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Análise de Mídia – 24/11/2025
– Agro Estadão destaca que o endividamento dos produtores rurais do Rio Grande do Sul diante dos eventos climáticos extremos foi tema de debate realizado em conjunto pela Comissão de Agricultura (CRA) e pela Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado Federal na última quarta-feira, 19.
A reunião, solicitada pelo senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS), também teve o objetivo de identificar falhas na operacionalização do crédito rural e propor soluções imediatas.
Ao abrir os trabalhos, o senador Hamilton Mourão, integrante da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), afirmou que a crise do Rio Grande do Sul “é inédita, profunda e fora da curva”, destacando que o país não pode tratar o tema com morosidade.
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– Agro Estadão informa que a retirada das tarifas adicionais de 40% dos Estados Unidos (EUA) sobre alguns itens de exportação brasileira, gerou um mix de sentimentos dentro das cadeias agropecuárias.
Enquanto alguns setores comemoram a retomada de sua competitividade, outros seguem frustrados pela permanência das tarifas.
No caso do café, o sentimento é duplo, uma vez que as tarifas foram retiradas para a exportação dos grãos, mas segue em vigor para o café solúvel.
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– Globo Rural fala que os exportadores de café brasileiro vão demorar no mínimo seis meses para compensar os embarques que deixaram de ser feitos para os Estados Unidos por conta do tarifaço, estima o Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé).
Segundo Márcio Ferreira, presidente do Cecafé, cerca de 1 milhão de sacas deixaram de ser embarcadas para o território americano desde agosto.
Entre agosto e outubro, após o início da cobrança das tarifas de 50%, os embarques para o país caíram 51,5%, para 983,97 mil sacas.
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– O Globo divulga que o presidente da COP30, André Corrêa do Lago, afirmou que, além da questão dos combustíveis fósseis, há grande dificuldade de avançar no financiamento climático e no mecanismo para a transição energética justa.
Na sexta-feira, países e entidades criticaram o fato do esboço do texto final da conferência não mencionar ações para a redução das emissões.
“São mais de 15 textos. E estamos com dificuldade no financiamento climático e na transição justa”, disse Corrêa do Lago, em entrevista.
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– Valor Econômico fala que “Sob nenhuma circunstância vamos aceitar isso”, afirmou Wopke Hoekstra, comissário para o clima da União Europeia (UE) na sexta-feira (21), após a divulgação dos rascunhos do texto do Mutirão de Belém.
A declaração ocorreu durante uma consulta a portas fechadas sobre o documento divulgado pela manhã, refletindo a decepção dos europeus com a ausência de um mapa do caminho — “roadmap” — para que o mundo abandone a dependência dos combustíveis fósseis.
Segundo Hoekstra, o bloco europeu não irá aceitar nada que se aproxime do que está sendo proposto no texto atual, ressaltando que é necessário garantir que a transição dos combustíveis fósseis para a energia limpa seja real e esteja expressa no documento.
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– G1 informa que o governo estadual acionou na quarta-feira (19) o Supremo Tribunal Federal (STF) para suspender o decreto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que ampliou e homologou novas Terras Indígenas em Mato Grosso.
Dias antes, o governador Mauro Mendes (União) afirmou que entraria na Justiça contra a medida. Lula homologou quatro Terras Indígenas, sendo três no estado e uma que fica entre o Pará e o Amazonas.
A ação trata o decreto do presidente como inconstitucional por violar a lei 14.701 de 2023 que estabeleceu o marco temporal dos territórios indígenas.
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– Agro Estadão fala que o aumento dos preços das proteínas tradicionais levou o consumidor brasileiro a rever hábitos alimentares e buscar alternativas mais econômicas.
Um estudo da Scanntech, referência em inteligência de dados para o varejo e para a indústria de bens de consumo, mostrou que o consumo de pescados cresceu 8,2% entre janeiro e setembro deste ano.
De acordo com o levantamento, a carne bovina foi a proteína que mais encareceu no período, acumulando alta próxima de 25%.
A carne suína veio logo atrás, com aumento de 21,2%. Já os peixes tiveram reajuste bem menor, de 2,1%.
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– Estadão divulga que a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) deve manter, por unanimidade, nesta segunda-feira, 24, a decisão do ministro Alexandre de Moraes que determinou a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Os ministros terão das 8h às 20h para depositarem seus votos, concordando ou não com o relator. Bolsonaro está detido na Superintendência da Polícia Federal em Brasília desde a manhã de sábado, 22, e sua prisão foi mantida em audiência de custódia neste domingo, 23.
Compõem a Primeira Turma, além de Moraes, que deliberou sobre a prisão, os ministros Flávio Dino, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin.
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– Folha de S. Paulo fala que a prisão de Jair Bolsonaro (PL) no sábado (22) divide opiniões entre quadros de esquerda.
Muitos enxergam que o isolamento do ex-presidente pode deixar a direita dividida, mas também que eventual piora no quadro de saúde dele —que sofre com crises de soluços e vômitos— possa atrair maior simpatia de eleitores indecisos.
Bolsonaro foi preso preventivamente por determinação do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes.
A decisão citou risco de fuga para embaixada dos EUA e violação de tornozeleira eletrônica na madrugada.
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– Painel, da Folha de S. Paulo, divulga que o texto que será apresentado por Paulinho da Força (Solidariedade-SP), relator do projeto de lei da redução de penas para os condenados pela tentativa de golpe de Estado, inclui em sua atual versão um item que coloca expressamente a possibilidade de remição de pena para presos em regime domiciliar, segundo deputados que tiveram acesso ao documento.
A remição é um benefício que permite a um condenado reduzir o tempo de cumprimento da pena através de trabalho, estudo ou leitura.
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