Romper as amarras da alma
Wilson Aquino* Há correntes que não se veem, mas se sentem. Correntes invisíveis que nos prendem por dentro — nas pernas que hesitam, nas mãos que tremem, na voz que se cala diante do medo. São amarras tecidas por lembranças, por culpas antigas, por palavras não ditas e sonhos adiados.Continue Reading











