
Análise de Mídia – 25/09/2025
– Estadão destaca que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse, nesta quarta-feira, 24, que a Medida Provisória (MP) 1.303, que traz alternativas ao aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), é importante para fechar o Orçamento de 2026 sem cortar investimentos ou programas sociais.
Haddad também afirmou, durante audiência pública da Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados, que, se o texto não for aprovado, o governo terá de cortar despesas discricionárias (não obrigatórias) e alertou que isso pode afetar o próximo Plano Safra.
Segundo ele, as LCAs e LCIs seguirão sendo incentivadas mesmo com a taxação defendida pela Fazenda. A bancada da agropecuária é uma das mais resistentes à MP, a qual foi batizada de MP Taxa Tudo.
Para a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), a tributação de títulos agropecuários vai comprometer a previsibilidade e elevar o custo de captação de recursos no agronegócio. Hoje as LCAs são a principal fonte de financiamento rural.
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– Globo Rural informa que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta quarta-feira (24/9) que a proposta de tributação sobre a LCA (Letra de Crédito do Agronegócio) não tem objetivo de aumentar arrecadação, mas disciplinar um mercado irregular.
O deputado federal Pedro Lupion (PP-PR), presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), afirmou a jornalistas na Câmara que o governo não conseguiu convencer a bancada ruralista de que a tributação de 7,5% de Imposto de Renda sobre rendimentos de pessoas físicas que investem em Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs) não vai gerar impacto na atratividade do título e na oferta de crédito rural no país.
O parlamentar disse que a taxação “condena” as LCAs e que não há compensação a isso que possa ser negociada.
A estratégia da FPA será tentar barrar a tributação nas votações. “É opção do governo se vai querer enfrentar a gente no voto”, disse Lupion.
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– Poder 360 divulga que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse nesta 4ª feira (24.set.2025) que a aprovação da MP (Medida Provisória) 1.303 de 2025 é importante para evitar o corte de emendas parlamentares.
A proposta tira a isenção de títulos de investimentos, como as LCAs (Letra de Crédito da Agricultura) e LCIs (Letra de Crédito Imobiliário), e aumenta a carga tributária para as casas de apostas e fintechs.
O relator da MP 1.303 de 2025 é o deputado Carlos Zarattini (PT-SP). Ele vai propor nesta 4ª feira (24.set.2025) aumentar a alíquota do IRPF de 5% para 7,5%, o que deve provocar reação negativa na bancada ruralista.
Emitidas por bancos, as LCAs são títulos de renda fixa que financiam o setor agropecuário, oferecendo aos produtores recursos para custear plantio, colheita e investimento em tecnologia.
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– G1 | Relator propõe aumentar cobrança de Imposto de Renda sobre LCAs e LCIs, mas abre mão de outras aplicações
– Isto É Dinheiro | PlatôBR: relator inclui cigarros eletrônicos na MP que taxa LCI e LCA
– G1 | Haddad diz que, com reforma, ricos vão pagar mais barato pela carne e defende elevar impostos
– Metrópoles | Haddad diz que Lula anda de cabeça erguida e sabe se fazer respeitar
– Folha de S. Paulo | Aprovar MP que tributa investimentos evita corte de emendas, diz Haddad na Câmara
– Poder 360 | Deputado cobra de Haddad fundo social do pré-sal para agronegócio
– Globo Rural | ‘Não há problemas no repasse de recursos do Plano Safra’, diz Haddad
– Estadão | Haddad diz que taxação de LCA não é para arrecadar, mas para disciplinar mercado; agro rebate
– Valor Econômico | MP alternativa ao IOF tem pedido de vistas coletivo e votação é adiada para dia 30
– Agro Estadão | Governo diz estar aberto a negociação sobre taxação das LCAs – O Globo divulga que o governo retirou, nesta quarta-feira, a urgência constitucional do projeto de licenciamento ambiental, em recuo que reorganiza a pauta da Câmara e alivia a pressão sobre o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB).
A decisão, assinada pelo presidente em exercício Geraldo Alckmin, foi publicada no Diário Oficial da União.
O despacho cancelou o regime especial pedido em agosto para a proposta, que restabelecia trechos da medida provisória do licenciamento derrubada pelo Congresso no primeiro semestre.
O relator Zé Vitor (PL-MG) seguirá ajustando o texto, mas sem prazo. A expectativa é que o governo volte a testar o tema quando houver ambiente de maior entendimento.
O deputado também criticou os vetos do presidente Lula e afirmou que estão “dotados de burocracia para alimentar o sistema tradicional”.
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– Agro Estadão informa que o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) deve voltar a apreciar na terça-feira, dia 30 de setembro, a moratória da soja.
Em meados de agosto, a Superintendência-Geral (SG) do Cade instaurou processo administrativo contra as associações e empresas integrantes do Grupo de Trabalho da Soja (GTS), que são signatárias do acordo conhecido como moratória da soja.
A investigação teve início a partir de uma representação encaminhada pela Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados.
Na terça-feira, 23, o presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado federal Pedro Lupion (PP-PR), afirmou que a posição da bancada é contrária à moratória da soja e vai mobilizar ações políticas contra o pacto multissetorial.
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– Agro Estadão divulga que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que as renegociações das dívidas rurais podem ser revistas pela equipe econômica.
A medida provisória (MP) 1.314 de 2025 habilitou o governo federal a liberar R$ 12 bilhões para prorrogações de pendências financeiras devido à ocorrência de problemas climáticos que afetaram as lavouras.
Haddad pontuou que a iniciativa feita pelo governo deve beneficiar produtores de mais de mil cidades, sendo que 403 municípios são do Rio Grande do Sul.
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– Globo Rural fala que a Confederação Nacional de Agricultura e Pecuária (CNA) defendeu que as discussões sobre agricultura na COP30, que ocorrerá em Belém, coloquem os produtores rurais no centro e reconheçam “o direito à produção agropecuária sustentável na Amazônia”.
Segundo a CNA, a produção rural no bioma é “parte inseparável da agenda climática”.
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– Agro Estadão informa que a frota de máquinas agrícolas em operação no Brasil soma hoje 1,65 milhão de unidades, com idade média de 15 anos.
O dado é do Panorama Setorial de Máquinas Agrícolas 2025, divulgado nesta quarta-feira, 24, pela consultoria Boschi Inteligência de Mercado.
O levantamento aponta também intenção clara de renovação, crescimento da locação e indícios de mudança tecnológica e energética no agronegócio.
Segundo o estudo, mais de 50% dos equipamentos em uso já superaram 15 anos de operação.
A frota atual é composta por 1,35 milhão de tratores, 217 mil colheitadeiras e 82,5 mil pulverizadores.
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– Globo Rural fala que o Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP), com base em agosto de 2025, alcançou R$ 1,406 trilhão, de acordo com dados divulgados hoje pelo Ministério da Agricultura.
O valor é 11,3% maior em relação à safra de 2024. Para as lavouras, o ministério indicou aumento de 10,8% no VBP, que deve fechar o ano em R$ 928,07 bilhões, acima dos R$ 837,52 bilhões do ano anterior.
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– G1 divulga que o Banco do Brasil ainda registra uma inadimplência persistente no crédito voltado ao agronegócio, afirmou a presidente executiva, Tarciana Medeiros, nesta quarta-feira (24).
Ela destacou, no entanto, que há expectativa de redução nos índices, diante de medidas adotadas para reduzir riscos e melhorar os resultados.
No fim de junho, a inadimplência no setor atingiu 3,49%, ante 1,32% no mesmo período do ano anterior.
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– O Globo informa que o clima é de revolta na Câmara dos Deputados diante do arquivamento da PEC da Blindagem pelo Senado, e caciques da Casa comandada por Hugo Motta veem “traição” do presidente Davi Alcolumbre com essa decisão e também com o avanço, na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, de uma proposta “clone” do projeto do governo que isenta de pagar Imposto de Renda quem recebe até R$ 5 mil.
Segundo lideranças da Câmara, Alcolumbre participou da costura que previa aprovar a PEC da Blindagem simultaneamente a uma versão mais “light” da anistia para os condenados do 8 de Janeiro e da chamada trama golpista.
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– Folha de S. Paulo fala que Pesquisa Pulso Brasil-Ipespe mostra que a aprovação do STF (Supremo Tribunal Federal) aumentou de 43% para 46% após o julgamento de Jair Bolsonaro (PL) e dos envolvidos na trama golpista.
A desaprovação, por outro lado, caiu cinco pontos em relação ao levantamento anterior, feito em julho: de 49% para 45%.
Já a imagem da Câmara dos Deputados sofreu movimento inverso. A desaprovação subiu de 63% para 70%, e a aprovação caiu de 24% para 18%.
A PEC da Blindagem e o motim realizado por bolsonaristas após a condenação do ex-presidente produziram o “desgaste significativo” da imagem da Casa.
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– Folha de S. Paulo divulga ainda que o relator do projeto de redução de penas aos condenados por ataques golpistas, deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP), afirmou, nesta quarta-feira (24), que o texto deve ser votado no plenário da Câmara na próxima terça-feira (30) e que, se isso não acontecer, é possível que o projeto que aumenta a isenção do Imposto de Renda, previsto para o dia seguinte, quarta (1º), também não seja votado.
O projeto que amplia a isenção do IR para quem ganha até R$ 5.000 é prioridade do governo Lula (PT), e deputados petistas viram a fala do relator como uma espécie de chantagem, mas descartaram votar a favor da redução de penas, que beneficiaria Jair Bolsonaro (PL) e os presos do 8 de Janeiro.
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Assessoria de Imprensa e Comunicação



