INCLUSÃO – Crianças PCDs jogando capoeira, cantam, dançam e interpretam nos SCFV da Assistência Social

INCLUSÃO – Crianças PCDs jogando capoeira, cantam, dançam e interpretam nos SCFV da Assistência Social

3 de setembro de 2022 Off Por Ray Santos
Compartilhar

Em alusão ao “Setembro Verde”, um mês dedicado em chamar a atenção sobre a importância da inclusão das pessoas com deficiência, reforçando questões como acessibilidade e inclusão social, a Secretaria Municipal de Assistência Social (SMAS) de Três Lagoas promoveu nesta sexta-feira (2) apresentações de algumas crianças com deficiência que estão inseridas nas atividades dos Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV).

O evento ocorreu no Centro de Referência em Assistência Social e Educacional (CRASE – “Coração de Mãe”), sendo que o primeiro a se apresentar foi o José Zacarias Neto, mais conhecido como Netinho, que é autista e faz parte da Patrulha Mirim da Polícia Militar, que participou de uma peça de teatro junto aos demais colegas.

A segunda a se apresentar foi a pequena Maria Clara, que tem paralisia cerebral, participa das atividades de canto do CRASE “Coração de mãe” e apresentou uma linda canção que emocionou os que estavam presentes.

A Ana Clara, foi diagnosticada com o Transtorno do Espectro Autista, ela também participa das atividades do Crase e nesta tarde, junto com suas colegas, apresentou uma linda dança.

Para finalizar as apresentações, o adolescente Bruno Eduardo, diagnosticado com Hepoxemia (cadeirante), mostrou que para praticar capoeira não é preciso ter o movimento das pernas e junto com seu professor e colegas, lutou e encantou a plateia.

A Diretora de Proteção Social Básica, Mel Nunes, lembrou que o objetivo da campanha é conscientizar a população quanto à necessidade e a importância de todos nós sermos agentes de mudança para uma sociedade mais inclusiva.

“Todos os serviços oferecidos pela Assistência Social à população de Três Lagoas levam em consideração às necessidades das pessoas com deficiência que sempre são incluídas nos processos, até mesmo onde muitos acreditam que não é possível, como é o caso do Bruno, cadeirante que pratica capoeira”, finalizou a Diretora.

AIorK4xFNr-wL5nBkEqd_-h7ZB-2ej6h63DQRL_24T3VaZNcRV-RQAGVAXk-Ii0HjLu7lBFXDlIqxCU

Compartilhar