revisão de contratos e fundo de crédito para pequenos agricultores.
O texto segue agora para análise das Comissões de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), em caráter conclusivo.
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– Globo Rural divulga que as exportações de soja do Brasil deverão aumentar 5% na safra 2025/26 e passar de 106,6 milhões de toneladas para 112,1 milhões de toneladas, de acordo com as primeiras perspectivas da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgadas nesta quinta-feira (18/9).
Assim, o país manterá o posto de maior exportador mundial da oleaginosa no próximo ciclo produtivo.
O aumento nas vendas externas da soja brasileira deverá ser impulsionado pela redução nas exportações dos Estados Unidos e pelo aumento da demanda global.
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– Folha de S. Paulo fala que a merenda das escolas públicas brasileiras passará a ter de ser composta por 45% de alimentos comprados diretamente da agricultura familiar.
Atualmente, a exigência é de que 30% dos produtos sejam adquiridos de pequenos produtores. Camilo Santana, ministro da Educação, disse que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve sancionar a lei que amplia a exigência nos próximos dias.
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– Estadão divulga que os produtores brasileiros reuniam um recorde de 1,6 bilhão de galináceos no ano de 2024, uma alta de 1,7% em relação a 2023, o equivalente a 26,8 milhões de aves a mais.
Os dados são da pesquisa Produção da Pecuária Municipal 2024, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A Região Sul concentrou 47,3% do efetivo nacional, 748,7 milhões de galináceos, queda de 0,8% ante o ano anterior.
O Sudeste teve expansão de 5,2% no número de aves, para 376,5 milhões, uma participação de 23,8% no total nacional.
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– O Globo informa que após o relator da anistia, Paulinho da Força (Solidariedade-SP), ter afirmado que uma proposta ampla e irrestrita já havia sido superada na Casa, a oposição vai procurá-lo para tentar convencê-lo do contrário.
Aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmam que ainda há espaço para negociar. Líder do PL na Casa, Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) afirmou que a conversa com o relator pode mudar o rumo da proposta.
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– Estadão fala que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), afirmou ao Estadão/Broadcast que o texto que pretende apresentar como alternativa à anistia está “pronto”, mas disse que esperará uma decisão da Câmara dos Deputados para tomar uma decisão sobre o tema.
“Vou esperar o que a Câmara vai decidir primeiro.
O texto (alternativo) está pronto, mas vou esperar lá“, disse. Questionado se poderia apresentar o projeto nas próximas semanas, respondeu: “Vou esperar para decidir. Se resolverem ou não resolverem, na semana que vem, vou tomar uma decisão”.
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– Valor Econômico divulga que o União Brasil determinou, na tarde de quinta-feira (18), que seus filiados deixem os cargos que ocupam no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em até 24 horas.
A continuidade na gestão federal, diz o partido, poderá configurar “infidelidade partidária” e levar a punições.
A pressão pela entrega dos cargos começou no início do mês, com o anúncio de desembarque do governo feito pela federação formada entre o União e o PP, no dia 2 de setembro.
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