IVMostra de Teatro de Heliópolis acontece de 29 de outubro a 6 de novembro

20 de outubro de 2022 Off Por Ray Santos
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A IV Mostra de Teatro de Heliópolis acontece no período de 29 de outubro a 6 novembro de 2022 na Casa de Teatro Mariajosé de Carvalho (no Ipiranga), no CEU Heliópolis e em ruas da comunidade, com atividades gratuitas, incluindo transporte até os locais.

O evento apresenta um panorama teatral de artistas e grupos periféricos, atuantes em comunidades populares ou periferias do estado de São Paulo. A programação é formada por 14 sessões teatrais (adultos, infantis e teatro de rua) e duas oficinas de formação.

Na Casa de Teatro Mariajosé de Carvalho (sede da Companhia de Teatro Heliópolis) apresentam-se os grupos/coletivos: Filhas da Dita (Canto das Ditas – Fragmentos Afrografados de Cidade Tiradentes, 29/10), TUOV – Teatro Popular União e Olho Vivo (Bom Retiro Meu Amor, 30/10), Éssa Compania de Teatro (Ensaio Para Dois Perdidos, 03/11); Núcleo Abre Caminhos (Kuami, Caminhos Para Identidade, 04/11), Tô em Outra Cia de Teatro (Guerra de Papel – Uma Tragédia Urbana, 05/11) e A Próxima Companhia (Guerra, 06/11). Todas as sessões serão seguidas por rodas de conversa com a plateia.

Espetáculos infantis e circenses levam humor e diversão ao CEU Heliópolis – Grupo Manjarra / Mundu Rodá (29/10) e Impacto Agasias (31/10) – e tomam conta de várias ruas do bairro com: Painé Santamaria (29/10); Terrô e Disgraça (01/11); Ciclistas Bonequeiros e Cia. Madeirite Rosa (02/11); Palhaça Curtiça (04/11); Cia Pé no Asfalto (05/11); e Grupo Teatral ApanelA (06/11).

As inscrições para as oficinas – ministradas por Nina Giovelli (Oficina de Corpo e Dança, 31/10 e 02/11)) e Clayton Nascimento (CorpoPreto EmCena, 01 e 03/11) – devem ser feitas, até o dia 23 de outubro, por meio de ficha disponibilizada no Instagram da Mostra e no site ciadeteatroheliopolis.com/mostra2022.

Realizada pela Companhia de Teatro Heliópolis e pela MUK, a quarta edição da Mostra de Teatro de Heliópolis tem como objetivo fortalecer, estimular e difundir a criação artística de grupos e artistas atuantes em comunidade populares, bem como oferecer oportunidades e visibilidade à rica e pulsante cena teatral periférica. A curadoria foi realizada pelo professor e crítico teatral Alexandre Mate. Miguel Rocha, fundador da Cia. de Teatro Heliópolis, assina a direção artística e Daniel Gaggini, a direção de produção do evento. Este projeto foi contemplado pelo ProAC Editais, da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo.

IV Mostra de Teatro de Heliópolis

29 de outubro a 6 novembro de 2022

Informações, programação e inscrição/oficinas:

http://ciadeteatroheliopolis.com/mostra2022/ | Instagram: @mostraheliopolis

Gratuito. Contato: producao.ctheliopolis@gmail.com

Transporte gratuito para todas as sessões: Estação Sacomã do Metrô (saída Rua Bom Pastor). Horários disponíveis nas redes sociais do evento.

PROGRAMAÇÃO | TEATRO (grátis)

29/10 – Sábado

14h – Cortejo cênico musical: Sambada de Reis

Com: Grupo Manjarra / Mundu Rodá

Local:  Rua das Casinhas – CEU Heliópolis

Estrada das Lágrimas, 2385 – São João Clímaco, SP/SP

Classificação: Livre. Gênero: Cortejo. Duração: 80 min.

Ao som de instrumentos como a rabeca, bombos de corda, bages e mineiro, integrantes e foliões comemoram o grande baile oferecido pelo Capitão Marinho. O ritmo pulsante da música é acompanhado por diferentes formações coreográficas e passos denominados “trupés”. Nesse sapateado brasileiro a forte pisada, a leveza e a graça dos movimentos dos brincadores se unem, compondo variados desenhos coreográficos e jogos ritmados com o público. No decorrer da festa, Capitão Marinho compra de Seu Ambrósio – um vendedor ambulante de brincadeiras – uma série de figuras máscaras para integrar a festa. Bonecos gigantes e figuras mascaradas –  Soldado, Mateus, Mané Pequenino, Margarida, Bicho Babau e Boi – aparecem, então, para contar suas curiosas histórias no grande baile oferecido em homenagem ao Capitão Marinho. A festa se completa com a participação do público que não fica indiferente à passagem do colorido cortejo e se une à brincadeira para festejar, formando uma roda para cantar e dançar os cocos de despedidas.

Grupo: Grupo Manjarra / Mundu Rodá. Concepção artística e direção cênico-musical: Juliana Pardo e Alício Amaral. Elenco:Alício Amaral, Amanda Martins, Ana Célia, Aysha Roque, Camila Rodrigues, Fernanda Guimarães, Geziela Gois, Jéssica Marias, João Aquino, Juliana Pardo, Mateus Reis, Nataly Oliveira, Pedro Pilar, Pri Roque e Rodrigo Reis.

11h – Teatro infantil: A Louca das Frutas

Com: Painé Santamaria

Local: Rua Framboesa (Feira) – Heliópolis.

Classificação: Livre. Gênero: Comédia. Duração: 40 min.

Chiquita é uma feirante que adora um público para fazer suas peripécias enquanto vende a sua fruta. Desbordada, engraçada, sincera e muito emocional, Chiquita conduz o espectador a uma viagem na qual ela conta de onde vem e se pergunta aonde vai, convidando ao público a descobrir, junto com ela, uma nova etapa na sua vida de feirante de frutas. A Louca das Frutas tem criação, concepção e interpretação de Painé Santamaria e direção de Leticia Vetrano.

20h Espetáculo: Canto das Ditas – Fragmentos Afrografados de Cidade Tiradentes

Com: Filhas da Dita

Local: Casa de Teatro Mariajosé de Carvalho

Rua Silva Bueno 1533 – Ipiranga. SP/SP.

Classificação: 14 anos. Gênero: Teatro documentário. Duração: 70 min.

Roda de conversa após espetáculo.

Para refletir sobre como a África se manifesta no dia a dia das moradoras de Cidade Tiradentes, o grupo encarou o desafio de ‘afrografar’ o bairro – referência ao termo ‘afrografias’ da poetisa e ensaísta Dra. Leda Maria Martins, que coloca em evidência e consciência a nossa herança africana. O grupo mapeou esse legado ancestral de várias maneiras diferentes, trazendo histórias de suas mães, tias, mulheres antigas moradoras do local e seus relatos, que foram essenciais para construção da dramaturgia. A partir dessa investigação, Canto das Ditas coloca em cena histórias de mulheres negras de Cidade Tiradentes que se entrecruzam com histórias de Yabás (orixás-femininas). A montagem busca o reflexo das histórias do cotidiano em um espelho ‘mítico’ das personagens sagradas.

Texto e direção:Antônia Matos. Elenco: Ellen Rio Branco, Lua Lucas, Thábata Wbalojá, Luara Iracema e Cláudio Pavão. Idealização e produção:Filhas da Dita.

30/10 – Domingo

20h – Espetáculo: Bom Retiro Meu Amor

Com: TUOV – Teatro Popular União e Olho Vivo

Local: Casa de Teatro Mariajosé de Carvalho

Rua Silva Bueno 1533 – Ipiranga. SP/SP.

Classificação: 10 anos. Gênero: Teatro musical. Duração: 80 min.

Roda de conversa após espetáculo.

Espetáculo teatral musical inspirado no bairro Bom Retiro e em gerações de imigrantes e moradores atuais (operários de tecelagens, lavadeiras, “mulheres da vida“, catadores em situação de rua e cracolândia), que coexistem e deixam suas marcas nesse território composto por uma miscelânea cultural. Das travessias dos mares à chegada dos imigrantes de diversas nacionalidades, dos negros africanos vindos em navios negreiros aos bolivianos “caminantes” atravessando fronteiras que, em sua maioria, trabalham em oficinas de costura, o espetáculo homenageia o Bom Retiro, território que há tantos anos acolhe a sede do TUOV. Também reverência o ator Neriney Moreira, há 56 anos atuando no palco do TUOV.

Texto: César Vieira, Mei Hua Soares e Rogerio Guarapiran. Direção:César Vieira. Codireção: Rogério Tarifa. Elenco:Angelita Alves, Danila Gonçalves, Leandro Soussa, Lívia Loureiro, Lucas Cruz, Mei Hua Soares, Neriney Moreira, Oswaldo Ribeiro, Thauana Renardi. Idealização e produção: TUOV – Teatro Popular União e Olho Vivo.

31/10 – Segunda

17h – Espetáculo: Cidade Do Sol – Uma Homenagem à Menina Luz

Com: Impacto Agasias

Local:  CEU Heliópolis

Estrada das Lágrimas, 2385 – São João Clímaco, SP/SP

Classificação: Livre. Gênero: Teatro documentário. Duração: 70 min.

Partindo de histórias e memórias de Heliópolis, a menina Luz traz o verdadeiro sentido da palavra mito. Foi ouvindo alguma vozes da comunidade, falas que ecoam e reverberam nas mentes dos integrantes da companhia, que nasceu a narrativa, brotada feito a semente de girassol, forte em terra bruta de luta e labuta. Dos campos que viraram casas, bem além dos muros e concretos, a montagem traz o ‘humano’ que dá vida a esse bairro-cidade que pulsa feito o sangue que corre nas veias de mulheres que fazem crescer e sustentar a ‘Cidade do Sol’. Muros aqui são rompidos e os conceitos quebrados, vividos e lapidado

Texto: Criação coletiva Impacto Agasias. Direção:Carolina Angriasani. Elenco: Caroline Varani, Henrique Sanchez, Kátia Bocalon, Raffael Santos, Suelen Zamora e Wallace Borges. Idealização e produção: Impacto Agasias.


01/11 – Terça


17h Espetáculo: Podia Ser Pior

Com: Terrô e Disgraça

Local: Rua Babalu – Heliópolis

Classificação: Livre. Gênero: Comédia. Duração: 45 min.


Podia ser Pior provoca a plateia por meio da arte circense, trazendo questões sobre aquilo que consumimos como arte e como nos relacionamos com os trabalhares artísticos. A dupla Terrô e Disgraça – Matheus Barreto e Jhuann Scharrye, respectivamente – apresenta o que eles diz ser apenas um pedaço do seu espetáculo, mas que acaba sendo um grande show para toda a família, recheado com malabares, músicas e acrobacias que, contudo, poderia ser pior.

Texto e direção: A Companhia. Elenco:Matheus Barreto e Jhuann Scharrye.

02/11 – Quarta

15h – Espetáculo: Trilogia Circo

Com: Ciclistas Bonequeiros

Local: Rua Framboesa – Heliópolis

Classificação: Livre. Gênero: Experimental. Duração: 90 min.

Três bicicletas personalizadas com mini teatros lambe-lambe formam o cenário da Trilogia Circo. Cada história apresenta ao expectador um pouco do universo circense. “O camarim do palhaço”, “O circo de pulgas” e “Quando o circo chega na cidade” são mini teatros fazendo a mesma função do circo, instaurando-se no espaço e realizando uma ação artística cheia de vida.
Texto e direção:Gustavo Guimarães Gonçalves. Elenco: Gustavo Guimarães Gonçalves, Bruna Burkert, Thauana Oliveira, Guto Vieira e Lídia Gomes. Idealização e produção:Ciclistas Bonequeiros.

17h – Espetáculo: A Luta

Com: Cia. Madeirite Rosa

Local: Travessa da Rua Meriçi / Praça – Heliópolis

Classificação: Livre. Gênero: Comédia. Duração: 40 min.

Em um ringue de boxe enfrentam-se duas oponentes: a influente Sra. S.A. e a faxineira do ringue, Maria. A mediação do embate é realizada pela Narradora e por Dra. Norma, a árbitra. Entre músicas, narrativas e palhaçaria, Maria cria estratégias para garantir sua sobrevivência e vê o ringue transformar-se em diferentes espaços do cotidiano e da imaginação.

Texto: Cristiane Lima, Fernanda Donnabella, Liz Nátali e Rafaela Carneiro. Direção: Cristiane Lima, Rafaela Carneiro, Tamy Dias. Elenco: Cristiane Lima, Diane Boda, Luciana Gabriel, Rafaela Carneiro. Idealização e produção:Cia. Madeirite Rosa.

03/11 – Quinta

18h – Espetáculo:Ensaio Para Dois Perdidos

Com: Éssa Compania de Teatro

Local: Casa de Teatro Mariajosé de Carvalho

Rua Silva Bueno 1533 – Ipiranga. SP/SP.

Classificação: Livre. Gênero: Épico. Duração: 90 min.

Roda de conversa após espetáculo.

Ensaio para Dois Perdidos é uma “partida de futebol” de 90 min, com direito a intervalo, prorrogação de 15 minutos e “gol de ouro”. Está nas mãos, ou melhor, nos pés descalços desses atores jogadores, a missão de gerar no público o desconforto necessário para decidir qual corpo vai morrer ali, como pede o texto original Dois Perdidos Numa Noite Suja, de Plínio Marcos.

Texto: Júlio Silvério e Aga Orimaf. Direção: Júlio Silvério. Elenco: Aga Orimaf, Jaque Alves, Jéssica Marcele, Jefferson Silvério, Júlio Silvério, Maria Eduarda e Matheus Heitor. Idealização e produção:Éssa Compania de Teatro

04/11 – Sexta

15h – Espetáculo infantil:Circo Curtição

Com: Palhaça Curtiça

Local: Rua dos Artistas. Heliópolis

Classificação: Livre. Gênero: Comédia Duração: 45 min.

A Palhaça Curtiça (Samara Montalvão) recebe o público em seu pequeno Circo Curtição, a herança que ficou de sua avó. Cheia de dúvidas, mas muito determinada, Curtiça encontra inspiração nas lembranças do circo na época da sua avó para dar continuidade ao seu legado. Em meio a muitas trapalhadas, ela consegue apresentar paródias dos números clássicos de circo com mágica, música, ilusionismo, dança e improviso com o público. Texto, direção e interpretação:Samara Montalvão.

17h – Espetáculo infantil:Kuami, Caminhos Para Identidade

Com: Núcleo Abre Caminhos

Local: Casa de Teatro Mariajosé de Carvalho

Rua Silva Bueno 1533 – Ipiranga. SP/SP.

Classificação: Livre. Gênero: Comédia. Duração: 65 min.

Roda de conversa após espetáculo.

Em uma jornada musical, através do samba, o elefante mirim africano Kuami e sua amiga Janaina, uma sereiazinha aventureira do reino das águas, viajam juntos pela floresta amazônica à procura da mãe de Kuami, sequestrada por traficantes de animais. O samba é fio condutor da narrativa entre as duas crianças, que buscam encontrar suas raízes a partir desse ritmo ancestral.

Texto:Núcleo Abre Caminhos. Direção: Martinha Soares. Elenco: Adriana Miranda, Piu Guedes, Ulisses Dias e Cynthia Regina. Idealização e produção:Núcleo Abre Caminhos.

05/11 – Sábado

16h – Espetáculo infantil:O MACACO E A LUA

Com: Cia Pé no Asfalto

Local: Rua Babalu – Heliópolis

Classificação: Livre. Gênero: Comédia. Duração: 50 min.

Dois ‘palhaçes’ pescadores se perdem em alto mar. Em busca de comida, eles acabam pescando um livro de contos africanos, iniciando uma travessia imaginária até a África. Por meio da leitura da lenda africana O Macaco e a Lua, eles embarcam em uma grande aventura onde descobrem a origem do tambor e suas raízes de matrizes africanas.

Texto: Cia Pé no Asfalto. Direção: Aline Moreno e Marcos Nascimento. Elenco: Jussara Freitas David Casanov. Idealização e produção:Cia pé no Asfalto.

20h – Espetáculo: Guerra de Papel – Uma Tragédia Urbana

Com: Tô em Outra Cia. de Teatro

Local: Casa de Teatro Mariajosé de Carvalho

Rua Silva Bueno 1533 – Ipiranga. SP/SP.

Classificação: 12 anos. Gênero: Drama. Duração: 65 min.

Roda de conversa após espetáculo.

Contornado pelo mito de Antígona, a peça trata da tragédia que ocorre todos os dias nas periferias do Brasil, das balas encontradas em corpos e de corpos perdidos. Guerra de Papel é a luta para se ter uma identidade. “Se nascemos, se temos nossas certidões, por que querem nos tirar e entregar uma certidão de óbito? Apagar nossos nomes, nossas histórias, é uma guerra para nos mantermos vivos.”

Texto:Andreza Rodrigues e Thuane Campos. Direção: Jorge Alves. Elenco: Mayara Tenório (Antígona), Thayna Rodrigues (Ismênia), Claudine Palhàres (Professora), Cinthia Tomaz (Ensamble), Mariana Sancar (Favela e Ensamble), Renan Marques (Ensamble), Uédia Alves (Ensamble) e Vittor Oliver (Ensamble). Idealização e produção:Tô em Outra Cia. de Teatro.

Companhia.

06/11 – Domingo

16h – Espetáculo: [An]Dança da Morte de Dumzé

Com: Grupo Teatral ApanelA

Local: Rua do Caju – Heliópolis

Classificação: Livre. Gênero: Comédia. Duração: 45 min.

Dumzé está morto. Seu corpo segue rumo ao enterro levado pela própria Morte e, finalmente, depois de muito lutar com a vida, vai descansar em paz. O espetáculo propõe um jogo cênico que envolve o público num cortejo fúnebre, acompanhando a relação entre essas duas figuras tão presentes na realidade popular.

Texto:Dramaturgismo final – João Paulo Fernandes. Direção: Criação Colaborativa – Grupo Teatral ApanelA. Elenco: Ju Marques (Morte) Marlon Ferreira (Zé). Idealização e produção:Grupo Teatral ApanelA.

19h – Espetáculo: Guerra

Com: A Próxima Companhia

Local: Casa de Teatro Mariajosé de Carvalho

Rua Silva Bueno 1533 – Ipiranga. SP/SP.

Classificação: 14 anos. Gênero: Experimental. Duração: 75 min.

Roda de conversa após espetáculo.

A Próxima Companhia traz à cena, no espetáculo Guerra, a cidade em disputa. Os conflitos de sete territórios percorridos pelo coletivo no centro de São Paulo se friccionam com a tragédia Sete Contra Tebas, de Ésquilo, em uma tradução contemporânea. Guerra reúne os fragmentos, os escombros, os espólios dos embates e, principalmente, as pessoas que formam e são desta cidade.

Texto:Victor Nóvoa. Direção:Edgar Castro. Elenco: Caio Franzolin, Caio Marinho, Gabriel Küster, Juliana Oliveira, Ligia Campos, Paula Praia e Rebeka Teixeira. Idealização e produção:A Próxima Companhia.

PROGRAMAÇÃO | OFICINAS (grátis)

31/10 e 02/11 – Segunda e quarta

19h às 21h30 Oficina: Oficina de Corpo e Dança

Ministrante: Nina Giovelli

Local: Casa de Teatro Mariajosé de Carvalho

Rua Silva Bueno 1533 – Ipiranga. SP/SP.

Público alvo: Interessados em geral. Idade: a partir de 16 anos.

Vagas: 20. Inscrições: Formulário no site ciadeteatroheliopolis.com.

Na oficina, Nina Giovelli trabalha sequências de movimento, estratégias de improvisação, meditações guiadas-dançadas e algumas ferramentas de escrita e fala para canalizar a imaginação para a dança. Buscando sempre a troca, a atividade busca ‘inventar’ corpos porosos, perceptivos e dançantes, ativando o desejo de mover e criar novos caminhos no corpo.

Nina Giovelli – Artista da dança, Nina pesquisa corpo e movimento tecendo conexões entre sensorial, motor e imaginários. Graduada em Dança pela Unicamp, participou de programas intensivos de formação em Artes Performativas, em Lisboa/PT, no c.e.m e no Fórum Dança. Atualmente, estuda educação somática (Body Mind Movement), atua como arte-educadora, é preparadora corporal e também colabora em pesquisas de outros artistas de diversas linguagens.

01 e 03/11 – Terça e quinta

19h às 21h30 Oficina: CorpoPreto EmCena

Ministrante: Clayton Nascimento

Local: Casa de Teatro Mariajosé de Carvalho

Rua Silva Bueno 1533 – Ipiranga. SP/SP.

Público alvo: Interessados em geral. Idade: a partir de 16 anos.

Vagas: 20. Inscrições: Formulário no site ciadeteatroheliopolis.com.

A partir do livro e da peça de teatro Macacos, de Clayton Nascimento, a oficina CorpoPreto EmCena tem como objetivo investigar as possibilidades cênicas, criativas e históricas que um corpo negro tem ao pisar no palco. O objetivo da oficina é investigar as possibilidades da interpretação e da direção de atores e atrizes, procurando instrumentalizar e fortalecer o corpo, a dramaturgia e a criação de artistas pretos na cena.

Clayton Nascimento – Clayton é ator, professor de graduação no Célia Helena Centro de Artes e Educação, diretor de teatro e dramaturgo. Criador do espetáculo Macacos e idealizador da Cia do Sal, o artista é mestrando pela USP em História do Teatro e diretor trainee e preparador de elenco da série Rota66, da Globoplay.

Verbena Com,.


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