
Recentemente, a união dos saberes tradicionais das quebradeiras de coco e da pesquisa científica desenvolveu novos processos que resultaram em novas formulações para o sorvete e o biscoito e, ainda, produtos alimentícios feitos com a amêndoa e outros subprodutos do babaçu, como o alimento tipo leite, análogo de queijo, hambúrguer e a farinha de amêndoa, ricos em lipídio, proteína e carboidrato.
O objetivo dos projetos conduzidos pela Embrapa juntamente com parceiros institucionais e com grupos de mulheres é desenvolver novos produtos e processos alimentícios, a partir do aproveitamento integral de partes comestíveis presentes no coco babaçu – demanda das próprias quebradeiras de coco -, aumentando a diversidade da “cesta de alimentos” e potencializando o valor agregado da identidade sociocultural e histórica dessas mulheres e de seus processos de produção e comercialização.
Assim, os projetos buscam atender a essa demanda mediante novos processos de produção e boas práticas de alimentos à base de babaçu.
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Núcleo de Comunicação Organizacional – NCO da Embrapa Maranhão. Edição nº 363, de 24-11-2025. Redação:
Francisco Lima. Colaboração:
Flávia Bessa, José Rey e
Renata Oliveira.
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