
Análise de Mídia – 18/03/2026 
– Globo Rural destaca a reunião semanal na Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), que teve como centro do debate as formas de reduzir os impactos da guerra no Irã sobre insumos agropecuários.
Um ofício será encaminhado ao Ministério da Fazenda para sugerir a redução do Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante (AFRMM), tributo federal incidente sobre o frete de cargas em portos brasileiros, no transporte de fertilizantes.
O AFRMM atualmente é de 8%. O setor vai sugerir à Frente, ainda, a apresentação de emendas ao texto da Medida Provisória 1.340/2026, que isentou impostos federais sobre o diesel, para que o tratamento seja estendido ao biodiesel.
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1. Estadão | CNA sugere à FPA aumentar mistura de biodiesel e zerar alíquota do AFRMM
2. Istoé | CNA sugere à FPA aumentar mistura de biodiesel e zerar alíquota do AFRMM
3. UOL | CNA sugere à FPA aumentar mistura de biodiesel e zerar alíquota do AFRMM
– Folha de SP noticia que o Congresso Nacional promulgou nesta terçafeira (17) o decreto legislativo que ratifica o acordo de livre comércio entre a União Europeia e o Mercosul.
A confirmação do acordo na Câmara e no Senado foi possível graças a uma negociação do governo com a bancada ruralista, que cobrava salvaguardas ao agronegócio e a setores da indústria que temem perder competitividade com a abertura comercial.
O governo Lula editou um decreto que disciplina investigações comerciais por possíveis violações do acordo e de proteções aos produtores brasileiros.
Essas salvaguardas respondem a medidas implementadas pela União Europeia para atender agricultores que, contrários ao tratado de livre comércio, realizaram uma série de protestos em países como França, Polônia e Bélgica.
Assinaram o decreto os presidentes da Câmara e do Senado, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB) e senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), o vicepresidente Geraldo Alckmin, o ministro Mauro Vieira (Relações Exteriores), a vice-presidente da FPA no Senado, Tereza Cristina (PL-MS), e os senadores Nelsinho Trad (PSD-MS) e Humberto Costa (PT-PE), além do deputado Marcos Pereira (Republicanos-SP).
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– Folha de SP enfatiza que caminhoneiros de diferentes regiões do país estão articulando uma paralisação nacional que pode ocorrer nos próximos dias, em meio ao aumento do custo do diesel e à insatisfação com medidas adotadas pelo governo para conter a alta do combustível.
À Folha, o presidente da Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores (Abrava), Wallace Landim, conhecido como Chorão, disse que a articulação envolve não apenas os motoristas autônomos, que sua associação representa, mas também os “celetistas”, que são contratados por empresas de transporte.
Não há uma data para a greve. Lideranças do setor afirmam que a categoria já deliberou a favor de cruzar os braços e, segundo Landim, trabalham na articulação com entidades regionais, cooperativas e transportadoras para alinhar uma data e ampliar a adesão ao movimento
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– Globo Rural afirma que o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, disse, nesta terça-feira (17/3), que o aumento da mistura de biodiesel no diesel fóssil está em pauta dentro do governo, mas não é uma prioridade.
Fávaro fez a declaração em entrevista coletiva, depois do Fórum Empresarial Brasil-Bolívia, na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).
O evento reuniu delegações e autoridades dos dois governos. Integrou a agenda oficial da visita do presidente da Bolívia, Rodrigo Paz, ao Brasil.
segunda-feira (16/3), Paz esteve em Brasília, onde se encontrou com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
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– Agro Estadão enfatiza que o Brasil colheu 59,2% da área plantada com soja na safra 2025/26 até o sábado, 14, informou a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) em levantamento semanal de progresso de safra. A retirada da oleaginosa do campo avançou 8,6 pontos porcentuais em uma semana, mas segue abaixo dos 69,8% registrados em igual período do ano passado. Ainda assim, o ritmo está ligeiramente acima da média dos últimos cinco anos, de 58,4%. Entre os principais Estados produtores, Mato Grosso lidera a retirada da safra, com 96,4% da área colhida. Tocantins (58%), Maranhão (23%), Piauí (26%), Bahia (45%), Mato Grosso do Sul (68%), Goiás (70%), Minas Gerais (52%), São Paulo (50%), Paraná (60%) e Santa Catarina (21,1%) também já registram avanço da colheita. No Rio Grande do Sul, onde os trabalhos começam mais tarde, apenas 2% da área foi colhida.
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– Valor destaca que o Tribunal de Contas da União (TCU) decidiu nesta terça-feira (17) manter a suspensão temporária da análise do projeto de concessão da Ferrogrão, ferrovia de 976 quilômetros que visa escoar produção agrícola pelo Arco Norte. A decisão foi assinada pelo ministro-substituto Marcos Bemquerer Costa, que assumiu o caso após a saída de Aroldo Cedraz. Os estudos técnicos atualizados e as minutas de edital e contrato da Ferrogrão foram aprovados pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) em dezembro e encaminhados ao TCU.
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– Globo Rural ressalta que o conflito no Oriente Médio tem elevado os preços dos fertilizantes, em especial da ureia, o formato mais concentrado de nitrogênio sólido para adubação. Em meio aos efeitos da guerra, produtores brasileiros podem ampliar o uso de insumos alternativos, como o sulfato de amônio e os biológicos.
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– Folha de SP destaca que a Câmara dos Deputados acelerou nesta segunda-feira (16) a tramitação de um projeto de lei que proíbe que os órgãos ambientais paralisem atividades em áreas desmatadas ilegalmente quando a detecção do desmatamento for feita apenas por meio de tecnologias remotas. O projeto pode barrar operações do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), que tem ampliado a aplicação de sanções e multas a partir de imagens de satélite e cruzamento de informação com outras bases de dado, para detectar crimes ambientais.
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– Agência Brasil ressalta que se o Congresso não votar até abril o fim da escala 6×1, o presidente Lula vai enviar um projeto de lei em regime de urgência para ser analisado.
A informação é do ministro da SecretariaGeral da Presidência da República, Guilherme Boulos.
De acordo com o ministro, essa estratégia busca impedir que a proposta seja “empurrada com a barriga” por grupos políticos que tentam evitar o desgaste eleitoral de votar contra a medida.
Para ele, alguns parlamentares e lobistas empresariais tentam evitar que o projeto chegue ao plenário, por medo de perder apoio nas eleições de outubro caso se posicionem contra o fim da escala 6×1.
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– Info Money enfatiza que um dos pilares do governo de Jair Bolsonaro, o agronegócio resiste a aderir à campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e repetir o alinhamento com o bolsonarismo observado a partir de 2018.
Nos bastidores da bancada ruralista e entre lideranças do setor produtivo, o ambiente é de cautela: parte do grupo prefere aguardar maior clareza sobre o desenho da disputa na direita antes de assumir compromisso com o filho do ex-presidente.
A hesitação contrasta com o engajamento na campanha de 2022, quando o apoio a Bolsonaro foi majoritário no setor. Parlamentares e interlocutores do agronegócio dizem que o cenário atual é mais fragmentado e que produtores passaram a avaliar diferentes alternativas antes de fechar posição.
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– G1 afirma que o presidente da Câmara, Hugo Motta (RepublicanosPB), afirmou nesta terça-feira (17) que não fará uma discussão “atropelada” da Proposta de Emendas à Constituição (PEC) que reduz a jornada de trabalho.
O presidente da Câmara defendeu a tramitação do texto via PEC e não por projeto de lei, como queria o governo, e disse que isso obriga os setores a negociar.
A tramitação de um projeto pode ser mais célere do que a de uma PEC.
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Análise de Mídia – 19/03/2026
– CNN Brasil destaca que a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) defende a transparência e fiscalização permanente da tabela de frete.
Em nota, a frente destacou que o processo deve conter parâmetros alinhados às “condições reais de mercado”.
Segundo os representantes, a forma adotada por meio de sistemas eletrônicos, estabelecida pelo Governo Federal, não possui transparência.
A frente defende que os critérios adotados e as margens de tolerância também precisam ser ajustados, pois não representam equidade na avaliação de limites previstos para o transporte.
O governo deixa claro que não apenas mantém a política criada após a crise da greve dos caminhoneiros, como pretende reforçar a medida.
Segundo a FPA, o tema tem sido acompanhado com o envio de ofícios aos ministérios da Agricultura, Transportes, Fazenda e à Casa Civil, ainda em 2025.
A frente reforça a abertura de um diálogo técnico para revisar a metodologia da tabela de frete, que gera incertezas e falta de transparência para o setor.
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1. CNN Agro | Frete tabelado: governo aperta fiscalização e agro fica mais resistente
– Agro Estadão noticia que o Projeto de Lei 2.951/2024, que moderniza o Seguro Rural no Brasil, deve entrar em pauta no Plenário da Câmara dos Deputados na próxima semana.
De acordo com o vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), a proposta deve ser analisada na terça-feira, 24, mesmo em sessão não presencial.
A matéria, de autoria da senadora Tereza Cristina (PP-MS), altera três legislações vigentes sobre Seguro Rural.
O substitutivo recebe sugestões de entidades do setor nesta semana, com consenso em modificações centrais:
Leia+: https://bit.ly/4duf7Os
– Istoé enfatiza que o ministro dos Transportes, Renan Filho, informou nesta quarta-feira, 18, que foram identificados 15 mil infratores diferentes por descumprimento da tabela com valor mínimo para o frete do transporte rodoviário.
O número de infrações soma o total de 40 mil até janeiro deste ano. Uma empresa pode ter mais de uma notificação de irregularidade.
“Nós já fizemos autuações para essas empresas, só nos últimos quatro meses, em R$ 419 milhões”, declarou o ministro. As medidas para fechar o cerco por descumprimento de frete terão caráter legal, mas o formato específico de ações sobre tabela de frente está sendo discutido.
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– Valor afirma que entidades do setor de combustíveis, em carta conjunta nesta quarta-feira (18), elogiou as medidas do governo para reduzir os impactos da guerra no Oriente Médio sobre o mercado internacional.
Por outro lado, reforçou que as decisões devem trazer riscos.
“As medidas adotadas tendem, no curto prazo, a aliviar parte da pressão sobre o custo do transporte de cargas, da produção agropecuária e da inflação de alimentos, especialmente em um momento de alta demanda sazonal associada às safras agrícolas. Entretanto, é preciso considerar a possibilidade de continuidade da elevação dos preços internacionais e seu impacto no mercado brasileiro, que depende em cerca de 30% de diesel importado”, diz a carta.
A manifestação é assinada pela Federação Nacional das Distribuidoras de Combustíveis, Gás Natural e Biocombustíveis (Brasilcom), pela Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom) e pelo Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP).
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– O Globo destaca que a embaixadora da União Europeia no Brasil, Marian Schuegraf, afirma que o acordo UE-Mercosul envia uma mensagem de cooperação e integração.
Na terça-feira, o Congresso Nacional promulgou o decreto legislativo que ratifica o acordo entre Mercosul e União Europeia.
Para ela, nas chamadas “transições gêmeas” (verde e digital), há áreas com maior potencial estratégico para a cooperação entre UE e Brasil.
Na agenda verde, a parceria combina investimentos, tecnologia e regulação da UE com a enorme biodiversidade e o potencial de energia renovável do Brasil.
Segundo ela, empresas europeias também têm papel relevante no setor de energia renovável no Brasil, incluindo geração, transmissão e distribuição de eletricidade, além de ampliar investimentos em hidrogênio de baixo carbono e combustíveis sustentáveis.
Leia+: https://bit.ly/4lDaG6d
– Veja ressalta que o presidente da Abrava (Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores), Wallace Landim, disse que os caminhoneiros aguardam o governo do presidente Lula (PT) detalhar as medidas para regular os preços dos fretes para decidir se farão, de fato, uma greve.
Por enquanto, disse ele, o indicativo de paralisação continua. Nesta tarde, associações dos caminhoneiros se reuniram em Santos, no litoral paulista, para avaliar se os anúncios do Ministério dos Transportes foram suficientes para atender às demandas da categoria.
Pela manhã, o ministro Renan Filho disse que muitas empresas têm desrespeitado a tabela que estabelece os valores mínimos de frete e que a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) vai aumentar a fiscalização e pode até barrar as infratoras de contratarem transporte.
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– O Globo destaca que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato a presidente, decidiu romper com o PSD do governador do Paraná, Ratinho Júnior, e vai apoiar o senador Sergio Moro (União-PR) na eleição para governador do estado.
Moro se reuniu nesta quarta-feira com o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, na sede do partido em Brasília, em um encontro que vinha sendo costurado há dias por interlocutores dos dois lados.
Segundo relatos, a conversa avançou rapidamente para um entendimento político e ocorreu em clima descrito como “pragmático”, com Valdemar deixando claro que o PL não esperaria indefinições do PSD.
O PL dará apoio à candidatura de Moro no Paraná, e o senador se comprometeu a garantir palanque para Flávio no estado, considerado peça-chave no Sul.
Auxiliares de Valdemar dizem que o acordo foi tratado como “prioridade” diante do impasse com o PSD.
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– UOL noticia que o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, reafirmou que o governo não deseja apresentar um PL (Projeto de Lei) com urgência constitucional para o fim da escala 6×1.
Durante posicionamento na Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados, ele disse que a ponderação é a mesma defendida pelo presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB).
Motta não quer que o governo apresente um PL pelo fim da escala 6×1. Segundo Marinho, o ideal é que os projetos em tramitação na casa sejam apreciados sem a intervenção do Planalto. “Nós queremos prestigiar o parlamento”.
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– Metrópoles enfatiza que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), disse, nesta quarta-feira (18/3), que o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, é um mitomaníaco, e que ficou “estarrecido” com as declarações do cacique partidário sobre um acordo para votar o veto à Dosimetria em troca da CPI do Master.
Em entrevista, Valdemar disse que recebeu uma proposta para que seja pautado e derrubado o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre o projeto que reduz penas para condenados pelo 8 de Janeiro e para o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Em troca, a oposição retiraria a pressão sobre uma comissão de inquérito sobre o Banco Master. Alcolumbre negou.
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– Poder 360 afirma que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) declarou que “tem gente que se diz a favor da família, mas defende uma internet sem lei em que nossas crianças e adolescentes estão expostos a todos os tipos de perigos”.
A declaração se refere, de forma indireta, a políticos que se posicionam contrariamente à regulamentação das redes sociais.
A regulamentação das redes é uma das bandeiras defendidas pelo governo.
Em setembro de 2025, por exemplo, Lula chegou a afirmar que a regulação dessas plataformas será rigorosa, “doa a quem doer”.
Declarou: “É que o país tem que ter regras. Aquilo que vale na vida real, vale na vida digital”.
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