Análise de Mídia – 10/11/2025
– Poder 360 destaca que políticos brasileiros compartilharam mensagens de solidariedade às vítimas do tornado de categoria F3, que atingiu o Estado do Paraná na noite de 6ª feira (7.nov.2025).
O fenômeno, com ventos de até 250 km/h, deixou ao menos 6 mortos, 2 desaparecidos e 750 feridos –9 deles em estado grave.
A cidade de Rio Bonito do Iguaçu, no centro-sul do Estado teve 90% da área urbana destruída, segundo a Defesa Civil.
A senadora Tereza Cristina (PP-MS) afirmou ter certeza de que a união de todos os brasileiros ajudará a superar a situação.
O deputado e presidente da FPA (Frente Parlamentar da Agropecuária), Pedro Lupion (Republicanos-PR), disse que também atua para direcionar recursos para ajudar o Estado.
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– Gazeta do Povo traz artigo do presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária, deputado Pedro Lupion, onde fala que a semana foi marcada por importantes vitórias para o agro brasileiro no Congresso Nacional, especialmente no fortalecimento da segurança jurídica no campo.
Aprovamos, por 287 votos a 113, o projeto que proíbe a desapropriação de terras produtivas para fins de reforma agrária (PL 4357/2023).
A proposta, de autoria do deputado Rodolfo Nogueira, foi relatada por mim e pelo deputado Tião Medeiros, em mais uma demonstração do trabalho técnico e conjunto da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), que tenho a honra de presidir.
A motivação do projeto surgiu após o Supremo Tribunal Federal (STF) sinalizar a possibilidade de reinterpretar o conceito de “função social da terra”, previsto na Constituição.
Esse entendimento poderia abrir brechas para que propriedades produtivas fossem desapropriadas, colocando em risco o direito de quem produz.
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– Exame traz artigo do vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária, deputado Arnaldo Jardim, onde fala que o mundo precisa de regras para a transação internacional dos créditos de carbono e o avanço dessa regulamentação tem que ser um ponto central nas negociações da COP30.
Colocar preço nas emissões de CO2 é considerado uma das estratégias mais poderosas para estimular uma produção com baixa emissão de carbono.
E a forma mais custo-efetiva para essa precificação, de acordo com as experiências internacionais, é a criação de um mercado de emissões, no modelo cap-and-trade, que estabelece um limite para as emissões das empresas, por meio das permissões, e cria um mercado, onde elas podem ser negociadas.
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– Estadão informa que a ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, disse que o presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, “deixou a desejar” por não ter considerado os indicadores econômicos do governo para reduzir a taxa de juros.
Durante entrevista, sobre os temas da MP 1303, a ministra disse que o governo também desistiu do debate sobre LCI e LCA porque fez um acordo com a FPA (Frente Parlamentar da Agropecuária).
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– Globo Rural informa que o restabelecimento das exportações de carne de frango do Brasil para a China deve levar o país a um recorde nos embarques totais este ano, revertendo a previsão inicial de queda no volume exportado divulgado pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).
Em agosto, a previsão da ABPA era de que o Brasil registrasse queda de até 2% nas exportações de carne de frango, com embarque de até 5,2 milhões de toneladas comparadas a 5,295 milhões em 2024.
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– Folha de S. Paulo fala que a China e a União Europeia farão parte da coalizão lançada pelo governo brasileiro que visa criar um mercado global de carbono.
O anúncio, feito durante a Cúpula de Líderes, em Belém, foi comemorado pela delegação do Brasil.
A participação da UE foi confirmada pela líder da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, nesta sexta-feira (7), durante a cúpula que antecede o início oficial da COP30, na segunda-feira (10).
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– Agro Estadão divulga que o Brasil poderá exportar bovinos e bubalinos vivos para reprodução para o Líbano, informaram o Ministério da Agricultura (Mapa) e o Ministério das Relações Exteriores (MRE), em nota conjunta.
O governo brasileiro concluiu as negociações sanitárias com o governo do Líbano nesta sexta-feira, 7. O Líbano importou mais de US$ 195 milhões em gado vivo, de diversos países, em 2024.
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– Globo Rural informa que o Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) publicou uma resolução (485/2025) que estabelece um conjunto de diretrizes ambientais, sociais e climáticas a serem adotadas na subscrição de seguros rurais.
Na prática, a nova diretriz espelha vedações e impedimentos socioambientais já aplicados no crédito rural para o mercado segurador.
O Ministério da Fazenda afirmou, em nota, que a norma foi adaptada às especificidades do mercado de seguros.
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– Agro Estadão fala que uma das entregas que o Brasil deve fazer durante a 30º Conferência do Clima das Nações Unidas (COP 30) é relacionada ao Programa Nacional de Florestas Produtivas.
Ao todo a iniciativa deve aportar R$ 426,4 milhões em projetos de recuperação de áreas florestais degradadas até 2026.
O programa visa restaurar áreas desmatadas ou degradadas por meio da implementação de sistemas produtivos agroflorestais em comunidades rurais da Amazônia brasileira.
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– Globo Rural divulga que o governo federal publicou na sexta-feira (7/11) um decreto que inclui a possibilidade de contratação pelos frigoríficos de empresas particulares para realização de serviços técnicos e operacionais de apoio à inspeção ante e post mortem de animais destinados ao abate.
A medida é prevista na Lei do Autocontrole na fiscalização agropecuária (14.515/2022) e é alvo de críticas dos auditores fiscais federais agropecuários.
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– Globo Rural fala ainda que em meio à Conferência das Nações Unidas para as Mudanças Climáticas (COP30) no Brasil, o governo federal planeja avançar com a Ferrogrão, um dos projetos de infraestrutura mais aguardados pelo agronegócio brasileiro, mas também um dos mais controversos do ponto de vista ambiental.
O projeto, que pretende conectar Sinop (MT) a Miritituba (PA), deve dar seus próximos passos logo após o evento global.
No fim de novembro, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) pretende aprovar os estudos, para encaminhá-los ao Tribunal de Contas da União (TCU).
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– Coluna do Estadão informa que o governo Lula obrigou estados e municípios a informarem, com antecedência de um mês, sobre qualquer cerimônia de inauguração relacionada às obras do Novo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).
Publicada a um ano da eleição de 2026, a regra é vista por interlocutores do governo como uma “vacina” para políticos de oposição não excluírem o Planalto do ganho político desses atos, financiados pelo programa que promete investir R$ 1,3 trilhão neste mandato.
A portaria foi assinada pelos ministros Fernando Haddad, da Fazenda; Esther Dweck, da Gestão; e Vinicius Carvalho, da Controladoria-Geral da União (CGU).
Procuradas pela Coluna do Estadão, as três pastas responderam que a norma busca “garantir o acompanhamento e a integridade” na execução de políticas públicas.
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– Folha de S. Paulo fala que estados governados por todos os espectros ideológicos enfrentam cenário problemático em tema que promete ser central nas eleições de 2026: a segurança pública.
A área se tornou alvo de embates políticos após a megaoperação que deixou 121 mortos no Rio de Janeiro. Unidades da federação sob comando da esquerda, direita e centro integram tanto a lista de locais com mais mortes violentas como a de pior competitividade no pilar de segurança, de acordo com classificações recentes.
A violência costuma ser identificada em pesquisas como uma das principais preocupações dos eleitores.
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– Folha de S. Paulo divulga que a escolha de Guilherme Derrite (PP-SP) para relatar o projeto antifacção, principal aposta do governo Lula (PT) para reagir à crise de imagem na segurança pública, foi mais um episódio na conturbada relação de Hugo Motta (Republicanos-PB) com a gestão petista e reforçou a desconfiança da esquerda sobre o presidente da Câmara dos Deputados. Motta vinha fazendo gestos ao presidente da República.
Participou de eventos do governo, ajudou na aprovação de projetos de interesse do Executivo e atuou na negociação com partidos do centrão, como PP e União Brasil, após um rompimento das cúpulas dessas legendas com o petista. Esses movimentos, na avaliação de políticos, buscavam reforçar sua própria posição na Câmara e se fortalecer no cenário eleitoral de seu estado para 2026.
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