Análise de Mídia – 17/11/2025 
– Poder 360 destaca que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), anunciou na 6ª feira (14.nov.2025) a redução das tarifas de importação sobre carne bovina, café, tomate, banana, entre outros produtos.
O decreto assinado por Trump derruba a tarifa recíproca de 10% imposta em abril. Não muda, porém, a taxa extra de 40%, que passou a vigorar em agosto.
A medida passa a valer de forma retroativa desde às 2h01 (horário de Brasília) da 5ª feira (13.nov).
A suspensão das tarifas deve favorecer países exportadores de commodities, como o Brasil –maior produtor mundial de café e 2º maior de carne bovina, atrás apenas dos EUA, segundo o USDA (Departamento de Agricultura dos EUA).
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– O Globo divulga que a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC) divulgou nota em que considera “muito positiva” a decisão dos Estados Unidos de reduzir as tarifas aplicadas à carne bovina brasileira.
A medida reforça a confiança no diálogo técnico entre os dois países e reconhece a importância da carne do Brasil, marcada pela qualidade, pela regularidade e pela contribuição para a segurança alimentar mundial.
A redução tarifária devolve previsibilidade ao setor e cria condições mais adequadas para o bom funcionamento do comércio.
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– Globo Rural fala que as perspectivas iniciais de exportadores para a temporada de embarques 2025/26 de suco de laranja eram positivas, especialmente diante da isenção da sobretaxa dos Estados Unidos sobre as importações da commodity do Brasil e da reação na produção de laranja no estado de São Paulo.
Pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) indicam que, no entanto, a limitada demanda por parte da Europa tem mantido as vendas externas de suco aquém do esperado neste começo de safra (de julho a outubro).
Diante desse cenário, indústrias processadoras do Estado de São Paulo consultadas pelo Cepea vêm adotando uma postura de extrema cautela em termos de compra de novas frutas.
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– Agro Estadão destaca que o Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou uma série de mudanças nas linhas emergenciais do Plano Brasil Soberano.
A reestruturação aumenta o acesso ao crédito, flexibiliza critérios de elegibilidade e inclui fornecedores de empresas exportadoras entre os beneficiários, ampliando o alcance do programa criado para dar suporte às empresas impactadas pelas tarifas adicionais impostas pelos Estados Unidos.
As medidas aprovadas na quinta-feira, 13, complementam a portaria publicada pelos ministérios da Fazenda e do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), publicada na quarta-feira, 12.
Para a regulamentação entrar em vigor faltava, porém, a aprovação do CMN.
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– Poder 360 informa que o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) anunciou a captação de R$ 21 bilhões em novos financiamentos internacionais durante a COP30 (30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas).
O valor será destinado a projetos de energia renovável, biocombustíveis, mobilidade urbana e apoio a micro e pequenas empresas, com foco em sustentabilidade.
Além disso, os acordos internacionais com instituições da Europa, Japão e América Latina tem o objetivo de impulsionar a transição verde e o desenvolvimento regional.
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– Agro Estadão divulga que entidades do setor de biocombustíveis do Brasil lançaram na sexta-feira, 14, um manifesto denominado “A Carta de Belém”.
O documento propõe um esforço internacional coordenado para quadruplicar a produção e o uso de combustíveis sustentáveis até 2035, abrindo caminho para uma transição energética justa e inclusiva.
A apresentação das propostas ocorreu durante a 30ª Conferência sobre as Mudanças Climáticas (COP 30), em evento que celebrou os 50 anos do Proálcool — considerado o maior e mais ambicioso programa de produção e uso de combustíveis renováveis do mundo.
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– Canal Rural informa que durante a COP30, a Aprosoja Brasil apresentou a Carta Manifesto dos Produtores de Soja, documento que defende que áreas preservadas em fazendas sejam reconhecidas como ativos ambientais e que o país estabeleça suas próprias métricas climáticas.
O manifesto foi divulgado no espaço da CNA e do Senar durante a cúpula do clima e contou com a colaboração do especialista em sustentabilidade e direito internacional, Daniel Vargas.
“O documento propõe uma agenda climática baseada em três princípios: transformar o capital natural do país em ativo econômico, tratar a agenda climática como motor de desenvolvimento e garantir que o Brasil siga trajetórias próprias no enfrentamento das mudanças climáticas”, explica Vargas.
Segundo ele, o país responde por apenas 2,47% das emissões globais, contra 28% da China e até 15% dos Estados Unidos, o que exige uma abordagem original, alinhada à realidade brasileira.
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– Globo Rural divulga que o Ministério da Agricultura e Pecuária publicou na sexta-feira (14/11) uma portaria regulamentando o credenciamento de pessoas jurídicas para a prestação de serviços técnicos ou operacionais de apoio à inspeção obrigatória ante mortem e post mortem de animais destinados ao abate.
A norma define o funcionamento do modelo de credenciamento de empresas responsáveis por disponibilizar médicos-veterinários que atuarão junto às equipes do Serviço de Inspeção Federal (SIF), sempre sob supervisão de auditor fiscal federal agropecuário.
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– Agro Estadão fala que o Ministério da Fazenda, por meio da Secretaria do Tesouro Nacional, alterou os limites equalizáveis de algumas instituições financeiras que operam o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).
Na prática, a medida, publicada na última quinta-feira, 13, autoriza um remanejamento de recursos do Plano Safra 2025/2026. A maior parte das alterações é de recursos destinados a investimentos, em faixas de financiamento dedicadas à aquisição de tratores e máquinas ou na agroindústria, por exemplo. Mas há também recursos de custeio.
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– Valor Econômico informa que a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu neste sábado (15), por unanimidade, tornar o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) réu pelo crime de coação no curso do processo.
O parlamentar teria atuado para intimidar autoridades que investigam, processam e julgam seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), na ação da trama golpista.
O relator, Alexandre de Moraes, foi acompanhado por Flávio Dino, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia.
Com a denúncia aceita, será aberta uma ação penal contra Eduardo para que, em momento posterior, o STF decida pela condenação ou absolvição do parlamentar.
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– Folha de S. Paulo divulga que aliados de primeira hora quando eleitos em 1º de fevereiro, os presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), se afastaram e aliados falam em relação estremecida desde que os senadores derrubaram a PEC (proposta de emenda à Constituição) da Blindagem.
A situação está longe de um rompimento. Ambos conversam frequentemente, em eventos e por telefone, mas a atuação política deixou de ser alinhada previamente e novos embates começaram a surgir.
Isso, afirmam congressistas, tem afetado o andamento de propostas, levando a pautas paradas após serem aprovadas por uma das Casas.
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– Estadão fala que apontado como o nome mais forte na linha sucessória de Jair Bolsonaro (PL), o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), atrai um eleitorado muito parecido com o do ex-capitão.
Mas há uma diferença que chama atenção e que pode fazer a diferença na disputa presidencial: Tarcísio tem uma base mais diversa que inclui, entre seus apoiadores, uma parcela maior de eleitores que votaram no presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições de 2022.
Entre os brasileiros que dizem “gostar ou gostar muito” do governador de São Paulo, 22% afirmam ter votado em Lula no segundo turno da última eleição e 65% em Bolsonaro.
Outros 11% não votaram ou anularam, e 2% não souberam responder. O dado indica, portanto, que a base de Tarcísio é formada por eleitores que fizeram escolhas diferentes em 2022.

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