No meio do apagão, quem tinha bateria solar nem percebeu a falta de luz
Conteúdo de Marca – 11/09/2026 – 10:50
Temporal com rajadas de até 83,8 km/h deixou bairros de Campo Grande sem energia por horas; para empresas e casas com sistema de energia solar com bateria, a rotina simplesmente não parou
Enquanto ruas inteiras de Campo Grande ficavam às escuras na noite desta quinta-feira (10), um endereço no bairro Coronel Antonino seguia com as luzes acesas normalmente: a sede da Grupo R, na Rua Cônsul Assaf Trad, 2175. Um vídeo gravado pela própria equipe, mostrando a fachada e o entorno do prédio totalmente iluminados enquanto o bairro ao redor enfrentava o blecaute, resume em poucos segundos o que este texto vai explicar: a diferença entre ter energia solar e ter energia solar com bateria.
Campo Grande amanheceu nesta sexta-feira (11) contando os estragos de um temporal que durou pouco mais de 28 minutos, mas foi suficiente para derrubar árvores, postes e até parte do telhado da UPA do bairro Universitário. Segundo o Inmet, as rajadas de vento chegaram a 83,8 km/h na tarde de quinta-feira (10), com picos próximos de 100 km/h registrados pelo Cemtec. Foram mais de 214 mil descargas atmosféricas em todo o Mato Grosso do Sul.
O resultado, para milhares de casas e comércios da Capital, foi o mesmo de sempre nesse tipo de temporal: energia elétrica intermitente ou totalmente cortada. Bairros como Jardim Veraneio, Amambai, Piratininga, São Bento, Guanandi, Centro, Vila Margarida, Vivendas do Bosque e José Abrão amargaram horas no escuro, enquanto a Energisa realizava desligamentos emergenciais para conseguir religar a rede com segurança. Por volta da meia-noite de sexta, a concessionária informava que 64% dos clientes afetados já haviam sido restabelecidos — o que significa que uma parcela relevante da cidade ainda seguia sem luz muito tempo depois de a chuva ter passado.
Mas em meio a esse cenário, um detalhe chamou atenção nas redes sociais: alguns comércios e residências de Campo Grande simplesmente não sentiram o apagão.
“Aqui em casa nem percebi que a rua estava sem luz”
Foi esse, basicamente, o recado que clientes da Grupo R — integradora de energia solar em Campo Grande — deixaram registrado em vídeo enquanto boa parte da cidade enfrentava o blecaute. Em um dos relatos, o responsável pela Upgrade Adesivos mostrou o comércio funcionando normalmente durante o temporal, com luzes, equipamentos e sistemas ligados, mesmo com a rua ao lado às escuras. Em outro vídeo, a proprietária do salão de beleza Tevali fez o mesmo registro: cadeiras ocupadas, secadores ligados, atendimento seguindo sem interrupção enquanto vizinhos relatavam falta de energia.
O motivo é o mesmo nos dois casos: ambos os negócios têm sistema de energia solar com bateria instalado pela Grupo R.
Diferente de um sistema fotovoltaico convencional — que também é desligado automaticamente quando a rede da concessionária cai, por norma de segurança — o sistema com bateria funciona como uma reserva de energia acumulada. Quando a rua oscila ou fica sem luz, a bateria assume o fornecimento da casa ou do comércio automaticamente, sem que o cliente precise fazer nada. Na prática, é a diferença entre parar tudo no meio de um atendimento, de uma produção ou de um jantar em família, e nem notar que, lá fora, a cidade está no escuro.
Um problema que Campo Grande já conhece bem

Últimas Notícias Publieditorial O temporal derrubou energia na cidade toda menos onde tinha essa tecnologia
O temporal derrubou energia na cidade toda menos onde tinha essa tecnologia
No meio do apagão, quem tinha bateria solar nem percebeu a falta de luz
Conteúdo de Marca – 11/09/2026 – 10:50

Temporal com rajadas de até 83,8 km/h deixou bairros de Campo Grande sem energia por horas; para empresas e casas com sistema de energia solar com bateria, a rotina simplesmente não parou
Enquanto ruas inteiras de Campo Grande ficavam às escuras na noite desta quinta-feira (10), um endereço no bairro Coronel Antonino seguia com as luzes acesas normalmente: a sede da Grupo R, na Rua Cônsul Assaf Trad, 2175. Um vídeo gravado pela própria equipe, mostrando a fachada e o entorno do prédio totalmente iluminados enquanto o bairro ao redor enfrentava o blecaute, resume em poucos segundos o que este texto vai explicar: a diferença entre ter energia solar e ter energia solar com bateria.
Campo Grande amanheceu nesta sexta-feira (11) contando os estragos de um temporal que durou pouco mais de 28 minutos, mas foi suficiente para derrubar árvores, postes e até parte do telhado da UPA do bairro Universitário. Segundo o Inmet, as rajadas de vento chegaram a 83,8 km/h na tarde de quinta-feira (10), com picos próximos de 100 km/h registrados pelo Cemtec. Foram mais de 214 mil descargas atmosféricas em todo o Mato Grosso do Sul.
O resultado, para milhares de casas e comércios da Capital, foi o mesmo de sempre nesse tipo de temporal: energia elétrica intermitente ou totalmente cortada. Bairros como Jardim Veraneio, Amambai, Piratininga, São Bento, Guanandi, Centro, Vila Margarida, Vivendas do Bosque e José Abrão amargaram horas no escuro, enquanto a Energisa realizava desligamentos emergenciais para conseguir religar a rede com segurança. Por volta da meia-noite de sexta, a concessionária informava que 64% dos clientes afetados já haviam sido restabelecidos — o que significa que uma parcela relevante da cidade ainda seguia sem luz muito tempo depois de a chuva ter passado.
Mas em meio a esse cenário, um detalhe chamou atenção nas redes sociais: alguns comércios e residências de Campo Grande simplesmente não sentiram o apagão.
“Aqui em casa nem percebi que a rua estava sem luz”
https://jornaldiadia.com.br/wp-content/uploads/IMG_9310.mp4
Foi esse, basicamente, o recado que clientes da Grupo R — integradora de energia solar em Campo Grande — deixaram registrado em vídeo enquanto boa parte da cidade enfrentava o blecaute. Em um dos relatos, o responsável pela Upgrade Adesivos mostrou o comércio funcionando normalmente durante o temporal, com luzes, equipamentos e sistemas ligados, mesmo com a rua ao lado às escuras. Em outro vídeo, a proprietária do salão de beleza Tevali fez o mesmo registro: cadeiras ocupadas, secadores ligados, atendimento seguindo sem interrupção enquanto vizinhos relatavam falta de energia.
O motivo é o mesmo nos dois casos: ambos os negócios têm sistema de energia solar com bateria instalado pela Grupo R.
Diferente de um sistema fotovoltaico convencional — que também é desligado automaticamente quando a rede da concessionária cai, por norma de segurança — o sistema com bateria funciona como uma reserva de energia acumulada. Quando a rua oscila ou fica sem luz, a bateria assume o fornecimento da casa ou do comércio automaticamente, sem que o cliente precise fazer nada. Na prática, é a diferença entre parar tudo no meio de um atendimento, de uma produção ou de um jantar em família, e nem notar que, lá fora, a cidade está no escuro.
Um problema que Campo Grande já conhece bem
https://jornaldiadia.com.br/wp-content/uploads/IMG_9317.mov
Temporais como o desta quinta-feira não são exceção em Campo Grande — são parte do calendário. Rajadas fortes, queda de árvores sobre a fiação e desligamentos emergenciais da Energisa se repetem a cada temporada de chuvas, e o resultado quase sempre é o mesmo: bairros inteiros no escuro por horas, às vezes por mais de um dia, dependendo da extensão do dano na rede.
Para uma casa, isso significa geladeira desligando, freezer perdendo alimentos, roteador de internet fora do ar. Para um comércio, o problema é ainda mais direto: caixa parado, atendimento interrompido, equipamentos sensíveis (como os usados em salões de beleza, clínicas, escritórios e pequenas indústrias) sujeitos a dano com oscilação de energia quando a rede volta. Em dias de temporal, cada hora sem luz é também uma hora sem faturar.
É justamente para esse cenário — não para o dia a dia comum, mas para o momento em que a energia da rua falha — que a bateria solar existe. Ela não é um item de luxo agregado ao sistema fotovoltaico: é a peça que garante que, quando Campo Grande apagar de novo, a energia de quem tem bateria continue de pé.
A conta que muda de lado
Quem já perdeu um dia de faturamento por falta de energia, ou já teve prejuízo com queima de equipamento na volta da luz, sabe que o custo de “não ter” backup também existe — só que ele aparece na forma de prejuízo, não de investimento. Os relatos da Upgrade Adesivos e do salão Tevali — somados às imagens da própria sede da Grupo R, na Rua Cônsul Assaf Trad, iluminada em meio ao bairro às escuras — mostram o outro lado dessa conta: o temporal de quinta-feira (10) passou, derrubou postes e árvores pela cidade, e a rotina desses negócios simplesmente não parou.
Campo Grande deve conviver com mais temporais como este ao longo da temporada de chuvas. A pergunta que fica é: da próxima vez que a cidade apagar, sua casa ou seu negócio vai estar entre os que pararam, ou entre os que nem perceberam?
Continue sempre bem informado acessando nossos portais:
- Jornal Dia Dia – Sua fonte confiável para as melhores notícias e artigos úteis. Fique por dentro dos acontecimentos mais importantes, dicas práticas e conteúdos de qualidade.
- Jornal Brasil Regional (JBR) – O pulso do país em tempo real. Notícias nacionais, regionais e internacionais com ética e credibilidade.
- Castilho Notícias (News) – O seu diário local com cobertura de Castilho e Região (SP). Jornalismo com credibilidade.
- Casa e Jardim – Dicas exclusivas sobre decoração, jardinagem, arquitetura, DIY, reformas e muito mais. Tendências, soluções práticas e ideias criativas para todos os estilos e orçamentos.
- B10 Brasil – As principais notícias, análises e insights sobre negócios, economia e soberania nacional. Conectando o Brasil ao mundo com inteligência e estratégia.


