FPA: Análise de Mídia – 13/11/2025

Análise de Mídia – 13/11/2025

– Metrópoles destaca que o presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), o deputado federal Pedro Lupion (RepublicanosPR) quer incluir um artigo “anti-MST” no PL Antifacção, em tramitação na Câmara dos Deputados. Lupion, que se filiou recentemente ao partido do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), protocolou uma emenda, na noite de terça-feira (11/11), mirando grupos responsáveis por invasões de propriedades.

A proposta do chefe da bancada do agronegócio estabelece que o projeto proíba o Poder Público de oferecer qualquer tipo de assistência a grupos envolvidos em “crimes contra propriedades privadas ou públicas, rurais ou urbanas”.
Leia +: https://bit.ly/47Y3g73 – O Antagonista | Deputados querem incluir MST no PL Antifacção

– Estadão | Bancada do agro quer classificar MST como organização criminosa no PL Antifacção

– Agência Brasil | Líder da bancada ruralista quer incluir ações do MST no PL Antifacção

– UOL | Bancada do agro quer classificar MST como organização criminosa no PL Antifacção

– Isto É | Bancada do agro quer classificar MST como organização criminosa no PL Antifacção

– O Globo | Após recuo de Derrite, direita volta a tentar equiparação de facções com terroristas e enquadrar MST

– Terra | Bancada do agro quer classificar MST como organização criminosa no PL Antifacção

– Coluna do Estadão divulga que a senadora Tereza Cristina (PP-MS) acusou o governo Lula de legitimar politicamente invasões de terra com um decreto que cria o “Plano Nacional de Proteção a Defensoras e Defensores de Direitos Humanos”.

A parlamentar apresentou um projeto no Congresso, obtido pela Coluna do Estadão, para derrubar a medida.

Ex-ministra da Agricultura, ela argumenta que o texto do Executivo abre brecha para que invasores de propriedades rurais possam ser classificados como defensores de direitos humanos, o que os colocaria sob proteção do Estado.
Leia +: https://bit.ly/4ox2OUp

– Globo Rural ressalta que a pecuária brasileira avança na adoção de medidas para reduzir emissões de gases de efeito estufa com rentabilidade e bem-estar animal.

É preciso, no entanto, acelerar esse movimento e fazê-lo chegar a mais agentes da cadeia produtiva da bovinocultura.

A avaliação é da coordenadora de Ciência e Clima do Imaflora, Renata Potenza, que participa da COP 30, em Belém, capital do Pará.

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– Poder 360° destaca que o ministro do TCU (Tribunal de Contas da União) Walton Alencar, decano da Corte, afirmou nesta 4ª feira (12.nov.2025) que o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) tem atuado como um câncer no Brasil e travado o desenvolvimento do país.

“Sou relator do processo da Ferrovia Transnordestina, uma obra que redundará na criação de riquezas […] O Ibama está atuando para impedir o funcionamento da rodovia. Procurei saber os motivos da ação deles, mas não tive razões plausíveis […] Não hesito em afirmar que o Ibama é o maior câncer dentro da administração pública no Brasil“, afirmou durante a abertura da sessão no plenário da Corte.

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– Estadão ressalta que o governo brasileiro vive uma contradição em plena COP 30. Em menos de 24 horas, o Brasil aderiu e desistiu de participar de uma coalizão internacional que pretende eletrificar caminhões e ônibus até 2040 — medida que vai na direção oposta à política nacional de estímulo aos biocombustíveis.

Nesta terça-feira, 11, o Ministério dos Transportes assinou a entrada do Brasil no Global Memorandum of Understanding on Zero (Global MoU), iniciativa com 42 países que busca tornar 100% elétricas as vendas de veículos médios e pesados até 2040, com meta intermediária de 30% até 2030.

O compromisso foi celebrado durante evento realizado na zona azul da COP 30, em Belém, com a presença de representantes da indústria automotiva e de governos estrangeiros.

No entanto, nesta quarta-feira, 12, o Ministério voltou atrás e anunciou a saída do Brasil da coalizão.
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– Poder 360 informa que a China habilitou na 2ª feira (10.nov.2025) 10 empreendimentos brasileiros a exportar sorgo ao país asiático. A medida é o resultado de uma negociação iniciada em novembro do ano passado.

Foram habilitadas 4 unidades no Mato Grosso, 4 em Minas Gerais, uma em Rondônia e uma na Bahia.

O sorgo é um cereal com uma variedade de utilidades, desde a produção de farinha, vinagre e alimentação de animais.

A China foi responsável por 80% das importações globais de sorgo, totalizando US$ 2,6 bilhões.

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– Agro Estadão fala que a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) protocolou nesta quarta-feira (12) petição no Supremo Tribunal Federal (STF) solicitando a reconsideração da decisão liminar do ministro Flávio Dino que suspendeu todos os processos judiciais e administrativos relacionados à Moratória da Soja.

O pedido visa principalmente assegurar a continuidade das investigações em andamento no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) sobre possível formação de cartel no âmbito do pacto.

Leia +: https://bit.ly/4p6XzKP

– Globo Rural divulga que o presidente do Conselho Nacional do Café (CNC), Silas Brasileiro, afirmou que as recentes manifestações de representantes do governo americano demonstram que não se pode mais adiar a decisão sobre a retirada das tarifas extras sobre produtos não produzidos nos Estados Unidos, como o café.

Ele ressaltou o “máximo de cuidado” adotado pelos negociadores brasileiros para evitar confronto político do governo com os EUA e viabilizar uma solução para o tarifaço.
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  – Estadão destaca que o Senado aprovou a recondução do procuradorgeral da República, Paulo Gonet, com apenas 45 votos favoráveis.

O resultado foi pior que o imaginado no Planalto e, na avaliação de senadores da própria base aliada, carrega um recado direto para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva: Se Jorge Messias for indicado hoje, ele não passa para a vaga no Supremo Tribunal Federal (STF).

Leia +: https://bit.ly/4qOCwOW

– Folha de S. Paulo ressalta que líderes do centrão se irritaram bastante com a atuação do deputado federal Guilherme Derrite (PP-SP) como relator do projeto de lei antifacção, considerado uma das principais apostas do governo Lula (PT) para a área da segurança pública.

A tentativa de desidratar as competências da Polícia Federal em relatório inicial teve repercussão amplamente negativa e levou Derrite a recuar seguidas vezes até desistir da mudança que havia proposto de saída e a contemplar diversos pontos apresentados pelo Executivo.

Após incômodo generalizado de governistas e oposição, incluindo pressão de governadores para que a votação fosse adiada em até 30 dias, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), transferiu a apreciação do texto para terça-feira (18).

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– O Globo ressalta que o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), ouviu apelos de governadores da oposição para que ele procurasse alinhar o projeto Antifacção, relatado pelo deputado federal Guilherme Derrite (PP-SP), com integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Senado.

Segundo os chefes estaduais, a ideia é evitar que o projeto parasse na gaveta do Senado ou fosse derrubado no STF por questões de inconstitucionalidade.

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