FRONTEIRA VIOLÊNCIA: Destroçado por tiros de fuzil, Joaquim já foi preso pela execução de investigador

24 de fevereiro de 2022 Off Por Ray Santos
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Corpo ficou desfigurado atingido por diversos tiros de fuzil; uma BMW foi perfurado pelos tiros

Por TERO QUEIROZ – 22/02/22 às 17H49 atualizado em 22/02/22 às 18H42

Esse foi Joaquim, ao lado, imagem do carro modelo BMW que ele conduzia no momento em que foi executado. Foto: Reprodução

Informações preliminares indicam que o homem executado por volta das 16h30 desta terça-feira (22.fev.22) em Ponta Porã (MS), é Joaquim Vinicius Miranda Borges, de 28 anos. 

Mostramos mais cedo aqui no MS Notícias, que o corpo com membros destroçados pelos tiros de fuzil ficou caído num terreno baldio distante alguns metros do veículo BMW 320i branca, no Bairro Ipê I. 

Segundo apurado pelo MS Notícias, ao ser atingido, o motorista tentou fugir, mas perdeu o controle da direção e o carro parou no meio-fio.

Joaquim era suspeito de integrar a organização criminosa Primeiro Comando Capital (PCC) e protagonizou uma troca de tiros com a Polícia de Ponta Porã em outubro de 2018.

Na época, a polícia cumpria mandados de prisão acerca da morte do investigador Wescley Dias Vasconcelos, de 37 anos, fuzilado, no dia 06 de outubro daquele ano. Ao chegar em uma  na Rua Tamareira, esquina com a Xavante, no bairro Residencial Ponta Porã I, no dia 10 de outubro de 2018, os policiais tentaram levar Rony Marques de Souza, de 23 anos preso, mas ele reagiu e acabou baleado durante confronto com policiais e morreu na madrugada da segunda-feira (12.out.2018), no Hospital Regional de Ponta Porã.  

Na época, Joaquim, que tinha 24 anos e Delton da Silva Santino, de 54 anos, foram presos suspeitos de envolvimento na morte do investigador Wescley.

MS Notícias


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